Meus Problemas

4 Na Floresta e De Volta à Estrada


Notas iniciais
Fiz dois capítulos em um dia, então, se eu não fizer amanhã é porque eu estava cansada e já fiz esse, ok?

Minha mãe voltou com mais folhas e meu pai achou que precisava de mais, porém, ele achou melhor ele pegar, para ele ver a quantidade e também porque a minha mãe estava cansada.

Esperamos o meu pai voltar, e ele trouxe muitas folhas.

-Vocês vão fazendo suas camas, peguem o que vão precisar – ele deixou as folhas onde estavam as da minha mãe, e colocou todos os troncos juntos.

Minha irmã, começou fazendo o travesseiro.

Minha mãe, começou pelos troncos, ela pegou 2, um para a cabeça e outro para o pé.

Meu pai... hm, meu pai... Ele sumiu. Acho que foi pegar mais algumas coisas, algo assim.

Como não tinha certeza, fui perguntar para a minha mãe.

-Mãe, onde o pai foi? – perguntei.

-Achar mais alguma coisa para precisarmos – ela respondeu.

Ufa, fiquei mais calma agora. Agora, era a minha vez de arrumar a minha “cama”, comecei pelas as folhas.

Ei... a minha irmã pegou demais. Nem sobrou pra gente.

-ISABELA, OLHA O TANTO QUE VOCÊ PEGOU! – gritei para ela.

-Peguei um tanto suficiente – ela falou.

-Nem comecem vocês! – minha mãe falou, brava.

-Um tanto suficiente para deixar quase nada para a gente? – perguntei.

-É só pegar mais – ela respondeu.

-ACHA QUE É FÁCIL? TEM GENTE CANSADA AQUI E É PERIGOSO ESSA HORA, TÁ BOM? – falei – NEM NADA É TÃO FÁCIL ASSIM.

-QUEREM PARAR? – minha mãe gritou.

-O QUE TÁ ACONTECENDO, GENTE? – meu pai chegou, com mais folhas.

-A ISABELA PEGOU UM MONTE DE FOLHAS! – falei e depois percebi que meu pai trouxe mais folhas – Obrigado paizinho lindo do meu coração! – agradeci e peguei as folhas que meu pai estava segurando.

Meu pai trouxe bastante folhas, e acho que eu vi a Isabela devolvendo algumas folhas. UAU, A ISABELA? VISH...

Vi que estava um tanto bom, porque eu queria deixar pro meu pai e pra minha mãe, NÉ ISABELA? Até deitei para testar, estava confortável e deixei quieto. Coloquei o tronco e fiz besteira, devia colocar o tronco primeiro. Agora testei com o tronco e ficou mais ou menos. Deixa, se não ficar bom quando eu dormir, eu tiro o tronco e arrumo as folhas.

Todo mundo fez a sua “cama” e todos acabaram, até o meu pai que começou depois de mim, menos eu que não acabei.

-ACABEI! – falei fazendo uma dancinha fazendo todos rirem, menos a Isabela.

A noite estava chegando e todos queriam dormir. Sorte que paramos na lanchonete, se não morreríamos de fome.

Fomos tentar dormir e estava ficando frio.

-Pai – sussurrei para ele que estava do meu lado.

-Oi, filha? – ele disse.

-Tô com frio – falei.

-Agora? – ele perguntou.

-Sim – respondi

-Também to – ele falou.

-Também estamos – minha mãe e minha irmã falou.

-Não é perigoso agora? – perguntei.

-Sobrou folhas, eu acho – meu pai falou – Mas, precisamos de mais.

-Pois é – minha mãe comentou – Vamos procurar um pouco, mas, perto daqui? – ela perguntou para todos.

-Er... pode ser – respondi.

-Claro, eu sou o líder daqui, não? – ele perguntou e fez um pose de herói e eu ri.

-Para, pai! – falei para ele.

-E você, Isabela? – minha mãe perguntou para ela.

-Tanto faz – Isabela falou, mexendo no celular.

-Isabela, acho melhor você guardar seu celular, etc, no carro para ficar seguro – minha mãe falou – Para ficar seguro.

-Tá... ta bom – ela assentiu.

-Boia idéia! – meu pai falou.

Guardamos todas os nossos objetos dentro do carro, bolsas, malas, etc, dentro do carro.

Depois, fomos procurar folhas para servir de cobertor ou algo do tipo.

Fui para um lado e achei uma árvore caída, será que iria agüentar? Rastejei ela até o lugar onde estávamos. De novo, a primeira. Tenho sorte, sempre encontro coisas de sorte. Esperei os outros voltarem e a Isabela trouxe uma árvore.

Meu pai, trouxe outra ávore e a minha mãe também. Ótimo cobertor, melhor que tínhamos e um para cada um. Servia para mim.

-Que ótimo! – meu pai falou – Parabéns, aventureiras! – ele fez uma dancinha maluca.

Todas rimos.

