Meus Problemas

1 O último dia na minha cidade


Notas iniciais
Primeiro capítulo ~ninguém pira~
OBS: POV inteira da Melanie

POV Melanie

Acordei cedo, como sempre. Não era um belo de um sábado e nem um dia chato de domingo, era o pior dia da semana. Segunda-feira. Na verdade, foi minha mãe que me acordou com um café da manhã em minha cama, deve ser para eu aproveitar meu último dia na minha cidade, que marcou a minha vida inteira.

–Bom dia querida — disse a minha mãe, abrindo a porta do meu quarto.

Eu não fingi que estava dormindo por muito tempo e então, acordei-me. Porém, dei aquelas espreguiçadas.

Minha mãe riu.

–Oi mãe — eu disse e vi algo que minha mãe estava escondendo, era o café da manhã — O que é isso? — falei.

–Isso o que? — minha mãe disse.

–Ah mãe, você sabe, isso escondido aí atrás da porta... — falei.

–Ah sim, você descobriu — ela disse — É o seu café da manhã para não se atrasar (N/A: bem que podia ser assim para mim) e... — ela parou por um tempo, parecia que não queria me deixar triste, mas, continuou — Para aproveitar muito bem o seu dia, querida — ela falou, entrando no meu quarto e deixando a bandeja no meu colo.

Na bandeja estava um suco de laranja de caixa, e um prato de waffle e panquecas. Eu achava que não tinha muito por aí, mas, consegui o meu prato preferido de café da manhã.

Eu sorri e minha mãe percebeu e sorriu de volta.

–Não se atrase, querida. — minha mãe disse, saindo do meu quarto e descendo as escadas.

Comi o meu café da manhã bem comido, e deixei a bandeja em cima da minha cama. Fui ao banheiro, pensando em tomar banho. Nunca fiz isso de manhã, porém, dessa vez fiz. Mas, não lavei meu cabelo.

Prendi meu cabelo, e tomei banho. Coloquei meu uniforme, e escovei meus dentes.

Desci as escadas, e fui para a mesa da cozinha.

–Bom dia pai — dei um beijo na bochecha dele.

–Bom dia filha — ele disse.

–Filha, por quê você está aqui? — disse a minha mãe.

–Ué, vim tomar café da ma... — Nesse momento, lembrei que já tomei no meu quarto, e subi, terminar de fazer a minha higiene.

Me arrumei, passei creme e um perfume. Nesse momento, lembrei que era dia do trote. Sim, dia do trote, um dia que todos os alunos da minha série se vestem de acordo das escolhas que as professoras e professores escolhiam.

A última aula foi mais ou menos assim — eu disse para mim mesma.

"Alunos,

amanhã será dia do trote, e essa será de pijama"

Coloquei um macacão de porquinhos e um anél enorme, que nem a CL de Go Away em japonês de 2NE1.

Peguei uma pantufa enorme de tigre, que eu tinha faz tempo e nem sabia que servia em mim. Estava doendo um pouco, porém, nem liguei.

Terminei minha higiene, arrumei o meu material e desci as escadas. Fui até a cozinha dar tchau para minha mãe e chamar meu pai e eles me olharam com uma cara estranha até que minha mãe falou, brincando, com os olhos arregalados:

–FILHA, QUE ROUPA É ESSA? VOCÊ VAI PARA A ESCOLA!

–Mãe, hoje é dia do trote — eu ri, quando falei.

–Vamos então, filha? — meu pai disse, terminado de tomar o café.

–Sim — Respondi.

–Dá tchau para a sua irmã. — Ele disse.

–Ah, ela que venha até aqui embaixo. — Eu falei, cruzando os braços.

Meu pai me olhou com um olhar feio. Então, subi as escadas e fui até o quarto dela. Ela estava ouvindo música e estava mexendo no computador.

–Ei, idiota, tchau — falei.

Ela me olhou e me deu tchau, de qualquer jeito.

Saí do quarto e desci as escadas. Meu pai já estava na porta.

–Pronta? — ele disse.

–Sim — respondi.

