Minha Querida Francesa Anastasia
22 Cap 21 - Suficiente
Notas iniciais

POV KATHERINE
Era uma manhã amena e eu acabava de despertar.
Meu estômago roncava mais que tudo pois já estou habituada a acordar na hora em que Anastasia me trás o café, mas ate o momento não veio.
Bom, deve ter se atrasado um pouco. Não posso culpar seu lento processamento cerebral.
Minha barriga já está extremamente aparente e robusta e o futuro herdeiro Grey cresce a cada dia dentro de mim.
Orgulho-me por ser uma mulher alemã com a graça de dádiva de poder criar meu filho nos ideais de meu país e desenvolvê-lo na sua mais alta escala, igual o seu pai.
Não poderia ter melhor pai para meu filho: um homem honrado e que serve a seu país com maestria ao lado de meu pai.
Posso dizer que minha vida até o presente momento tem sido um sucesso, como eu mereço.
De repente ouço um barulho na porta e então sei que está se abrindo.
Até que enfim aquela menina trouxe meu café da manhã...
Mas ao virar, surpreendo-me: meu elegante marido entrando em nosso quarto com uma bandeja de café da manhã para mim.
Esta visão é realmente um sonho.
Sou extremamente apaixonada pelo meu marido.
— Bom dia, meu amor! – digo com fascínio e alegria com tamanha surpresa. Sentia falta de meu marido que ficou tanto tempo fora servindo nossa nação.
— Eu só vim trazer seu café da manhã, pois Anastasia não está se sentindo disposta – diz explicando-me com certa avidez.
Ele pensa que pode falar assim comigo logo de chegada?
Ele não vê que estou me comportando como ele mandou? Me dedicando a estabelecer um vínculo com aquela garota por ele e pelo nosso casamento? Pelo nosso filho?
— Você ainda vai me tratar assim? Eu e a sua francesinha já estamos nos dando muito bem sabia? Até tricotamos algumas roupinhas para o nosso bebê que está a caminho! – decido ser instigante enquanto aliso minha protuberante barriga, exibindo-a com orgulho ao meu marido enquanto me ajeitava sentada em nossa cama para desfrutar do café da manhã que ele havia me trazido.
— Nosso o cacete, Katherine. Seu e do seu amantezinho de merda! – diz ainda mais ríspido com tamanha brutalidade enquanto coloca a bandeja de comida ao meu lado.
Nesse momento sinto meu sangue ferver e o meu verdadeiro eu surge das profundezas de mim onde adormecia aquilo que coloquei em coma por meu marido e para recuperar seu amor.
A vilã que há em mim desperta e eu não resisto em provoca-lo.
Sei que ele e Anastasia tiveram relações, afinal ficaram sozinhos por tanto tempo e eu tenho certeza que essa era a intenção daquela vadiazinha francesa de quinta categoria...
Se Christian quer jogar sujo comigo, eu vou fazer o jogo dele.
— Ué... Se for assim, Anastasia também corre este risco não é? – digo com um sorriso sínico em meus lábios, esbanjando plenitude em minhas palavras.
— Do que você tá falando, Katherine? – diz meu marido de forma arrogante.
Não posso negar, essa dureza e arrogância em meu marido me deixam excitada. E esse jogo de troca de farpas me agrada pois adoro brincar com fogo. E meu marido exala fogo, o que me desperta tamanho interesse, sendo uma das coisas que me deixa completamente perdida nele.
Vou prosseguir com esse jogo dizendo-lhe tudo o que sei e que já percebi. Estou gostando muito dessa brincadeira.
— Eu já percebi que Anastasia está grávida e eu também tenho noção de que deve ter me traído com ela sendo que Jack a molestou antes mesmo de você ficar sozinho com ela aqueles dias. Sendo assim, o filho que ela carrega também tem chances de ser de outro, Christian – proclamo as palavras com tremenda calmaria e leveza, demonstrando tranquilidade na expressão e na voz.
— Anastasia não é vagabunda igual a você. Ela é pura e você é suja! – diz de forma bruta e imponente enquanto já tirava suas roupas, mostrando para mim pouco a pouco o seu corpo esculpido por anjos ou demônios... Ou os dois...
Não posso negar que o fato dele me chamar de vagabunda me excita. Eu e Christian fomos feitos um para o outro, só ele não percebe.
Somos pessoas superiores e evoluídas, não nos abalamos com o sofrimento dos outros e fazemos o que temos que fazer para vencer na vida.
— Você também não é nada limpinho, Christian. Já matou e torturou pessoas e continua fazendo o mesmo. Somos farinhas do mesmo saco. E ela não presta pra você.
— Eu cumpro ordens, Katherine! Ao contrário de você que é suja por escolha... Engula essa comida e dê graças a Deus que tem Anastasia para cuidar de você, pois se fosse por mim você estava se virando. – diz ainda mais rígido com seu peito escultural nu e exposto pra mim enquanto vestia apenas suas calças, caminhando para o banheiro.
