Notas iniciais
Titta mais uma história??? Sim!
Estou shippando loucamente CS e eu realmente precisava fazer uma web nova :D
Quem quer que esteja lendo (se alguém ler), por favor leia os avisos e comente ;)

- Emma, acorda ou você vai se atrasar! — Dizia Ginnifer para sua filha.
A loira se espreguiçou ainda enrolada na coberta grossa que dormira na noite passada, o dia realmente fora puxado e hoje seria mais ainda.
Durante aquela semana, a unidade de saúde em que trabalhava de voluntária estava fazendo reuniões de apoio para adolescentes que se multilavam no final da tarde, perto das cinco, e de noite faziam a reunião dos alcoólatras anônimos, das oito até aproximadamente às nove horas, dependendo do quanto estavam inspirados para contarem suas experiências. Sem contar a ajuda que prestava no resto do dia.
Olhou o relógio e marcavam 6:10. Saltou da cama e correu para o banheiro, fazendo sua higiene matinal o mais rápido possível enquanto tentava dar um jeito em seu cabelo que fizera o favor de parecer uma juba nesta manhã. Amarrou-o em um nó mal feito e voltou ao quarto para se arrumar.
Vestiu a primeira calça jeans que viu, vestiu a camisa da unidade que usava de uniforme, calçou botas e pegou um casaco.
- Mãe, acabou o cereal? — A loira perguntou enquanto vasculhava os armários da casa.
- Sim filha, na mesa junto com o leite.
- Ah, obrigada.
Emma sentou-se junto com a mãe, a qual estava a ler um dos livros de sua turma de fundamental. Ginnifer era professora da primeira série e afirmava amar ensinar a crianças.
- Onde está o papai? — A loira perguntou engolindo seu cereal.
- Foi trabalhar mais cedo — Disse a mãe como se fizesse pouco caso — Parece que estão assaltando próximo ao beco.
- Ah sim.. Como na semana toda. — Terminou de tomar seu café e beijou a mãe na testa — Volto tarde hoje. Não se preocupem.
- Impossível — A morena olhou a filha com carinho nos olhos e passou a mão por seu rosto — Nunca me peça para não me preocupar.
Emma sorriu fracamente. Sabia que era impossível pedir algo assim para uma mãe, ainda mais depois de tudo o que passara.
A beijou novamente, pegou uma sacola de papel em cima da bancada junto ao copo de café e saiu, rumo ao carro preto que estava estacionado na garagem.
Jogou a sacola no banco do carona, onde sabia que haviam três sanduíches de pasta de amendoim e geléia de amora, uma dúzia de biscoitos com pedaços de chocolate, uma fruta, uma caixa de suco e guardanapos.
Riu consigo mesma, pensando que tinha 22 anos apenas em sua mente, pois sua mãe cuidava como se ela tivesse 12. Seu pai, Josh, era um policial durão e destemido, mas a tratava da mesma forma que a mãe.
Deu a ré e saiu com o carro, rumo a Unidade de Saúde de Vancouver 3. Era uma das maiores falando-se de espaço. Lá faziam reuniões de grupos de apoio e outros, porém, não era tão avançada em exames ou outros fatores médicos. O lugar estava mais para um centro de reabilitação, como era popularmente conhecida por ali.
A loira bebericou o café com espuma de leite, pensando em seu horário da enfermaria. Estava escalada para cuidar dos pequenos casos que apareciam, geralmente crianças que caiam em suas farras e idosos quando se machucavam levemente em casa. Nada de mais.
Emma nao era enfermeira, médica, nem estudante de nenhuma das áreas, ainda. Trabalhava como voluntária no local há quase quatro anos e, como não haviam muitos profissionais na área, acabou aprendendo um pouco do básico para ajudar mais por lá, como limpar ferimentos pequenos, fazer curativos simples, engessar com auxílio de um formado, medir pressão, trocar bolsas de sono e outras coisas que não colocaria em risco a vida dos pacientes.
Trabalhar ali era bom para seu futuro, já que pretendia seguir carreira na medicina. Tudo o que precisava era de uma bolsa de estudos em uma universidade, qualquer uma das doze em que se inscreveu.

Estacionou o carro numa vaga reservada para voluntários, na parte traseira da unidade de saúde e puxou a sacola com o lanche.
- Mais um dia... — Ela suspirou com sono, mas contente, por mais um dia.
Caminhou até a mini lanchonete que havia próximo a entrada do local e colocou algumas moedas no pote de doações como fazia todos os dias. Era pouca coisa, mas sabia que ajudava muito.

Notas finais
Ficou meio pequeno eu sei, mas vou postar maiores e vai ficar mais legal ok? Já no próximo cap vão ouvir falar só Killian :)