Notas iniciais
EUHEAUHEUHEUE OI PORRA to animada hj por isso escrevi e to postando e vo escreve dps o qe eu sei q vocs qerer BOA LEITURA AMO VOCS LINDOS DLCS AMORES MEUS LEITORES QRIDOS ♥

Meus olhos de instante doeram e se fecharam automaticamente. Depois de ter visto aquilo, meu cérebro recebeu a mensagem e mandou para o resto do meu organismo e do meu corpo: Estômago, perna, nuca e coração.

Senti como se tivesse com uma bomba na cintura indicando que meu tempo havia acabado.

Natsu estava sentado na cama de Lisanna, que diferente do meu quarto ficava abaixo da janela, bem em frente à porta. No momento em que entrei no quarto eles congelaram e só viraram para me olhar.

Ele, por estar deitado, havia esticado as pernas ao longo do chão. Já ela estava com as pernas em volta dele, a mão direita ia à nuca de Natsu e a esquerda no abdômen que não mostrava a presença de camisa.

Eu entrei em choque.

Os olhos de Natsu foram passando de um vermelho profundo para apenas preto. Os meus eram ao contrário, ficaram marejados. Eu não olhei para ela, não tive muito tempo, só fechei a porta e sai correndo.

Mas para onde?

Eu desci as escadas numa velocidade enorme e parei bem em frente ao refeitório. Olhei para um lado e para o outro, segui para a quadra onde nós ficamos treinando para os jogos. Eu sabia que era um lugar ruim, mas pouca gente sabia de lá e nesse momento eu não pensava muito.

O céu estava muito cinza e eu previ que já já começaria a chover. Atravessei o caminho pouco longo e passei em baixo do alambrado. Assim que coloquei meus pés na quadra começou a pingar.

Ao lado da quadra havia uma espécie de “casinha” de madeira, lá ficavam alguns esfregões e baldes. Mas o lugar cheirava a mofo e não era tão grande. Três pessoas no máximo.

Entrei e comecei a mexer, Natsu disse que dormirá ali algumas vezes quando ficava com algumas garotas. Mas isso foi a tempo, antes mesmo de ficarmos.

Ele estava com Lisanna.

Agora que eu estava sentada em cima de alguns cobertores. Meus joelhos dobrados até abaixo do meu queixo e as mãos, me abraçando. Eu estava péssima. Levy havia me avisado, mas mesmo assim doía.

Agora que eu pensava, a cena havia se congelado na minha cabeça. Lisanna estava apenas de roupas íntimas. Havia várias garrafas pelo quarto. Devia ter bebido... Uma “festinha” particular.

– Luce. – A porta do quartinho se abriu violentamente fazendo com que eu pulasse no meu lugar. – Luce, pelo amor de Deus.

Era obvio que era ele.

Eu apenas fechei meus olhos, eu não me importava em mostrar que estava chorando.

Natsu estava ensopado. O cabelo estava caído pelo rosto, grudando em tudo, a camisa estava enrolada na mão dele. Era, sem dúvida, a visão perfeita. Era!

– Qual a porra do seu problema? – Sussurrei. Foi ai que percebi que minha voz estava fraca. Levantei-me e fiquei em frente a ele, encarando-o. – Só me deixe em paz, porra. Me deixe. – Eu chutei o braço dele que estava tampando a passagem da porta com uma enorme força e juro que pude ouvir o osso dele quebrando.

Ele gritou.

Eu sorri.

– Vá você a enfermaria agora, e nunca – Eu fiz uma pausa longa, pois estava chorando de mais. – Nunca mais olha na minha cara Dragneel.

Sai chuva a fora o deixando sozinho e subi ao meu dormitório.

Eu provavelmente vou ter que seguir em frente.

~*~

Agosto, dia dos pais.

Um bom tempo se passou desde o incidente na cabana. Eu não falei com o Natsu nesse meio tempo.

Hoje era dia dos pais, segundo domingo de agosto. Meu pai estava com os braços em volta de meu ombro e me obrigava a acenar para a equipe de tevê que estava por toda a escola querendo saber sobre a filha levada do maior advogado de Tókio.

A toda hora eles faziam pergunta para o meu pai como se o foco do assunto fosse “como você consegue lhe dar com uma filha problemática, drogada...” essas coisas.

Às seis horas de tarde todos foram embora, menos meu pai que permaneceu mais alguns minutos.

Estávamos na secretaria, perto do armário de vassouras onde eu conheci ele. Papai agora era “papai”. A pinta de “sorrir para as câmeras” havia sumido.

– Ouvi falar que causou grandes problemas. – Ele disse.

– É o que eu faço de melhor. – Falei confiante. – Sou livre, faço do mundo o que quero e deixo o mundo fazer o que quiser de mim.

– Idiota e patética assim como sua mãe. – Ele sorriu torto.

Eu odiava quando ele se dirigia a ela. O casamento deles foi forçado e eles nunca se amaram. Meus olhos pegaram fogo e eu só pensei em dar um tapa nele... Na verdade eu o fiz.

Ele bufou de raiva, só tive tempo de fechar os olhos e esperar para receber um de volta assim que ele me armou outro.

Meu pai era dez vezes maior que eu.

Não senti um ardor, não ouvi nada parecido com um estralo. Só senti aquela leve brisa.

