- Mãe... — Eu insisti.

- Senta, aposto que são boas notícias! Se fosse ruins a gente já saberia de algo! — Ela me puxou e acabei sentando.

Batia o pé, enquanto tentava ouvir alguma palavra, mas eles pareciam cochicar ao invés de falar.

A Marie não parecia tão nervosa, apenas assentia com a cabeça e não demorou muito a conversa acabou. Ela sorriu e veio em nossa direção, o meu alívio foi instantâneo, o sorriso dela me passava toda a informação que eu queria saber. Ela tá bem.

- Pattie... — Ela correu e abraçou minha mãe. — Ela tá bem.

- Graças a Deus, sabia que ela ficaria bem! Agradeça a Deus por acabar tudo bem! — Minha mãe dizia.

- O que ele disse exatamente? — Minha curiosidade agora tomava o lugar da preocupação!

- Bom... — Ela se separou da minha mãe. — Ele disse que ela bateu a cabeça muito forte e que sangrou muito, mas ficou tudo bem. Ela tá sedada e só vai acordar pela amanhã e aí, a gente vai poder ver ela e você vai poder passar quanto tempo quiser com ela!

Mordi os lábios e minha vontade era de pular, gritar e comemorar, extravasar tudo, tudo ia voltar a ser como antes! Juntei minhas mãos com força e levei até a boca.

- Okay. — murmurei.

- Perfeito. Agora que tal os dois comerem algo? Vocês não vão querer ficar fracos e deixar ela preocupada com vocês quando acordar! — minha mãe insistia com essa história de comer.

- Mãe...

- A Pattie está certa Justin, vai pra casa, come algo! Amanhã você vem vê-la! — A Marie sorriu.

- Eu não tô com fome e eu quero ficar aqui.

— Justin, você não é nenhuma criançinha, é quase um homem e tem responsabilidades! Tem que voltar pra casa, comer, fazer os deveres da escola e dormir! Ou então você não vai tá nem um pouco disposto pra passar o dia com a Tamara amanhã!

- É Justin, você volta e fala com ela! aposto que ela vai estar ansiosa e você vai poder contar o que ela perdeu na escola!

- Vamos Justin! E você Marie, devia ir em casa desncasar um pouco também, ela já está bem e nada de ruim vai acontecer! Ela está dormindo... — Minha mãe disse.

- Vou resolver algumas coisas e vou passar em casa, mas acho que vou voltar pra cá. Não vou conseguir ficar em casa.

Isso é justamente o que eu tô pensando! Não vou conseguir ficar em casa, se minha mãe ainda me conhecesse ela devia saber que eu vou dar meu jeito.

Fomos pra casa e o jantar foi uma tortura, a Isabeka ali, era uma presença insuportável. Minha mãe estava com aquele otimismo que de algum modo me afetava, ela já tinha mil planos pra quando a shawty saísse do hospital e eu concordava com todos.

Fui pro quarto e tomei um banho, me vesti já preparado pra sair, ia dar um jeito. Meu celular começou a tocar e eu tentei achá-lo naquela bagunça.

Assim que o encontrei a chamada já estava perdida e era de um número que eu não conhecia. Retornei, vai que era uma emergência.

— Quem é? — Perguntei assim que atenderam.

- É o Math. Justin como ela tá?

- Disseram que está bem, mas eu não vi com meus próprios olhos. Vou tentar ir lá agora...

- Agora? No meio da noite?

- Não exagera são só... Quase 9.

- Se você não se importa, eu gostaria de ir também. Quem sabe eu te ajudo, sei lá...

- Tá, você pode passar aqui em uma hora ou menos...

- É, tô saindo de casa.

Saí pra sala e minha mãe estava pegando sua bolsa, já estava pronta pra sair novamente.

- Onde tá indo? — Eu perguntei.

- Eu tenho que dá uma passada no restaurante, coisa de 2 horas e estarei de volta! E você trate de dormir...

- Eu vou, só vou beber água e vou tentar dormir... Tenho que ir amanhã pra aula?

- Não sei, acha que vai acordar indisposto?

- Se eu acordar melhor eu vou.

- Ok. — Ela me abraçou e me deu um beijo na testa.

- Já estou indo.

- Tchau.

Fui pra cozinha e tomei um copo de água, meu celular tocou novamente.

- Alô?

- Sou eu, o Ryan. Como ela tá?

