Não interrompemos o beijo nem por um segundo e parecia que íamos morrer se desgrudássemos nossos lábios nem que fosse por um instante. De olhos fechados ele me sentou na pia do banheiro, partimos o beijo porque nossos pulmões imploravam por ar. Mas ele tratou de distribuir beijos pelo meu pescoço e colo, meu corpo se arrepiava cada vez que seus lábios encostavam na minha pele. Enfiei minha mão por dentro da sua blusa e passei as unhas gentilmente pelo seu abdomen, ele subiu os beijos e nvoamente seus lábios foram de encontro aos meus, suas mãos subiam pela minha barriga até chegar nos meus seios.

Eu gemi baixinho assim que começou a massagear meu seio, desci minha mão pela sua barriga lentamente e ele se arrepiou. Paramos de nos beijar por um instante e tínhamos nossas testas coladas, nos olhávamos nos olhos e ele tinha um sorriso bobo no rosto.

Ele puxou minha mão devagarzinho e levou até o seu membro que já estava ficando rigído . Eu apertei com força e ele gemeu baixinho. Eu sorri e encostei nossos lábios, mordi com força seu lábio inferior e ele levou sua mão até minha nuca me puxando para um beijo.

- Abre a porta velho, por favor. — Um garoto bateu na porta.

Justin não ligou e continuou me beijando.

- Rápido... Rápido — o garoto batia desesperadamente.

- J... — Eu disse baixinho.

- Argh. Cara vai em outro banheiro. — Ele disse irritado.

- Abre cacete, os outros estão ocupados.

- J, melhor a gente ir. — Eu disse levantando da pia.

- Não shawty. — Ele fiz biquinho.

- Estamos saindo. — Eu falei.

- Que bom! Dá pra apressarem aí? Só se quiserem... — O garoto disse irritado.

- Vem J. — abri a porta e o puxei. O garoto correu pra dentro do banheiro e trancou a porta.O puxei de volta pra sala mas ele parou de andar.

- Quê? — Eu perguntei.

- A gente podia, ir pra outro lugar... — Ele disse.

- J, a gente tem muito tempo e lugares e esse definitivamente não é o lugar. — Eu disse.

Nesse momento o garoto saí do banheiro e o J olha pra ele como se não acreditasse no que tava vendo.

- Era pra isso? Você não podia fazer isso no jardim? — Ele disse indignado.

- Foi mal, dude. — Ele disse e deu as costas pro J.

Ele me olhou e deu um sorriso.

- Não mesmo, J. — Percebi que ele queria voltar no banheiro, mas eu não ia voltar lá.

Voltamos pra sala e parecia que estava rolando alguma brincadeira, todos tavam sentados no sofá formando uma roda, até a Nick e o Chaz estavam lá. Nem sinal da B e do Ryan.

Olhei pra porta e percebi o Math e o Michael conversando, sorri automaticamente, ele estava impecável, uma jaqueta preta linda e ao que parecia ele tinha cortado o cabelo também.

- J, o Math tá ali, posso ir falar com ele?

Ele olhou respirou fundo e perguntou. — Por quê?

- Porque ele é meu amigo e eu quero ser educada, você pode sentar no sofá e olhar, até se aproximar se achar que tá rolando algo de errado.

-Tá, mas não demora. — O J falou e foi sentar.

Fui rapidamente até onde ele estava, assim que me aproximei senti no ar aquele cheiro doce e cativante do primeiro dia que conheci ele. Abri um sorriso e ele correspondeu assim que me viu.

— Oi moranga. — Ele disse e me abraçou inesperadamente.

- Oi e não me chama de moranga. — Eu disse partindo o abraço.

- Desculpa moranga, não vai se repetir. — Ele disse rindo.

- Vocês se conhecem? — O Michael disse.

- Sim, do cruzeiro. — Eu disse.

- Math, você fazendo novas amizades? — O Michael falou impressionado.

- A moranga é especial, ela é... diferente. — Ele disse e lançou aquele olhar que me deixava sem reação.

- A... Não sou moranga. — Disse finalmente.- E você que tá diferente na verdade...