– Que porra você pensa que está fazendo? – Eu abri meus olhos. Natsu estava segurando os braços do meu pai no ar.

– Que porra você pensa que está fazendo? – Disse papai.

– Eu? – Começou Natsu. – Estou protegendo ela. Coisa que você como pai deveria fazer.

– Hum... – Meu pai franziu o cenho. – Você não me é estranho...

– Claro que não sou, sou filho do Dragneel. Velho maldito. – Natsu sibilou entre dentes.

– Ah, eu sabia... – Meu pai bufou. – Vocês estão juntos ou algo assim.

Eu corei e perdi o ar.

– Não... – Disse Natsu super decidido. – Não temos nada.

Doeu sim, mas ok.

– De qualquer maneira, preciso ir, tenho coisas bem mais importantes que você.

Papai me deu as costas e saiu andando. Natsu se virou para mim.

– Obrigada... – Falei baixinho.

– Será que a gente pode conversar?

– Natsu. Não temos sobre o que conversar. – Eu disse aquilo com a noite em que o peguei com Lisanna passando em minha cabeça.

– Temos sim, você entendeu tudo errado. Tudo – Ele começou.

– Eu não quero ouvir Na – Ele me cortou.

– Luce, porra. Me escuta. – Ele elevou a voz um pouco e todos nos olharam. – Pra quadra, por favor. – Agora ele sussurrava.

Eu fiz uma cara muito feia. Estava nervosa. Cruzei os braços e segui para o meu dormitório, em silêncio. Natsu bufou e veio atrás de mim.

– Aonde você vai? – Natsu perguntou.

– Ao meu quarto, caralho, me deixe em paz.

Apertei o passo e subi as escadas sem olhar para trás, mas eu sabia que Natsu me seguia. Ao chegar à porta do meu quarto fui rápida e entrando primeiro, quando fui rodar a chave a primeira vez ele rodou a maçaneta empurrando a porta com força me fazendo cair.

Natsu entrou no meu quarto e trancou a porta, me olhou no chão e me puxou pela perna, me deixando em volta dos quadris dele. Chegou à escrivaninha e me colocou ao lado do computador, segurou minha cabeça com força me obrigando a olhá-lo.

– Agora olhe para mim e ouça. – Ele falava alto. – Lisanna me drogou. Me drogou, ela me deu umas latinhas de energético dela que já estava aberta mas ela tinha posto um negócio que me deixava com um puta tesão e eu me controlei ao máximo.

– Até transar com ela. – Falei ao mesmo tom alto dele.

– Eu não transei com ele puta merda. – Natsu era pouco violento em relação a mim, mas nesse momento me prensou com muita força entre ele e a parede, me fazendo parar de respirar soltando uma espécie de ganido.

– Não... – Eu estava ofegante. – Transou?

– Não. – Ele respondeu me soltando e sentando na cadeira ao lado.

– Me conte exatamente como foi. – Exigi.

Flashback on.

Natsu narrando.

Bati na porta de Lisanna somente uma vez. Ela abriu meio como se tivesse do outro lado da porta. Por um instante imaginei como se tivesse mesmo.

– Oi. – Eu disse.

– Natsu, entre. – Ela disse com um sorriso aos lábios.

Eu entrei e não prestei muito atenção no que ela falava, sei que durante trinta minutos ela não calou a boca um segundo.

Eu estava começando a ficar entediado. Bocejei. Lisanna virou a cabeça estilo exorcista.

– Tome um pouco. – Ela disse me estendendo uma latinha de energético.

Eu sou simplesmente viciado em energético.

– Obrigada. – Disse dando um gole.

E foi ai que tudo aconteceu, fiquei com muito tesão.

Lisanna tirou o short e a blusa e veio pra cima de mim. Passou a unha devagar pelas minhas costas e deslizou minha camisa junto...

– Nesse momento você entrou e nem me deixou explicar tudo que estava acontecendo. – Finalizou Natsu.

Eu respirei fundo, não sabia se acreditava.

Foi nesse momento que Levy bateu na porta. Eu levantei toda desesperada e fui correndo abrir.

– Lucy. – Ela gritou. – O Natsu... – Ela ofegava muito, parecia ter corrido em uma maratona. – Ele diz a verdade. Aquela, maldita. Ela fez a mesma coisa com Gajeel. — Eu arregalei os olhos e fui para consolá-la. – Nãaaaaao. Eu vou dar um jeito nisso, fique aqui.

Levy saiu correndo e fechou a porta. Chegou a ser engraçado, imagina uma baixinha ofegante na sua porta dizendo que o menino que você quer não ta mentindo e sair correndo com promessa de briga.

Hilário.

Quando olhei e vi Natsu no mesmo lugar, corei.

– Eu disse... – Ele disse zombeteiro.

– Me desculpa... – Disse corada. Parei em frente a ele, em meio ao seus joelhos e fiquei por alguns minutos.

Natsu se levantou e me beijou ao mesmo tempo em que puxou minha perna e me levou em direção ao mesmo lugar que eu estava àquela hora.

– Você pode se desculpar de outro jeito. – Disse ele maliciosamente.

Notas finais
"LE HENTAI COMINGS" EUEHEUHEUEAHAEUH