Meu Vizinho, Justin. - Third Season
25 Is she ok?
Não liguei muito, dei as costas e fui embora da escola. Peguei um táxi e começei a pensar no que realmente tinha acontecido. Se ela caiu mesmo, tinha se machucado feio, porque ela teve que ir pro hospital... Mas o quão grave teria sido? Ela quebrou a perna ou o braço?
O melhor agora é tentar pegar algum tipo de informação, com certeza minha mãe está em casa e vai poder falar com a Marie. Disquei o número dela e depois de tentar e tentar e nada dela atender. Finalmente consegui que ela atendesse, mas eu já tinha chegado no prédio.
- Mãe, você pode ligar pra Marie?
- O que houve agora Justin?- Mãe, algo tá acontecendo a Tamara foi pro hospital e parece que ela caiu, eu não sei bem... Você pode ligar pra mãe dela pra saber o que aconteceu?
-Tudo bem... Você ainda tá na escola?
- Não, já tô chegando em casa...
- Ok, eu vou ligar pra ela agora, tenho certeza que ela já tá bem! Desliguei e peguei o elevador, minhas mãos estavam suando e eu estava mais do que nervoso, eu precisava saber que ela estava bem, só precisava saber isso.
Entrei em casa e minha mãe continuava no telefone, assim que me viu ela ficou mais apreensiva. Me aproximei e começei a insistir pra que ela me disesse o que estava acontecendo.
- Ok, ele não sabia... É, eu sei. A gente vai sim, não se preocupa Marie, vai ficar tudo bem. Eu tenho que desligar. — Ela disse.
- Mãe, o que foi?
Ela jogou o celular na mesinha e levou a mão até a cabeça, olhou pro teto e aquilo estava me deixando angustiado, todos tentavam fingir que estavam calmos quando obviamente todos estavam mais do que preocupados.
- Mãe... Eu quero saber, ela tá bem?
- Ela vai ficar, filho. — Ela me abraçou forte.
- Pode me dizer o que tem de errado? — Eu a afastei e estava pronto pra explodir, porque eu não ia aguentar mais um minuto sem saber o que houve.
- Nós vamos ver a Marie e...
- E o quê? Você não vai me falar? Para de tentar me poupar, me diz. — Eu gritei.
- Filho, não grita, fica calmo, isso não vai resolver.
- O que eu quero agora é saber o que houve... Você pode me falar?
- Bom, quando ela caiu, bateu com a cabeça e ela está fazendo alguns exames...
- Então ela não tá bem? Ela bateu a cabeça... — Eu sussurrei a última parte e sentei no sofá, de repente tudo tinha ficado fora do meu alcançe.
- Mas, vai ficar tudo bem. — Ela sentou ao meu lado e me abraçou.
- Então por que você já está me consolando? — Eu a olhei.
- Bom, eu... Estou tentando te animar, a gente vai pro hospital e vê como ela tá e você vai ver que tá tudo bem.
- Então vamos logo. — Eu levantei.
- Por que você não vai tomar um banho? você não vai querer abraçá-la todo sujo. Vai lá...
- Eu não vou demorar, por favor não demora a ficar pronta também.
Fui pro meu quarto e tirei minha roupa, entrei no banheiro e tentava fingir que tava tudo bem, mas o que eu queria era chorar, levei a mão até os meus olhos e esfreguei pra que nenhum vestígio de lágrima ficasse ali. Enquanto a água do chuveiro batia no meu corpo, eu tentava encher minha mente com pensamentos positivos, mas ficava tudo muito difícil. Eu só queria saber como isso aconteceu, como ela pode ter simplesmente caído e batido a cabeça com tanta força a ponto de ter que ir ao hospital? Não faz sentido pra mim.
Saí do banho e fui até o guarda-roupa pra procurar algo pra vestir. Notei que a parte dela ainda estava vazia, mal percebi que estava chorando, peguei logo uma roupa e fechei. Por mais que eu tentasse ficar sério, ou parar de chorar, estava sendo inevitável... Peguei um óculos que estava jogado ali sobre a mesinha, limpei aquelas lágrimas e o coloquei. Tranquei a porta do quarto e saí.Minha mãe estava na sala colocando algumas coisas na bolsa e a Isabeka estava do lado dela.
