Notas iniciais
Então lá vai mais um ...

À noite Joaquim foi embora, e Alfonso ficou mais aliviado com isso. Ele ainda estava no escritório organizando os tais papeis quando Jasmine entra em seu escritório com a expressão nada boa.
– Alfonso por que fez isso?! — disse ela incrédula.
Ele se levantou na poltrona de couro. — Isso o quê? — perguntou sem entender.
– Ahhh não sabe? – disse ela irônica. – Você intimidou o Joaquim.
– Ah isso? – disse ele mais aliviado. – Os responsáveis fazem isso.
– Mas você se esqueceu de que "você" não é meu Pai. – ela deu ênfase.
Alfonso franziu o cenho encabulado com as palavras dela.
– Agora entendo por que nunca namorou, quem iria lhe aguentar?! – Jasmine saiu de lá.
Ao bater a porta, Poncho esmurrou a mesa de irritação. Mas estava acima de tudo triste...Mas ao menos ela não o via como um pai , por que já imaginou o quanto seria difícil essa situação .
Na manhã seguinte ele acordou e foi direto para o banho, ao sair vestiu uma calça jeans azul clara e uma camiseta de manga longa azul, mas antes que pudesse abotoar os botões alguém bateu em sua porta. Quando ele abriu deu de cara com Jasmine.
– Jaz ? – disse ele com sobrancelhas erguidas.
– Bom dia. – sorriu tímida. – Eu vim... Te pedir desculpas por ontem a noite. – disse acanhada. – Eu sei que tudo o que você faz é pro meu bem. – disse cabisbaixa. – Me perdoa? – perguntou fitando-o nos olhos.Ele sorriu.
­ – Tudo bem. – tirou uma mexa caída sobre seu rosto e a colocou atrás da orelha. — já estou acostumado ao seu jeito de ser.
Só nesse espaço de tempo ela pode ver que o peito de Alfonso estava à mostra, e como ele era lindo, definido e sensual. Ela teve vontade de acaricia-lo, mas se conteve.
– Vamos tomar o nosso café da manhã. – ele interrompeu seus pensamentos enquanto abotoava a camiseta.
O dia passou calmo, nada muito diferente, Jasmine em seu quarto e Alfonso no escritório.
[...]
Os meses foram se passando, o namoro de Jasmine não estava indo muito bem, pois ela tinha suspeitas de que Joaquim estava com outra. E suas amigas estavam preocupadas e por isso ligaram para Poncho para avisa-lo.
No mesmo dia ele foi ao colégio, mas primeiro conversou com Madson e Jessy
– Meninas muito, muito obrigado por me avisarem. – agradeceu ele sentando-se na cadeira.
– que isso Alfonso. – Madson sorriu. – Agente te avisou porque estamos preocupadas com ela.
– É verdade e também por que já percebemos que você se importa muito com ela – Sorriu Jessy.
– Mas a Jasmine não se abre comigo o que eu faço ? – Disse Alfoson super confuso
– Não se abre por que é burra – Saiu o pensamento alto e malicioso de Madson
– Madson agora não – Olhou Jessy incrédula
– Já sei que tal levamos ela pra esquecer um pouco daqui podíam ir para casa do lago , ela , vocês e os meninos .
– Boa ideia – Concordou Jessy – Faz tempo que não vamos lá
– Você também vai né ? – Madson o perguntou
– Acho que não seria uma boa ideia , não sou tão jovem pra ficar entre vocês mais .
– Para Alfonso , você é jovem sim – Madson o respondeu
– E Não cairia bem a Jaz ficar com dois casais sendo que ela está em um momento triste – Disse Jessy para convence-lo
– Okay então vou resolver o problema com a Jaz e espero vocês as 16:00 horas lá em casa – Disse ele convencido
As duas assentiram . Depois de alguns minutos ele bateu na porta do quarto de Jasmine .
Ela estava chorando agarrada a sua boneca, mas quando escutou os leves batidos, sentou-se e limpou as lagrimas.
– Pode entrar! – gritou Jasmine.
Alfonso assim fez entrou e viu seu estado, ela estava com os olhos inchados de tanto chorar e isso partia seu coração. Ele caminhou em direção da cama que ela estava e sentou-se de frente para ela.
– Vai me contar o que houve? – perguntou terno enquanto lhe acariciava o rosto.
– Pra quê? — indagou. – Pra você dizer "eu te avisei" como faz todas às vezes. – disse ela chorosa.
Ele sorriu de leve. – É verdade, eu faço isso, mas dessa vez não irei. – ele prometeu.
Ela viu confiança em seus olhos esverdeados – Acho que o Joaquim está me traindo.
– E por que desconfia? – perguntou ele.
Ela abaixou a cabeça. – Porque... Ele quis coisas que não pude dar.
– Entendi! – concordou ele travando a mandíbula. – Mas você tem que ter certeza! – disse se levantando.
– Venha comigo e vamos comprovar isso. – estendeu a mão. – Onde Joaquim está?
– Ele disse que iria para casa já . – respondeu ela confusa. Era sexta então apos a aula os alunos já estavam liberados .
– Vamos atrás dele então. – anunciou Poncho.
Eles viram Joaquim entrar no carro que provavelmente era dele, e saiu em disparada, Alfonso o seguiu. Ele parou em uma casa e entrou nela. Alguns minutos depois ele saiu acompanhado de uma garota. Ela entrou no carro e o carro saiu em disparada novamente, depois de alguns minutos seguindo Joaquim, ele parou em um Motel e entrou lá.
– Já não preciso ver mais nada. – disse Jasmine angustiada.
Alfonso retirou o sinto e se virou para ela.
– Jaz olhe pra mim. suplicou ele. Ela o fez. – Não fique assim, ele não merece. – pegou-lhe a mãos dando-lhe conforto.
– Vou tentar. – ela sorriu entre as lagrimas que insistiam em cair.
– Quer saber. – disse ele de repente se endireitando no banco. – Você não volta pro colégio. – colocou o sinto.
– Como? – perguntou ela confusa.
– É isso mesmo. – disse ele. – Você vai pra casa e Pois temos planos pro final de semana já
– Mas pra onde? – quis saber ela.
Ele a fitou e sorriu. – Você vai gostar confia em mim !
Ela sorriu. – Então... Tá.
–Então vamos lá. — disse ligando o carro.

Notas finais
Acho que por hoje é só