- Bem, eu acho.

- O que houve exatamente?

- Eu não sei, temos que esperar ela acordar e nos dizer exatamente o que... aconteceu... — Me distrai ao perceber a Isabeka escutando no canto. — Espera Ryan. — Tapei o telefone — Será que eu posso ter privacidade na minha casa?

-Me desculpa, mas... Ela ainda não acordou?

- Sai daqui... — Continuei a conversa no telefone. — Ryan, o que te disseram na escola?

- Cara, era bem confuso. As meninas estavam sempre fofocando, mas nada é muito concreto. Acho que o melhor é realmente esperar ela acordar.

- Ela vai me falar! Acho que amanhã de manhã já vou poder falar com ela.

- Cara, você pode me falar qualquer coisa. Se eu puder ajudar, só quero que ela fique bem. Eu estava preocupado pra caramba.

- Eu também estava e fiquei bem pior depois de ver a mãe dela.

- Vocês estavam juntos no hospital? Ela não falou nada, tipo, ela não queria você perto dela...

- Na verdade ela se desculpou e disse que eu vou passar bastante tempo com ela.

- Bom pra você, você me liga assim que souber de notícias dela... ela é como uma irmã pra mim.

- Claro, amanhã de manhã vou ligar pra você com ótimas notícias.

- Tchau.

Saí da cozinha e fui vestir algo mais apropriado. Esperei uns 15 minutos na sala até que o Math me ligasse.

- Já tô aqui embaixo.

- Tô indo. — Eu respondi e desliguei.

- Onde você tá indo? — A Isabeka perguntou.

- Para o hospital.

- Mas a Pattie... — Eu a interrompi.

- Ela não sabe e nem vai saber já que você não vai falar merda nenhuma!

- Ok. — Ela concordou para o meu espanto.

Peguei minha jaqueta e quando estava pronto pra sair ela me chama novamente.

- Jus... Ela tá bem?

- Por que você se importa? O que tá acontecendo aqui? Por que essa preocupação.... Beka...- Ela estava preocupada demais, não faz o tipo dela.

- Ela é sua namorada, eu fico chateada se você não tiver bem... Você tá mega cansado, extressado e pelo que a Pattie falou, ela já tá bem e dormindo agora. Se você for pro quarto dormir, amanhã já vai tá bem melhor!

- Vai se fuder, garota.

Saí de casa e o Math já estava lá embaixo na portaria, pegamos um táxi e fomos pro hospital. Até agora tava tudo de boa, mas eu ainda não sabia bem como acharia o quarto dela e como entraria lá! Mas sabia que o Math ia ser bem útil.

- Então, pra qual andar a gente vai? — O Math perguntou.

- Terceiro. — Apertei o botão do elevador.

- O que eu tenho que fazer exatamente?

- Se a gente der sorte, talvez pelo horário a recepcionista tenha ido ao banheiro ou sei lá... Se não... — O elevador abriu.

Fiquei na porta, para que o elevador não fechasse. Observei de longe a recepção e estava um silêncio, que foi cortado pelo barulho do telefone que a recepcionista atendeu de imediato.

- Não demos sorte. E agora?

- Eu posso distrair a recepcionista enquanto você passa e procura o quarto dela, depois dou um jeito. — O Math deu uma ideia.

- É isso ou eu ficar a noite inteira no meio dessa porta até que ela saia dali. Então vamos... Mas espera, vamos ser rápidos ela tá no telefone, eu me abaixo e passo pelo balcão. Vem, vem... — Andei depressa e ele veio bem atrás.

Assim que nos aproximamos do balcão eu me abaixei e começei a me arrastar. Graças a Deus ela ainda continuava no telefone e não tinha ninguém ali além dela. Me arrastei mais um pouco e já estava bem perto do corredor, quando ela começou a falar com o Math.

- Bom, a Fernanda Brito já teve alta? — Ele perguntou.

- Você é alguma coisa dessa paciente? É de maior?

- Sou irmão dela e faz dois meses que fiz dezoito! — Ele disse.

- Hum...

Percebi que o balcão não era junto com o corredor e se eu pasasse, mesmo abaixado, acho que ela me veria. Torci pra que a tela do computador fosse na direção contrária assim ficaria mais fácil.

Assim que ela começou a digitar eu passei e ela não me viu.

Fiquei de pé finalmente e fiz sinal de positivo pro Math.