— Ela não vai... — Eu disse.
- Justin! — Minha mãe disse.
- Tudo bem Pattie. Justin eu só estava ajudando ela... Sei que a Tamara não gosta de mim e eu estou torcendo pra que ela fique melhor. — Ela disse.
Assim que a boca dela fechou percebi que tinha nojo daquela garota e o melhor agora era ignorar ela.
Peguei o celular que tinha deixado dentro da minha bolsa da escola.
- Vamos filho. — Minha mãe disse.
- Pattie, ele não vai comer? — A Isabeka disse.
- Se preocupa com a sua vida. — Eu saí pela porta e não esperei que a minha mãe reprovasse a minha atitude. Apertei o botão do elevador e minha mãe já estava do meu lado. Entramos e ela começou com um discurso de que eu não deveria tratar a Beka assim, que isso não era culpa dela e bla, bla,bla...
Fomos pro carro e minha mãe já sabia onde ficava o hospital, eu fechei a janela do carro e encostei minha cabeça no vidro, tirei o óculos e limpei aquelas lágrimas que insistiam em se formar.
- Filho, você tá chorando? — Ela me olhou.
- Não... — Eu funguei.
- Tá tudo bem, isso não é fraqueza, isso só mostra o quanto você gosta dela e o quanto se preocupa.
- Eu sei mais, é como se a situação tivesse fugido do meu controle! Em um minuto ela estava comigo e agora eu tô indo no hospital ver ela, sem saber como ela tá.
- Justin, olha aqui. Ela vai tá bem, aposto que até amanhã vocês dois vão estar sorrindo juntos de novo.
- Eu não sei, aliás nem sei se a mãe dela vai me querer perto dela. — Eu coçei os olhos e olhei a paisagem pela janela.
- Filho, a Marie não é nenhum monstro...
- Monstro ou não, ela disse algo pra Tamy que deixou ela muito mal ela estava pensando até em fugir... — Eu sussurrei a última palavra.
- Fugir? E você não ia fazer nada em relação a isso?
- Sim... Eu ia junto.
- Ow, isso mesmo. Me mate do coração!
- Mãe, ela precisava de um tempo sozinha, fora daquela casa, mais especificamente daquele quarto, ela estava trancada lá e não tinha nenhuma comunicação com ninguém... — eu expliquei.
- Nem mesmo com você? Você deixou seu celular com ela e a Isabeka viu você indo pra casa dela na sexta a tarde... — Ela me deu um sorriso.
- A Isabeka sabe? Perfeito.
- Não se preocupe ela não vai falar pra ninguém!
- Como você pode ter tanta certeza?
- Confie em mim!
- Em você eu confio, mas na Isabeka não. Mãe, eu não sei o que tem de errado com ela! Ela simplesmente está obcecada em nos separar.
— Ah, ela não tá. — Ela balançou a cabeça negativamente. — Entenda que ela foi sua primeira quase namorada...
- Ela nunca foi minha namorada, eu só... beijei ela algumas vezes.
- O que você espera filho? Garotas criam expectativas são assim que as coisas funcionam.
- Eu não quero falar sobre ela, só... Acelera.
Chegamos após uns 30 minutos no hospital, enquanto estacionava ela ligou novamente pra Marie.
- Já estamos aqui, onde você tá? Não tem mais notícias? Fica calma, fica calma... Estamos indo!
Ela desligou o telefone e saímos do estacionamento, era um prédio enorme e tinham algumas ambulâncias do lado de fora. Era um clima nada agradável, pessoas com um olhar triste saindo de lá, mas tudo bem, ela ia ficar bem.
- Ela tá na recepção? — Eu perguntei.
- Sim, mas no 3° andar ela foi levada pra fazer alguns exames e ela está lá esperando.
