Minha Lady, Minha Marinette

11 Um leão adorável


Notas iniciais
Oi gente~ Eu não demorei para postar o novo cap, certo? .3. Aliás, vocês vão me baterem depois disso que vou falar: Sabem o finalzinho, da grama e tal? Então, era pra ser o final do capítulo 11 (Ou seja, o final desse capítulo), então a continuação daquela parte da grama estará no meio da fanfic e não no início, ok? :) Não se preocupem~ Até as notas finais!

LEIA AS NOTAS DO CAPÍTULO ^

ATENÇÃO: CONTÉM CENAS DE SEXO NESSE CAPÍTULO

Entrei em meu quarto e me joguei na cama, o quarto estava escuro, só com um abajur ligado.

— Você sabe que tem uma tarefa de matemática para fazer, né Marinette? – Disse Tikki, que sentou-se na cama, me encarando com os grandes olhos dela.

— Sinceramente? Estou com preguiça. – Rolei na cama. – E cansada.

Ouvi algumas batidas da janela que ia para varanda, suspeitei que fosse o Chat, e logo me levantei.

Ah… Ele queria dizer algo para mim, não?

Abri a janela e ele caiu no sofá que estava embaixo dela.

— Olá, my Lady. – Ele deu o sorrisinho de sempre.

— O que faz aqui gatinho? – Desci as escadas e ele fez o mesmo, mas observando as fotos do Adrien que estava na minha parede…

Droga, ele é o Adrien, esqueci disso.

Acabei corando com o meu próprio pensamento, e não foi pouco, o meu rosto acabou chegando no tom da Tikki.

— Vim de ver, princesa, também te falar o que eu não pude te dizer na escola. – Disse ele, enquanto observava as imagens dele na parede.

— A-Ah.. Eh… P…Por que v-você olha t-tanto a p-p-p-parede? – Perguntei com a maior dificuldade, eu ainda não estou acostumada nessa história dele ser o Adrien! Ugh, mas eu já sabia que o Adrien escondia algo.. Só não sabia o que era.

— Não fique assim, princesa~ – Ele se aproximou de mim.

— D-Desculpa, eu ainda não estou acostumada com isso!

— Tudo bem, eu consigo me acostumar. – Ele se desaproximou de mim, sorrindo. – Então, v-você… – Ele paralisou, mas respirou fundo e murmurou algumas coisas, mas logo conseguiu completar a frase, ele pegou nas minhas mãos, com um sorriso no rosto. – …Quer ser a minha namorada?

Meu rosto corou mais do que já estava.

Mas, parando para pensar, e se ele só querer fica comigo porque eu sou a Ladybug?

Possa ser que ele esteja me usando.. Ah, por que diabos eu estou pensando nisso?!

— E-Eu não sei se devo aceitar… E-E se você estiver só amando a “máscara” da Ladybug?! E simplesmente u-usando a Marinette?!

O sorriso que estava no rosto dele logo se desmanchou, e desviou o olhar para o chão, mas logo depois voltou a me encarar, com o sorriso no rosto.

— Minha princesa. – Ele se aproximou de mim, colocando seus braços em volta da minha cintura. – Desde que te conheci, foi amor a primeira vista, e… – Chat encostou levemente a testa dele na minha, e ele olhava fixamente em meus olhos. – ….eu realmente não queria amar só uma máscara vermelha com bolinhas pretas, quero amar o que tem atrás dela. – Ele encostou os seus lábios nos meus, criando um beijo.

Fechei meus olhos e retribui o beijo.

Ele me empurrou na cama levemente, fazendo eu me deitar, ele segurava os meus pulsos, apertando um pouco.

Chat Noir se separou do beijo, dando um sorriso. – Então isso é um sim? – Ele foi até o meu pescoço, dando alguns beijos e fazendo eu gemer baixo. – Seu pescoço me atrai, Marinette. – Deu o último beijo em meu pescoço e começou a dar chupões.

Eu gemia baixo, com os olhos fechados com força, e ele novamente começou a me beijar.

