Notas iniciais
Boa noite, leitoras lindas ♥ Hoje a fic completa 1 mês e em comemoração à isso, estou liberando mais um capítulo dessa história! Dedico esse capítulo à Aidil e à Camila MS e suas recomendações muito maravilhosas ♥ Eu tentei mandar mensagem para as duas em agradecimento, mas não consegui D: Bom, vamos lá: CRIAMOS UM GRUPO NO WHATSAPP PARA FALAR SOBRE A FIC, lá eu tenho liberado alguns SPOILERS e até uns trechinhos do CAPÍTULO antes de liberar! Então venham, é só amor! É só acessar o link que vocês caem direto no grupo: https://chat.whatsapp.com/HsLLhHr0xf7AhbqHM0FCll

POV CHRISTIAN

Após a conferência, fui informado de que recebi uma ligação, e pela descrição da voz e do que falou, só pode ter sido Anastasia.

Por mais que eu saiba que Elliot esta lá com ela e eu confio cegamente em meu irmão, eu decido por voltar para casa, assim posso saber como foi a consulta e tirar todas as minhas suspeitas em relação a minha pequena.

Ao chegar em casa eu posso ouvir um murmurar caótico dentro da minha casa e ao abrir a porta eu ouço “eu não quero estragar isso! Eu não posso estragar!”

— Estragar o que? – digo sem entender, avaliando a situação do local. Elliot está sentado no sofá ao lado de Anastasia e ambos com um olhar de assustados. Há uma tensão no ar enquanto eles se entreolham.

— Estragar a surpresa de que você e Ana estão... Juntos... Não é? Ana não queria que eu soubesse pelo Flynn que está a manter relações. Mas agora eu já sei e Flynn recomendou uma dieta com carnes e grãos para a verdadeira Sra Grey – diz Elliot um tanto quanto convicto. Se eu não tivesse suspeitando desse momento, eu poderia até acreditar em meu irmão.

— É isso mesmo! Sei que em Elliot podemos confiar, Christian! Por isso contei a ele... Zangado? – diz Anastasia com um tremor na voz. Isso está muito estranho. Mas eu sei que a única pessoa que pode me dar uma resposta disso é Flynn, então eu não vou forçar uma situação desagradável por ora.

— Eu mesmo lhe ia contar, Elliot. Mas também preferi esperar um momento oportuno, não na SS onde qualquer pessoa poderia ouvir-nos – digo sorridente enquanto me desfazia de meus casacos e assim vou diretamente até minha pequena. Percebo que Ana está tensa, e no mesmo momento eu alcanço sua cintura com meus braços e a puxo para mim lhe dando o beijo que eu tanto queria dar-lhe.

Após o beijo que eu dou, sinto uma paz dominar o meu corpo e toda a desconfiança que eu sinto se vai por alguns instantes. Ana me faz esquecer do mundo.

— Está tudo bem, Christian. Preciso terminar minha revista pelos setores da SS para verificar se está tudo em seu devido lugar. – diz Elliot um tanto sem graça.

— Por que não volta para jantar? – diz Anastasia muito gentil.

Ótima ideia minha linda, preciso conversar muito sério com Elliot sobre a consulta e sobre o que estava acontecendo aqui.

— Voltarei, só não quero a ficar de vela entre tu e Christian! – diz Elliot com humor e eu não consigo evitar um riso entre meus lábios.

— Não ficarás, prometo! – diz Ana completamente solícita. Ah não minha pequena, não conheces o seu homem que és louco por ti.

— Já eu não posso prometer nada, Lelliot! – digo com firmeza e já puxava Anastasia para meus lábios, beijando-a com carinho e ternura, demonstrando meu sentimento pela minha pequena.

Anastasia me faz tão feliz... De uma forma que eu nunca pensei em ser.

Por ela eu sou capaz de tudo. Faria as coisas mais absurdas e inescrupulosas pela minha pequena. Iria até o inferno se fosse preciso.

— Vou me retirar. Anastasia, Christian... – diz Elliot debandando, saindo de fininho pela porta a fora.

Meus lábios ainda estão nos de Anastásia em um beijo quente e repleto de paixão. Minha língua invade sua boca e logo o nosso beijo se tornava ainda mais intenso.

Sem demora, seguro minha pequena nos braços e vou subindo as escadas enquanto nos beijamos sem parar.

Chego ao quarto de hóspedes e coloco Anastasia deitada na cama e sem nenhuma calma, já me desfazia de seu vestido, puxando-o para cima de seus braços. Percebo que o que esconde seus seios é seu vestido de baixo que faz conjunto com sua lingerie cor de champanhe que fazia uma harmonia deliciosa com a cor de sua pele clara igual porcelana.

Tiro seu vestido de baixo e já podia ver seus seios magníficos e de forma perfeita.

Sorrio muito safado pra ela que me olhava com muito desejo e curiosidade.

No mesmo momento, desço sua calcinha que se escondia em baixo de sua cinta liga. Deixo minha pequena apenas com sua cinta e meias, abrindo suas pernas para me deparar com a visão incrível de sua bucetinha perfeita.

