Meu delinquente favorito. Nalu
8 Desculpando-se.
Notas iniciais
Eu agora estava sentada na minha escrivaninha novamente. Natsu me prensava de um jeito tão gostoso que me fazia arrepiar. O beijo dele me tirava o fôlego e eu percebi que estava meio descontrolada. Minhas unhas o arranhavam por toda parte dele. Era muito bom sentir Natsu assim.
Passei meus pés atrás das costas dele e me agarrei a ele, que jogou o corpo para trás indo parar na cadeira. Natsu passou as mãos nas minhas costas e desceu a boca para meu pescoço. Suas mãos deslizaram por toda minha coluna vertebral e tiraram minha blusa.
Ele olhou para meus seios e soltou o gemido mais feroz que eu já ouvi, era rouco e sexy. Afundou sem pensar duas vezes seu rosto nele, tirando o sutiã rapidamente e me encarando.
Ele me colocou no tapete no chão, não parecia romântico, eu sei. Mas quem disse que deveria ser? Natsu era forte e descontrolado, isso era o melhor nele.
Ele parou em cima de mim e observou-me por cima, seus olhos encaravam meus seios fixamente e eu senti o volume crescer em meio as minhas pernas vindo dele.
Eu podia sentir que era grande, quase rasgava a cueca. Eu senti um calor brotar pelo meu corpo, vindo de Natsu. Era como se ele tivesse pegando fogo.
Sua boca desceu para os meus seios e eu parei de respirar quando sua língua tocou de leve o bico deles. Eu estremeci e ofeguei. Agarrei o cabelo de Natsu com toda força que eu acho que possuía, o trazendo para perto.
Ele parecia uma criança com o brinquedo que desejará por muito tempo. Apertou com tanta força que eu achei que morreria. Enquanto lambia um, Natsu massageava o outro, de repente recuperava ar e passava a mão pelo meu corpo todo, até chegar à minha saia.
Ele ia deslizar ela por toda minha perna, mas eu o puxei para perto e alcancei a sua blusa. Puxei com todo desespero do mundo, o que fez com que ele risse.
Natsu nos separou e me puxou para cama. Dessa vez eu estava por cima e ele me beija loucamente. Resolvi fazer um agrado.
Fique em pé em cima de Natsu e me virei, deixando todo o meu bumbum amostra. Tirei a saia lentamente e joguei para um lado. Joguei meu quadril para a esquerda e tirei minha calcinha. Olhei para ele, mas sem mexer o meu corpo, fiquei de perfil e joguei o cabelo para o lado.
Desci da cama e tirei a calça dele junto com a cueca. Natsu me olhou firme e me puxou para a cama, me sentando. Quando fui para cima dele ele se levantou e começou a tatear a calça, o bolso... remexeu em tudo até que tirou a carteira do bolso, pegando uma camisinha dentro dela.
Fiquei tensa.
Eu sei, eu sabia que era aquilo que estávamos fazendo, mas a verdade é que eu era virgem, tudo por causa de um babaca... Mas isso é outra história.
Natsu a colocou e veio para meu lado, me colocando deitada na cama se encaixando no meio das minhas pernas.
Quando ele ameaçou entrar eu gemi de dor.
– Luce? – Ele falou de repente.
– Desculpe, eu só estou um pouco nervosa... – Ri desconfortável com a mentira.
– Você está blefando... – Ele disse. – Ah meu Deus...
– O quê? – Perguntei assustada.
– Não me diga que você... – Ele arregalou os olhos e eu tapei sua boca.
– Idiota, cala a boca. – Eu disse furiosa.
– Nesse caso fico tudo mais interessante. – Ele nos trocou de lugar. – Vamos começar devagar, sem pressa. Você terá que se desculpar perfeitamente comigo.
Apesar de tudo eu adorava o provocar. Por cima eu coloquei meus braços em volta da cabeça dele e deixei meus seios bem a sua vista. Ele os amava e eu percebi que era hilário vê-lo desejar tanto algo.
Segurei o membro duro de Natsu entre as mãos e o coloquei “super-lento” em mim. Aquilo doía demais e eu não podia negar. O fato dele ser extremamente grosso e grande não ajudava.
– Vá com calma Luce. – Natsu estava quase morrendo de tanta vontade, era como se ele quisesse empurrar minha cintura para baixo com tanta força que seria capaz de me rasgar no meio.