- Ela não vai achar ruim por eu estar aqui também? — Eu perguntei.
- Lógico que não. Justin, ela não é um monstro, eu já disse. Ela só estava em uma situação em que qualquer mãe ficaria decepcionada.
- Você não ficou decepcionada...
- Você é um menino. E isso nem foi tão ruim comparado as coisas que você já fez. Vamos logo e para de pensar que a Marie vai falar algo! Ela não vai, vai ficar tudo bem.
- É só isso que eu escuto... Vai ficar tudo bem.
Logo estávamos lá dentro, indo em direção ao terceiro andar. Saímos em um longo corredor e a direita ficava uma recepção, algumas cadeiras e uma TV ligada, havia apenas uma mulher ali sentada e ela não assistia, sua mão cobrindo o rosto, o nervosismo era perceptível. A medida que nos aproximávamos, percebia seus dedos tremendo freneticamente, me mantinha mais atrás, porque de algum modo eu achava que a deixaria mais nervosa. Minha mãe não teve medo e logo se pôs ao lado dela, a Marie a olhou e respirou fundo, tentou segurar as lágrimas mas prefiriu escondê-las no ombro da minha mãe quando percebeu que não poderia evitá-las.
- Eles não me dizem nada... — Ela disse tentando manter o tom baixo pra que não chamasse atenção.
Começava a achar que nada ia ficar bem, a mãe dela não estaria assim se não fosse algo grave.
- Eles estam fazendo os exames e estão apenas confirmando que ela está bem e aí eles viram aqui! Pode ter certeza! — Minha mãe a confortava.
Ela levou um lenço aos olhos e secou as lágrimas, deu um sorriso que mais parecia pra reconfortar a ela mesma do que pra convencer a minha mãe de que ela ficaria mais calma.
Ela ia sentar mas me notou ali, eu desviei o olhar, mas quando finalmente a olhei nos olhos percebi que ela começou a chorar novamente.
Apertei os olhos pra manter um raciocínio lógico e evitar o meu choro também, não achei que vê-la assim fosse me afetar tanto.
Ela deu passos pequenos e inseguros em minha direção, mas eu dei passos rápidos e cheguei até ela e a abraçei. Ela chorou mais e tentou segurar, eu a abraçei mais apertado esperando que ela se sentisse melhor.
- Você não sabe como aconteceu? — Ela disse em meio a soluços.
- Não.. Me desculpe. — Minha voz falhou. — É minha culpa não é? — Fechei os olhos e pude ver claramente o momento que ela saiu do refeitório, mordi os lábios com força e uma lágrima caiu.
- Não foi sua culpa. — ela se separou de mim. Deu um sorriso largo e limpou aquela lágrima que eu tinha relutado pra que não me escapasse. — Se estivesse ao seu alcance tenho certeza que nada teria acontecido!
- Pode ter certeza que eu estaria no lugar dela se fosse necessário.
Sentei em uma das poltronas, cobri meus olhos com as mãos e chorei, como nunca tinha chorado antes, eu estava cansado de segurar, se desde o momento que eu soube que ela não estava bem o que eu mais queria era chorar. Eu não posso ser forte o tempo inteiro, certo? Eu queria ser forte, mas a única pessoa que me dá força agora tá lá, num quarto de hospital, sendo examinada e eu não posso nem saber o que ela tem, como ela tá, como vai ficar. E ver a Marie assim só me deixa mais triste, mais impotente, é frustante não poder fazer nada.
- Filho, não chora. — Minha mãe tentava limpar as lágrimas e me beijava como se aquilo fosse me acalmar, não era como quando eu era pequeno, ela não pode beijar o meu ferimento e dizer que agora tá tudo bem. Ela não pode me reconfortar e sei que isso a machuca.
- Que horas ela chegou aqui? — Eu levei a mão aos olhos e sequei de vez aquelas lágrimas.
- Há 4 horas atrás. Eles já deviam ter dito algo! — A Marie disse.
- Essas coisas demoram, mas me diz, ela só caiu? — Minha mãe perguntou.