Fui até o carro, e deixei a minha mochila no porta-malas. Depois, fui-me sentar na frente. Coloquei o cinto de segurança e meu pai também e fomos.

Nos 10 minutinhos que vamos para lá, eu estava com uma imortal vontade de ouvir música. Coloquei na rádio, ouvi todos os canais e não tinha nenhuma música que prestasse.

–Está tentando achar alguma música? — ele disse, dirigindo (N/A: NÃO, MAGINA, ELE TAVA FAZENDO TORTA DE MORANGO ENQUANTO DANÇAVA EM CIMA DO VOLANTE).

–Sim — respondi.

–Quer ouvir os meus CDs das Sexy Sachas? (N/A: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, CRÉDITOS A GABIWEASLEY)

–PAI, VOCÊ DEVERIA JOGAR ESSE CD NO LIXO!

–O QUE? NEM PENSE NISSO, MENINA — ele falou.

–Seria um favor a humaninade... — respondi.

Antes dele retrucar, chegamos na escola.

Abri a porta com força e bati com força

–Calma... — meu pai disse.

Abri o porta-malas e peguei a minha mochila, também fechei com força o porta-malas.

–Tchau, bravinha, né — meu pai me falou.

–Tchau — falei, indo para a escola.

Entrei, e vi um monte de gente engraçada. Tinha gente, vestida de mickey, de bob esponja, entre outros. Tinha uma, uma pessoa rídicula, parecendo uma macaca. Ela estava com um pijama de doce, bolinhos, cupcakes e... Fiquei com fome.

Nesse momento, fiquei com cara de boca aberta e todos riram. Enfim, sabe quem era essa "macaca"? Ah, também combinava com o meu anél de bolinho, mas, enfim, sabe quem era? A minha melhor amiga. O nome dela é Mariana.

–MEUDEUSPAIAMADODOCÉU! Stay Strong, PORQUE NÉ... — Mariana, chegou "voando" e quase me empurrando, mas, sim, empurrou outras pessoas e disse para mim.

–Algum problema? -falei, com um "charminho".

–Não significa que você vai embora, que pode se achar que nem uma vaca em um casamento — ela disse, retrucando.

–CALABOCA, VACA DA ÁFRICA! VOU TE DAR UM DOS CDS DO MEU PAI, TÁ LIGADA? -disse, e depois ri por pensamento. Não ri para mostrar para ela, porque com ela não tinha vergonha.

–Tá falando de você? — ela disse, com um "charminho".

Estava preparada para dar um soco nela, mas olhei o relógio do corredor. Vish, estava quase na hora da professora entrar nas classes.

Corri até a minha classe, e vi um monte de gente de pijamas fofos e engraçados. Dirigi até o meu lugar.

POV Mariana

Estranhei, por quê será Melanie saiu correndo que nem uma vaca doida? Deve ser porque ela é.

Olhei ao meu redor, e não tinha ninguém, todos estavam em suas salas. Quando percebi, fui correndo para a minha sala.

–CHEEEEEEEGUEI! — gritei deslizando e acabei batendo a cabeça na lousa.

Todos riram de mim e de meu pijama, até a Melanie riu um pouco.

–Muito bonito sra. Mariana, agora sente-se ao seu lugar! — falou a professora de história.

POV Melanie

A professora estava dando aula e eu nem prestando atenção, só estava pensando como seria o meu futuro (...)

Até que dormi um pouco. Quando acordei, tomei um susto que interrompi a professora.

–Algum problema, srta. Whattier? — a professora disse, brava.

–Não, desculpem-me. -falei, abaixando-me.

–Muito bem — ela continuou.

A aula acabou, e era o horário do intervalo.

Saí devagar, para o intervalo e como todo mundo, correndo. Estava triste, não sabia o por quê. Deve ser por causa do meu último dia, e que sorte, eu trouxe dinheiro. Quase todo dia eu trago lanche de casa. Trouxe 5 reais, e tinha que pagar 3 reais e o lanche era 2 reais. Que droga, eu queria gastar com balas entre outros. Acho que ela vai esquecer... ENFIM, SE ELA NÃO ESQUECER, EU FALO QUE EU VOU MUDAR HOJE DE CIDADE E SIM, EU VOU FICAR COM O DINHEIRO.