Eu fazia caras estranhas de dor, mas ainda sim não podia falar que não estava muito bom. Eu descia e subia com uma velocidade média e queria mais, mas simplesmente não agüentava.
Alguns minutos de vai e vem foram o suficiente para que eu me acostumasse. E durante todo esse tempo eu fiquei de olhos fechados, para acostumar-me com a dor.
Quando abri meus olhos vi Natsu do melhor jeito do mundo. Ele estava com as mãos em minha cintura e seus olhos estavam muito avermelhados. Ele parecia uma fera!
– Está doendo? – Ele perguntou. Eu fiz que não com a cabeça. Nessa hora Natsu não agüentou e me jogou com força para baixo.
Eu gemi.
– Gosta desse jeito não gosta? – Ele falou maliciosamente. – Então continua assim, por que não está se desculpando do jeito que eu quero.
Desse jeito percebi que estava realmente bom e comecei a aumentar o ritmo entre a gente. Parei e comecei a movimentar apenas meu quadril. Eu comecei a me ouvir gemer e estava realmente alto.
Lembrei que as paredes eram a prova de sons e ai mesmo que não me importei. Natsu ficava louco em baixo de mim e agarrou meus cabelos.
– Quero ir por cima. – Ele sibilou entre aqueles gemidos loucos e roucos que saiam da garganta dele.
Eu apenas obedeci e troquei de lugar com ele. Natsu nos encaixou perfeitamente e entrou em mim. Eu lancei meus braços para trás e segurei forte a cama.
Ele investia forte contra mim e rápido. Eu estava gostando tanto daquilo que percebi que estava apertando meus seios. Eu lambia meus lábios e fazia biquinho. Já Natsu me penetrava muito fundo. Ele segurava meus seios e puxava meu queixo.
Em certa hora ele colocou seus braços do lado da minha cabeça e se apoiou, ficando bem perto permitindo um beijo. Nessa posição ele aumentou o ritmo e nossos lábios se moviam descontroladamente um contra o outro.
Percebi que chegaria ao meu limite a qualquer instante. Meus gemidos saiam mais altos e ele parecia gostar. Natsu saiu de cima de mim e ficou de pé no chão.
– Vire de costas e apóie na parede. – Eu estava ofegante, mal conseguia me mexer, mas obedeci.
Assim que fiquei como ele pediu, Natsu investiu contra mim. Aquilo era sensacional.
– Continua. – Eu pedi. Ele puxou meu cabelo e bateu na minha bunda, o que me faz gemer ainda mais.
– Vamos lá, Luce... Acho que descobri que alguém curte umas paradas masoquistas... – Ele riu. – Agora peça desculpas.
Ainda segurando meu cabelo com uma mão, Natsu me puxou para trás, fazendo com que minha coluna se curvasse. A outra mão segurava meus pulsos em minhas costas. Isso tudo acontecia enquanto ele me penetrava loucamente.
– Peça, Luce. – Ele ordenou. – Você tem sido muito malcriada. Será que vou ter que te bater de novo? – Ele disse isso soltando as mãos dos meus pulsos e batendo três vezes na minha bunda.
– Des... – Minha voz era falida. Eu estava ofegante e com muito tesão.
– Não estou ouvindo... – Natsu disse.
– Me desculpa... – Disse gemendo.
– Só desculpo se você gozar pra mim, Luce.
Aquilo me fez arrepiar, Natsu soltou meu cabelo e minhas mãos, fechou minhas pernas, comigo ainda de quatro, e continuo a penetração.
Nessa posição eu sentia mais ainda ele, que agora estava com as mãos em minha cintura e penetrava com muita velocidade, me arrancando muitos gemidos.
Quando Natsu bateu em minha bunda pela quinta vez, eu gozei.
– Natsu... – Eu gritei seu nome bem alto, informando que eu tinha chegado ao ápice.
Ele não parou o que me fazia gritar ainda mais, ele deitou pelas minhas costas e eu senti que ele também tinha chegado ao limite dele.
Desabei na cama, e ele desabou ao meu lado. Estávamos cansados, suados e ele na minha visão estava muito sexy.
– Belo corpo, Luce. – Ele sussurrou.
– Idiota... – Eu disse fraca, adormecendo logo em seguida.
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