Eu levantei da mesa e ignorei o fato de ele ter me chamado umas 5 vezes, era patético. Eu sei que o Math pode ter uma queda por mim, mas e daí? Ele prometeu que ia deixar isso de lado e até agora tá fazendo isso muito bem.

Fui até o banheiro e tirei a blusa, passei uma água e tentei secar ela, não deu muito certo mas ficou melhorzinha. O sino tocou e eu fui pra sala, ainda chateada com o J, não faz o mínimo sentido ele comparar a minha amizade com o Math com o rolo dele com a Isabeka. Aquela garota transou com ele e pelo visto eles ficavam sempre que possível. E tá na cara que ela me odeia, ela num tá ligando nem um pouco pro nosso namoro ela quer apenas destruí-lo. O Math tá apenas sendo o meu amigo e não moveu um dedo pra que nós dois nos separássemos. Às vezes o J tem umas ideias absurdas. Argh. Mas tudo bem, amanhã é um novo dia e a Isabeka me paga.

Entrei na sala e o professor já estava lá, me olhou feio mas nem liguei, sentei na minha cadeira e tentei prestar atenção e tirar da minha cabeça aqueles pensamentos idiotas. Quando dei por mim o professor tinha ido falar com alguém na porta, não notei quem era, aproveitei pra começar a escrever um bilhete pra Nick.

— Tamara? — Ele me chamou.

Peraí, ele não tinha nem me visto entregando isso. — Oi?

- A diretora te espera na sala dela. — Ele disse.

Todos me olharam, mas eu não tinha feito nada.- Por quê?- Eu perguntei em choque.

- Eu não sei, com certeza ela vai poder lhe explicar o motivo. — Ele disse arrogante.

Foda-se. Levantei e saí da sala andei pelo corredor e assim que dobrei o J me puxou pelo braço.

- O que você faz fora da sala? — Eu perguntei.

- A gente tem que conversar. — Ele disse.

- Então você inventou o lance da diretora? — Eu disse.

- Não importa, vem. — Ele me puxou.

Caminhamos pelos corredores e passamos pela quadra, entramos na sala que dava no vestuário e eu nem sabia bem o porque de estarmos indo tão longe. Eu sabia que a gente ia se resolver em 5 minutos, ele tinha essa habilidade de me fazer derreter e concordar com tudo com apenas um olhar.

— Aqui. — Ele disse e nos sentamos em um banco das últimas fileiras e ficava escondido atrás de um armário.

- Sou toda ouvidos.

- Tá, porque eu sou idiota? Porque eu não quero que o Math continue dando em cima de você...

- Não, porque você não percebe que ele tá respeitando nosso namoro.

- Te chamando por apelidinhos fofos? — Ele apertou os olhos e balançou a cabeça negativamente.

- Não, aquilo num é um apelido fofo, ele sabe que eu detesto e só por isso continua me chamando, por implicância. — Eu expliquei.

- Hum... Implicância... Todo mundo sabe que quando um garoto implica com uma garota é porque ele tá afim dela. — Ele disse.

- O que isso importa? Desde que ele nos conhece e sabe do nosso namoro o que ele fez pra nos separar? Me fala só uma coisa. Quais os planos que ele já armou? Quantas vezes ele tentou te fazer ciúme ou fazer você pensar que rolava alguma coisa entre nós, além de amizade? — Ele continuou em silêncio, mas claramente aborrecido.- Porque o Freddie gostava de mim e era isso que ele fazia o tempo todo. E isso me lembra algo, quando a gente voltou achei que a gente tinha decidido que não ia acreditar em mais ninguém além de nós mesmos. Você não tá fazendo isso agora. Você me disse que você e a Beka já transaram e mesmo assim tô tentando lidar bem com isso, mesmo sabendo que ela dorme sobre o mesmo teto que você!

- Tá... Desculpa, talvez eu esteja exagerando. Mas por favor, tenta entender, ele tá sempre te olhando com desejo, te chama de apelidos, te beijando, abraçando, te dando uma atenção especial, mesmo sendo apenas amigos... Eu não aguento, eu tentei, mas não dá...

