Notas iniciais
Ooi vocês ♥
Tenho que dizer que esse capítulo foi até agora o mais difícil pra eu escrever pq é extremamente picante e tem os fetiches da Jess. Já teve um capítulo onde a Jess e Bill tem sua primeira vez, mas nada com tantos detalhes contidos nesse que vcs irão ler,e eu fico meio constrangida de escrever esse tipo de coisas >.<' auheuheuhe
Enfim, boa leitura '-'

(Jess)


Eu já dando sinais de que ia me acabar em lágrimas, então tinha que sair dali o mais depressa possível. Quando ele disse “ minha namorada” eu pude sentir que ele nunca mais seria meu, já tinha outra no meu lugar e aquilo era como uma bofetada no meio do meu rosto.

Já estava um pouco mais longe da praça quando vi uma senhora andando as pressas, ela parecia desesperada e praticamente gritava ao celular. A princípio não liguei muito pra ela, tinha acabado de ser jogada fora como se fosse um brinquedo velho.


Sim, sou Simone Kaulitz, a mãe dele...

O que houve com meu filho?

Pelo amor de Deus, meu filho vai morrer?

Em que hospital ele está?”


Depois que ela disse aquele sobrenome, foi impossível ignora-la. Esqueci de tudo e prestei atenção nela, ela correu fazendo sinal para um táxi e entrou, eu não pensei duas vezes em segui-la, Tom estava no hospital? Eu já estava absolutamente apavorada, se acontecesse alguma coisa com ele eu morreri.. bom, não estou nem ai pra ele, estava apenas curiosa pra saber o que aconteceu...

Peguei o carro e fui atrás dela. O caminho até o hospital parecia não ter fim e eu ficava cada vez mais impaciente com isso. O táxi finalmente parou , deixei o carro um pouco mais longe, na rua de trás e corri até o hospital. Fui até a recepção e perguntei por Tom Kaulitz, me apresentei como namorada dele, ela me informou o quarto e eu corri pelos corredores atrás do quarto. Quando finalmente achei, a porta estava levemente aberta, Tom parecia estar dormindo e a mãe estava sentada na poltrona perto da cama , ela chorava sem emitir qualquer som, apenas as lágrimas caíam por seu rosto, ela passou cerca de 10 minutos chorando e deu um longo suspiro, foi aí que eu tive a certeza, algo de muito ruim tinha acontecido com Tom.

A mãe de Tom estava vindo em direção a porta e eu corri para me esconder, ela foi em direção a saída, com certeza não voltaria agora, era a minha chance de entrar e vê-lo. Entrei no quarto devagar, dando pequenos passos até o cama onde Tom estava, ele parecia tão mal, toquei nele devagar e ele estava tão frio, Tom geralmente é tão quente. Na hora pensei que ele estava morto ou bem perto disso, me ajoelhei na frente da cama e deitei minha cabeça no corpo dele e comecei a chorar descontroladamente.

– Você não pode morrer desgraçado, não pode, eu... — disse pra mim mesma

– Você o que?

Virei minha cabeça devagar sem sair do corpo dele e segui a voz, ele ainda tinha os olhos fechados e um pequeno sorriso de canto, ele estava bem e vivo. Eu saí de perto dele rapidamente e limpei as lágrimas e fiz uma cara séria, ou pelo menos tentei fazer, eu estava feliz por ele estar vivo mas não queria dar esse gostinho a ele.

– Pensei que estava morto, que pena que não está, nem pra morrer você presta garoto — disse olhando pra cima, pra tentar inutilmente controlar o choro

– Não foi o que pareceu segundos atrás — ele sorria

– Nem tudo que parece é Kaulitz — me virei para ir embora, ele segurou forte no meu braço, não tinha nenhuma expressão em seu rosto — dá pra me soltar, estou querendo ir embora não percebeu?

– Jéssica, pelo menos uma vez na vida, cale essa sua boca — como assim Jéssica cale sua boca? E pensar que eu um dia namorei com um cavalo desses. Abri a boca pra retrucar, mas ele foi mais rápido – CALA A BOCA PORRA!

Eu fiquei sem reação e nada disse . Tom se levantou devagar da cama e me puxou com força pra perto dele, olhei nos olhos dele e ele permanecia congelado, sem expressar qualquer tipo de emoção. Me virou de costas e puxou meu cabelo vagarosamente, colocou a mão em minhas coxas , foi subindo até chegar em meus seios, eu fechei os olhos e me esqueci de tudo em volta, só estava ligada em Tom naquele momento. Ele me virou novamente pra ele e arrancou minha blusa, se aproximou do meu pescoço e mordeu, não pude evitar de soltar um gemido e Tom sorriu baixinho, era como um incentivo pra ele, era erótico e potente, ele gostava de dominar e eu sabia disso, não fazia nada, apenas era levada por ele.