Ao me deparar com essa visão a minha boca se enche de fome e não resisto em abocanhar aquela perfeição.

Alcanço o grelinho de Anastasia com minha boca voraz e cheia de fome, chupando-a sem dó e com muita vontade.

— Nossa Christian! – exclama Anastasia ao sentir minha boca a devorando enquanto ela já se contorce em prazer, demonstrando-me que gostava do que eu proporcionava a ela.

Enquanto Anastasia se contorcia, sem querer ela fechava suas pernas. Vou com minhas mãos pesadas e brutas contra as mesmas e as faço abrir com força, mostrando minha imposição como se deve.

Enquanto minha língua atacava sem dó o grelinho de Anastasia, sentia em meu queixo que estava grudado na extensão de sua buceta que sua entradinha já ficava bem meladinha.

Com isso não consigo resistir em chupar todo o seu mel, adentrando a minha pequena com minha língua. Quando o faço, Anastasia geme alto em resposta e eu sinto sua bucetinha piscar em minha língua, acusando o tesão que ela sentia.

Rapidamente eu já ficava em pé novamente e já ia desabotoando minha camisa apressadamente e reparava nos olhares de Anastasia para mim, apreciando-me com contemplação.

— Eu te quero, Anastasia! – digo com imposição, como se a minha pequena não tivesse escolha a não ser ser minha!

Anastasia morde seu lábio e então ela já me enlouquece e me responde ao mesmo tempo que ela quer sim ser minha!

Desfaço-me de minha calça com mais pressa ainda juntamente com minha cueca, mostrando-a meu corpo completamente nu e meu pau já rígido de tesão. Ana me tirava do sério.

— Abra essas pernas pra mim, vai! – digo muito mandão.

Anastasia não se nega em nenhum momento, abrindo suas pernas perfeitas para mim, mostrando que me queria.

No mesmo instante eu solto com uma puxada só os elásticos da cinta liga das meias, levantando aquela cinta que cobria a parte de cima de sua buceta e sem demora já me ajeitava entre suas pernas, puxando-a contra mim, vendo seu corpo deslizar pelo tecido do cobertor da cama.

Ana ri com minha atitude e espera meu próximo movimento.

De pé na beira da cama, tenho Anastasia de pernas abertas com meu corpo no meio delas.

Sem nenhuma demora, já adentrava em sua entradinha e de repente já estava por completo dentro de Anastasia que estava completamente melada pra me receber.

— Christian! Ow! – ela se assusta pela minha agilidade em já estar dentro dela, mas morde seu lábio, demonstrando que gostava de ser minha daquela maneira.

Já me movimentava dentro de Anstasia com vigor e vontade, mostrando a ela o quanto a desejava.

Estar dentro de Anastasia em sintonia com seus gemidos era surreal e incrivelmente inacreditável. O que essa mulher me fazia sentir eu nunca havia experimentado antes.

Há sintonia entre nós e essa sintonia me domina e eu só consigo ver Anastasia e ouvir seus gemidos deliciosos enquanto escorrego pra dentro dela.

— Porra, Anastasia!!! – sinto que vou gozar, mas continuo nos meus movimentos firmes e intensos, com velocidade e força.

Anastasia não parece se importar com a forma que eu a fodo, ela parece gostar e se entrega totalmente a mim.

— Oh, Christian!!! – Anastasia se exalta e se contorce pra mim enquanto seu interior se contrai em volta do meu pau. Já entendo então que ela está prestes a atingir seu ápice.

— Deixe vir, Ana! Vem pra mim! – rosno enquanto eu intensifico ainda mais meus movimentos, fazendo Anastasia enlouquecer ainda mais.

Sem demora, ela se liberta e se derrama sob meu pau que prontamente responde com a minha própria libertação.

— Caralho! – exclamo enquanto ofego enquanto gozo dentro de Anastasia que parece gostar dessa sensação enquanto sorri pra mim.

Não consigo resistir ao sorriso da minha pequena. Vou diretamente para seus lábios, lhe beijando com intensidade e me entregando aos seus lábios deliciosos.

~*~

Após ficar todo o fim da tarde e o começo a noite com Anastasia na cama do quarto de hóspedes, vejo que minha pequena cai no sono. Nesse momento eu vejo uma brecha para me desvincular dela para resolver minhas pendências.

Vou caminhando nu até meu quarto, onde eu tomo um banho quente e relaxante. Visto uma cueca, uma calça cinza de feltro e uma regata branca. Penteio meus cabelos para trás, ressaltando meu corte militar e desço as escadas, sentindo o meu pé entrando em contato com a madeira escura até o andar de baixo.

Já em meu escritório, já sento em minha enorme cadeira e meu olhar vai direto no relógio: 15 para as 8 horas da noite. Uau, ficamos muito tempo no quarto, e o tempo voou desde a hora que eu cheguei.

Nesse momento me lembro de que Elliot ficou de voltar para o jantar e até agora não voltou.

Devo me preocupar?

Bom, esperarei até as oito, caso contrário vou procura-lo.

