Minha Doce Menina.
28 A certeza.
Notas iniciais
Boa leitura.
- Sesshoumaru!
- É assim que será Rin. – Ela bufou e cruzou os braços.
- Mas...
- Não existe mais nem menos.
- Tudo bem então. – Ela saiu da sala de negócios muito irritada. Porque ele estava agindo daquela maneira? Porque não foi procurá-la na noite anterior? Realmente não o entendia.
Estava tão chateada que acabou batendo em alguém e só se deu conta de quem era quando olhou para cima.
- Raiden-sama!
- Olá Rin-sama. – O youkai a reverenciou e ela abriu um enorme sorriso.
- Quero dizer que achei lindo o que fez ontem por Akiyo.
- Obrigado. – Ela olhou meio de lado para ele.
- Posso lhe fazer uma pergunta?
- Sim.
- O senhor está bem?
- Sim. Não entendo porque da pergunta.
- Te senti tão estranho ontem, seus olhos estavam cobertos por uma revolta. – Ele não respondeu a ela, apenas continuou olhando-a seriamente. – O senhor, não é o mesmo de antes.
- Porque não?
- Raiden-sama, o senhor nem mais sorri. Olha, deveria estar feliz por Akiyo estar morando com o senhor e nem isso eu vejo. – Ele ficou em silêncio e Rin entendeu. – Ah, ela o magoou não é?!
- Akiyo não confiou em mim quando deveria fazer isso. Prometi que a protegeria de tudo e todos e existiu algo entre eles, que ela não quer me contar. Os relacionamentos devem ser sinceros e humanos nem sempre o são. Sentimentos somente complicam a convivência com as pessoas.
- Não diga isso. Mesmo que ela tenha errado, o ama e isso muito antes de o senhor a notar. E Katsuo assim como Hajime só a usou e magoou, no entanto ele fez muito pior. Ela já o contou sobre isso?
- Não.
- Quer que eu o conte?
- Não, ela é quem deve confiar em mim e contar. Nem só de amor se vive um relacionamento.
- É verdade, deve haver muita cumplicidade.
Eles continuaram conversando ali e Raiden passou a entender muitas coisas sobre fêmeas humanas. Enquanto Sesshoumaru estava na sua sala de negócios de olhos fechados, ouvindo a tudo. Ele realmente não estava gostando da forma como Rin agia quando estava perto de Raiden.
Depois de muito tempo o youkai relâmpago foi embora e Rin foi para seu quarto. Já era final de tarde e estava na hora de se banhar.
Foi para seu quarto e se preparou, voltou a ler o que lia no dia anterior enquanto ainda não havia chegado a hora do jantar. Quando esta chegou Nobuko foi ao seu quarto e a chamou. A menina desceu as escadas e sentou-se a mesa. Comeu apenas com Jaken, Sesshoumaru ainda estava trancado em sua sala de negócios.
Depois de comer a menina bateu a porta da sala e o youkai mandou que ela entrasse. Ele estava sentado olhando as estrelas do lado de fora.
- Meu bem, porque não foi jantar?
- Não tive fome. – Ela se sentou no colo do youkai e colocou os braços ao redor de seu pescoço.
- Porque está agindo desta maneira comigo?
- Não invente coisas Rin.
- Eu não estou inventando. Ontem não foi me procurar e hoje sequer passou o dia ao meu lado.
- Não precisou de minha companhia afinal você teve a Raiden. – Rin ficou boquiaberta. Então era isso? Ciúme? Não acreditou.
- Sesshoumaru. Você está com ciúmes?
- Não seja tola Rin.
- Sim está com ciúmes de Raiden. – Ela sorriu um pouco com aquilo e ele nada mais disse. Ela gargalhou. Enquanto ele mantinha os olhos no céu. – Meu bem, não há porque disto. Akiyo é o grande amor de sua vida. E você o meu.
Ela passou a mão no rosto do youkai e ele a olhou.
- Nada do que eu faço é suficiente para que você perceba isso? Não há nada mais agradável do que sua presença, do que seu carinho e seu amor. Como eu poderia trocar o youkai mais maravilhoso que eu já conheci? O ser mais importante do mundo para mim. Todos podem ver o meu sorriso de orelha a orelha e todos sabem que é por sua causa. Sesshoumaru quando você me toca, me derreto. Quando me ama ,eu vejo estrelas. Você é o único a quem amo. O único a quem desejo. Não tenho olhos para outro alguém. Eu o amo mais que a mim mesma. – Ela se levantou e estendeu a mão para o youkai. – Venha me faça sentir viva. Faça-me sentir sua outra vez.
