Meus Problemas

5 Começando a arrumar - Se divertindo com a Irmã


Notas iniciais
Eu fiz hoje, então aproveitem.
E eu estou bem cansada.

Acordei, dormi por uns 40 minutos, pelo menos dormi.

Acordei pela a minha mãe ~avá~, e minha irmã já estava lá embaixo. Levantei do chão, desci as escadas e fiquei no jardim, fazendo sei-lá-o-que, enquanto os caras da mudança colocavam os móveis dentro de casa.

Minha irmã tava ouvindo música enquanto eu fazia sei-lá-o-que, e minha mãe e meu pai ficavam lá dentro fazendo sei-lá-o-que também.

Lembrei que tinha celular (N/A: LOL) e coloquei uma música chamada Clap Your Hands – 2NE1

–PASSUCHÃO! – cantei dançando – PASSUCHÃO!

–PASSUCHÃO! / MODU PASSUCHÃO/PASSUCHÃO/MODU PASSUCHÃO – cantei.

–Ô ANTA, É BAKSU CHYEO! – falou a minha irmã.

–GOSTA DE 2NE1? UAU! – falei.

–PROBLEM? – ela falou, se virando.

–Nenhum... – falei – Quer cantar comigo?

–Pode ser – ela sorriu.

–Vamos continuar? – perguntei.

–Claro – ela respondeu.

–Niga eodi-aeseo mu-eoseul hadeon
Geokjung geunshim ddawin beorigo da sonbbyeok chyeo
– cantei.

–Ja eejae soneul nopi deulja
Deo keugae chineun sarangi oneul seungja
2NE1 hamkkae nolja honja
Itneun saram modu bballi booreuja
– ela cantou.

–Ee dapdap-han dosi-aeseo beoseo naja

Bakja-ae machweo modu da

Oorineun oori bakkeuro talchoolhan saja

I wanna rock your body (Rock, rock) – cantei.

–Oneul haruneun jamshi michyeobwa (Oh)

Momi ddeugeoweo jil ddaekkaji ddwieobwa (Oh)

Oori mannamyeon (A-yo)

Na-ae sohn neo-ae sohn budichyeo boja – ela cantou.

–Oneul haruneun jamshi mimi michyeobwa (Oh)

Yokshim ddawineun modu ee-ee eejyeobwa (Oh)

Oori shinnamyeon (A-yo)

Walk like a champion, modu junbi dwaesseo – cantei.

–Baksu chyeo, baksu chyeo

Modu soneul olligo

Jeo haneulaegae maleul geoleo bwa

Baksu chyeo, baksu chyeo

Eejaebuteo shijakiya

K-O-R-E-A – ela cantou.

–Tamhum haja gipeun bada

Aeseo-ae ddeugeo-oon machal jamkkan

Eejae oorin modu hana, one more time

Rock your body, everybody (Rock, rock) – cantei.

–Oneul haruneun jamshi michyeobwa (Oh)

Momi ddeugeoweo jil ddaekkaji ddwieobwa (Oh)

Oori mannamyeon (A-yo)

Na-ae sohn neo-ae sohn budichyeo boja – ela cantou.

– Oneul haruneun jamshi mimi michyeobwa (Oh)
Yokshim ddawineun modu ee-ee eejyeobwa (Oh)
Oori shinnamyeon (A-yo)
Walk like a champion, modu junbi dwaesseo –
cantei.

– Baksu chyeo, baksu chyeo
Modu soneul olligo
Jeo haneulaegae maleul geoleo bwa
Baksu chyeo, baksu chyeo
Eejaebuteo shijakiya
K-O-R-E-A
– ela cantou.

–Bbalgae jin sonbbyeokeuro modu gonggyuk
Ee chaga-oon sesangae neoreul boyeojweo, yo
Ee eumakeuro jigureul heundulja
Jom deo keugae noraereul bureuja – cantei.

–Neowa naye soriga hanaga dwaego
Geu soriga hapchyeo sesangeul heundeulgo
Neukkyeojindamyeon modu gatchi nawa choom chuja
Just you and me, one, one
– ela cantou.

– I wanna rock your body

I wanna make some noise

Geokjung ddawin nalryeo beoryeo

I wanna rock your body

I wanna make some noise

Mugeo-oon jim ddawin beoseo dunjyeo – cantei.

–Baksu chyeo, baksu chyeo
Modu soneul olligo
Jeo haneulaegae maleul geoleo bwa
Baksu chyeo, baksu chyeo
Eejaebuteo shijakiya
K-O-R-E-A
– ela cantou.

–Cansei – ela falou, colocando suas mãos na suas perna com o corpo meio para baixo.

–Eu também – falei respirando – Aposto que cantei tudo errado!

