Notas iniciais
Ae meu povo, estou de volta! o/ Essa foi rápida! Oh dois capítulos em dois dias huhuhu mas confesso que o próximo sai no fim de semana, ou no máximo na segunda. Emma está viva para nossa alegria e principalmente a de Regina! Bom chega de bla bla bla e vamos para o capítulo! o/

— Regina!

A morena olhou por cima de seu ombro e viu Daniel se aproximando, e mentalmente ela praguejou olhando para o chão, soltou uma longa respiração e se virou para ficar de frente para o homem. Ultimamente esta cada vez mais difícil dormir sem Emma ao seu lado, ela precisava sentir novamente os fortes braços da loira ao seu redor, a confortando, a aquecendo, dividindo o calor do corpo.

— Regina, como você está essa manhã? – perguntou o homem ao ficar de frente a mulher – Eu queria de saber se você gostaria de tomar café da manhã comigo. Henry parece estar ocupado na biblioteca, então pensei que talvez eu pudesse lhe fazer companhia nesta agradável manhã. – ele sorriu galanteador para ela.

A morena franziu o cenho e soltou uma longa respiração – Eu apreciaria... – o sorriso no rosto do homem se alargou, então ela continuou – Se eu estivesse com fome... Então te desejo um ótimo desjejum. – virou-se dando as costas para o homem, mas fora impedida por um firme agarre em seu braço a fazendo o encarar.

— Eu fiz algo errado? Algo que não a agradou? – disse a olhando levemente enraivecido, e seu agarre começando a apertar o braço da morena.

— Você sabia que eu poderia te prender pelo que está fazendo agora e deixá-lo apodrecer na prisão? – declarou Regina altivamente, mas com a voz baixa.

Daniel grunhiu e soltou o braço de Regina – Eu não lhe agrado? – perguntou direto – Ou você não quer aceitar que eu mexo com você?

— Não fale coisas estapafúrdias. – disse Regina quase rindo da constatação do homem.

— Tudo bem... Sei que ainda está confusa com tudo que aconteceu.

Regina o olhou incrédula – O que está dizendo?

— Que você está confusa... – voltou a repetir – Mas tudo bem, agora eu estou aqui e vou cuidar de tudo.

Uma sonora gargalha ecoou no corredor – Não fale asneiras! – disse a morena após se recompor.

— Sei que você só está atraída por mulheres devido ao seu recente relacionamento... – falou Daniel sem se importar com a gargalhada de Regina – Mas como disse, agora eu estou aqui e sei que você se sente atraída por mim.

Seu rosto se avermelhou de raiva, e fechou seus punhos tentando ficar calma – Eu somente tenho atração pela minha esposa.

— Sua esposa morreu! – exclamou o homem.

— Ela não está morta! – gritou a morena pela primeira vez, perdendo a calma e seus olhos brilhavam com fúria – Eu sei que ela não está morta!

— Você está ficando louca, só pode! – disse Daniel exasperado – Você está apaixonada por uma pessoa morta! Você tem que continuar em frente, e tem muitos homens esperando apenas uma chance com você e você sabe disso... Tem alguns dias que estou tentando fazê-la enxergar que eu sou um desses homens!

— Eu não quero ninguém além de Emma. – respondeu Regina.

— Mas por quê?

— Porque ela é a única pessoa que amo e vou amar na minha vida.

Daniel ia dar um passo a frente na direção de Regina, mas parou no lugar ao escutar a porta da biblioteca se abrir e Henry entrar no corredor.

— Você está bem, Lady Regina? – perguntou ao se aproximar da mulher, que apenas afirmou com a cabeça – Esse homem fez alguma coisa? – e Regina negou com a cabeça – Se você me desculpar, quero tomar café da manhã com a rainha. – disse Henry ao olhar para o homem mais velho e Regina sem dizer mais nada seguiu para a sala de jantar e Henry estava logo atrás – Mais tarde conversarei com David, acho que Daniel tem muita liberdade no castelo, mesmo que tenha um guarda o seguindo, coisa que não o vi no corredor. – comentou Henry – E se for o caso, nem que tenha que ficar ao seu lado o dia todo, todos os dias, eu ficarei. – terminou quando chegaram a sala de jantar e entraram Emma se você estiver viva, por favor se apressem em voltar, pois tem alguém querendo roubar sua mulher de novo.— pensou o rapaz.