O youkai se levantou e a levou para seu quarto. Normalmente eles não faziam amor ali, mas naquele dia ele quis assim. Quando chegou lá ele a colocou de pé e enquanto se beijavam fechou a porta do quarto. Colocou suas mãos na cintura de Rin e a beijou mais intensamente, entregando-se aos lábios doces da menina.
Ele a deitou na cama e a olhava. Tinha uma expressão extremamente amorosa em seu rosto. Podia-se ver claramente que ela o amava. Deitou-se sobre ela e a beijava intensamente. Depois de muitos beijos intensos o calor fazia com que quisessem retirar suas roupas. As mãos de Rin buscavam incessantemente por uma abertura que a levasse ao corpo nu do youkai. Percebendo a ansiedade, Sesshoumaru retirou sua roupa e com Rin ainda deitada retirou a dela e jogou em qualquer canto do quarto.
Segurou o pé direito da moça perto de sua boca e o beijo. Colocou-o sobre a cama e subia os beijos, alternando entre sua perna esquerda e direita. Quando chegou perto de seu sexo a língua de Sesshoumaru moveu-se de uma forma que fez com que Rin arqueasse o corpo. Depois de alguns minutos ela pediu para que ele parasse e o youkai continuou até que seu corpo reagisse aos estímulos. Um tremor percorreu todo o corpo de Rin e quando o youkai terminou beijou sua barriga que fez com que esta retraísse. E alcançou os seios onde lambia, chupava e acariciava fazendo com que Rin se sentisse ainda mais extasiada.
- Sesshy... Para... – Ela a olhou e foi até seus lábios onde depositou um beijo.
O youkai desceu sua mão até o sexo da menina que fechou a perna, invertendo as posições. Sentou-se sobre o membro do youkai que pode sentir o quando estava molhada. Ela o beijava e descia por seu pescoço onde mordeu várias vezes. Beijou todo o peitoral definido do youkai e desceu mais até que beijou delicadamente sua glande. Olhou para ele maldosa e abocanhou-o. Sesshoumaru sentiu seu desejo aumentar. Ela realmente havia aprendido como amar um youkai.
- Rin. – Ele chamou-a para que ela parasse e ela prontamente obedeceu.
Ajeitou-se em cima do youkai e vagarosamente sentou-se. Sentiu-o todo dentro de si. Ele segurou-a pela cintura e ela começou a movimentar-se com muita pressão sobre o youkai. Inclinou-se para dar um beijo. Avançou e recuou sobre seu membro rebolando. Podia sentir um arrepio correr por seu corpo. Estava entrando em um estado de transe.
Sesshoumaru levantou-se e a abraçou. Tinha o rosto no pescoço da menina. Segurou suas nádegas e ajudava enquanto ela se erguia e descia. Os seios chocando-se contra o peito do youkai. Rin gemia demais agora. Estava sentindo um enorme prazer, até que não conseguiu mais mover-se e seu corpo caiu para trás. Sesshoumaru ainda estava nela e deitou-se investindo vorazmente na moça.
Os gemidos de Rin aumentaram e sentiu o ápice a tomar e consumir. Sesshoumaru sentiu seu sangue youkai ferver e aumentou ainda mais os ritmos das estocadas soltando leves gemidos. Até que atingiu o ápice e despejou-se dentro da menina que parecia estar zonza pelo prazer.
Recompôs-se e beijou sua amada, ela quase não conseguia corresponder estava fraca, logo dormiria. Ele beijou-a intensamente e sua mãe direita subiu delicadamente cruzando suas costas até seu ombro esquerdo. Ele intensificou o beijou e ela estava entregue ao sono quando sentiu a garra de Sesshoumaru perfurar-lhe a pele profundamente.
Abriu os olhos com o tamanho da dor e ia gritar, mas o youkai aprofundou o beijo para que ela não pudesse. Porque ele estava fazendo aquilo? Porque estava a ferindo? Sentiu sua garra profunda movimentar-se circularmente.
- Se... Sesshoumaru... – Ela disse com os olhos arregalados. A dor era muito grande
- Isto é necessário, minha Rin. – E o youkai retirou a garra manchada do sangue da moça quando completou a ação.
- Por... – Ela não conseguiu completar a frase. A escuridão a tomou.
- Reaja Rin e venha para mim. – Disse Sesshoumaru depositando um beijo na testa suada de sua bela amada.
Notas finais
Beijo e até a próxima.
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