Meu Querido Tutor
12 Capítulo 12
Notas iniciais

— Jasmine , ao menos me responde já tem 4 horas que estou aqui batendo em sua porta e você não dar sinal de vida. — Poncho implorava . — Pela a milésima vez eu te peço abre a porta . — Estava desesperado
Jasmine se manteve calada estava muito brava , e queria pensar um pouco sobre o que ela faria em relação a eles , se parava ou continuava . Depois de mais um tempo resolveu falar com o Poncho pois uma hora ou outra teria que enfrenta-lo .
— Oi ? — Ela abriu a porta e o avistou com a cabeça baixa .
— O que aconteceu , Porque você está assim comigo eu te fiz algo ? — Ele estava preocupado
— Ainda tem a cara de pau de pergunta ? — Bufou ela — Faça me o favor né Alfonso .
— Me chame de Poncho por favor , o que eu te fiz não estou entendendo nada ? — Estava confuso .
— Passar a noite com a ex é normal para você ? — Perguntou ela— E não me contar sobre isso ? Ainda te perguntei mais cedo e você disse que não fez nada ontem a noite . — Falou irritada
— Ah era isso ? — Sorriu
— Era isso ? isso é muito para uma menina de 17 anos que não tem nem como competir com a a ex noiva — Irritou se Jasmine
— Eu não te disse por que não foi algo importante , e também não me lembrei ,até por que não teria nada a te esconder , — Sorria aliviado — E você não vai competir com ninguém , eu te amo Jasmine e é de verdade , não quero nenhuma outra — Puxou ela para um abraço.
— Será — Se fingiu de brava ainda — Me promete que não vou ser apenas um brinquedo para você ? — Olhou para ele
— Prometo que serei fiel a você minha princesa — Beijou-a
[...]
Nos dias seguintes Joaquim corria atrás de Jasmine novamente queria voltar a namora-la, mas a mesma não queria nem saber disso. Mas isso já estava a irritando, pois Joaquim toda hora tentava beija-la . O que deixava Clara intrigada do por que Jasmine não queria um cara como o Joaquim , que era do estilo que Jasmine sempre teve uma queda .
Na empresa tudo estava voltando aos trilhos, pois Poncho havia mostrado os desenhos de Jasmine que por sua vez tinha sido um sucesso absoluto e eles já estavam fazendo as roupas . O próprio estava muito mais aliviado, pois os negócios estavam dando muito certos como jamais havia dado, e isso tudo ele deve a Jasmine pelos seus desenhos magníficos. Porém só queria contar a Jasmine no final de semana . Já que a mesma estava achando que depois dele vê-lo os desenhos de Clarice o dela seria só desenhos infantis e se ele coloca-se em pausa para ser escolhido os sócios iam querer os desenhos de quem já era uma profissional do ramo como a Clarice .
— Oi meu amor tudo bem ? — Perguntou Jasmine assim que atendeu o telefonema.
— Melhor do que nunca — Respondeu ele — Saudades já meu amor .
— Final de semana está logo ae meu anjo para nós matar essa saudades — Ela disse empolgada.
— Ah mais ta longe meu amor, queria você agora — Disse ele bobo — Há e lembrando agora o primo Carlos chamou nós para ir a sua fazenda nesse fim de semana , o que acha ?
— Pode ser faz tempo que não vamos lá — Disse ela — Vai ser legal .
[...]
Como todos os finais de semana Alfonso estava à espera de Jasmine do lado de fora do colégio, encostado em seu carro . Com os olhos verdes brilhando e com um sorriso lindo no rosto.
Já Jasmine caminhava graciosamente, parecia flutuar parecia mais uma modelo desfilando em uma passarela, com seus olhos brilhantes e seus lábios curvados em um lindo e sedutor sorriso. Seu rosto rosado, já estava corado só de fitar Poncho com aquele sorriso safado.
Quando em fim ela chegou perto dele, Poncho abraço-a segurando-lhe pela cintura. E se deu um beijo quente. No começo sem língua, mas quando ambas se tocaram, Alfonso e Jasmine sentiram-se estranhos, era uma nova sensação. Como se o sentimento estivesse aumentando a cada batia do coração.
Cessaram com vários selinhos no final. Poncho segurou-lhe o rosto com as duas mãos. Eles estavam tão apaixonado que nem perceberam os olhares dos pais e alguns alunos que ali estavam.
— Tá pronta para o final de semana? — perguntou ele sorrindo.
— Estou sim! — Jasmine respondeu.
— As malas já estão prontas, o Piter que arrumou a sua. — disse ele.
E assim os dois seguiram para a tal fazenda. Durante o percurso eles passaram por paisagens lindas e chamativas. Umas montanhas, cachoeiras cristalinas, em fim uma flora muito rica, junta ao céu azul sem nenhuma nuvem. E uma fauna também muito diversa, com pássaros, cervos .
Uma hora depois finalmente chegaram à fazenda. A fazenda era cheias de pinheiros ao redor da estrada na entrada e os colchetes pintados de branco. Mais ou menos 1 km de pinheiros logo chegou os coqueiros.
E lá na frente se via um casarão moderno, enorme e muito bonito com um chafariz na frente e um lago. Ele parou o carro na porta da casa, desceu, abriu a porta para Jasmine e foi pegar as bagagens. Seu primo Carlos abriu a porta do casarão com um sorriso no rosto e foi cumprimenta-los.
— Olá primo! — abraçou Alfonso.
— E aí Carlos! — Poncho contribuiu o abraço.
Em seguida foi cumprimentar Jasmine .
— Como está Jasmine? — ela o saudou, Carlos aproximou-se para dar-lhe um beijo muito próximo de sua boca, porém ela virou o rosto e ele beijou sua face. Frustrado ele passou a mão no cabelo castanho claro.