- Mas aquele não foi o melhor jeito de você falar com ele... — Eu falei.

- É, depois vou tentar reparar isso. Mas e agora? Você não tá mais chateada comigo? — Ele se aproximou e me abraçou.

- Não. — Eu sorri.

— Agora você pode me beijar? — Ele perguntou e fez bico.

- Sim. — beijei o bico.

- Muito rápido, quero um mais longo. — Ele me puxou e me beijou.

Suas mãos foram até a minha cintura e ele me puxou pra mais perto. Minhas mãos foram até sua nuca acariciando aquela região, sua respiração irregular me fazia querer mais e mais. Sua língua explorava cada centímetro da minha boca. Ele me puxou pra mais perto e ficamos ali trocando carícias e beijos por um bom tempo.

Acabamos matando as duas últimas aulas e mal percebemos o temo passar. Assim que percebemos que todos foram liberados fomos até as nossas salas e pegamos as nossas coisas. Nem sinal da Isabeka até agora, isso me aliviava. Caminhamos até a saída e por sinal a van já havia saído, não estava nem um pouco preocupada, com meu J do meu lado eu poderia ir pra casa até a pé que ficaria mega feliz.

- Jus! Espera... — Ouvi a voz de uma garota. — Jus... Uffa, te procurei a escola inteira. — Era a Isabeka.

- Você ainda não foi pra casa? — O J a olhou surpreso.

- Tive que passar na coordenação pra pegar alguns papeis e acabou demorando mais do que eu achava! Depois fui na sua sala, mas todos já haviam saído...- Eu a interrompi. — tanto faz, você já tá aqui mesmo.

- Ai idiota, o refrigerante de hoje não foi o suficiente pra mostrar que você não é nada e que você não devia nem dirigir a palavra a mim?

- Beka, cala a merda dessa boca agora, tá entendendo? Nunca mais fala assim com ela, ok? — O Justina agarrou pelo braço a sacudindo.

- Saudade de um sexo selvagem? Pelo visto essa aí não dá conta. — Ela sorriu.

- Argh, cala a boca, sua vaca. — Eu ia saltar nela, mas o Justin a soltou e me agarrou dessa vez.

- Isabeka, cala a boca, não provoca idiota. Para de falar merda ou juro que dou um jeito de você voltar pra casa hoje mesmo. — Ele disse irritado.

Eu até sorri com aquela ameaça, queria que ela disesse algo mais e que o Justin finalmente conseguisse tirar aquele encosto da nossa vida.

- Ui, chega de infantilidade não tenho 12 anos pra ficar discutindo como uma adolescente mimadinha que nem a sua... A como eu devo me referir a ela, ãn... Ah, o seu brinquedinho, quando acabar a diversão você cansa.

Eu me soltei dos braços do Justin e me virei de costas e saí da escola, ele me seguiu e consequentemente a Isabeka veio atrás.

- Pra onde vai? — Ele disse assim que me alcançou.

- Pra casa.

- Então me espera. — Ele segurou minha mão.

- Olha, você vai pra casa e ela vai vir junto, me desculpa mas eu não aguento mais nem um minuto do lado dessa garota. Hoje eu já tive o suficiente de Beka. — Disse o nome dela no tom irritante que ela falava.

- Mas, ela tem que ir comigo... — Ele disse.

- Não precisa vir comigo. — Tentei mostrar que não iria ficar chateada, mas eu sabia que no fundo ia ficar, aliás, eu já estava.

- Jus, vamos pra casa de táxi? — ela disse.

Eu revirei os olhos e sentei em um banquinho que tinha ali perto do portão de saída da escola. Ele bufou e parecia bem confuso, de certa forma ele estava meio que responsável por ela até ela se habituar e aprender como andar sobre "as suas prórpias pernas". Eu seria uma péssima namorada se não o compreendesse, eu sabia que seria pior pra ele se eu fizesse birra ou ficasse de ciúmes, ele se sentiria mal, então o melhor é eu arranjar uma solução rápida e tentar levar isso tudo numa boa.

