Minha Doce Loucura

20 Quem Tem Medo de Brincar de Amor? - Parte 2


Notas iniciais
Olá leitores!
Tudo bem com vocês? :3
Aí está um capítulo bem grandinho, pra compensar o atraso da semana passada -.- kkkk
E... SIM, vocês que gostam taaaaaaaanto de hentai, está ai um capítulo com bastante putaria -.- kkkkkkk
Se não estiverem afim, é só pular o trecho entre os " *** " ok?
Enfim, espero que gostem!
Boa leitura!

– Você foi... Demais! – Claire, falou, apertando minha mão com carinho.

Estávamos em uma lanchonete, e era de tarde. A manhã se resumiu praticamente naquilo: ficar na sala da Claire, vendo trabalhos extremamente chatos (exceto o dela, lógico) serem apresentados.

Agora, a gente estava numa lanchonete um tanto no centro da cidade, tomando Milk-shake. Ela estava um tanto vazia, com poucos clientes. Conversávamos sobre um monte de coisas, e Claire ainda estava impressionada com o jeito que enfrentei aquela menina e a defendi.

– Você não sabe como eu tinha vontade de fazer aquilo!

– Por que não fazia?

– Por que... Tinha medo, sei lá – ela falou, olhando para o lado.

– Medo? Essa palavra não existe no meu dicionário – falei, brincando é claro – Brincadeira, não sou orgulhoso assim.

– Ah é? – ela riu, e depois ficamos um pouco em silêncio – do que você tem medo Fred?

– Hum... De perder a pessoa que eu amo – falei, olhando nos olhos dela. Eram tão lindos, eu me perdia tanto neles...

– Que fofo, acho que essa pessoa tem sorte não é? – ela falou, com um sorriso enorme.

– Nem tanto, afinal, acho que ela gosta de mim, que sou um traste.

Nós dois rimos, e apertamos mais nossas mãos. Cara, como ela era perfeita! Era tão bonita, e gostava de mim, Fred, um garoto louco e problemático, que enfia Mercúrio na boca quando um cachorro azul manda.

– Claire? – escutei alguém perto da gente falando.

– Ah, é, oi... Digory – ela falou sem jeito, para o garoto que se aproximou da nossa mesa.

Então aquele era o Digory? Pensei que fosse pior. Ele era um tanto alto (um tanto, mas provavelmente mais alto que eu. Não sabia pois estava sentado), moreno, musculoso e de olhos castanhos. Estava com uma camiseta branca e um bermudão.

– Esse é o Fred... Fred, esse é o Digory, um... Amigo meu – ela disse, nos apresentando.

– Vocês estão namorando é? – ele olhou em nossas mãos ainda dadas, e então soltamos.

– Hn... É, praticamente sim – ela falou, olhando para mim e erguendo uma sobrancelha – não é mesmo?

– Com certeza – falei, com um sorriso.

– Ah... Bom saber – o tal Digory falou, e ficou por ali mesmo. Não, ele não podia ficar ali atrapalhando. Ou podia?

– Há quanto tempo? – ele perguntou.

– Umas duas semanas – respondi – mais ou menos isso...

– E aliança?

– Não compramos ainda.

– E...

– Digory, deixa a gente em paz, por favor? – ela pediu, olhando para ele.

– Sim claro, sei como casais precisam de privacidade – ele olhou para mim com um olhar de lançar raio-laser – a gente se vê por ai, Fred Mercúrio.

– Até mais – respondi, e ele foi embora. Finalmente!

– Ele é muito chato, você não sabe como!

– Pude ver um pouco disso agora – respondi – ele gosta de você não é?

– Não... Acho que não – ela falou, pensativa.

– Tem certeza?

– Não... Eu não sei, que coisa! – ela falou rindo. Ela era tão linda assim.

– Certo, parei, parei de te encher o saco – disse – Bem, já está na hora da gente ir neh? Acho que vou passar no banheiro antes...

– Tá, eu te espero aqui – ela falou, e pegou seu celular para conferir a hora.

Levantei da mesa e fui até as portinhas onde havia símbolos em cada uma. E como sempre, eu não sabia qual era o banheiro de homem e qual era de mulher. Em uma plaquinha pendurada na porta, tinha uma bola. E na outra, um triangulo. Hum... Eu sou bola ou triangulo?