- Estou é. — Ele lançou olhar de galã.

- Cortou o cabelo... E na verdade ficou mais sexy com esse corte. — Eu admiti.

- Obrigada. — Ele disse com um sorriso fraco e então eu percebi que não tinha mais piercing na boca.

- Cadê o piercing? — Eu apertei a maça do seu rosto e mexi pra um lado e outro.

- Tirei. — Ele resmungou.

- Por quê? — Tirei a mão do seu rosto.

- Minha mãe me obrigou, ela disse que eu devia tirar pra parecer um bom aluno amanhã. E eu atendi, mas eu vou colocar de novo assim que deixar uma primeira boa impressão.

- Ele disse e passou a mão pelo cabelo.

- Então é oficial? — O Michael disse.

- É, amanhã de manhã começo, se der certo. — Ele disse.

- O que te fez sair da caverna e vir pra essa... festa. — Falei lembrando do ambiente que estava.

- Cansado do meu pai e também queria falar com o Michael, eu estava só de passagem mas, acho que vou ficar mais um pouco... — Ele disse.

Olhei pro lado e o Justin estava inquieto olhando pra nós.

- Ei velho, vamos se juntar na roda, preciso beijar umas garotas. — O Michael disse.

Cheguei perto do sofá e a Nick logo me notou.

- Vem Tamy, entra na roda. — A Nick me puxou.

O J abriu o espaço no sofá e eu me sentei ao seu lado. Fiquei apenas observando algumas rodadas e percebi que eles giravam a garrafa se fosse menino e menina ou beijavam ou bebiam um copo de cerveja.No começo eu estava apenas rindo e o J também, até que a intrometida da Marcela chegou e se sentou em um canto. Logo tudo perdeu a graça, ela encarava descaradamente o J e eu ficava me roendo por dentro, queria bater nela, na verdade. Mas a única coisa que fiz foi envolver minha mãe na sua e tentar mudar o foco.

A garrafa girou e parou em mim e na Marcela, sinceramente eu não sabia o que ia rolar, porque beijar ela não ia rolar, nem que fosse no rosto.

- Duas garotas, equivale uma pergunta. Marcela, pergunta! — Um garoto estranho disse.

Argh! Perfeito!

- Você é virgem? — Ela foi bem direta.

- Na verdade eu sou de capricórnio. — Eu disse e todos riram.

- Vejo que alguém aqui está fugindo da real pergunta. — Ela disse.

- Não. — Eu neguei.

- Se eu quisesse saber seu signo eu perguntava... Você sabe muito bem qual foi minha pergunta.

- Se eu quisesse que você soubesse da minha vida eu te contaria. — Eu disse.

- Parece que alguém não sabe jogar... — Ela disse.

- Verdade, vai responder ou não? — O Michael falou.

- Não, claro que não. — Eu disse.

- Então bebe! — Ele me apontou um copo enorme cheio de cerveja.

- Isso é ridículo. — Eu disse indignada.

- Você não tem que beber se não quiser, a gente pode ir embora. — O J sussurrou.

- Bebe, bebe, bebe, bebe... — Começou um coro e até mesmo a Nick gritava.

- Tá bem, tá bem, ok... — Eu levantei e tomei o copo de cerveja da mão dele. Olhei pra todo mundo, tomei coragem e virei tudo de uma vez. Aquela cerveja era a pior bebida que eu já tinha tomado.

Sentei no sofá e todo mundo vibrou com aquele simples ato estúpido.

POV Justin.

Todo mundo batia palma e vibrava, até agora tava tudo bem, era apenas um copo, estava torçendo pra que ela não bebesse mais e perdesse o controle.

Ela sentou ao meu lado e parecia bem, por enquanto.

- Tem certeza que quer continuar nesse jogo estúpido. — Sussurrei no seu ouvido e agarrei sua mão novamente.

- É divertido e eu não vou mais ficar sem responder. Essa é a única pergunta idiota que não merece resposta. — Ela disse olhou rapidamente pra Marcela e me puxou para um beijo, era como se estivesse marcando território, mas tudo bem isso ia matar dois coelhos com um tiro só, já que o Math obviamente olhava pra ela a cada 2 minutos. Quem sabe assim ele se toca que ela é minha.