- J, eu vou ligar pra minha mãe e ela vai vir me buscar. — sorri tentando ser simpática. — Você pode... ir com ela, eu vou ficar bem.

- Vem com a gente shawty, vamos... — Ele segurou minha mão e tentou me puxar para que eu me levantasse, mas não movi um músculo.

- Me desculpa, mas não me peça isso. Você pode ir com ela, juro. Minha mãe vai chegar aqui em 20 minutos e eu vou pra casa. — eu disse.

- Shawty... — Ele me olhou apreensivo.

- Vai... — Eu sorri. Forçado.

Ele olhou pra Isabeka que não parecia dar a mínima, estava apenas esperando pacientemente pra ir embora.

Peguei o celular e liguei pra minha mãe.

- Mãe?

- Oi filha, já tá vindo pra casa? — ela perguntou.

- então, eu tô na escola e queria saber se você poderia me buscar...

- Por quê? — Ela parecia supresa.

- Eu demorei enquanto resolvia um trabalho e acabei perdendo a van, você vai vir ou não?

- Estou saindo do super mercado e vou direto te buscar! Em 15 minutos estou aí.

- Tá mãe, beijos. Te espero. — Sorri e desliguei.

- Shawty, você ainda pode vir com a gente! — Ele insistiu.

- Ela vai chegar em 15 minutos. — Eu sorri e olhei pra rua, enquanto percebia alguns carros passando. O trânsito me parecia um tanto razoável, talvez ela chegasse mesmo em 15 minutos.

- Olha, eu vou esperar a Marie chegar. — ele disse.

- Não, se ela chegar vai querer te dar carona e consequentemente a filha de cruz credo vai também, poder ir... Eu vou ficar bem, vai logo. — Lhe dei um selinho rápido.

A Isabeka o puxou pelo braço e se direcionaram a praçinha que ficava próximo a escola, lá havia um ponto de táxi. Logo os dois dobraram a esquina e eu os perdi de vista. Minha vontade era de chorar, de raiva. Aquela garota já estava deixando minha vida complicada em apenas um dia aqui na escola, ela tinha praticamente me humilhado, mas isso não vai ficar assim, a Isabeka que me aguarde porque amanhã ela vai provar do seu próprio veneno.

Se passaram alguns minutos e eu ainda olhava pro vazio, peguei o celular e pensei em ligar pra minha mãe novamente, só pra ter certeza que ela estava vindo mesmo e não me enrolando.Coloquei o celular no ouvido e apoiei minha cabeça na minhas mãos, olhei pro lado e percebi o Justin caminhando na minha direção, cancelei a chamada e imediatamente um sorriso espontâneo surgiu no meu rosto.

Ele caminhava calmamente, enquanto o vento batia nos seus cabelos, os deixando desalinhados mas ainda mais perfeitos. Ainda descobriria um dia o segredo daquela beleza angelical com um toque de sedução.

Ele sentou do meu lado e suspirou, passou o braço pelo meu ombro e me puxou pra mais perto, olhou nos meus olhos e sorriu torto.

- Você não achou que eu fosse embora com a Isabeka e fosse te deixar aqui, né?

Ele olhou nos meus olhos e logo em seguida olhou pra minha boca. Deu um meio sorriso que me deixou desconcertada, inclinou seu corpo e deu um beijo na minha testa.

***

Acordei com uma dor de cabeça e meio indisposta, mas infelizmente teria que ir pra aula. Levantei e continuei na minha rotina de sempre, tomei banho, me arrumei comi algo e arrumei minha bolsa. Hoje eu estava sentindo que ia aprontar, tava evitando, mas se hoje falassem um "ai" comigo, eu acho que não ia me segurar.

O J abriu a porta e acho que já sabia que estaria aberta, minha mãe tem essa mania. Veio até o meu quarto e me abraçou por trás.

- Bom dia. — Ele sussurrou com uma voz rouca e sexy.

- Oi. — respondi.