Provavelmente, sou bola, afinal o homem fica com a barriga mais e mais redonda com a idade. Mas isso também acontece com a mulher quando grávida... Então acho que sou triângulo. Mas qual a minha semelhança com um? Bem, chega, acho que só tem um jeito de descobrir qual eu sou. Entrei na porta do triângulo.

Estava todo vazio, e... Mictórios! Era mesmo o banheiro masculino! Pela primeira vez não precisei ficar 10 minutos na frente das portas para tentar adivinhar.

Fui até um mictório e fiz o que tinha pra fazer. Nossa, não sabia que tinha tomado tanto Milk-shake assim. Logo, apareceu alguém no mictório do lado. Era o Digory.

– A Claire é bem bonita não é mesmo? Você tem sorte...

– Com certeza – falei. É, ele gostava da Claire mesmo, como Alice tinha me avisado. Fui lavar as mãos, e ele foi na pia do lado.

– Aproveite, pois não vai tê-la por muito tempo – ele falou, se encarando no espelho.

É, ele gostava dela. Provavelmente iria me bater, quando eu e ele estivéssemos sozinhos. E estávamos sozinhos naquele momento, só nós dois no banheiro. Algo dentro de mim disse “Fred Mercúrio, não entre em pânico”. Fiquei calmo, e tentei dizer algo para fazer as pazes:

– Não vou tê-la? Com quem ela vai ficar? Com você que não neh, ela tem bom gosto.

Sim, isso era o melhor que eu tinha pra dizer.

Ele não pensou duas vezes e meteu um soco na minha cara. O Digory, tenho de admitir, era até que fortinho. O soco dele me empurrou legal pra trás e me fez cair no chão.

– O que você disse moleque?!!

Levantei e peguei na gola da camiseta dele. Como eu era idiota.

– Que a Claire é minha, e ninguém vai roubá-la de mim!

Ele me jogou contra uma pia e eu bati as costas na mesma. O valentão se preparou para me dar um soco, mas joguei água na cara dele, afinal a torneira estava aberta. Ele se atrapalhou e dei um soco na cara dele.

O soco não fez nada.

Ele se recuperou e preparou para me socar novamente, mas um homem entrou correndo no banheiro e apartou a briga. Outro homem e mais um funcionário também entraram para nos separar. Logo, o banheiro estava cheio de clientes, funcionários, homens e mulheres. Claire chegou até perto da gente e perguntou:

– O que você fez Digory?! – ele se soltou, e encarou Claire.

– Como você pode namorar um idiota assim? – e ele fez uma coisa que me deixou realmente puto. Deu um tapa na garota.

Tentei correr atrás dele, mas um cara ainda me segurava por trás. Depois que Digory saiu do banheiro, fui até Claire e passei a mão com carinho no rosto dela.

– Te machucou amor? Vou pegar aquele...

– Não, nem doeu Fred – ela falou, e me abraçou – porque brigou com ele?

– Há, o que você acha? – respondi, e ela pensou um pouco.

– Você é maluco – ela falou, e encostou a cabeça no meu peito.

***

– Entra! Rápido! – ela falou, me colocando para dentro da casa.

Depois da lanchonete, viemos para a casa de Claire. Ela disse que estaria sozinha em casa, afinal sua mãe e seu pai estavam trabalhando, sua irmãzinha estava na escola, e Vitor tinha ido à casa de alguns amigos.

– Gostei muito da sua casa sabia? – falei, olhando pra tudo.

– Nem eu gosto muito dela... Acho que não preciso de tanto espaço – ela falou, fechando a porta.

Eu? Sozinho com uma garota na casa da mesma? Que coisa rara! O que será que iria rolar...?

– Quer comer alguma coisa? – ela falou, indo para a cozinha. Quase respondi em outro sentido.

– Não, acabamos de voltar de uma lanchonete não é?

– Poisé... Tinha esquecido esse detalhe – ela falou, voltando para a sala – quer subir?

O convite para subir ao segundo andar de alguma casa já tinha me trazido coisas boas e ruins. Bem, já tinha me metido numa briga hoje, não creio que vá piorar.

– Claro!

Subimos até o quarto dela. Estava do mesmo jeito de antes, e estava um tanto mais arrumado.