Ele tirou lentamente o shortinho que eu estava usando, e deixou de lado, novamente se separou do beijo por conta da respiração, e soltou o meu pulso, colocou sua mão debaixo da camisola que eu usava, que me fez estremecer.

Eu estava sem sutiã.

Então ele começou a beliscar o meu mamilo, enquanto beijava o meu pescoço.

Eu gemia baixo, tentando segurar, já que eu não queria que toda a cidade de Paris ouvisse os gemidos… Ainda bem que meus pais viajaram.

Chat parou de beliscar e desceu a mão para a minha calcinha, colocando a mão dele debaixo dela, e penetrou um dedo na minha intimidade, e começou a me masturbar lentamente, e eu só fazia segurar alguns gemidos.

— Heh~ – Ele tirou o dedo da minha intimidade, levou até a sua boca e o lambeu, e por algum motivo, ele abriu um zíper do uniforme dele e retirou o seu membro.

— P-Pensei que esse tipo de traje não podia fazer isso!

— Nem eu sabia disso, princesa. – Ele penetrou lentamente o membro dele na minha intimidade, depois de um tempo ele penetrou por completo. – Quero ouvir seus gemidos, minha purr-cesa.

— O-Ok. – Depois da minha resposta, ele começou a se mover delicadamente, ele parecia não querer me machucar.

Os meus gemidos começaram a aumentar enquanto o tempo passava, e ele aumentava a velocidade. Coloquei meus braços em volta da nuca dele, e ele aproximou sua cabeça em meu ombro.

— S-Seus gemidos é música pra meus ouvidos, my Lady. – Disse ele, com a respiração acelerada.

E realmente, só agora percebi que minha boca estava próxima do ouvido dele, será que eu estava incomodando ele?

Chat retirou o membro da minha intimidade, e colocou tudo para fora, melando toda a minha cama, ele gemeu alto.

Depois de ejacular, ele se deitou ao meu lado, ofegando junto comigo. O anel dele apitou, e ele se destransformou, virando o Adrien de volta, ele estava vestindo um pijama. O kwami dele foi espirrado para algum local do quarto.

Ele me abraçou, ainda com a respiração acelerada. – P-Princesa… Você ainda não respondeu a minha pergunta.

— V-Você não deixou eu responder, gatinho bobo. – Acariciei os seus cabelos e retribui o abraço, e ele beijou a minha bochecha. – É claro que sim.

— Eu te amo muito, princesa. – Adrien apertou um pouco mais o abraço, sorrindo.

— Eu também te amo, gatinho. – Retribui o sorriso e fechei os olhos, ambos adormecemos ao mesmo tempo, enrolados um ao outro.

~~

Adrien foi para a casa da Marinette, ótimo. 7 horas e até agora ele não voltou, só falta ele vim dizendo que vai ser papai, Jesus me leva logo, eu não aguento mais.

Tá, não posso reclamar, se ela aceitou o pedido de namoro dele, eles tem o direito de transar… Eu acho? Eu até dei algumas dicas para ele, então espero que isso dê certo.

— Cathe. – Disse Lokky, que voou em meu ombro. – Você nunca me usou!

— Nunca? – Parei para pensar. – Ah… É verdade, eu viro o quê se eu te usar na minha pulseira?

— Você continua Papillon, sendo que em uma versão “cristalizada”.

Eu dei um sorriso enorme, e eu podia aproveitar esse momento, ninguém estar por perto.

— Lokky, me transforme! – Levantei o meu braço pro alto e a pulseira começou a brilhar. O kwami de borboleta azul foi sugado pela pulseira, entrando lá.

Me transformei em “Crystal Papillon”, e não mudava muita coisa. Meu traje era o mesmo, sendo que todo azul, e eu não tinha o arco e flecha e a bolsa que guarda eles, eu tinha um cinto azul que guardava um martelo de borracha, meus cabelos também eram soltos.

E as minhas asas era de vidro.

Abri a janela e sai do quarto, fiquei voando por Paris, achando algum inimigo.