–Melanie...? — falou a professora, vendo que eu não saí ainda, acho que eu estava descansando e pensando, com a cabeça encostada na carteira.

–Desculpe-me professora, estava distraída — eu disse, me levantando e pegando o meu dinheiro. Dirigi até a porta e antes disso, a professora me disse algo.

–Espere... — ela disse — Hoje é o seu último dia, não é?

–Sim... — falei, suspirando — Por que?

–Bem, querida — ela me chamou de "querida" pela primeira vez — Eu queria te dar tchau — ela disse, me dando um abraço de doer a alma.

–O-obrigada, por se lembrar de mim. — eu disse, escapei uma lágrima, mas acho que era de mentira.

–Oh querida, não chore — ela me abraçou mais ainda, para a minha alma sair, só pode.

–Bom, eu vou ir pro recreio... — disse — Tchau, té algum dia se a gente se ver.

Fui para o intervalo, achar aquela vaca da Mariana. Procurei ela em todos os cantos que ela se esconde de mim, como uma "criança". Procurei também em lugares que a gente fica e ficava. Cansei de procurar ela, e como estava perdendo tempo, fui na fila da cantina comprar o meu lanche.

Fiquei pensando na vida, a fila estava um pouco grande e chegou a minha vez, não recebi bronca daquele velho rabugento que fica lá para comprar ficha de salgado, e nem sei porque tem essa ficha, porque já não dá o dinheiro e pega o salgado no mesmo lugar? Deve ser pra não lavar a mão toda hora...

Enfim, ele só me chamou a atenção.

–Ei é a sua vez — ele disse, com a voz meio grossa dele e acho que ele foi sarcástico.

–Oh, desculpe — falei, e não acredito que disse o "oh" — Tome — entreguei meu dinheiro à ele.

–Obrigado, próximo — ele disse, jogando a ficha em cima do vidro onde ficava os doces.

–De nada, obrigada — disse e sorri, acho que eu também falei sarcástica.

Fui para a outra fila, com uma fila enorme. Esperei uns 5 minutos, que bom que não foi mais. Chegou a minha vez, tinha pouco tempo e peguei o meu lanche.

Procurei a Mariana, e esqueci de comer o meu lanche, dei uma mordida e... que ótimo, parei na frente da vadia da escola.

Acho que ela nem me viu (N/A: que tonga rsrsrs) e fui escutar a conversa dela com as amigas dela.

–Então, sabe aquela cidade há umas 5 horas daqui até lá? Eu vou me mudar para lá — a bitch disse.

OMFG! Será que era a minha cidade que eu iria mudar pra lá? Nossa, parece até ironia isso. Bem que podia ser a outra vaca, a Mariana.

–A mesma que a da Melanie? — a amiga da bitche disse.

–COMO ASSIM? — A bitch parou de lixar a unha dela.

–Eu não sei, espero que não, né... — a amiga falou, e as duas foram em minha direção.

Saí de lá correndo achar a Mariana. Demorou mais uns 5 minutos e eu não aguentei, fui gritando.

–MARIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANA, MARIAAAAAAAAAAANA — gritei — AQUI SEU CAAAAAAAAPIM VACAAAAAAAA!

Nesse momento, a diretora estava passando e eu me agi como uma santa.

Me cansei, triste, e sentei em uma cadeira esperando o recreio terminar.

Foi nesse momento, que aquela vaca pulou em cima de mim.

–MEEEEEEEEEEELAAAAAAAAAAAAAAAAANIEEEEEEEEEE — ela gritou, pulou em cima de mim que ela caiu em cima da mesa e eu cai da cadeira.

–Tá tudo bem aí? — ela sorriu e disse pra mim.

–NÃO, SUA ANTA — disse pra ela — ONDE VOCÊ FOI?

–Comprar azeitona e torta — ela disse.