—SQ-

— Argh que garoto irritante. – resmungou Daniel dando meia volta e indo para seu quarto – Mas tudo bem, acabei me precipitando, fui muito ávido com a mulher... – suspirou profundamente – Mas também ela me deixa sem chão. Preciso me calma para calcular novamente meus movimentos para cima dela, pois agora ela está arredia e não terei muito o que fazer... Vamos dar um pouco de tempo. – conversou consigo mesmo assim que entrou no quarto.

Sem dizer mais nada, o homem caminhou de um lado a outro do quarto, as vezes parando na janela e olhando para fora e apenas pensando como faria pra novamente se aproximar da morena sem levantar muita tensão e providenciar para que seus homens entrem aos poucos no reino.

—SQ-

Seus olhos verdes olhavam para sua brilhante aliança que cobria seu dedo anelar. Emma brincava com ela, a girando, tocando o frio metal. Pensava como uma coisa tão pequena poderia significar tanto. Ela observava o trabalho que o artesão teve além, claro de ajustar para seu dedo, mas também de desenhar um cisne com uma coroa, aquilo significava tanto ela e Regina. A loira suspirou fechando os olhos para logo depois beijar o anel e o colocá-lo de volta em seu dedo.

— Você é casada? – perguntou Anna surpresa, ela havia cuidado da mulher, mas não havia reparado no anel em sua mão esquerda.

— Sim... – murmurou quietamente.

— Quem é a pessoa felizarda, dona do seu coração?

— Minha rainha... – sorriu brevemente – Regina, rainha do reino de Maçã Escarlate.

Os olhos de Anna então se arregalaram – Foram vocês que sofreram aquela maldição que o soberano de Sherwood lançou! – Emma apenas confirmou com a cabeça – E agora isso tudo que está acontecendo com o soberano de Cavalos Galopantes...

— Nossa vida não é fácil... – riu sombriamente.

— Não se preocupe... – animou Anna – Nós vamos ajudá-la a se recuperar e voltar para sua esposa e para o seu reino, e de quebra acabar com aquele cretino do Daniel.

— Ah isso você pode ter certeza, que assim que eu voltar, acabarei com aquele covarde.

Um pequeno silencio caiu sobre as duas mulheres, era um silêncio confortável – Você a ama profundamente?

— Sim... – respondeu imediatamente – Sinto tanta a falta dela que está me deixando louca... Juntando desde o tempo que sai em viagem até agora... – começou a fazer as contas – Faz praticamente um mês que não a vejo e imagino que ela esteja sofrendo sem saber que estou viva e ainda para ajudar tem aquele patife perto dela.

— Como eu disse, não se preocupe... No final tudo dará certo! – Emma sorriu diante das palavras da garota e a fez se lembrar de Henry, como estava sentindo falta de sua casa e de seus amigos.

—SQ-

Mais alguns dias se passaram e a perna de Emma estava bem cicatrizada, apenas seu ombro não estava tão cicatrizado ainda, ela já conseguia fazer vários movimentos, mas claro todos limitados. Então Merlin arrumou as coisas, pois os quatro iriam partir de volta para o reino de Maçã Escarlate, e quando eles chegassem perto dos arredores do castelo, antes do cinturão de defesa que ela implantou, Emma seguiria sozinha por uma rota mais escondida, e eles pela principal. O intuito de Emma era entrar no castelo escondida e ali permanecer assim até o momento de contra atacar Daniel, ele não iria saber de onde o ataque viria e quando percebesse a loira estaria chutando o seu traseiro para fora do castelo.