–Também acho – ela riu, respirando que nem eu.

–Você canta bem – falei para ela.

Ela sorriu.

–Obrigada – ela falou para mim.

Que ótimo começar a se dar bem com ela, quase não se damos, né?

Parecia estar acabando, eu vi o cara recolhendo o sofá da sala de cima, eu vi um abajur, minha cama... Legal ficar olhando aquilo seguido de outras coisas.

“Cansei, quero água” – pensei – “Vou falar com o meu pai.”

Fui achar o meu pai, que estava lá em cima, subi as escadas e fui falar com ele.

–Pai, tem água aê? – perguntei para ele.

–Bom filha, não sei se sobrou água da viagem ou se o filtro ta funcionando – ele falou – vê se tem água com a sua mãe.

–Ok – desci as escadas.

“Peraí, onde ta a minha mãe?” – perguntei para mim mesma.

Subi as escadas e fui falar com o meu pai.

–Pai, onde ta a mãe? – perguntei para ele.

–Ah, acho que está na nova sala – ele falou – Ou na cozinha.

–Ok – desci as escadas.

Fui para a sala, que estava com um monte de móveis encapados e papelões, caixas, etc... Minha mãe não estava lá, e depois fui para a cozinha.

–Mãe? – chamei ela – MANHÊ? – comecei a gritar.

–Tô aqui, menina de Deus! – ela falou, atrás de mim.

–Ah – me virei para ela – Onde ta a água da viagem?

–Acho que está no carro – ela falou e me deu as chaves – Aqui a chave, veja e depois me devolva.

Peguei as chaves, saí de casa e fui até a garagem. Apertei o botão de abrir ou ligar o carro, sei lá, e fui vasculhando o carro até achar uma simples água ou uma simples sacola.

Olhei até de baixo do banco e bati a minha cabeça.

–Droga – falei baixinho para mim.

Cansei de procurar e fui ver se estava no porta-malas.

Procurei por ali, só tinha malas, malas, malas... AMÉM! ACHEI A SACOLA COM ÁGUA... Vazia.

Droga. Como se eu não estivesse cansada, né...

Fechei o porta-malas, tranquei ele, depois tranquei o carro e fui até a minha mãe.

–Mãe, as garrafas de água estão vazias – falei para ela devolvendo as chaves– Onde tem água?

–Primeiro você vai buscar as sacolas e as garrafas de água – falou ela, devolvendo a chave – Segundo, volte aqui depois.

Fui até lá, de novo, abri o porta-malas e peguei as malditas sacolas e voltei para ela.

–MÃE? – gritei para ela – ONDE VOCÊ ESTÁ?

–Aqui menina – de novo ela estava atrás de mim.

–Segunda vez hoje... – falei – Toma – devolvi as chaves e as sacolas – Onde tem água?

–Primeiro – falou ela devolvendo as sacolas (N/A: pelo menos não era as chaves, né) – Jogue no lixo do vizinho – Segundo, volte aqui.

Argh, peguei as sacolas e fui até o maldito do lixo do vizinho. O vizinho estava saindo de casa e parecia ser meio cego, joguei o lixo no lixo dele e parece que ele me viu.

–Menina, o que está fazendo? – ele estava chegando perto de mim.

–N-nada senhor – falei suando.

–Vou chamar a polícia – ele falou, indo com a bengala.

–AAAAAAAAAH – gritei e saí correndo para a minha casa e depois para a minha mãe.

–MÃE DO CÉU! ONDE TEM A BENDITA ÁGUA? – perguntei para ela – AGORA EU NÃO VOU FAZER MAIS PORRA NENHUMA!

–FILHA! FALANDO PALAVRÃO NÃO, CARALHO! NÃO TE ENSINEI ISSO! – ela gritou.

–MÃE!

–FILHA!

–ONDE TEM ÁGUA, MÃE DO CÉU? – perguntei para ela.

–BEBE ÁGUA DA PIA, MENINA! – ela falou – A DA PIA É LIMPA, VIU?

–OK, OK, OK, OK, OK, OK – falei descendo as escadas – NEM ME IMPORTO!

Fui para a cozinha e abri a torneira, bebi a água que molhou um pouco a minha blusa e eu estava toda molhada que eu joguei água na minha irmã.

–MELANIE! – ela gritou.

–DESCULPA! – falei para ela – NÃO FICA COM FRESCURA, NÃO!

–NÃO É ISSO... É QUE FOI NO MEU CELULAR! – ela gritou, brava ~avá~.

–FOI POUQUINHO – falei.

–FOI NADA! – ela gritou.

“Vish...” – eu pensei – “E agora?”


Notas finais
Meus finais são sempre idiotas, né?