Mais algumas rodadas e caiu na Monique e no Jake, a confusão ia ser agora.

- Ela não vai beijar ele, ela tem namorado. — O Chaz falou.

- Ok. Vamos estabelecer um regra. — O Michael falou levantando.

- Quem tem namorado ou namorada e acabar caindo com menina se for menino ou menino se for menina bebe 2 copos de cerveja!

- Tá bom. — A Monique disse, ela era fã de cerveja e podia notar o porque dela nem ter protestado.

Bebeu os dois copos normalmente, e após umas 3 rodadas a garrafa caiu em mim e em um garoto que nunca tinha visto antes. Infelizmente ele perguntava, vamos torcer pra que ele não esteja bêbado demais e não me pergunte idiotices.

- Qual o lugar mais legal que você transou com uma garota? — Ele perguntou.

Responder ou não? Definitivamente foi na sauna com a shawty, mas será que ia ficar óbvio? Será que eu podia responder?

Olhei pro seu rosto e ela estava inexpressiva, afinal se eu disser não vão saber que foi com ela, vai ser só um lugar eu e ela sabemos, mas pra eles vai ser só um lugar. Argh merda!

- Sauna. — Disse rapidamente.

- Hohohoho, Biebs. — O garoto disse.

Eu não sorri fiquei apenas na minha e ela também, talvez tenha sido a melhor forma dela reagir.

E eu estava esperando que ela não me matasse mais tarde.

Depois de mais algumas rodadas parou nela e no Nathan, droga ela ia ter que beber de novo.

- Shawty, vamos sair logo desse jogo. — Eu disse impaciente.

- Foi mal Justin mas se ela sair agora vai ter que beber do mesmo jeito. — O desgraçado do Michael disse.

Perfeito, até agora 3 copos de cerveja, se continuasse assim ela ia ficar bêbada em meia hora.

- Me dá logo. — Ela falou.

Tomou os dois copos rapidamente, parecia que ela estava até bebendo água. Se sentou novamente e apoiou sua cabeça no meu ombro.

- Se sentindo tonta? — Perguntei e envolvi minha mão na sua cintura.

- Ainda não. — Ela disse e agarrou minha mão acariciando.

Sorri involuntariamente, ela era carinhosa espontaneamente e eu ficava um bobo com isso.

Depois de muitas rodadas bebendo porque caia apenas em meninos eu podia considerar que sim ela já estava bêbada e como uma bêbada teimosa não queria sair da brincadeira.

- Amor, a gente não vai mais brincar. — Eu disse.

— Os meninos vão ficar zangados. — Ela disse e fez biquinho.

- Eu vou ficar zangado se vocês beber qualquer coisa que não seja água.

- Ok, eu não vou beber mais. Mas quero ficar até o fim. — Ela falou rindo abobalhada.

Me virei pra pedir ajuda a Monique mas ela estava mais bêbada que ela, essa é a última vez que a Tamy vai colocar álcool na boca dela enquanto eu estiver por perto, ela fica feito criança teimosa. A garrafa girou mais uma vez e pra minha maldita sorte ficou entre ela e o Math.

— Ela não vai beber. — Eu falei.

- Então beija o Math. — o Nathan disse.

- É. — o Michael concordou.

- Não, ela não vai beijar ele e nem beber. — Eu disse, ela apenas olhava confusa enquanto nós discutíamos.

- Eu não quero que ela beba. — O Math disse.

- Cara, você não faz as regras se ela não beber ela vai te beijar. — O Michael disse, e eu realmente não estava gostando desse cara.

- Hey, hey... Eu decido o que faço. — Ela se levantou e disse alto.

- Shawty. — Eu me levantei do lado dela.

- Eu não vou beber. — Ela disse e todo bateram palmas e começaram um coro de "beija, beija". — Shhh... — Ela continuou. — Mas eu não vou beijar ele, eu tenho namorado. — Ela disse e segurou minha mão.