Desabotoei o cinto e Tom tirou minha calça as pressas, segurou forte em minha nuca e me beijou, um beijo cheio de malícia e saudade, eu coloquei meus braços na cintura dele e ele as levou até os seus ombros, me colocando no colo dele, enlacei minhas pernas em volta de sua cintura e ele parou o beijo quando me pôs em cima da cama. Tom subiu na cama em seguida me olhando fixamente e rasgou meu sutiã com certa violência

– Não gosto dessas coisas, só servem pra atrapalhar — disse ele com uma voz sexy, eu tentei dizer algo, mais ele chegou mais perto e colocou a mão sobre minha boca e sussurou — Eu disse pra você não dizer nada, não disse?

Aquilo era extremamente erótico e violento, era assim que eu queria, era disso eu sentia falta, era dele, só dele. Tom colocou as mãos em meus seios e os apertou, eu gemi baixinho, transar em um hospital era nova até pra mim. Deitei na cama e ele não reprovou o ato, tirou minha calcinha, abriu minhas pernas vagarosamente e se colocou no meio delas, apoiou-se nos joelhos e tirou a roupa de hospital que estava usando, começou a beijar meu corpo e eu já estava enlouquecida e gemendo sem ligar pra quem ia escutar. Estava ficando impaciente e resolvi assumir as coisas por ali, coloquei uma perna de cada lado de seu corpo e me levantei, fazendo com que eu ficasse sentada em cima dele, me posicionei e sentei em cima de seu membro de uma só vez, soltamos gemidos ao mesmo tempo, ele soltou um gemido abafado e eu não me contive soltei um grito. Comecei a me movimentar em cima de Tom cada vez mais rápido, ele sussurava coisas obcenas no meu ouvido, o que só deixava a coisa cada vez mais excitante. Coloquei as mãos no peito de Tom e o empurrei para trás, cavalgava em cima dele rápido e mais rápido, ele tentou puxar meu cabelo mas não conseguiu

– V-v-você não deveria ter cortado o cabelo, não dá pra puxar — disse entre um gemido e outro

– Você não tem que puxar nada, temos coisas mais importantes pra fazer agora Tom

Mudamos de posição, Tom me pôs de quatro e se posicionou atrás de mim. Ele entrou devagar, mas logo na primeira estocada ele mostrou quem era, eu gemia descontroladamente seu nome enquanto ele dava estocadas cada vez mais rápidas e precisas, eu já estava enlouquecida com aquilo e Tom parou do nada, eu não estava entendendo, me levantou fazendo com que eu ficasse novamente ficasse agarrada em seu colo, mas dessa vez ele estava dentro de mim, com muita força ele nos levou até a parede, ele estocava e nós colidiamos na parede. Soltava gritos um atrás do outro enquanto procurava alguma coisa pra segurar, eu precisava segurar, apertar em algo pra manter o controle, coloquei minhas mãos nas costas dele e começei a arranha-lo, ele começou a gemer forte e descontrolado, ele estava vindo..

Senti Tom se desmanchar dentro de mim, nós estávamos muito ofegantes. Ele encostou sua testa na minha, fechou os olhos e saiu de mim devagar. Fomos ao chão e ele me abraçou com força.

– Já tinha transado em um hospital antes? — perguntou rindo

– Não, e você? — respondi rindo junto com ele, parecíamos dois idiotas pelados rindo no chão de um quarto de hospital

Ele ficou sério e eu o acompanhei, olhei nos olhos dele e ele nos meus, um sorrisinho começou a surgir nos lábios dele e começou a gargalhar alto e eu não aguentei vendo rir daquele jeito sem rir junto

– Tom você tá bêbado?

– Não, e você? — começou a rir outra vez

– Também não — ele não parava de rir — Por que você está aqui ?

– Fui atropelado por um carro, mas foi de leve. Tenho que ficar aqui essa noite, estou em “observação” — fez aspas com os dedos

– Achei que você tinha morrido quando vi sua mãe chorando perto de você — falei triste

– Minha mãe estava aqui? — perguntou surpreso — Não acredito que ela veio da alemanha só pra vir ao hospital

– Eu a vi na praça quando estava com Bi... Vi ela na praça

– Estava com Bill não é? — ele perguntou se levantando

– Não, Bill estava com a namoradinha dele, eu só estava passando quando vi sua mãe e a segui até aqui

– Bill arranjou uma namorada?!! — ele riu

– Não estou nem aí pra isso, quero que ele se exploda junto com ela

– Você está com raiva do que, por acaso você esqueceu que foi você quem traiu ele?

– Não fiz isso sozinha, não transei sozinha, não traí sozinha Tom, ou você esqueceu que era você que esta a lá comigo?

– Cala a boca

– Cala a boca você! — levantei e ele veio atrás de mim

– Para com isso Jess, não faz assim

Ele roçou seus lábios nos meus e me beijou. Eu amoleci, ia acontecer outra vez e era bom alguém não ter a brilhante idéia de entrar naquele quarto, pelo menos não nas próximas horas...


Notas finais
OMG TOM E JESS, NO HOSPITAL MESMO, CADÊ A VERGONHA??!
Então, eu tenho que dizer que estou meio triste, acho que algumas das minhas leitoras me deixaram, ou se estão lendo não deixam reviews e isso me deixa triste, não que a review seja a coisa mais importante do mundo, mas ela serve pra eu saber se vcs estão gostando da história..
Até o próximo capítulo :3