— Papillon! Você ainda tem o poder de purificar? – Disse Lullu, que estava em meu ombro.

— Espero que sim. – Pousei em um prédio aleatório, e havia uma pessoa akumizada.

Certo, enquanto os pombinhos estão juntos e se comendo, eu faço tudo sozinha, e esperando aquele leão vim.

Girei meu martelo de borracha e o arremessei na cabeça da pessoa akumizada, eu não sabia o que era aquilo, mas parecia um tipo de palhaço triste.

Sai de cima do prédio e encostei meus pés no asfalto da rua, pegando o martelo de volta.

— QUEM É VOCÊ? – Gritou a pessoa akumizada, com um olhar raivoso para mim.

— Eu? Sou Papillon, oras~ – Girei novamente meu martelo. – Só que com uma versão nova.

O palhaço ficou alguns segundos em silêncio, certeza que ele está conversando com o Hawk. – Onde está Ladybug e Chat Noir?

— Sinceramente? Não sei, mas eu arrumar toda essa bagunça pra eles.

— Lance seu martelo e grite Sweet Dream. — Lokky falou em minha pulseira, então eu fiz o que ele pediu.

Arremessei meu martelo pro ar e gritei Sweet Dream, o meu martelo caiu em uma forma diferente.

Em uma forma ENORME E LARGA!

Caralho, como aquilo é pesado.

— Agora bate ele no chão! – Disse Lokky, e eu fiz o que ele pediu.

Bati o martelo e fez uma rachadura no asfalto, a rachadura aumentou e foi até o palhaço, fazendo o asfalto se levantar e cercar o palhaço.

Sinceramente eu não estou entendendo nada.

Coloquei o grande martelo de “borracha” em no meu ombro, que rachou um ASFALTO. – …E agora?

O palhaço saltou dali, e eu saltei também, tentando me afastar. Ele parecia mais poderoso que o normal.

— ME DÊ A SUA PULSEIRA, PAPILLON!

— É claro que não, Sad-Clown! – Fiquei planando no ar, eu tenho que ver onde está o maldito akuma.

O palhaço ficou soltando uns jatinhos d'água, que não era água, era algo tóxico que queimava, socorro.

Enquanto eu lutava com ele, acabei tropeçando em uma pedra, e quase cai.

Quase.

Alguém acabou segurando meus ombros, fazendo eu ficar em pé.

— Borboletas deviam estar em flores, não? – Olhei para trás, era aquele leão que me salvou, ele dava um sorriso enorme.

— Leões deviam estar na mata, não? – Dei um pequeno sorriso e saltei para trás. – Se apresente, eu te desconheço.

— Sou Lion, e você é…?

— Papillon, ei, você sabe onde está o Chat Noir e a Ladybug?

— Eu realmente não sei, é ela que tem o poder de purificar os akumas, né?

— Sim, aliás, eu também tenho, mas não sei se tenho agora.. Ganhei um novo kwami esses dias, então é a primeira vez que estou em uma versão de “cristal”. – Olhei para o palhaço akumizado, que estava encima de uma cobra e destruindo Paris inteira. – Não podemos ficar conversando, vamos. – Eu dei um salto e comecei a bater as asas, voando.

O akuma parecia estar na pulseira do palhaço, parecia difícil de pegar.

Eu não posso ficar muito tempo lutando com o palhaço, e nem purificar o akuma, pois o meu poder só é para “purificar” ele, e o da Ladybug é purificar e consertar o que foi destruído.

Depois de alguns minutos, Chat Noir e Ladybug apareceram encima da cobra.

— Ô PORRA ONDE VOCÊS ESTAVAM? FICAMOS AQUI POR HORAS TENTANDO PEGAR ESSE PALHAÇO TRISTONHO! A PAPILLON JÁ SE DESTRANSFORMOU TRÊS VEZES POR CAUSA DE VOCÊS! – Gritou Lion, parecia revoltado.

— Só ficamos lutando por 20 minutos, calma. – Toquei no ombro dele, que fez ele se acalmar.