Ele encostou seus lábios no meu pescoço e pressionou me fazendo arrepiar, por mais que eu quisesse, com o Justin eu não ficaria irritada ou de mau humor.Me virei e o puxei pelo colarinho da blusa, selei nossos lábios e desci minhas mãos pela suas costas, ele pediu passagem pra língua e eu demorei mais cedi. Entre abriu meus lábios lentamente e sua língua foi aos poucos se movimentando na minnha boca, suas mãos estavam na minha cintura.Com a mão livre subi pelo seu abdomen e o empurrei de leve.

- Quê? — Ele perguntou.

- Cadê aquela bastardinha? — Eu perguntei.

- Amor, pega leve... — Ele me olhou com reprovação. Não liguei e mantive o olhar. — Ela já desceu, eu não quero que ela se meta entre nós. — Ele me apertou contra seu corpo e me deu um selinho.

- Perfeito. — Deslizei meus dedos pelos seus fios brilhantes e macios, cheguei na sua nuca e acariciei.

Ele sorriu e desceu a mão até a minha bunda.

- J, para de agarrar minha bunda. — eu fingi estar ofendida.

- É minha propriedade agora, tenho que manter ela sempre perto das minhas mãos. — Ele desceu a mão pela perna e a puxou pra cima fazendo com que eu me encaixasse mais em seu corpo.

- Eu também tenho uma propriedade. — Levei minha mão até sua nuca e aproximei meus lábios da cartilagem da sua orelha, dei uma mordiscada e ele apertou minha bunda com mais vontade.

- O que é seu, ãn? — Ele me incentivou.

Desci minha mão até seu membro e acariciei em seguida apertei. — Isso me pertence.

Ele fungou forte no meu ouvido, me deixando excitada. Nos envolvemos em outro beijo e fui o empurrando até a minha cama, o joguei bruscamente e ele deu um sorriso torto e tinha um ar de convencido, mas eu nem tava ligando.

- vem pegar o que é seu, vem shawty. — Ele falou e mordeu os lábios.

Eu dei um meio sorriso e andei até ele sensualmente, tirei aquela blusa e ele olhava pro meu busto com desejo. Subi em cima da cama e passei minhas pernas pela sua cintura, ficando em cima dele. Tirei o sutiã devagarzinho e ele não tirava os olhos, até lambia os lábios. Segurei suas duas mãos e puxei lentamente pela minha barriga até chegar nos meus seios, ele apertou rapidamente e eu ofeguei, faziam uns dias que ele não me tocava assim e acho que senti falta. Me movimentei em cima dele e já podia senntir seu membro ganhando vida. Fiquei mais excitada e enfiei minha mão por dentro da sua calça, invadi a sua boxer e agarrei seu membro pela base, o sentia pulsar nas minhas mãos e ele tinha um sorriso no rosto enquanto matinha os olhos fechados. Tirei minha mão dali e me inclinei sobre ele fazendo mais pressão no seu membro, toquei nosso lábios por alguns segundos e sussurrei:

- A gente tem aula. — Sabia que ele não ia levar na boa, mas eu adorava provocá-lo.

Fiz um movimento rápido tentando me levantar, mas ele foi mais rápido, me virou e ficou por cima de mim.

- Acha que pode brincar com o fogo? — Ele disse sério. Segurava minhas mãos com força como se eu fosse fugir, mas eu não iria nem relutar. Ele se inclinou e se encaixou melhor no meio das minhas pernas, distribuía mordidas pelo meu pescoço e eu mordia os lábios tentando aguentar aquelas ondas de prazer que ele me fazia sentir. Foi descendo com as mordidas até abocanhar meu seio, chupava com vontade e acariciava o outro.

Não demorou muito e sua mão foi deslizando pela minha barriga e abriu o botão da minha calça, seus dedos deslizaram pra dentro da minha calçinha e ele começou a me estimular, minhas mãos desciam com dificuldade pelas suas costas deixando arranhões, mas ele parecia gostar.