- Tem certeza que esse é o nome dela? — A moça falou.

- é, sim, por quê? Algum problema? — Ele continuou distraindo ela.

Começei a andar por aquele corredor e eram todos quartos de pacientes, fui até o fim dele e os corredores se extendiam pra direita e esquerda e no final da esquerda tinha escrito bem grande:

"Exames"

Me virei novamente ecomeçei a tentar abrir as portas, haviam uns 8 quartos só naquele corredor, 4 de cada lado. Pro meu azar depois de abrir todos acabei vendo apenas velhinhos dormindo. Estava desconfiando que estava no setor errado.

Fui até o fim do corredor e fui na direção direita, haviam ali uns 10 quartos, começei a abrir novamente um por um e alguns estavam trancados. Esperava que nenhum daqueles fosse o dela.

Depois de abrir umas 5 portas, já estava ficando desapontado. Abri mais uma porta e vi uma menina, estava dormindo em sono profundo, os cabelos longos, a cabeça levemente inclinada deixava à mostra um curativo atrás da orelha quase na altura da nuca. Me pareceu meio triste, ver aquela agulha no seu braço e alguns fios que levavam ao seu peito, eram só pra monitorar os batimentos cardíacos, mas aquilo não me parecia nada bem.

Nunca ia parecer bem ver a minha shawty assim. Aquela não tinha sido uma simples queda, se fosse ela já estaria em casa, mas ela está aqui.

Respirei fundo e fechei a porta, me aproximei e sua respiração me parecia irregular, sentei ao seu lado na cama e me inclinei para lhe dar um beijo na testa.

Não foi possível, já que o maldito do meu celular tocou me fazendo pular da cama e tirá-lo do bolso rapidamente pra que ela não acordasse, se é que ela acordaria já que estava sedada.

- Alô? — Sussurrei.

- Cara, a mãe dela tá aí! — Ou vi o Math do outro lado da linha. — Ela não me reconheceu, mas eu saí logo. Você vem?

- Não, eu achei o quarto dela.Vou ficar aqui, amanhã a gente se fala.

- Beleza, boa sorte! Qualquer coisa me liga!

- Obrigada, tchau.

Ouvia enfermeiros do lado de fora e começei a pensar num lugar pra me esconder, notei um banheiro, então me senti mais aliviado, porque acho que debaixo da cama não ia ser um bom esconderijo.

- Já passei nesses quartos, você passa agora naquele e eu passo nesse. Aí o nosso turno acaba. — Ouvi a enfermeira atrás da porta.

Rapidamente entrei no banheiro, mas não fechei a porta fiquei apenas atrás dela. Pude ver pela brecha, ela checando aquelas coisas, mas a Tamy estava realmente sedada, ela nem se mexia, por maior que fosse o barulho, mesmo que encostassem nela.

Anotou algumas coisas na prancheta e saiu do quarto. Voltei pra perto dela e sentei novamente na cama ao seu lado.

Era como se ela tivesse sido congelada, não se mexia, não esboçava nenhuma expressão, agora mal podia notá-la respirando. Mas ela estava bem porque se não a enfermeira não teria saído sem ao menos fazer algum tipo de alarde.

Toquei sua mão e entrelaçei os nossos dedos, mesmo percebendo que sua mão parecia não ter forças para segurar a minha. Estava gelada, talvez fosse o ar condicionado mas mesmo assim me deixava preocupado. Me deitei ao seu lado e continuei segurando sua mão. Fiquei ali em silêncio, apenas aproveitando enquanto podia ficar com ela.

Mesmo dormindo, eu ficava feliz por estar ali, mesmo que ela não me disesse uma palavra ou me desse um sorriso. Eu ia poder ficar ali sentindo o cheiro dela, cheiro de rosas.

Acabei dormindo por algumas horas, acordei quase congelando, aquele ar-condicionado tava muito forte, queria abracá-la mas talvez eu a machucasse.

Então percebi que ela tinha se mexido, ela estava virada para o outro lado. Talvez o efeito dos remédios estivesse passando e ela não demorasse pra acordar. Sorri involuntariamente com aquele pensamento, ver ela acordando e poder perguntar como ela tá! Eram as duas frases que minha boca implorava pra dizer.

Ela se mexeu novamente virando para o meu lado e fez uma expressão de incômodo, sorri ao perceber seu bico e como suas mãos apertaram a minha. Mas percebi que o incômodo era causado por mim, estava ali impedindo ela de se deitar confortavelmente.