Eles pegaram estrada muito antes do sol nascer, pois a velocidade que viajariam não seria muito rápida, então em vez de demorarem apenas três a quatro dias, iriam demorar provavelmente quase uma semana.

—SQ-

— Hei! Você! – Daniel trotou levemente até chegar a Henry, que estava sentando em sua mesa, estudando. O rapaz mais novo ignorou o homem mais velho por completo e continuou com sua atenção voltada aos papéis a sua frente – Eu estou falando com você! – disse mais exaltado e percebeu dois guardas se aproximando.

Henry apenas levantou o olhar e os guardas se detiveram, e brevemente o rapaz mais novo olhou para o homem a sua frente e baixou seu olhar para os livros e papéis novamente. Aquilo deixou Daniel com mais raiva ainda e sem pensar bateu firme a mesa com a mão espalmada. Cansado Henry se levantou e caminhou até para na frente do homem, não se importando que Daniel fosse bem mais alto que ele.

— Eu não sei o que você quer... – fez uma pausa para pensar direito e continuou – Na realidade, sei muito bem o que você quer. – aquilo deixou o homem surpreso – E lhe asseguro que você não conseguirá! – um sorriso maroto surgiu no rosto do homem – E pode tirar esse sorriso da cara, você pode achar que está ganhando, mas quando menos esperar, você cairá... Assim como todos que tentaram alguma coisa. Nem que para isso eu mesmo tenha que acabar com você! – antes que Daniel pudesse falar Henry continuou – Guardas! Por favor, acompanhem Daniel até seu quarto.

Daniel estava estarrecido, olhando para o petulante garoto a sua frente, ele com certeza tinha atitude tinha que concordar, mas ele iria acabar com esse orgulho em uma pancada só quando chegasse o momento, então soltou um grunhido – Com licença, voltarei para meu quarto agora.

— Tudo bem! Nós vamos lhe acompanhar até lá! – disse um dos guardas com um sorrisinho no rosto.

—SQ-

Os verdes olhos passaram pela paisagem, dias atrás ela e seus homens estavam ali caindo em uma emboscada. Lentamente ela desceu do cavalo e deu alguns passos ainda olhando ao redor. Flashs do acontecido vieram a sua mente Como eu pude ser tão idiota? Mas você irá pagar Daniel, isso eu lhe garanto. Então todo o peso do mundo caiu sobre seus ombros e sua feição se tornou triste. Fechou os olhos e mentalmente fez uma oração aos seres superiores. Abriu os olhos e viu Merlin ao seu lado.

— Não se sinta culpada... – começou ele olhando ao redor do campo.

— Mas eu deveria ter pelo menos desconfiado de alguma coisa... – fez uma pausa – Lutamos em tantas guerras... Ficamos praticamente por dois anos amaldiçoadas e mesmo assim não sucumbimos... – soltou uma respiração pesada.

— Nós, inconscientemente, temos a habilidade de acreditar nas pessoas, achar que todas são como nós, que elas tem a índole boa... E por mais que sejamos experientes, as vezes caímos nas coisas mais fácies...

— Quem cairá será Daniel...

Sem dizer mais nada, Merlin apenas pousou sua mão sobro o ombro direito da loira, deu um leve aperto e seguiu para seu cavalo, a deixando ali com seus pensamentos – Regina... – murmurou para si mesma olhando para o céu – Eu prometi que voltaria para você... – estava mortalmente sentindo falta daqueles olhos castanhos e daquele sorriso doce – Estou mantendo minha promessa... Eu estou voltando... – montou em seu cavalo.

— Pronta para acelerar um pouco a passada? – perguntou Mérida.

— Mais do que pronta! – e sem mais começaram um leve galope para então acelerarem.

—SQ-

O castelo estava silencioso, notoriamente todos estavam tristes ou esperando por um milagre. Eles esperavam que milagrosamente um guarda entrasse correndo pelo castelo anunciando que Emma havia voltado, todos esperavam por isso, somente uma pessoa que não esperava isso.