De repente ele parou e saiu de cima de mim, eu o olhei confusa e ele começou a tirar a calça dele, mega apressado, ele estava vestindo uma boxer azul, que aliás combinava com seu tom de pele. Me apoiei no meu cotovelo e encarei sem pudores o contorno perfeito que a boxer fazia no seu membro, que já estava ereto. Ele veio até mim novamente e tirou a minha calça gentilmente. Encarou meu corpo ainda em pé de frente pra mim, me sentei na cama e aos poucos fui tirando sua boxer, seu membro saltou pra fora e eu já sabia o que ia fazer. Olhei pra ele mordendo os lábios e ele olhou pro teto e sorriu, acho que ele estava com saudades das minhas 'carícias'.

Abocanhei seu membro e fazia movimentos rápidos, notei ele ofegante e suas mãos estava inquietas, ora segurava meu cabelo ora apenas colocava a mão na sua cintura. Ele relutava pra não gemer, mas ás vezes escapavam alguns gemidos baixos e ele tinha uma respiração forte. Eu continuava a sugá-lo com rapidez e às vezes parava e fazia movimentos com as mãos enquanto passava a língua delicadamente na cabeça do seu membro, nesse momento ele gemia incontrolavelmente e fechava os olhos. Adorava a cara que ele fazia e aquilo me incentivava. Ele segurava meu cabelo e às vezes até puxava, acho que era uma forma de extravasar o seu prazer. Ele me puxou pra cima e me beijou inesperadamente, me jogou na cama e eu sorri.

- Deita vai. é a minha vez de te satisfazer.

- Mas eu não terminei... — Eu disse num tom de safada.

- Deita agora. — Ele me mandou.

- O que vai fazer comigo sr. Bieber?

- Shhh... — Ele veio até mim se inclinou e me deu um beijo rápido.

Foi descendo e continuava distribuindo beijos ao longo do meu abdomen. Desceu até a barra da minha calçinha tirou calmamente e começou a me chupar com vontade, mordi os lábios e soltei um gemido abafado, ele continuou e sua língua tocava em partes que me deixavam louca. Puxava o seu cabelo, mas ele nem ligava, ele era mestre no que fazia e em poucos minutos já estava prestes a gozar. Ele parou e me encarou. Se deitou sobre mim e começou a me beijar. Enlaçei minhas pernas na sua cintura e seu membro se chocou na minha intimidade me fazendo gemer entre os beijos.

- Eu te quero. — Ele falava desesperado interrompendo nossos beijos.

- Eu te quero agora. -Falei mordendo seu lábio. Ele separou nossos corpos e eu o olhei confusa, ele se abaixou e tirou algo de dentro da calça, era uma camisinha ele desembrulhou eu peguei da sua mão e bati na cama pedindo pra que ele se sentasse. Ele sorriu e fez o que eu pedi, coloquei devargazinho a camisinha nele e o deitei fui por cima dele novamente, ele segurou seu membro pela base e com a outra mão me puxou pela cintura para que eu me sentasse no seu membro.

De repente ouvimos o barulho da porta da sala abrir.

- Argh, puta que pariu. — ele se irritou.

— Alguém em casa? — Ouvi a voz da Clarice.

- Sim. — Eu respondi tranquilamente.

Ele me jogou do lado na cama e eu me enrolei no cobertor, ele correu até a porta e trancou.

- Cheguei mais cedo porque sua mãe pediu pra mim fazer uma faxina no seu quarto, está uma bagunça. — ela sorriu.

- Tá, já tô saindo. — eu respondi.

O Justin saiu de perto da porta e veio até mim puxando o cobertor, ele realmente tinha se irritado com aquela interrupção.

- Você é muito bonito correndo pelado. — eu sorri.

Ele se abaixou e pegou suas roupas e deu um sorriso.

- Não me faça rir, eu estou irritado agora. Eu dei uma gargalhada e tentei me controlar pra que a Clarice não desconfiasse. Ele foi até o banheiro se vestir, e eu levantei e fiz o mesmo.

- Tamara, você está mais do que atrasada, sua mãe não vai gostar. — A Clarice disse.

- Só estou terminando de arrumar a bolsa, estou saindo. — Eu falei.

