Meu namorado (im)perfeito
8 8 – Admirador secreto
Notas iniciais

8
Ela movia seus braços livremente no ar, sentindo o vento ser o mestre de seus movimentos. Ao som daquela melodia triste e cândida, ela dava um show de balé para os seus telespectadores. À medida que tocava o chão com as pontas dos pés, se movia vagarosamente de forma graciosa e em perfeita sintonia com a melodia. Não dava saltos extraordinários, somente pequenos passinhos marcando pontos no chão de madeira rústica. Quando terminou, uma glamorosa salva de palmas foi ouvida e ela ficou feliz. Era a menor do grupo e lhe disseram várias vezes que não servia para o balé, mas naquela apresentação individual de três minutos mostrou porque estava ali: porque era boa naquilo que fazia. Era uma boa dançarina de balé e tinha que ficar no grupo.
— Muito bem, McGarden. Estava perfeita! — Saldou a senhoria Cecília, que coordenava o grupo e estava feliz com a evolução da sua pequena. — Nos vemos na audição de sábado.
Ela sussurrou um baixo “sim, senhora” e foi agradecer ao pianista da vez, andando normalmente já com os pés plenamente no chão e sua roupa de tutu rosa. — Obrigada, Droy.
Ele lhe piscou um olho e começou a nova música para a próxima bailarina: Dominique. E sua apresentação foi igualmente esplêndida ao som de “O Fantasma da Ópera”. A nova melodia não seria tocada por ele, porque era de um acorde instrumental diferente, mas os sons seriam coordenados.
Naquele momento, Levy teve a certeza de que ela estava fielmente interessada no papel de protagonista, pois até para o balé estava levando as suas aspirações de outro grupo extracurricular que, mesmo sendo artístico da mesma forma, não tinha vínculos com este outro: o grupo de teatro. Ela ficou escondida atrás de Droy para ver a sua apresentação e só pôde comprovar o que estava óbvio: ela era boa. Quiçá melhor do que Levy. Diferente dela, estava fazendo uma apresentação energética demais para uma bailarina, mas inovadora no seu jeito de ser. Ideal para o papel de cisne negro. Atrevido, sensual e maligno.
Uma hora mais tarde, Cecília agradeceu pela presença dos alunos e professores que puderam comparecer à audição tão cedo da manhã. Ainda faltava mais de uma hora para as aulas começarem normalmente no Verônia e o sol de outono ainda estava tímido por trás de algumas nuvens densas. Achou justo que as apresentações começassem às quatro e meia da manhã para que não atrapalhasse o resto das aulas. E também porque durante o resto da semana não teria tempo para fazer a seleção para a próxima apresentação do grupo, o clássico e tão sonhado lago dos cisnes.
Pela resposta que Cecília lhe deu, Levy ficou mais calma e jurou que estava selecionada: “nos vemos na audição de sábado”. Mas não sabia ao certo o que significava aquilo, pois depois das audições viriam os ensaios. Pela palavra “audição”, pensou depois e ficou tensa. Talvez ela quisesse fazer uma nova seleção, talvez as meninas tivessem evoluído muito para decidir tudo em uma única audição.
Levy enxugou o rosto com uma toalha pequena e se dirigiu até os vestiários para tomar um banho e se trocar para as aulas do dia.
— O que achou, Levy-chan? — Dominique chegou junto. — Cecília nos disse de uma nova audição que acontecerá sábado. Acha que ela ficou indecisa quanto às meninas?
— Eu particularmente acho que todas as meninas evoluíram muito e que eu, em seu lugar, não conseguiria selecionar algumas poucas em uma única audição — disse com sinceridade, porque não era egoísta e era isso mesmo o que pensava. — Você está pensando em O Fantasma da Ópera?
— Quem não? — Ela deu um sorrisinho e pegou uma mochila com roupas dentro do seu armário. — Acho que todos do grupo de teatro querem muito participar desse musical. Você não? — Ela se sentou em uma fileira de bancos e tirou as suas sapatilhas. Seus pés estavam muito inchados e a sapatilha parecia pequena demais para o seu pé.
— Estou... — Respondeu fracamente. — Dominique, o que houve com os seus pés?