Daniel estava andando calmamente pelos corredores do castelo, com suas mãos atrás das costas. Ele estava perdido em seus pensamentos, já se imaginando soberano do lugar com Regina ao seu lado.

— Você deveria estar em seu quarto descansando. – veio uma voz atrás dele.

O homem franziu o cenho e se virou para o dono da voz – Quem você pensa que é para me dizer o que fazer?

— Eu não tenho medo de você!

— Mas deveria! – deu uma leve risada debochada.

— Eu? Com medo de você? Um verme? Nunca! – desdenhou Henry – Sinta-se feliz por Lady Regina não ter te jogado para fora do castelo como o lixo que você é... Eu no lugar dela teria te executado quando voltou pela segunda vez... Eu sei que você armou para cima de Emma, e você irá pagar por isso!

— Ow ow... Que garoto mais corajoso! – fingiu estar com medo – Você não deveria estar estudando? Alias já que você sabe o que eu quero, você será o primeiro que mandarei embora... Afinal, em breve serei o rei desse castelo... Eu não quero nenhum mal a Regina, muito pelo contrário, eu quero ajudá-la neste momento frágil que ela está passando.

— Você me dá nojo! Eu não deixarei você relar um dedo em Lady Regina! — ele semicerrou seus olhos com raiva – Mesmo se Emma morreu, eu duvido muito que Lady Regina irá se jogar em seus braços numa desesperada tentativa de curar suas feridas emocionais. Ela não é assim! Ela nunca se casará novamente.

— Você nunca sabe o que uma mulher em sofrimento é capaz de fazer quando ela se sente sozinha... – comentou com deboche e perversão.

— Não ouse comparar Lady Regina a qualquer outra mulher, ou a qualquer outra coitada teve a infelicidade de dividir a cama com você! Lady Regina é uma mulher forte, tem uma força de vontade muito grande, é inteligente, tem um bom coração, e o principal, é muito fiel a sua esposa.

— Por que vocês ficam falando como se Emma estivesse viva? – perguntou curioso.

— Porque ela está! – respondeu simplesmente.

— Acredite no que quiser! – disse se virando e começando a caminhar para fora do castelo, deixando Henry ali parado sem saber o que fazer. O rapaz mais novo soltou um grunhido e se retirou, indo para a biblioteca.

Ao chegar nos jardins, ele avistou Regina e sua mãe sentadas em um banco e se aproximou, mas parou quando escutou a conversa das duas mulheres.

— Minha filha... – disse Cora – Por que você não esquece Emma... Daniel tem razão, tem muitos homens que matariam para ter uma chance com você!

— Eu não quero saber de nenhum homem... E também de nenhuma mulher, minha mãe! – respondeu a morena mais nova.

— Daniel mesmo, eu o acho uma excelente escolha para você se casar novamente. – insistiu.

— Você começará tudo de novo? – perguntou Regina começando a ficar exausta dessas tentativas de sua mãe para que ela se case de novo, afinal praticamente fazia um mês ou um pouco mais que Emma havia morrido e Regina ainda era nova e precisava seguir em frente com a vida.

— Minha filha... Você é nova, precisa seguir com sua vida e deixar o passado para trás.

— Eu não estou com cabeça para discutir esse assunto com você novamente... – disse Regina desanimada – Achei que você iria mudar...

— Estou tentando... Mas eu quero te ver feliz...

— Você só me verá feliz com Emma ao meu lado.

Um momento de silêncio pairou no ar – Vou deixá-la sozinha agora... – quebrou o silêncio Cora – Mas pense no que eu disse... – saiu andando em direção ao castelo sem esperar por uma resposta de sua filha.

Regina soltou uma respiração frustrada – Quando ela irá entender que não quero ninguém além de Emma? – murmurou para si.

Daniel viu Cora se retirar, e achou que aquela era a hora dele começar novamente seus planos para conquistar a morena e naquele momento ele iria agir, e começou a ver em Cora uma possível aliada no futuro para conseguir dobrar a rainha.