As palavras de Christian não me abalam. Ouço coisas parecidas dele desde que éramos pequenos. Ele sempre defendeu aquela empregadinha...
Mas esse seu jeito bruto de lidar comigo me deixa extremamente excitada. Já sentia minha intimidade umedecer e pulsar de desejo, clamando por Christian.
Decido então deixar esse café da manhã para depois e decido juntar-me a Christian.
Ele nunca me negou um bom sexo. Meu marido é muito carnal, e posso dizer que esta é uma qualidade incontestável de Christian.
Ao livrar-me de minhas vestimentas de dormir, dou uma espiadinha em Christian.
A água percorrendo seu corpo me faz suspirar em desejo e a fome de tê-lo para mim multiplica dentro do meu corpo.
Os hormônios da gravidez tem sido difíceis de controlar, ainda mais tendo que me comportar todos esses dias aqui com aquele lesado do Elliot e aquela tapada da Anastasia.
Estou precisando extravasar minhas energias.
Sem demora, entro no chuveiro junto com Christian e levo minhas mãos diretamente para o seu membro robusto que me satisfazia tanto.
— Você tá ficando louca?! – diz Christian com imponência apesar do susto que perceptivelmente ele tomou com minha investida inusitada.
— Louca por você... Você sabe o quanto essas discussões me excitam, não sabe? – e sorrio para ele de uma forma quente enquanto minha mão envolvia o seu membro e já o estimulava com bastante dedicação.
— Para com essa porra, Katherine! – diz Christian tomando meu pulso com firmeza, afastando minha mão de sua intimidade que, já crescia após minha breve estimulação.
Mordia meu lábio inferior ao vê-lo daquela maneira e decido insistir, pois preciso dele agora.
— Você vai me negar sexo, Christian?! – digo num tom de voz sexy e quase irresistível.
— Não estou no clima pra isso. Vá tomar o seu café da manhã e me deixe em paz – diz virando de costas para mim, deslizando o sabonete que está em sua mão pelo seu corpo.
Deparo-me com as costas definidas de Christian e seu bumbum torneado que me deixava maluca. Reviro meus olhos sentindo um tremendo tesão.
Não posso deixa-lo escapar pelos meus dedos.
Christian vai me fazer mulher hoje. Nem que eu tenha que apelar para seus pontos fracos e por em cheque sua masculinidade.
— Tu não és homem? Vai negar sua esposa? Após esse tempo todo fora de casa não vai tomar-me? Cadê aquele Christian cheio de vigor que me fazia sua de todas as formas possíveis e na hora que quisesse? Aquele sim era homem de verdade! – digo com um tom bem insinuativo na intenção de conseguir aquilo que eu quero.
Christian se cala e me ignora, prosseguindo com seu banho.
Aproximo-me dele por trás e volto com minha mão em seu membro que ainda estava levemente rígido e sussurro em seu ouvido:
— Sua boca diz uma coisa, mas seu corpo diz outra... Eu sei que você me quer... – e mordo o lóbulo de sua orelha onde sei que é um de seus maiores pontos fracos.
— Caralho, Katherine! Você me quer? – diz Christian virando de frente pra mim com uma expressão séria e um tanto impaciente enquanto falava em um rosnado.
— Não vê que quero? – E deslizo as minhas mãos pelos meus seios já molhados com os respingos de água que caía sob Christian.
— Então me chupa – diz ele com autoridade e um sorriso se abre em meus lábios.
Ajoelho-me no chão molhado, tomando em minhas mãos seu membro robusto que já estava levemente em pé em frente ao meu rosto.
Sem demora, coloco o seu volumoso membro em minha boca, tomando-o pra mim daquela forma. Chupava-o com vontade e olhava para ele o tempo todo.
Christian me olha com raiva expressando impaciência, tomando meus cabelos e forçando sua longa extensão em minha boca como se estivesse me desafiando a engoli-lo completamente.
Gostava dessa brutalidade e então me dedicava para conseguir acomodá-lo em minha boca, forçando-o contra a minha garganta, mas me engasgava algumas vezes.
— Chupa essa porra direito, ou você não é mulher suficiente pra me chupar? – diz Christian me olhando com raiva enquanto continuava forçando sua extensão grossa e comprida contra minha garganta.
Dedicava-me ainda mais, mas não importava o quanto eu me dedicasse, ele forçava ainda mais contra minha garganta, causando-me ânsia de vômito.
Interrompo o oral ameaçando vomitar e com isso Christian olha-me com desprezo.
— Realmente, você não é mulher suficiente... – Diz enquanto desliga o chuveiro e apanha sua toalha, saindo do chuveiro, deixando-me ajoelhada e sozinha no chão molhado.
Sinto-me humilhada.
Aposto que é tudo culpa daquela biscate francesa.
Francesas por si já têm fama de putas.
Ela chupa meu marido melhor que eu?
Ela é mulher suficiente pra ele?
Isso que nós vamos ver.
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