- Num vai beijar? bebe. — O Nathan insistiu.

- Eu não quero que ela beba e não precisa me beijar. — O Math disse.

- Cara, que idiota. — O Michael disse.

- Tenho uma proposta e acho que todo mundo vai concordar. — Um garoto se levantou. — ela não vai beber e obviamente não vai beijar ele por causa do namoradinho... Então ela sobe na mesa e faz uma dança rápida de dez segundos. — O menino disse.

Todo mundo gritou e parecia concordar com aquela sandice.

- Isso é ridículo, ela não vai fazer isso. — Eu protestei.

— Amor. — Ela segurou meu rosto e me olhava nos olhos. — É só uma dança estúpida, dez segundos, prometo que vou dançar pra você. — Ela disse e deu um passo em cima da mesa.

- Shawty, não... — Eu a segurei.

- Pode contar. — Ela disse.

Subiu em cima da mesa e começou a chutar os copos de cerveja que tinham ali em cima.

Percebi o Math andar rapidamente e chegar ao meu lado.

- Não deixa ela fazer isso. Faz alguma coisa... — Ele disse.

- Eu tô tentando, mas ela é uma teimosa. — Eu disse irritado. — Amor, desce, chega. — Eu disse super grosso, mas ela estava muito louca pra entender que eu realmente estava chateado com aquilo.

- Começa a conta-ar. — Ela cantou. — Aumenta o som Michael. — Ela disse.

O Michael fez o que ela disse e começou a tocar super alto a música If I was you. Ela rebolava sensualmente enquanto passava a mão pelo seu corpo, e eu queria me matar por dentro por ela estar fazendo aquilo, olhei ao redor e todos os garotos estavam gritando feito loucos. Ela estava dançando pra mim e me olhava de um jeito que estava me deixando louco, não sei como ela conseguia mas me fazia sentir duas coisas ao mesmo tempo, raiva e tesão.

Olhei pro lado e o Math estava com as mãos fechadas em punho e olhava pra cada um dos garotos.

— Tira ela da mesa velho, você num é a porra do namorado dela? — Ele disse irritado.

Ele tá certo, vou arrancar ela dessa mesa agora.

- Bela namorada. — A Marcela chegou e passou sua mão pelo meu ombro.

- Hey, vadia. Tira a mão dele. — A Tamy gritou irritada.

- Eu sou a vadia e você que tá dançando para os garotos? — Ela riu.

- Eu só tô dançando diferente de você que já deu pra todos daqui. — A Tamy riu.

- Justin, Justin... — a Marcela disse me puxando.

- Me solta vadia. — Eu a empurrei.

Quando olhei de volta a Tamy desceu da mesa e foi direto pro pescoço dela. Agarrou com força e lhe deu um tapa na cara.

— Justin eu te ajudo a separar e você leva ela pra cozinha, dá uma água pra ela. — O Math disse e começou a tentar tirar a Marcela das mãos da Shawty.

- Não grita sua vadia. — A Tamy disse e agarrou ela pelo cabelo fazendo ela ficar em pé.

O Math colocou força e puxou a Marcela, eu agarrei ela pela cintura e a levei em direção da cozinha, ela estava com bastante força, ainda continuava chutando o ar e gritando.

Notas finais
Oiiiiiiii *.*
Como vocês estão? Tá os reviews predominaram sobre aquelas fotos megaaa sensuais do Justin, kkkkkkkkkkkk
Gente, aquelas foram as melhores fotos que já tiraram dele #ever
Ele devia ser modelo da Calvin Klein, aaaaaaaaaa eu ia morrer, se aquelas fotos estavam de baixa qualidade e já tava aquela BieberConda super a mostra imagina numa câmera HD, ele sód e cueca, What is fucking air? Eu ia passar mal, juro.
Nessas horas eu queria ser a vadia da Selena, sim. Eu ia amar ter aquela Bieberconda me possuindo [tá, desculpem o linguajar vulgar]
Enfim, reviews?
JBeijos :*
P.S: Driblei meu daddy por vcs >