— Não conta pra ninguém, mas... — Ela deu um sorrisinho compactuando com a menina de cabelos azuis e exóticos. — Bailarina com pés grandes é muito, mas muito, feio. Eu uso esse número para que meus pés pareçam menores. Eles são muito grandes.
— Garota, não faça isso... — Ela falou surpreendida.
— Que nada! — Ela negou com a cabeça. — Depois eu coloco gelo e eles voltam ao normal.
Que curioso.
Todos tinham os seus problemas, defeitos e medos. Levy não gostava de ser tão pequena, e Dominique odiava os seus que eram grandes demais para uma menina.
— Você que sabe... — Levy deu de ombros e, pegando uma tolha, foi tomar um banho.
[...]
No apartamento onde Levy morava, Lucy ainda estava despertando de um sono longo. A primeira coisa que fez quando abriu os olhos às seis da manhã foi dar de cara com um bilhete deixado por Levy em cima da cômoda ao lado da cama.
Bom dia, flor do dia.
Está se sentindo melhor hoje? Se ainda se sentir muito indisposta, não precisa vir ao colégio. Hoje as aulas não são tão importantes e eu posso copiar a matéria pra você e assinar seu nome na frequência sem que ninguém perceba. Tem café, leite, manteiga, pão e ovos na mesa.
Beijos da Miss Love.
Lucy ficou contente com o bilhete. Levy era tão prestativa e amiga! Amava aquele pedaço de gente com todas as suas forças. Só não entendia porque ela usava o pseudônimo de Miss Love, e não foi por falta de perguntas. Ela simplesmente respondia “ah, porque eu achei bonitinho” e era só. Mas Lucy achava que tinha mais coisa por trás disso e um dia iria descobrir.
Estava se sentindo muito melhor depois de uma noite bem dormida na casa da amiga. Estava se sentindo segura, protegida. Como se as garras do mal não a alcançasse ali. Era o que ela pensava, pelo menos. Mas quando se levantou para ir escovar os dentes e realizar sua higiene matinal de todos os dias, deu de cara com a pessoa que menos queria ver no mundo.
— Natsu! — Ela deixou a escova com pasta cair no chão quando viu seu reflexo no espelho do banheiro.
— Oi, meu amor. — Ele se aproximou dela e deu um beijo no seu pescoço. — Eu te liguei várias vezes ontem, mas a ligação só caía na caixa de mensagem. O que aconteceu? — Ele pegou o seu cabelo e ficou alisando, ameaçadoramente, como um gato à espreita do rato.
— Eu não sei... — Ela respondeu com voz baixa.
— Não seja mentirosa! — Ele deu um puxão nos seus cabelos que fez doer muito o couro cabeludo. — O que aconteceu? Por que não atendia as minhas ligações? E o que está fazendo aqui?
— Eu quem deveria estar fazendo essa pergunta a você, não? — Ela tentou arrancar as mãos dele de cima dela.
— Você não faz perguntas aqui. — Ele puxou seus cabelos com mais força ainda. — Você as responde, baby.
Ele a arrastou pelos cabelos de volta para o quarto e ela pareceu um gato arranhando o sofá com as suas garras, tentando se escorar nos móveis e resistir, mas ele era forte demais. Ele era assustador demais. Andava se perguntando agora em que momento ela se apaixonou por ele. Ah, se lembrou. Foi quando ele a enganava com palavras bonitas e propostas doces.
— Para onde está me levando? — Ela quase gritou, mas ainda teve medo que isso ocasionasse sérias consequências para ela depois.
— Você vai ver... — Ele respondeu e jogou ela de volta na cama com força. — Abre as pernas.
[...]
Na mansão da família RedFox, Gajeel tomava o seu café com a família.
— Como estão indo as aulas, Gajeel? — Seu pai perguntou como se importasse muito, mas não deu mais atenção a Gajeel do que deu ao seu mamão com cereais. — Está aprendendo muita coisa com aquela menina?
— (As coisas) Estão indo — ele respondeu entediado, acelerando o seu café para sair daquela mesa.
— Sim, mas estão indo o quê? — O pai perguntou aprofundando o assunto. — Estão indo bem? Estão indo mal?
— Estão indo... — Tornou a dizer. — Por que pergunta se não se importa?