— Regina! – ele chamou se fazendo presente no ambiente.

A morena olhou para onde a chamaram e logo revirou os olhos virando seu rosto para a direção contrária que Daniel vinha.

— Estava lhe procurando... – disse quando se aproximou.

— O que você quer agora? – perguntou impaciente.

— Eu gostaria de me desculpar pelo o outro dia... – respondeu ele todo calmo – Eu não estava em meu juízo perfeito, talvez devido a medicação para ajudar meus ferimentos... Eu não agi cordialmente com você.

— Daniel, vamos esquecer o que aconteceu aquele dia... – disse Regina sem muita vontade, ela não queria conversar e muito menos discutir nada naquele momento, então deu uma desculpa qualquer para encerrar rapidamente aquela conversa.

— Mas eu insisto que me perdoe... – pediu novamente agora estendendo o braço e oferecendo uma flor, a qual ele havia apanhado ali no jardim mesmo – Minha oferta de paz. – explicou quando a mulher o olhou sem entender nada.

Regina continuou olhando a flor na mão do homem, e não fez menção nenhuma de pegá-la – Essa flor pertence ao meu jardim. – comentou e o homem ficou vermelho de vergonha — Daniel... Vou ser franca, eu sei o que você está pretendo...

— Apenas quero ser seu amigo... – disse ele ainda com a flor estendida a mulher – Ser um ombro amigo nessa hora de dor.

— Você não quer apenas isso.

— Sim, você tem razão... – suspirou e baixou a mão com a flor rejeitada pela morena – Quero também uma chance de me aproximar de você... Conhecê-la melhor, e quem sabe com o tempo preencher esse vazio há em seu peito agora.

Antes que Regina pudesse falar alguma coisa, um guarda veio correndo a sua procura – Majestade! Majestade! – respirou assim que parou próxima a ela – Desculpa minha afobação, mas trago notícias. – aquilo despertou o interesse de Daniel. A morena apenas ergueu a sobrancelha e o guarda continuou – Killian está a um dia de viagem de retornar ao castelo e mandou uma mensagem pedindo a presença de vossa majestade e de todos os integrantes da armada especial quando ele chegar.

— Está esperando o que para ir avisar o restante? – disse ela já se levantando, o guarda acenou com a cabeça e partiu a procura dos outros integrantes, antes que ela pudesse dar um passo sentiu uma mão em seu braço.

— Está tudo bem? – perguntou Daniel fingindo estar preocupado com ela, mas na realidade ele estava era muito curioso para saber o que Killian queria. Ela apenas olhou para a mão em seu braço e olhou séria para o homem novamente, ele rapidamente tirou a mão – Desculpa... Estou apenas preocupado com você.

— Então não fique...

— Regina, estou pedindo uma trégua. – suplicou o homem – Estou lhe pedindo uma chance... Jante comigo essa noite.

— Desista... – disse seca – Em nenhum momento eu disse que estou dando ou muito menos que darei uma chance a você ou a qualquer um... – disse dura – Agora se me der licença, tenho assuntos a tratar. – se virou, mas parou e olhou para o homem novamente – Ah antes que eu me esqueça, pare com seus galanteios baratos, eles não lhe trarão nenhum resultado... — saiu em direção ao castelo, deixando Daniel espumando de raiva parado ali.

Quando Regina já não estava mais a vista ele explodiu – Maldita!! – gritou dando alguns chutes com a sola do pé no banco de pedra para passar a raiva que estava sentindo – Estou cansando de ser bonzinho... – soltou uma longa respiração – Você será minha nem que eu tenha que te amarrar e te forçar a isso. – deu mais alguns chutes no banco – Preciso falar com Arthur e ver como anda o plano de infiltração. – saiu em direção a procura do homem.

Notas finais
VRÁ... Daniel achou que seria fácil conquistar o coração de Regina? Só nos sonhos dele. Essa Cora não muda kkkk As coisa estão começando a caminhar para a reta final... :( Até a próxima!! o/