Alcanço meu telefone, disco o número de Dr. Flynn e torço para que ainda esteja em seu consultório. Enquanto isso me ponho a verificar as cartas em cima de minha mesa.

Enquanto escuto o aguardar dos pios do telefone deparo-me com um envelope apenas com destinatário, com a área remetente desconhecida e não preenchida.

Intrigo-me e me ponho a analisar o envelope.

Há marcas de dedo cravadas intensamente e o papel do envelope está surrado e úmido. Indica que essa carta nunca passou pelo serviço de receptação e distribuição de correspondências.

Ou seja: esse envelope foi deixado diretamente em minha caixa de correios.

Decido cheirar o envelope... Lembra um cheiro de uvas de Alsácia...

Cheiro característico da divisa da Alemanha com a França...

Interessante...

Levo um susto com o pio contínuo do telefone que havia ficado sem sinal de resposta. Flynn já havia saído de seu escritório. Ligarei amanhã pela manhã sem falta par saber de Anastasia.

Mas o que está me intrigando no momento é esse envelope e decido abrir.

Assim que o abro, percebo que foi fechado com saliva e que há uma cor avermelhada... Parece que a pessoa que a escreveu bebia vinho. Por isso o cheiro das uvas...

A pessoa que mandou essa carta com certeza quer ser encontrada... Principalmente por uma pessoa como eu: completamente detalhista.

Ao abrir a carta, para a minha surpresa, está tudo em francês, me acusando que é do lado de lá da fronteira. Posso afirmar com alguma certeza de que veio dos arredores de Estrasburgo, extremo leste da França, divisa com a Alemanha.

Muitíssimo arriscado. Não sei como esta carta chegou à Berlim, mas a pessoa que a trouxe foi extremamente audaciosa.

Só pode ser de Karla. A mulher sabe que eu sei Francês, muito engenhosa...

Salut mon petit garçon

Você sabe quem está escrevendo essa carta e sei que sabe como me encontrar.

Gostaria de dizer que eu estou bem e que cheguei a salvo na França, mas não ficarei aqui por muito tempo. Preciso que traga Anastasia até mim, pois consegui um navio daqui três semanas para levar-nos para os Estados Unidos.

Junto com Anastasia, preciso que ela traga o que é dela de direito. Seu pai vai saber do que estou falando.

Peço com urgência que a traga, sei da situação que está prestes a eclodir em todo o nosso continente.

Merci.

K.S

O que? Essa mulher está louca? Quer que eu dê Anastasia de bandeja para ser tirada de mim?

Confesso que a situação está caminhando para uma guerra e sei que o Füher quer que isso realmente aconteça e que o próximo alvo será a França com toda certeza. E Karla também sabe. É muito esperta. Assim como a filha.

Anastasia com certeza estaria mais segura na América...

Mas eu não quero deixa-la ir... Eu não posso deixa-la ir...

Ela é minha alegria, minha paz... A mulher dos meus sonhos...

De repente o telefone ecoa e me tira de meus pensamentos, trazendo-me para o presente.

— Grey... – atendo ainda um tanto pensativo.

— Boa noite, meu amor! – ouço a voz insinuativa de minha mulher ao telefone.

— Boa noite, Kate... Como estão as coisas aí em Lübbenau? – pergunto por obrigação. Não estou nem um pouco interessado.

— Estão muito bem, mas vejo que estás muito preocupado... Mandastes até teu irmão para averiguar se está tudo de acordo! – diz Katherine.

— Elliot está aí? – pergunto um tanto surpreso – Há poucas horas ele estava aqui em casa, estava esperando-o para o jantar inclusive.

— Bom, ele veio e até fiquei um tanto aliviada já que estava precisando de uma presença masculina se é que me entende... Tenho me sentido enjoada estes dias.

— Enjoada, Kate? Bom, diga a Elliot que lhe compre medicamentos, abasteça a casa com o que você precisar e que amanhã ele esteja de volta.

— E eu? Tu não queres que eu volte? – diz Kate com um tom de voz que me irrita um bocado.

— A escolha de ir para Lübbenau foi sua... – digo com certo desprezo, pois realmente não me importo muito com o que Kate faz ou deixa de fazer – Aliás mal estou em casa. Estou muito ocupado com conferências na SS.

— Mas queria dizer que logo mais estou em casa, meu amor! – diz Katherine com animação na voz.

— Bom... Cuide-se, Katherine. – digo com certa frieza e desligo o telefone.

Mas estou intrigado.

O que Elliot foi fazer em Lübbenau?

E essa carta de Karla...

O que é de Anastasia por direito?

O que meu pai e Elliot sabem que eu não sei?

Preciso tirar essa história toda a limpo.

E só em pensar que as pessoas sabem de coisas que eu não sei...

A revolta toda conta de mim.

Notas finais
O cenário está cada vez menor, o círculo está quase se fechando e Christian está muito próximo da verdade. E de outras verdades que ele jamais esperaria encontrar. O que será que Karla quis dizer? O que será que aconteceu com Elliot e Katherine em Lübbenau? Volto no sábado :3 Estou esperando felicitações, recomendações e comentários ♥