— Está me dizendo que eu não me importo que meu filho seja um merda que sobrevive na sombra do primo para que os outros o reconheçam? É claro que eu me importo, porra! É você quem vai herdar o meu nome e os meus bens, tem que ser alguém na vida!
Gajeel queria dar uma resposta para que o pai o deixasse em paz e parasse de azucrinar a sua paciência logo cedo pela manhã. Pensou nos momentos em que respondeu certo as perguntas de Levy. Pensou nos beijos que ela tinha que lhe dar para que respondesse certo as perguntas, pensou no sabor do seu beijo, mas nisso não ficou pensando muito.
— Estamos indo bem. — Ele jogou um pão na mesa, abandonando o seu café da manhã. — Feliz agora, papaizinho? — E saiu furioso da sala.
— Não faz mais do que a sua obrigação, idiota — murmurou quando ele já estava longe.
— Querido, não acha que foi muito rude com ele? — A senhora RedFox que observava tudo em silêncio sentiu um pouco de pena do filho.
— Ele tem que tomar vergonha naquela cara. Tudo o que faço é para o bem dele.
[...]
Enquanto Lucy sangrava em sua cama, Levy começava o seu dia alegre já escrevendo a matéria do dia. Iria abordar as novas tendências de moda para a chegada do inverno com as dicas que Lucy tinha lhe dado. Ela daria crédito à amiga no final da matéria.
— Chegou cedo — ela disse a Gajeel que foi o segundo a chegar à sala de aula.
— Não enche! — Ele disse com raiva e jogou sua mochila na carteira, saindo da sala logo em seguida.
Levy achou estranho o seu humor, mas não se deteu muito nisso. Talvez só estivesse irritado porque na noite anterior não puderam estudar juntos. Levy tinha coisas mais importantes a fazer, como cuidar da sua amiga Lucy, que precisava altamente do seu consolo e ajuda.
— Seu estranho... — Ela murmurou quando ele já estava longe. — Espere, o que é isso?
Ela foi pegar o bloco de notas que estava no porta-coisas abaixo da carteira, para passar à limpo tudo o que tinha escrito em uma folha de caderno para a matéria do jornal, e se deparou com uma carta em papel reciclável. Mas quando foi que colocaram ali? Será que foi quando ela foi ao banheiro? Jurava que foi a primeira da turma a chegar. Então teria sido alguém de outra turma que colocou aquilo ali?
Para Levy McGarden: era a única coisa que dizia a carta.
Ela abriu o envelope com cuidado para não rasgar e começou a ler a folha que encontrou ali dentro.
Olá;
Você deve estar um pouco confusa com essa carta, mas eu peço para que não fique nervosa nem nada do tipo. Eu já venho lhe observando há algum tempo. Você parece meio apagada quando está na presença de outras pessoas, meio invisível... É como se você não existisse para ninguém, mas eu te noto. Quando você chega, não importa se você está na presença de outras pessoas ou não, é você a primeira pessoa que vejo. O seu tamanho não atrapalha em nada, o seu coração é maior do que todo mundo aqui. Eu acho o seu cabelo azul bonitinho e ele te dá um ar de menina travessa. Está diferente de quando conservava os fios no castanho claro. Você está mais viva e elétrica e eu adoro isso, Miss Love.
Na verdade, eu adoro tudo em você. Antes eu achava que só gostava de você, mas eu acho que te amo... Levy McGarden. É estranho, eu não consigo tirar você do meu pensamento.
Mas e aí, topa sair comigo no sábado à noite?
Para saber quem eu sou, venha até o terraço, sozinha, na hora do intervalo.
Do seu admirador secreto.
— Fala sério! — Ela amaçou aquela folha de papel. — Quem está tirando uma com a minha cara? Eu vou matar quem estiver fazendo isso!
— Está falando sozinha, McGarden? — Professor Elfman foi o terceiro a chegar. Teriam novamente aula de geografia naquele início de manhã.
— Coisa minha, professor...
— McGarden... — Ele olhou pra ela quando deixou suas coisas na mesa. — Eu gostaria de tirar umas dúvidas com você, será que topa?
— Mas é claro, professor — ela respondeu e se levantou para ir até a sua mesa.