Não queria largar sua mão, já que agora ela apertava a minha, mas eu tive. Levantei e peguei meu celular, eram 4 e meia da manhã e daqui há algumas horas eu seria descoberto. Minha mãe talvez sentisse minha falta, já que ela estava preocupada comigo.

O movimento no hospital já era grande, desde que acordei no mínimo já passaram umas 15 pessoas no corredor pelo que eu ouvi. Fui até a porta e tranquei, ia tentar dormir pelo menos até o dia amanhecer.

Peguei a poltrona e coloquei bem do lado da cama dela, segurei sua mão novamente e ela se mexeu mais uma vez. Sorri e apoiei minha cabeça na cama, fiquei olhando pra ela e agora tinha certeza de que ela estava bem, estava inquieta como sempre, era só uma questão de tempo até ela acordar e falar o que realmente aconteceu.

Dormi novamente e acordei com alguns raios de Sol que atravessavam a janela do quarto, coçei os olhos e senti sua mão deslizar de leve da minha. Estranhei e a olhei.

Ela já estava me encarando e assim que a olhei ela puxou a mão de uma vez. Eu sorri.

- Bom dia! Como você tá? — Eu disse animado.

Ela me olhou indecisa e respirou fundo, parou de me olhar e começou a olhar tudo a sua volta, acho que ela ainda não tinha ficado consciente desde que chegou no hospital. Ela olhou os quatro cantos e percebi que ela ficou assustada, ficou ofegante e me olhava com medo.

- Shawty, você tá bem? — eu perguntei.

- Quem é... você? — Ela sussurrou e se encolheu.

Eu sorri com aquela pergunta, tentei levar numa boa, mas como assim quem eu era?

- O quê? Sou eu, o Justin... — Eu sorri sem graça e tentei pegar a sua mão.

Ela puxou novamente e parecia ficar mais nervosa a cada segundo, ela continuava olhando ao redor e murmurou outra coisa.

- Por que eu tô aqui? — Ela virou a cabeça e gemeu de dor pois tinha forçado os pontos.

- Ei, não se mexe. Tá doendo? — Eu tentei fazer algum contato.

- Não me toca. — Ela disse e bateu na minha mão, foi um tapa de leve e nem me incomodou. — O que tá fazendo aqui? — Ela me perguntou.

- Eu fiquei aqui a noite inteira esperando você acordar, achei que você ia tá melhor, mas obviamente você não tá. Fica aqui e eu vou chamar alguém. — Rapidamente destranquei a porta e saí pelo corredor.

Assim que estava próximo a recepção vi uma enfermeira.

— Enfermeira, por favor... — Eu a segurei.

- O que faz aqui tão cedo? Ainda são 7 da manhã, não pode haver visitas.

- Eu sei, me desculpa, mas agora a minha namorada, ela acordou e ela tá agindo estranho, ela não tá bem... — Eu disse nervoso.

- Qual o quarto dela? — Ela se apressou.

- Me segue. — Eu corri pelos corredores e ela veio atrás.

- Aqui. — Indiquei a porta.

Ela entrou e eu fui atrás.

A Tamy já estava sentada e estava tirando os fios que monitoravam suas batidas.

- Por favor, deite-se. Você não pode tirar isso.- A enfermeira se aproximou dela.

- Quem é você? — Ela perguntou e seus olhos estavam cheios de lágrimas.

- Eu sou sua enfermeira, acalme-se. O que tá acontecendo?

- Me diga você. O que aconteceu? Por que isso tá doendo tanto? — ela levou a mão ao curativo.

- Aparentemente, você bateu com a cabeça. Tá com algum problema pra respirar, alguma dificuldade?

- Sim, eu tenho uma única dificuldade. Eu quero lembrar o que aconteceu... Mas eu não... consigo. — Ela sussurrou enquanto olhava para o chão se concentrando pra arrancar alguma memória da sua cabeça.

- Não lembra só de quando bateu?

- Não sei...

- Me diz qual o seu nome? — Ela tirou uma lanterninha do bolso e checou suas pupilas.

Ela cerrou as sobrancelhas e respirou fundo, até que não aguentou e chorou, levou a mão a cabeça e apertava como se aquilo fosse ajudá-la de alguma forma.