–UIA, ME DÁ A TORTA! — eu falei achando nela.

–NÃO É PRA VOCÊ! ... achava que você estava de regime — ela disse.

–Tá, mas não para uma torta — falei.

–Achava que gostava mais de azeitona — ela disse.

–Hoje não posso comer — falei, triste.

–Por que? — ela perguntou.

–PORQUE VOCÊ COMPROU TORTA E ME DEIXOU COM VONTADE! CHEGA, VOU VER SE VOCÊ ESTÁ ME ESCONDENDO A TORTA! — pulei em cima dela e caimos no chão.

Todos nos olharam e paramos. Levantei e depois ela levantou, com uns 5 minutos para acabar o recreio.

–Então, onde está a torta? — sorri.

–TÁ, CHEGA! Ela está... — ela pegou atrás dela uma torta — AQUI! — ela jogou na minha cara.

Bateu o sinal, e não dava tempo de ir no banheiro.

–Fudeu... — falei pra mim mesma.

Cheguei na classe com a Mariana e todos estavam rindo de mim. Depois, a professora entrou e olhou para mim.

–Ora, Melanie! O que é isso? — ela falou.

–Torta na cara, oras...

–Isso é hora? — ela perguntou.

–Também acho que não... — falei olhando para a Mariana.

–Vá logo para o banheiro, menina! — a professora me disse e eu fui correndo ao banheiro. Lavei meu rosto e depois aproveitei para fazer umas coisinhas que eu não fiz no intervalo...

Aproveitei também e bebi água e voltei para a sala. A professora deu a sua aula chata, e depois veio o professor de algebra e depois acabou a aula. Bateu o sinal, arrumei meu material, peguei minha mochila e saí da sala. Fui procurar a Mariana, e achei ela na saída.

–Então... você vai falar comigo pelo o computador? — perguntei á ela.

–Não sei, você não merece.

–Cala a boca, vaca! Eu te amo só um pouquinho, tá? — falei, deixando uma lágrima escapar.

–É falsa? — ela perguntou.

–Talvez... — sorri.

–Quer ir agora lá em casa ficar um pouco comigo, comer capim e me ajudar com a mudança?

–Pode crê e pode ser — ela abriu um sorriso no rosto — Mas... — ela continuou — tenho que avisar para a minha mãe.

–Ué, não trouxe celular? — perguntei.

–Não... — ela sorriu.

Coloquei a mão na testa.

–Tá, mas, e você? — ela me perguntou.

–Também não trouxe... — respondi.

–Então, vamos no telefone da escola — ela deu uma sugestão.

–Aquele de só 3 números? — perguntei — DÁ PARA LIGAR PARA AS MÃES? UAU!

–Sei lá, vamos testar... — ela falou — E se não der certo, vamos no da diretoria!

–Ok, então, vamos — falei.

Fomos até uma porta que vai para o pátio e fomos até perto do bebedouro, que ao lado tem um telefone.

Ela discou o telefone da mãe dela e pelo o que parece, não deu certo.

–Hm... — ela murmuou — Vamos no da diretoria!

–TÁ LOUCA, FIA?! EU VOU SER EXPULSA, E ALIÁS, A DIRETORA TÁ ALMOÇANDO AGORA, NÃO TEM NINGUÉM LÁ AGORA! — falei.

–1º — ela já veio para eu aceitar a sugestão dela — Você vai mudar de cidade e não vai ser mais dessa escola — ela continuou — 2º, eu dou um jeito!

–Seus jeitos não são muitos bons... — disse.

–VAMOS LOGO, ZEBRA GORDA! — ela disse.

Fomos até a recepção, e as moças que ficam lá nem nos perceberam. Fomos até a diretoria, mas vimos pela porta se não tinha ninguém mesmo.

Entramos e em seguida fomos até os telefones.

A Mariana ficou parada que nem uma anta esperando alguma coisa que não diz.

–O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO? — falei, brava.

–Bem... — ela abriu um sorriso na cara — Esqueci o telefone da minha mãe — ela falou baixinho que eu nem escutei.