- É. Mas, não foi só uma queda sabe? A coordenadora foi avisada por alguma menina que ela estava caída no banheiro. Ao que parece ela bateu com a cabeça e... tinha muito sangue... Eu não sei. — Ela quase não conseguiu terminar a frase e eu estava quase tampando os meus ouvidos pra não ter que ouvir aquilo e ter pensamentos mais negativos ainda.
- Marie, você já comeu? — Minha mãe perguntou.
- Me desculpa Pattie, mas... Fome não é a minha prioridade agora. — Ela disse.
- Eu entendo, nessas horas o nosso estômago embrulha, é totalmente compreensível. Mas Justin, você tem que se alimentar, vamos comigo até lá embaixo, você se alimenta e volta. — Ela me puxou.
- Tenta extender esssa sua compreensão pra mim também, não tô com a mínima fome! — Eu me aconheguei mais na poltrona.
- Justin... — Ela me olhou.
- Você vai lá e me traz um café? É o suficiente. — Eu disse.
- Por enquanto, assim que soubermos de notícias você vai descer e comer!
Ela foi em direção ao elevador e ficamos apenas eu e a Marie. Ela sorriu pra mim e mexeu na sua bolsa. Alguns minutos depois tirou meu celular e eu fiquei espantado, não queria discussões agora.
- É seu não é? — Ela disse.
- Talvez.
— Eu não tô brava, não mais... É uma linda foto. — Ela olhou pro visor e lembrei que o papel de parede era uma foto minha e da Tamy nos beijando, ainda fotos do cruzeiro.
- Me desculpa, eu nunca quis contrariá-la, mas eu precisava saber que ela estava bem antes de dormir. — Eu peguei o celular.
- Não se preocupe, talvez eu tenha exagerado. Mas quero que entenda que foi difícil pra mim, em um dia ela ainda era a minha bebêzinha, ainda pequena e frágil e no outro dia eu soube que ela e você estavam dormindo... juntos. Foi como se tivessem me arrancado a minha filhinha, o tempo passou e eu não vi e agora ela já estava quase uma... mulher. Foi demais pra mim, eu fiquei arrasada.
- Me desculpe, não estou dizendo que foi certo ela ter mentido, porque não foi. Mas, somos adolescentes, estávamos nos divertindo e eu nunca deixaria nada de ruim acontecer enquanto ela estivesse comigo.
- Eu sei, eu já fui uma adolescente, mas como uma adolescente eu cometi tantos erros que eu não queria que ela cometesse e naquele momento parecia que ela estava começando a cometer todos aqueles erros e eu não ia deixar, mas o que eu não percebi é que eu não tive sorte, mas ela sim... Ela tem você, que é o certo pra ela agora e quem sabe...
- pra sempre. — Eu completei.
- Não se sinta pressionado por estar do lado da mãe dela, eu já fui jovem e sei que a gente tem muitos romances e tem muitas outras garotas assim como tem muitos outros garotos. — Ela disse.
- Eu não me sinto pressionado, nunca tive tanta certeza de algo na minha vida, eu não quero ser parte dos "outros garotos" da vida dela, eu quero ser o garoto, eu quero ser o homem da vida dela. — Ela apenas sorriu. — Sabe, há alguns meses atrás, você realmente não ia querer a sua filha ao meu lado, eu era o garoto que adorava partir o coração das garotas, era como um hobbie, mas mudou quando eu conheci ela, ela me faz querer ser melhor, querer ser perfeito pra poder ficar com ela, antes eu não ficaria em um hospital e tão emocionalmente instável por uma garota, a não ser que essa garota fosse a minha mãe. Ela faz o impossível... Faz com que eu acorde todos os dias amando ela mais do que amava antes.
- Quando ela acordar vou fazer de tudo pra que você possa ficar mais ao lado dela até do que eu mesma, eu a privei por muito tempo de você e acho que não fez bem pros dois! Eu só estava tentando fazer o certo! Mas fiz besteira né? Mas não se preocupe. Eu vou concertar! — Ela sorriu.
