Meus Problemas
2 Mariana em casa e mudança
Notas iniciais
Vemos algums seriados e depois fomos almoçar. Acabamos o almoço e as vezes sobrava suco e eu fui no sofá bebendo suco. Depois, quando terminei fiquei com a maior preguiça e deixei o copo em cima da mesinha que ficava perto do sofá. Eu podia dormir, mas, eu tinha a mudança. Então, peguei o copo da mesa e levei ele até a pia da cozinha e a Mariana só estava engordando lá na mesa. Subi as escadas, fui para o meu quarto e escovei os meus dentes. Fiz uma higiene, e depois voltei para lá embaixo. Procurei a minha mãe e me dirigi à ela.
-Mãe – chamei ela.
-O que é? – ela perguntou.
-O que vamos fazer agora? – perguntei.
-Bom, você vai entregar o almoço para a sua irmã – ela entregou um prato.
Subi as escadas de novo e fui até a porta do quarto dela. Bati a porta e esperei por uns 20 segundos e ela não abriu e nem falou “entra”. Bati novamente e esperei o mesmo tempo e a mesma coisa. Fiz de novo, mas eu já abri a porta com força.
-HADOUKEN! – falei abrindo a porta.
Minha irmã estava na cama, parecia triste e entreguei o almoço dela.
-Tá aqui seu almoço – coloquei no colo dela.
-Falô – ela falou quando eu estava na porta, saindo.
Ela estava com o rosto no travesseiro, o que será que era?
Desci as escadas e fui até a cozinha, achando que a minha mãe estava lá, e sim estava, e principalmente a MARIANA. Aquela gorda.
-MARIANA, CHEGA DE COMER, BORA SUBIR E ESCOVAR OS DENTE! – tirei ela da cozinha e empurrei ela em direção as escadas.
-Mãe – chamei minha mãe – o que vou fazer agora?
-NOSSA, SÓ MÃE, MÃE, MÃE – ela reclamou, lavando louça – Se eu não estivesse aqui, o que você iria fazer?
-É CLARO QUE VOCÊ VAI FICAR AQUI! – gritei e abracei ela – Bom... eu vou pro meu quarto, ok? Me avise quando formos arrumar nossas coisas – falei e depois subi as escadas.
Dormi por uma 1:30 e acordei dessa vez pela a minha irmã.
-Acorda – ela abriu a porta e fechou, rapidamente.
Desci as escadas e encontrei com a Mariana dormindo no sofá, acordei ela e pedi ajuda, subimos as escadas e fomos para o meu quarto.
-Peraí... – Mariana falou – essa é a minha Monster Hight? Você tem ela até agora?
-Pois é... – respondi e sorri.
Arrumamos bastante e lembramos de um monte de coisas, as coisas mais pesadas como móveis, não era com a gente e quando terminamos de arrumar as coisas do quarto, fomos arrumar minhas roupas.
-OIA, OIA – Mariana falou – A BLUSA QUE EU TE DEI! OMFG!
-CALA ESSA MATRACA! – falei.
-É A DA FAMÍLIA ADAMS EM DESENHO! OMFG, EU TAMBÉM TENHO ELA ATÉ HOJE! – ela estava pulando.
-AH, CHEGA! – empurrei ela pra minha cama com força.
Terminamos de arrumar tudo brincando e meu pai ia pegar os móveis, fui ao quarto da minha mãe seguida de Mariana e eu vi que ela estava na cama deitada. Ela nem me percebeu.
Desci e não tinha mais sofá, nem TV...
Fui atrás da minha cachorrinha, o nome dela era Mona. Mariana, para variar, estava junto. Brincamos com a Mona e a Mariana imitava ela, eu acho que se a minha cachorra fosse uma humana, ela iria rir muito.
Minha mãe me chamou e falou para eu ir chamar a minha irmã.
Subi as escadas e fui até o quarto dela, bati a porta e eu vi ela beijando o chão.
-HÃ? – falei.
-O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? – ela perguntou.
-VIM TE CHAMAR! LOOL!
-Hum... – ela suspirou.
- O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?
Caiu uma lágrima do olho dela.
-Eu vou sentir saudades daqui... – ela sorriu e olhou para mim e eu abracei ela.
-Também, todos vamos – falei como se fosse uma mãe.
-Enfim, vamos – minha irmã e eu saímos.
Olhamos para o corredor daquela casa e para as escadas, descemos e peguei a Mona no colo, dei para a minha irmã e chamei Mariana.
Fomos para a entrada de casa e fui dar adeus à Mariana.
-Sua mãe está chegando, se comporte... – falei chorando para ela.
-Também te amo – ela me abraçou.
-Tchau, Mariana, espero se vermos novamente – sorri e entrei no carro e Mona estava do meu lado.
Abri a janela e a minha mãe ligou o carro, e a mãe da Mariana chegou.
-OH, ESPEREM, ESPEREM – ela buzinou e a minha mãe desligou o carro.
Eu ri.
Saí do carro e dei tchau à mãe da Mariana e Mariana entrou no carro da mãe, entrei no carro novamente, abri a janela do carro e a minha mãe ligou o carro.
Minha mãe buzinou e eu acenei e falei “tchau, amo vocês” para elas.
Estava prestes a começar uma nova vida, em uma nova cidade, com novas pessoas, em uma nova escola.
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