Terminei de vestir a blusa e o J saiu do banheiro ainda emburrado. Fui até ele e o abraçei pela cintura.

- Chateadinho? — Fiz biquinho.

- Não muito, estive pensando e hoje a noite, você vai lá pra casa e aí não vão haver interrupções. — Ele se virou e me deu um sellinho.

- Tá?

- Tá. — Eu concordei.

Fomos pra aula, de táxi. Chegamos bem há tempo pro segundo tempo, fomos pra sala. As duas aulas que restavam foram rápidas, fomos até o laboratório e diria até que foi divertido, mexer com todas aquelas coisas. No intervalo o J me esperava na porta da minha sala. Sorri e coloquei uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. Fui até ele, recebi um selinho, mas o empurrei.

- A gente não pode se beijar na escola.

— Não foi o que você disse ontem, no vestiário. — Ele sorriu malicioso.

- Cala a boca. Lá não tinha ninguém pra ver. — Eu respondi.

- Vamos. — Ele disse. Segurou minha mão e fomos até o refeitório, o caminho inteiro ele tentava me roubar selinhos, não que eu não quisesse dar, mas não queria dar motivos pra ir a diretoria. Nos direcionamos a mesa e assim que chegamos lá ele segurou minhas mãos com força e me deu um selinho longo.

- J... — eu resmungava mas ele nem pensava em separar nossos lábios.

- Só mais um. — Ele disse e deu outro selinho. Separei nossos lábios e sorri apoiando minha cabeça em seu ombro, estava meio envergonhada de fazer isso bem no meio do refeitório.

Olhei e percebi o Math de cabeça abaixada e não parecia confortável com toda aquela situação.

- Então... Os dois atrasados, sozinhos, na casa da Tamy, o que fizeram? Pelo bom humor posso adivinhar. — A Isabeka disse.

De repente o meu mau humor da manhã voltou e dessa vez eu não ia ser pacífica, ia descontar na mesma moeda.

- J, eu vou comprar um iogurte, já volto. — Não dei a mínima atenção pra ela. Já sabia mais ou menos o que faria, e dessa vez ia garantir que ela se colocasse no seu lugar.

Comprei o iogurte abri, não tomei um gole, me direcionei a mesa e ela estava pedindo pra que eu fizesse isso, estava de costas rindo e esse era o sinal que eu precisava. Me aproximei e não fiz parecer um acidente, queria que fosse de propósito mesmo, pra deixar bem claro que eu não tenho medo dela. A Monique percebeu o que eu ia fazer e acenou com a cabeça negativamente, nesse momento a Beka virou e eu despejei todo o iogurte na cabeça dela, inicialmente eu queria que fosse apenas no cabelo, mas já que ela se virou e caiu um pouco no rossto também, estava perfeito.

- Oh my God! Você estragou meu iogurte, eu quero outro, tipo, agora. — Eu sorri cinicamente.

Notas finais
Oiii babies *.*
Como vocês estão? desculpem não ter postado, mas eu não tava conseguindo escrever, não conseguia me concentrar, escrevia duas palavras e minha mente começava a viajar.
Mas aí então, quando comecei a escrever de verdade, fiquei doente, tô melhorzinha agora, e não postei antes porque eu não queria escrever qualquer merda pra vocês :/
Sei que num sou lá uma escritora, mas queria escrever algo que prestasse (:
espero que entendam que esses dias tá sendo bem difícil pra mim escrever, fiquei mais louca ontem quando soube que já tem 200 beliebers na fila do engenhão, COMO ASSIM? eu fiquei apavorada, agora tô com mais medo ainda de num conseguir o ignresso :x E nem vou pra POA, num vai ter meia, vou ter que ir pro Rio, mas pelo menos vou no show dele. [ se conseguir o ingresso, buaaaaaaaa ]
Enfim, JBeijos :*
P.S: biebsgirlfriend, ainda num pude ler o capítulo da sua história Believe, mas pretendo ler ele hoje a noite e deixar uma recomendação porque você merece!