–O QUE? — perguntei.

–ESQUECI O TELEFONE DA MINHA MÃE! — ela gritou, que até as moças da recepção olharam para a diretoria que tem um vidro que dá para nos ver, porém, por sorte, nos abaixamos á tempo.

–FALA MAIS BAIXO! — falei para ela em um sussurro alto.

–Podemos nos levantar agora? — Mariana me perguntou.

–Acho que sim — nos levantamos.

–E agora, o que nós fazemos? — ela me perguntou.

–Nós? — perguntei e ri — 1º — também sei dar minhas sugestões — você que nos meteu aqui — eu continuei — 2º EU QUERIA COLOCAR O SEGUNDO, PROBLEM?

–Não, mas tem um grande problema aqui — ela falou.

–Vamos pensar — dei uma sugestão e pensamos — JÁ SEI! — falei — VAMOS PROCURAR SUA FICHA E VEMOS O TELEFONE DA SUA MÃE!

–Isso, vamos bagunçar tudo mesmo — ela falou.

–Queria o que? — perguntei.

–Não me meter nessa enrascada — ela falou, já achando a sua ficha em um monte.

–Procura nesse, que eu procuro nesse outro — falei.

Procuramos, que demorou uns 15 minutos. Mas, por milagre...

–EU ACHEI! — gritei, que as moças da recepção ouviram de novo e ela resolveu chamar a diretora.

–Depois, sou eu que grito... — ela me provocou.

–Fudeu... — falei para a Mariana.

–O que aconteceu? — a Mariana disse, agaixada.

–Acho que a moça da recepção vai chamar a diretora... — falei e sorri.

–OMFG! O QUE VOCÊ FEZ? — ela sussurrou alto.

–EU GRITEI SEM QUERER — sussurrei baixo também.

–VAMOS SAIR LOGO DAQUI — Mariana sussurrou alto e foi em direção a porta.

Saimos de lá, e a diretora estava próxima. Fomos em outro lugar, que ia em direção ao pátio. Fomos até ao lugar da saída e minha mãe estava me esperando.

–Mãe — falei cansada, de tanto que corri — A Mariana pode vir em casa?

–Sim, vamos — ela respondeu e nem perguntou se a mãe dela deixava ou não.

Fomos para o carro, e aquela anta foi na frente e eu atrás. Chegamos em casa e fui procurar minha mãe.

–Mãe — chamei.

–O quê? — ela perguntou.

–Vou ligar para a mãe da Mariana.

–O QUÊ? — ela gritou.

–É, pois é né.

Fui com a Mariana até o telefone e a Mariana discou o número da casa dela.

Conversa da mãe dela e da Mariana:

–Alô? — a mãe de Mariana falou.

–Oi mãe, eu tô na casa da Melanie e eu poderia ficar aqui?

–Ah, filha, eu estou na escola te esperando, cadê você? — a mãe falou.

–...

–Alô? — a mãe de Mariana falou.

–Bom............. eu estou aqui na casa dela!

–AAAAAAAAAAAAAAAAH, AGORA VOCÊ FICA AÍ! — a mãe de Mariana exclamou — Que horas eu te busco?

–Eu te ligo, eu fico até quando eles arrumarem tudo aqui... acho que vou dormir aqui, eu te aviso tudo.

–Não não, eu tenho direi... — antes da mãe de Mariana falar, Mariana desligou o telefone.

–Resolveu? — eu e a minha mãe falamos juntas.

–Não... — a Mariana abaixou a cabeça.

–AAAAAAAAAH! EU SABIA QUE ISSO NÃO IRIA DAR CERTO! — minha mãe de um chilique.

–ELA DEIXOU SIM! EU ESTAVA BRINCANDO! — Mariana riu.

Eu e a minha mãe rimos, mas acho que a minha mãe ficou brava com ela.

–Então... vamos ver TV enquanto sua mãe faz o almoço? — Mariana perguntou.

–Claro, vamos assistir canais sem graças — falei e ri.

Notas finais
E aí? Me mandem reviews! ~cry~