Após esperarmos algumas horas angustiantes, uma enfermeira disse que o médico estaria ali pra lhe falar de tudo em detalhes em 5 minutos. Já eram quase 6 da noite e aquilo estava virando uma tortura. Minha mãe me pedi pra comer de meia em meia hora, mas tava difícil até de beber água.
- Ali, ele é o médico! — A Marie levantou e se direcionou ao médico. — Você pode me dizer agora o que ela tem?
- Vem mãe... — Eu levantei mas minha mãe me puxou de volta.
- Não Justin, não vá atrapalhar, ela vai nos dizer como ela tá.
Notas finais
Tudo bem com vocês?
Queria agradecer pelos reviews do capítulo anterior! Amei T-O-D-0-S!
Queria me desculpar por passar aquele tempo todo sem postar, juro que não foi por querer, por mim postaria todos os dias e escreveria todos os dias!
Mas eu não tinha capítulos salvos :/ E tava sempre muito ocupada! Aí quando vinha pro PC era só pra escrever mesmo, até as redes sociais meio que abandonei, mas essa semana tô mais livre e vou postar!
Queria muito dedicar esse capítulo pra essas leitoras:
twiggy
ela fica com saudade dos meus capítulos, ama minha FIC e quer matar a Isabeka. #UP
BiaGrape
Me perdoou (: Sinto mais aliviada agora!
LT-MOD
Amo os seus reviews, sério tava com saudade!
Dudinhasg
Fez um mega elogio ao capítulo! Me senti por uns segundinhos uma boa escritora!
AnnieTopz
Sempre querendo me matar, kkkkkk #EuMereço mais amou o capítulo.
nessag5
que achou que eu tinha morrido, mas estou vivinha o/
Analine_Bieber
Que tava com saudades de mim e que adorou o capítulo e tá super feliz por eu postar a semana inteira!
Marian
Que vinha todos os dias ver se tinha capítulo novo! Me perdoa, sério, agradeço muito por você ler e amo todas as suas reviews!
jeeh_bad
que ficou que nem criançinha quando ganha doce! hahaha Ah e odeia a Isabeka só pra constar!
Mille15
super entusiasmada com o capítulo! Muito fofa viu?
lilianebieber
que é leitora nova e é mais do que bem-vinda!
giovannaps
que me faz ficar com a consciência pesada! Sempre escreve "Para de nos abandonar? Por favor ):" E faz eu me sentir a maior megera na face da Terra. Sério, amo suas reviews!
letycia_gomes
que ama a Clarice *.* vamos montar um FC pra Clarice juntas, kkkkkkkkkk
dudamarszalek
E eu queria dedicar especialmente pra ela, que me deixou uma review que me fez chorar! Fico tão feliz quando recebo reviews que nem a dela, ela faz as amigas dela lerem, recomenda e eu fico muuuuito feliz, juro! Se machucou inteira por mim *o* #mesentindoimportante Deixa todo mundo na casa dela louco pra saber quem sou *------------* Sério, esse capítulo tá mais do que dedicado pra você, você pode me considerar sua melhor amiga o quanto quiser, não mordo :3
*~*
Queria dizer que fico mega feliz de fazer parte da vida de cada uma das minhas leitoras, nem que sejam apenas alguns minutinhos que vocês tiram pra ler minha história! Eu lembro de cada uma, TODOS OS DIAS, quando tô escrevendo penso o que cada uma vai achar e tento não escrever lixo pra leitoras tão preciosas como vocês! Por favor me Desculpem, amo muito vocês #cry
Se vocês pudessem me ver agora, iam rir muuuito da minha cara de bobona, fato!
p.s: Sabe qual o meu sonho? fazer um video chat com as leitoras que tivessem Skype *.* Sei lá, é que nem conhecer pessoalmente! Ia amar conversar com vocês!
p.s: BiebsGirlfriend sinto muuuito sua falta! E assim que o nyah colaborar deixo sua recomendação!
p.s.: a ordem não altera o meu afeto e amor por todas!
JBeijos :*
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