– Não repara a bagunça!

– Bagunça? Onde? Não ta bagunçado! – falei, tentando reparar numa bagunça que não existia.

– Mas nada que a gente não possa dar um jeito – ela resmungou. Escutei direito? Fiquei encarando a loira – que foi?

– Nada não... Só que você ta linda sabe.

Disse, e dei um beijo nela. Os lábios dela eram tão doces, tão deliciosos, tão... Absolutamente tudo! Aumentamos o beijo, e quando vi, ela já estava beijando o meu pescoço.

– Claire, acho errado a gente...

– Cala a boca garoto – ela disse rindo, e me jogou na cama.

Continuou a beijar o meu pescoço intensamente, como se nunca mais fosse fazer aquilo. Era delicioso sentir ela me beijando daquele jeito, aquilo me deixava bastante excitado, tenho de admitir. Logo a loira tirou minha camiseta e continuou a beijar meu peito e minha barriga.

Depois de algum tempo naquilo, Claire mandou eu me encostar na cabeceira da cama, porque ela tinha... Uma surpresa? Céus, aquilo me deixou curioso. Ela ficou do outro lado da cama, e tirou a sua calça jeans, mostrando suas grossas pernas. Ela ficou maravilhosa só com aquela blusinha preta e com uma calcinha clara e quase transparente. Rebolando, ela foi até o rádio e colocou uma música... Que criava um belo de um clima.

Ela dançava e rebolava em cima da cama, me deixando louco. Em vários momentos ela fez que ia tirar a blusa por baixo, mas quando ia tirar, abaixava a mesma de novo. Pedi com jeito, e finalmente ela tirou a blusa preta. E lá estava, aquele sutiã vermelho com um coração branco, na taça direita.

Claire logo tirou sua calcinha também, mostrando o que eu queria ver.

– Você quer é? – ela falou, com a mão em cima da vagina.

– Claro que quero – respondi, e não aguentei.

Deitei de barriga pra baixo na cama e abri as pernas de Claire, que agora estava deitada também. A menina era depilada, o que era... Bom? Acho que sim. Começei a beijar levemente o órgão da loira, passando minha língua em cada uma das voltinhas. Não demorei muito para acrescentar meus dedos na “brincadeira”. Enquanto passava a língua pelo clitóris de Claire, penetrava meus dedos nela. A menina gemia e passava as mãos na minha cabeça.

Subi com minha boca pela barriga dela, até os peitos, que ainda estavam com o sutiã. Não liguei para aquilo, pois queria chegar na boca de Claire. Beijei-a como nunca.

– Minha vez amor... – ela disse no meio do beijo.

Sentei na ponta da cama, e ela sentou no meu colo, de frente pra mim. Nos beijamos mais um pouco, mas ela logo levantou, e ficou de joelhos na minha frente. Tirou minhas calças e colocou a mão por de baixo da minha cueca, passando a mão pelo meu pênis. Cara, aquilo era prazeroso.

Fiquei de pé para... A coisa funcionar melhor, e Claire puxou minha cueca para baixo com os dentes. Ela pegou no meu órgão já duro, e começou a fazer movimentos para cima e para baixo. Logo ela tirou o sutiã e começou a chupar levemente meu pênis da cabeça até em baixo. A loira aumentava cada vez mais a força e a velocidade, passando a língua por ele inteiro.

Depois a puxei para cima novamente, e nos beijamos fortemente. Ela me empurrou para a cama, e eu sentei na mesma. Claire sentou no meu colo e começou a penetração. A garota pulava devagar, e gemia baixinho. Parecia que estava com medo de alguém ouvir. Passei as mãos pelas costas dela, e olhei nos olhos da loira. Com o olhar, eu disse “confie em mim”. Ela começou a pular mais forte e a gemer mais alto.

Beijava os peitos dela, que pulavam junto com ela. Os mamilos estavam duros e gostosos de se chupar. Claire logo parou de dar os pulinhos e levantou. Não sei como, mas já sabíamos o que o outro queria. Ela ficou de quatro na cama e eu de joelhos. Passei as mãos pelo bumbum dela, que era enorme, ainda mais assim do jeito que ela estava empinando-o. Coloquei meu órgão na vagina dela e comecei com estocadas lentas.