Que estranho acharmos árvores e também que coincidência, porém, servia.

Dormimos e eu ficava com medo, por causa de alguns barulhos. Eu ficava mudando de lado, para ver se dormia.

-Dá para parar? – minha irmã reclamou.

-SHH, acho que o papai e a mamãe estão dormindo – sussurrei.

-E eu também quero dormir! – ela exclamou em sussurro.

-Eu também! – exclamei em sussurro.

-Então dorme e para com isso! – ela sussurou, virando de lado.

-Não dá! – sussurrei.

Foi quando meu pai meio que acordou e ouviu a gente, ele me cutucou.

-Filha – ele me chamou.

-Oi, pai?

-Está ouvindo esses barulhos? – ele perguntou.

-Sou eu e a Isabela – sorri para ele.

-Ah, parem, vocês sempre brigam! Por que brigaram dessa vez? – ele perguntou.

-Porque eu estou com... – parei, tinha vergonha de falar.

-Com...? – meu pai perguntou.

-... Com medo – abaixei a cabeça, deitada.

-Oh filha, por que? – ele perguntou.

-Alguns barulhos – sorri.

-Não é nada – ele sorriu – Não se preocupe, viu?

-Tá bom – sorri e fui tentar dormir.

Os barulhos acabaram, amém, amanheceu e acordamos cedo, claro, a luz nos atrapalhava.

Fui a primeira a acordar e acordei todos, não queria ficar mais lá.

Minha irmã, foi meio que difícil, porém, minha mãe e meu pai me ajudaram.

Mas, meu pai descansou mais um pouco, coitado, trabalhava demais. Depois, ele empurrou o carro, seguida de minha irmã e eu e a minha mãe puxávamos.

-Conseguimos! – minha mãe falou e eu sorri.

Voltamos para a estrada e estava mais ou menos perto, bom, eu não percebi porque dormi.

Passou a viagem e chegamos na minha nova cidade, porém, eu continuava dormindo.

Quando chegamos em casa, minha irmã me cutucou e me acordou.

Minha casa era bem linda, e o caminhão da mudança ainda não chegou.

Estávamos morrendo de sono, era bem cedo, umas 5:00, por aí.

Abrimos a porta, minha mãe errando de lugar a chave e entramos em nossa casa “vazia”.

Como todos estavam com sono, deixamos nossas coisas jogadas no chão, minha mãe fechou o carro e eu dormi no chão, não sei o resto.

-Filha, levanta daí, vamos esperar o caminhão chegar! – minha mãe falou, me cutucando.

-Não mãe, eu to cansada e com sono, você sabe disso! – falei – E você também sabe de muita coisa...

-Tipo o que? – ela perguntou.

-Que eu não queria mudar para cá! – falei, meio triste nessa hora – Agora, me deixa dormir e começar a minha nova vida mais tarde, não to com muita vontade.

-Tudo bem, mas, você vai tomar um banho depois e não me culpe se você ficar resfriada – ela falou.

-Vocês deviam dormir também – falei.

-Nesse chão? – ela perguntou – Eu me agüento!

-Aguenta nada, você sabe que essa noite foi horrível! – falei.

-Me agüento sim! – ela falou.

-Tá, você se agüenta em um monte de coisas, mas, você sabe que essa noite foi cansativa, se quiser também tome banho – falei – E ALIÁS, O QUE VOCÊS VÃO FAZER?

-Esperar o caminhão chegar – minha mãe falou – E se seu pai e sua irmã quiserem dormir no chão, que durmam, mas seu pai se deu duro e eu quero ajudar também.

-Tá bom, mas vai já arrumar os móveis? – perguntei.

-Não sei ainda – minha mãe respondeu – Mas, vou ter que acordar vocês, se sua irmã e seu pai forem dormir, né. Então, dorme bem – ela falou saindo – AH, AVISE PARA SUA IRMÃ, ESTOU CANSADA E JÁ VOU ESPERAR LÁ FORA! PRO SEU PAI TAMBÉM! – ela saiu.

Me levantei do chão, com toda preguiça que eu tinha e fui procurar minha irmã.

-ISABELA – gritei – ONDE VOCÊ TÁ?

-TEMOS VIZINHOS, ANTA! – Isabela estava atrás de mim.

-Dorme, porque essa noite foi cansativa e quando o caminhão chegar vamos ter que acordar e arrumar os móveis, ouviu? – falei para ela.

-Tá bom, ta bom – ela falou, mexendo no celular.

Fui achar o meu pai, que estava olhando a cozinha e avisei para ele também.

Meu pai pegou o canto da sala e eu resolvi ficar perto dele, mas, não durou por muito tempo. Ele roncava, então, tentei achar um lugar com espaço.

Ótimo, o único lugar com espaço era lá em cima, que tinha outra sala e minha irmã estava lá, então, tive que dormir com ela.

Me deitei e dormi.

Notas finais
Sou ótima em fazer capítulos horríveis.