Eu me aproximei e tentei me segurar pra não chorar também, levei as duas mãos ao rosto e bufei.

- Eu não sei... — Ela finalmente respondeu.

- Isso é causado por algum remédio? — Eu falei inconformado.

- Eu temo que não... Nenhum dos remédios que ela tomou pode causar esse efeito colateral. Eu vou chamar o médico dela. Fique aqui, não deixe ela fazer nada.

Notas finais
Oiii babies *.*
Como vocês estão? Espero que bem; bom ontem eu mencionei algumas leitoras:
Twiggy, BiaGrape, LT-MOD, Dudinhasg, AnnieTopz, nessag5, Analine_Bieber,Marian, jeeh_bad, Mille15, lilianebieber, giovannaps, letycia_gomes, dudamarszalek.
Mas lógico que tem todaaaaaaaas as minhas outras leitoras, é que são tantos usernames que eu fico feito louca, afinal são 78 leitoras, as quais eu AMO MUITO! Juro, fantasma ou não, não me importa, sei que se tenho esse número de leitoras é porque talvez elas gostem um pouquinho da história, talvez não o suficiente pra deixar um review :( Mas não me importa, elas lêem *-*
Eu não mencionei todas, mas eu quero deixar um beijo especial pra essas outras também:
nandacanedo
que tinha me abandonado por uns tempos, mas me fez quase que uma carta pedindo desculpas, muuuuito fofa! Sério! eu amei o review GIGANTE!
p.s: ela quis me esganar, tenho que tomar cuidado!
maary
Que sempre deixa review e eu amo todooos!
Allyson11
Que chorou lendo o capítulo! Sério isso? Que fofura, sério.
biaavieira
que também ficou meio emocionada lendo *-*
TaynaraMartins
Que sempre deixa um review super lindo!
Melanie_Sweet
que tá preocupada com a Tamy!
Robeerta_R
que era um fantasminha e gentilmente deixou uma review *emocionei*
Gabby_Carol
Acompanha desde a primeira temporada [aaaaaaaa]
thaissasantos
que seeeempre deixa review o/
biebsgirlfriend
que finalmente fez as pazes com o Nyah e conseguiu deixar um review!
BBBieber
Que tá mega feliz por a Marie finalmente ter colocado a cabeça no lugar.
karoltelles
Que me acompanha desde o começiiiiiiinho e tá sempre me elogiando, obrigada, mesmo!
franciinenunes
que me chamou de frôr, HAHA Sou uma frôr e fiquei meia hora olhando o avatar dela, me apaixonei pela foto do JB com o Jhonson
Giovanna_veloso
Que acho que é leitora nova e acabou de ler os capítulos, acreditam que passou a madrugada inteira lendo? psé.
AnaaOliiveiira
Ainda lembro da primeira review dela, melhorou o meu dia e desde então sempre amo ler as reviews dela!
Jus
que acha o Justin um fofo [e eu tbm ;)]
Candy_Minnie
Que foi a minha vidente da vez!
Queen_Blood
Que faz o namorado ler tbm, kkkk
carolinecamacho
Que recomendou minha fic pra amiga e agr são duas viciadas hehehe
milenebcorrea
Que é super compreensiva! Fofa :*
Isa_Manu
Que acha que a minha fic tá perfeita [aaa] *o*
melbelieber
que tá adorando a atitude da Marie
NathyNunes
que quer matar a Isabeka [2]
ju-s2
que tava super preocupada com a Tamy, e digamos que a preocupação não foi a toa né?
Patresina
que achou que tudo ia ficar bem :( Desculpe decepcioná-la
Silvia_Maguie
Que edixou uma review fofa
Caams_Bolton
Que repito, foi a minha inspiração pra começar a escrever FIC, acreditem se eu não tivesse lido as FIC's dela, vocês jamais saberiam da minha existência
DreamBelieber
Que acha a Isabeka uma cachorra [2]
naatimendess
que está sendo profudamente irritada pela Isabeka! Não se preocupe, me livrarei dela, num sei qnd :s
Bom gente, são mais ou menos essas que sempre me mandam review!
se tem mais, 10000000000000000000000000000000 DESCULPAS! Juro, é que é eu quero agradeçer cada uma!
Num gosto de ser sentimental, mais amo vocês ♥
Desculpem pelo capítulo pequeno :9 Hoje tive que sair de última hora, mas enfim.
JBeijos :*