Era a coisa mais maravilhosa do mundo, sentir meu pênis entrar e sair da vagina de Claire, e ouvir ela gemendo cada vez mais. A menina arranhava o lençol da cama e gritava o meu nome. Algumas vezes passava minha mão nos peitos dela, outras dava leve tapinhas na bunda dela. Ela pediu para eu aumentar a velocidade, mas eu não o fiz, queria que ela pedisse mais. Ela começou a implorar, e eu aumentei muito a velocidade e a força das estocadas, aumentando o prazer. Depois de (muito) tempo de estocadas rápidas, senti que a loira tinha chegado ao seu máximo. Tinha atingido o clímax. Retirei meu pênis e ela deitou na cama, e continuou gemendo.

– Tá doendo amor?

– Um pouquinho...

– Desculpa, eu não queria...

– Tudo bem, é uma dor de prazer – ela respondeu, virando-se de barriga para cima.

– Sério?

– Sim, nunca me senti assim. Minha vagina ta latejando de prazer...

Deitei em cima dela, e beijei seu pescoço, sentido ela toda arrepiada. Eu sabia que Claire não queria mais, mas eu não tinha atingido o clímax ainda. Não aguentei, e sem nenhum aviso prévio, acoplei meu membro no dela. Fiz estocadas rápidas, enquanto Claire gemia/gritava.

– Se quiser que eu pare, eu...

– Continua, por favor – ela falou, no meio de gemidos, arranhando minhas costas.

Continuei até chegar ao meu limite. Senti o esperma saindo do meu órgão e diminui a velocidade das estocadas. Logo retirei o mesmo, e deitei do lado de Claire. Uau, aquilo foi muito mais do que bom. Ela deitou em cima de mim e dava beijinhos no meu peito.

– Você é a garota mais perfeita que eu já conheci – falei, olhando nos olhos dela.

– Não sou perfeita...

– É sim!

– Não sou!

– Ok, não é – falei.

– Não?

– Claro que não! É mais do que perfeita. É linda, sexy, bonita de corpo e alma... Muito mais do que perfeita.

– Fred, eu...

– Por isso, Claire... Quer namorar comigo? – falei, e ela olhou de novo nos meus olhos, com um sorriso enorme.

– Já não estávamos namorando?

– Não oficialmente.

– Fred, é claro que eu quero – ela falou. Me deu um selinho e apoiou a cabeça no meu peito de novo. Logo, ela começou a se levantar – agora vem, quero tomar um banho com o meu namorado.

***

O dia foi tão bom...

Depois do banho, voltei para o apartamento, afinal os pais de Claire logo iriam chegar. Passei o resto da tarde aqui, e a noite também.

Agora já era de madrugada, e eu não dormia, só pensava no dia perfeito que havia tido com Claire.

– Oi Fred – disse alguma coisa, e eu me assustei. Olhei para o chão e vi.

O cachorro azul.

– O que você quer?! – falei alto demais. Depois baixei o tom – o que você quer, seu desgraçado?

Só depois reparei que ele... Não estava mais azul. Era o mesmo cachorro, com orelhas e focinho grande, só não estava azul. Era um tanto... marrom.

– Só vim... Te avisar de certas coisas.

– Saia daqui! Da última vez que você apareceu, eu...

– Não nos apresentamos direito não é?

– Hun?

O cachorro sentou-se, esticou uma pata para mim e disse:

– Muito prazer, eu sou você amanhã – eu ri.

– Como é que é?

– Você acha que está tudo bem não é? Acha que está tudo indo a mil maravilhas...

– Mas está!

– Eu também pensava assim... Se você soubesse da minha história!

“Eu fui trocado, fui iludido, fui usado... Representei e apoiei aqueles babacas por anos, e no final, me chamaram de fraude, de lixo, de todos os adjetivos ruins possíveis. Acho até que...”

– Cara, você é um cachorro. Agora, vai embora e me deixa dormir!

– Ok, eu vou Fred. Mas tome isso como aviso. Eu também achava que tudo ia dar certo...

Com um piscar de olhos, o dito cujo sumiu. O que teria sido aquilo? É claro que o meu namoro com Claire, ou qualquer outra coisa daria certo.

E deu certo, pelo menos, nos 2 meses que viriam.