— Não. Não se preocupe. — Ele impediu que ela se levantasse. — Eu vou até aí.
Ela ficou imaginando nesse curto intervalo de tempo que ele levou para se locomover à sua carteira o que levaria aquele homem implacável e grande a tirar dúvidas com ela. O que seria?
Elfman Strauss era um homem de quase dois metros de altura. Ele era muito, mas muito, alto. Tinha músculos muito expostos que dava a ele uma característica de lutador de vale tudo. Seu cabelo era uma mistura de cinza com fios brancos. Ele não era tão velho assim, na verdade, era muito novo, então talvez ele gostasse muito daquela cor e pintasse os cabelos. Sua pele era bronzeada como a dos morados das praias do Havaí e Caribe. Levy foi passar umas férias naqueles lugares uma vez na vida e ainda se lembrava de como as pessoas eram lá. Muito diferente do Japão, onde todos tinham a pele muito branca e pálida, por isso se perguntava cegamente de onde ele vinha. Para dar um ar de professor à sua aparência, ele estava com um terno cinza riscado, gravata preta, uma camisa branca para contrastar por baixo daquilo tudo e uma caneta cara no bolso.
Ele puxou uma cadeira e se sentou de frente para ela. — Há coisas estranhas nesse colégio e eu acho que não sou o único que me sinto injustiçado. Acho que você é o tipo de pessoa que também se sente assim.
— Como é bom avaliador, professor. — Levy era esperta e já sabia a que ele se referia.
— O que sabe sobre as injustiças desse colégio? — Ele perguntou prestando atenção na resposta que ela daria.
— Sei que aqui o capitalismo reina. Sei que aqui os ricos mandam. E bolsistas e professores não têm moral. Era isso que o senhor queria saber?
Ele riu. — Isso eu já soube no momento em que coloquei os pés pela primeira vez aqui, antes mesmo de ser contratado. Levy, eu já fui aluno dessa escola, quando os avôs da falecida esposa do diretor eram os proprietários desse colégio.
— Então isso não é nenhuma novidade para o senhor. O que quer saber especificamente?
— Quero saber mais sobre Natsu Dragneel — confessou.
[...]
— Ora, ora... Veja quem está por aqui. Como é linda e gostosa! — Jellal Fernandez, um dos novos integrantes do time de baseball, deu um assovio apreciativo para Erza, que estava caminhando no ginásio, e uma salva de palmas. — Quando podemos marcar um encontro?
— Olha aqui, seu merdinha — Erza pegou ele pela gola da camisa e amarrotou —, um encontro com você eu só teria no inferno. Eu com o garfo do capeta espetando a sua bunda.
— Deus, ela tem um instinto sádico! — Ele gemeu. — Que excitante! Vem me espetar com um garfo no meu apartamento, sua linda. — Ele passou a mão pelo traseiro de Erza. Ela, quando percebeu, deu um soco no seu estômago e ele pôde comprovar a fúria do demônio vermelho, como muitos a chamavam por aí.
— Não se atreva a fazer isso outra vez, ok? — Ela o empurrou no chão e pisou sobre o seu abdome com o sapato sujo de barro. Estava vindo com algumas mudas da horta dos fundos do colégio. — Eu lhe amaço como uma minhoca insignificante.
Ela rosnou e foi embora, enquanto ele ficou esparramado no chão rindo como uma criança divertida. Suas ameaças eram como promessas lascivas. Estava louco para encurralar a ruiva em qualquer canto do colégio e deixá-la suspirando. Mas não sabia a fera com quem estava se metendo.
No outro lado do ginásio, Levy estava observando a carta que recebeu pela manhã de olhos afincos. Ia ou não? Ia. Não! Não ia. Ou ia?
Decidiu que iria porque naquele papel estavam duas coisas importantes: Levy McGarden e Miss Love juntas. A pessoa que escreveu a carta estava mesmo a observando, porque sabia de detalhes da sua vida que ninguém poderia saber. Mas como descobriu? Se certificaria disso agora.