— D-Desculpa, ficamos avoados da vida, enfim, onde está o akuma?

— Na pulseirinha colorida dele. – Apontei pro palhaço, então a Ladybug usou o Lucky Charm, trazendo um objeto que era totalmente estranho, mas fez ela pegar a pulseira e quebrá-la.

Não saiu nenhum akuma de lá.

— Nem é na pulseira, tá no nariz! – Chat Noir ficou encarando o nariz vermelho do palhaço, que tinha uma flor no meio.

Eu avancei nele e peguei a florzinha que estava no nariz dele, e a quebrei, saiu um akuma de lá, e o peguei com as mãos, purificando-o.

Ladybug lançou o objeto estranho de joaninha pro alto, e apareceu aquelas luzes vermelhas com joaninhas, consertando todo o estrago que o akumizado fez em Paris.

Minha pedra apitou, a dos outros também, então fomos para lados diferentes.

~~

Grama… Era grama, aquela bem verdinha, que eu sempre deitava embaixo da árvore. Falando em árvore, havia uma lá, e eu estava embaixo dela, aquela sombra fria me cobria do sol.

Não havia nada além do verde da grama, e o azul do céu, eu não entendi muito bem o porquê de eu estar lá, então me levantei. Comecei a andar, a procura de algo, e realmente não tinha nada além de verde.

Depois de andar tanto, eu comecei a correr, e não era pouco, acabei tropeçando em “nada” e cai de costas na grama, felizmente eu não sentir dor nenhuma.

Fiquei observando o céu, que começou a mudar de cor, por uma cor mais escura e verdeada, que nem os olhos de um gato negro.

Olhos de um gato negro…

Chat Noir.

Eu me lembro muito bem, eu já fui um, digo, um Chat Noir, que salvava Paris com a Ladybug e os outros… Eu tinha uns 15 anos nessa época.

Eu não me lembro muito bem o que eu recebia se eu beijasse a Ladybug, mas era algo valioso… Ah faz tanto tempo.

Eu era apaixonado por ela, mas ela acabou me rejeitando tantas vezes que até desisti.

Bleh, não quero me lembrar do passado, então deixarei isso de lado.

Acordei em minha cama, em meu quarto, então aquilo tudo era tudo só um sonho..

Bocejei e me espreguicei, depois me levantei com um pouco de dificuldade, e me espreguicei novamente.

Peguei o meu celular para ver a hora, não era nem tão tarde, então dava pra dar um passeio no shopping, comprar uns livros e tomar café.

Todo sábado eu faço isso, é incrível ver que eu não consigo me enjoar.. Sério, como é que alguém consegue se enjoar com livros e café? Essas pessoas de hoje em dia.. São realmente estranhas.

Fui tomar um banho quente, depois sai do banheiro já com as minhas roupas vestidas. Arrumei o meu cabelo e sai de casa.

Não queria ir de carro pro shopping, é bem melhor ir apé, ver as ruas de Paris, em vez de enfrentar trânsito.

Liguei meu celular para ver as notícias do dia, parecia que Chat Noir e Ladybug salvaram Paris.. Mais uma vez, com dois amigos, certo?

Uma menina de borboleta, que me lembrava a Papy, e um leão quase do tamanho do Chat Noir.

É bem legal ver que isso passou de dupla para equipe.. Eu queria ter o Plagg de volta, sinto falta de pular os telhados e observar o amanhecer, ou a lua cheia. A sensação era ótima, ser independente, fugir dos problemas, e somente seguir os seus sonhos.

Passei por um local não-movimentado que levava pro shopping, não passa muita gente por lá.

Até que alguém pulou do telhado.

Era o leão que estava na imagem, junto com Ladybug e os outros.

O leão se destransformou na minha frente, acho que ele não viu que eu estava ali, parado, somente o encarando.

Notas finais
Então, gostaram? :v Desculpa se decepcionei vocês "naquela parte", eu não manjo nessas coisas ;u; Não se esqueçam de comentar e de acompanhar a fanfic para receber as notificações! Até!