Percorreu todo o perímetro do ginásio até que achou a saída e pegou a primeira escada à direita que dava acesso ao terraço, o último andar do prédio, onde de lá se podia ver boa parte da cidade, de tão alto que era. Muitos casais costumavam marcar encontro às escondidas na hora do intervalo, mas achava aquilo tão infantil. Mesmo que não tivesse nenhuma experiência amorosa antes, achava muito melhor que se marcasse um encontro nos sábados à noite, como o escritor da carta propôs. Mas achou justo que ele marcasse um local para que ela o conhecesse. Não sairia com alguém que nem ao menos sabia quem era.
Sentiu-se nervosa. E se fosse Natsu querendo se vingar? Como ele teria descoberto que ela era a Miss Love?
Subiu os degraus e parou no meio deles para pensar. Olhou para baixo e percebeu que não tinha ninguém atrás. Olhou para cima também e ninguém mais. Se acontecesse algo com ela, ela poderia dizer ao Sr. Alberona, certo? Ele estava do seu lado. Ele disse que eles eram a sua salvação.
“Vocês precisam arranjar provas que incriminem Natsu. Provas concretas. Eu quero ele fora do meu colégio. Vocês são a minha salvação.”
Pensando nas suas palavras, ela ligou a câmera do celular e colocou o aparelho para gravar. Só Deus sabe o quanto ela tinha juntado dinheiro para comprar aquele celular com última tecnologia japonesa de fábrica. Ele gravava e fingia que estava bloqueado. Inerte. Tinha uma super sensibilidade para ruídos também. Gravaria tudo com perfeição. Colocou-o dentro do bolso e sentiu-se impulsionada pela adrenalina à medida que chegava ao topo. Abriu a porta com cuidado e vagarosamente. Ela era feita de um metal pesado e foi difícil para ela, mas não tão difícil assim porque já estava levemente aberta, com brechas. Tomando um golpe de coragem, ela passou por ela e zas. Estava no terraço.
— Seja lá quem for o engraçadinho que escreveu essa carta, apareça logo — disse com o coração entalado na garganta.
— Fui eu.
— Não brinca... — Ela disse muito, mas muito surpresa. — Não acredito.
Notas finais
Estou de volta depois de mais de quatro meses e quero dar umas explicações que são muito, mas muito, importantes para que entendam o que aconteceu com a estória e não fiquem confusos demais em futuros capítulos.
Eu não estava escrevendo antes porque estava muito abarrotada com muitas fanfics para dar conta e minha vida pessoal batendo na minha porta. E, para agravar ainda mais isso, eu recebi algumas advertências da moderação do site e por pouco não fui expulsa. Acontece que todos estão cansados de saber que eu não betava os capítulos e muito menos lia os termos de uso. Vamos lá! Qual de vocês lê todos os termos de uso que aparece na frente? Acredito que ninguém. Pois foi nisso que pequei. Eu coloquei em algumas fanfics links que não podiam e postei uma sinopse no campo de texto. Isso é proibido pelo site. Assim, para que eu não ganhasse mais nenhuma advertêhcia de algum maníaco por regras de plantão (ou invejoso), eu tive que deletar todas as minhas fanfics e betá-las. Aliás, eu quero deixar aqui explícito o meu agradecimento e um grande beijo para as meninas que estão me ajudando com isso. Elas estão betando os capítulos comigo e me ajudando com as regras do site. Claro que vocês encontraram alguns erros na estória, ainda assim, e isso é normal. Eu estava com muitas saudades daqui e postei os capítulos que betei antes de mandá-los para elas. xp
Então, me aproveitando da betagem, eu achei melhor reescrever as fanfics. Ou seja, Meu namorado (im)perfeito está toda reescrita (e na terceira pessoa, como perceberam). Reescrever significa que eu adicionei novos eventos e tirei outros. Então, para que não fiquem confusos lá na frente, eu aconselho que LEIAM A FANFIC DE NOVO. Eu sei que estou sendo um pé no saco ao pedir isso, mas é isso. Se não lerem de novo, vão ficar sem entender. Eu vou entender se não quiserem fazer isso também, é só uma dica para o bem de vocês, porque muitas coisas mudaram.
Bem, é só isso, e deixem-me dizer que eu estava MORTA DE SAUDADES, MEUS AMORES ♥
Nos vemos na próxima postagem e eu prometo agora atualizar isso aqui semanalmente.
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Que dia da semana devem ser postadas as atualizações de MNI?
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M ♥.
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