Graças a Deus Poncho não percebeu nada.
Carlos os guiou para o primeiro quarto que era de Jasmine, onde a própria deixou suas malas em um canto.
— Agora vou lhe mostra seu quarto primo. —ele disse abrindo a porta.
— Não, não. — Alfonso negou colocando as malas junto com de Jasmine. — Eu vou ficar aqui mesmo. — disse ele naturalmente.
Carlos não entendeu. — Como?
Jasmine e Alfonso se entreolharam.
— Er... É que eu e Jasmine estamos namorando. — Poncho disse meio que gaguejando.
Carlos sentiu raiva, ódio, pois ela nunca lhe deu moral, mas para Alfonso? Até namora com ele. Depois eles foram almoçar com Carlos, Alfonso e seu primo conversavam animadamente, porém Jasmine estava quieta em seu canto.Em seguida os dois foram andar pela grande fazenda a cavalo, foram para o estábulo organizar as coisas.
Poncho colocou a cela no cavalo Max e Trinity, a égua era branca com manchas marrons e a clina igualmente. O cavalo era todo marrom, com as patas pretas, o focinho preto e a clina e o rabo também. Jasmine montou em Trinity e Alfonso em Max, eles começaram a cavalgar devagar um do lado outro, conversando sobre coisas banais. Caminharam um longo caminho, observando as árvores, animais e a linda pastagem verde. Passados uns dez minutos eles avistaram uma linda cachoeira.
As cascatas caiam calmamente e também havia um lago bem mais calmo em frente a ela. E do lado também tinha uma pequena caverna.
Alfonso desceu do cavalo e amarrou-o numa arvore e Jasmine fez o mesmo. Poncho pegou uma mochila onde continha acessórios como: Toalhas secas, comida e uma sacola cheia de preservativos, ele tinha preparado tudo para que esse final de semana fosse mais que perfeito e sim inesquecível.
Enquanto ela tirava umas fotos do lugar, ele se despia ficando somente de calção amarelo. Alfonso entrou na água e deu um mergulho para ver a temperatura da água.
— Vem logo Jasmine! — disse ele impaciente. — A água está morna.
— Já vou, só espera eu guardar a câmera. — disse ela abrindo a mochila, ela remexeu e viu a sacola cheia de camisinhas, ficou paralisada e corada. Não que ainda estivesse insegura, mas sim porque tem medo de fazer algo de errado, já que não tem muita experiência nisso. Ela fechou a bolsa, tirou a roupa — Já vou só espera.
Ficando só de biquíni, entrou na água que realmente estava ótima, como Poncho havia dito a ela. Colocou o corpo todo na água molhando os cabelos Pretos . Alfonso pegou-a pela cintura e lhe deu um beijo rápido, mas cheio de desejo.
— Está gostando do passeio? — perguntou ele entusiasmado.
Não, muito, porque seu primo fica dando de cima de mim, quis responder ela, porém se conteve.
Jasmine mordeu os lábios demonstrando nervosismo. — Está legal! — disse incerta.
Ele vendo sua incerteza disse. — Então vou fazer ficar melhor e muito especial! — sorriu de canto.
Dito isso ele a beijou, era um beijo quente e calmo, explorando cada parte de ambos.
Ela passou os braços em volta de sua nuca e ele passou a segurá-la pelas costas de modo que seus corpos ficassem colados, peito com peito, barriga com barriga e pernas com pernas.
Com o passar do tempo os beijos foi ficando molhados e urgentes, o corpo de Jasmine já queimava de desejo e Poncho já estava com o membro ereto, podia ver mesmo com o calção tapando.
Alfonso passou as mãos em suas coxas e Jasmine colocou as pernas envolta de sua cintura, causando um contado intimo, e fazendo ambos soltarem gemidos descontrolados. Os dois cessaram um pouco para recuperar o ar que já lhes faltavam, encostaram as testa uma na outra, de olhos fechados e lábios colados cada um sentia a respiração descompassada do outro.
— Jasmine ... — ele tentava se recompor e se expressar, mas não havia palavras para esse momento. — Eu... —Jasmine colocou o dedo em seus lábios calando-o.
— Eu sei. — ela compreendeu. — Eu também quero. — admitiu corando.
Ele sorriu de orelha a orelha, logo começaram um novo beijo. Esse era novamente molhado e com desejo. Alfonso começou a acariciar-lhe os seios por cima do tecido, fazendo Jasmine suspirar coisas sem nexo.
Poncho beijou-lhe o pescoço deixando uma trilha molhada com a língua, em seguida mordiscou a orelha falando-lhe coisas carinhosas e quentes em seu ouvido.
Agora foi a vez dela lhe proporcionar prazer, Jasmine puxou-lhe os cabelos castanhos e molhados, enquanto beijava seus pescoço, tórax e depois mordiscou o mamilo de leve, ele suspirou, já estava fora de si.
Ela passou sua pequena mãos em sua barriga bem definida ,Jasmine desceu mais para baixo e puxou o elástico da bermuda, depois enfiou a mão por dentro da cueca que ele usava. E começou a estimulá-lo, fazendo-lhe carícias ousadas.Isso deixou Poncho ainda mais louco de desejo, fez ele chamar-lhe o nome dela sem parar. Ele foi a conduzido para fora da água, quando ele finalmente saiu do lago caminhou para a caverna e pegou na bolsa uma toalha sem parar de beija-la.
Arrumou a tolha e deitou Jasmine sobre o pano, ele colocou seu corpo sobre o dela sem colocar o peso para não machuca-la.
Enquanto uma mão segurava a cintura dela a outra fazia caricias ousadas no seio turgido, na barriga lisa e nas coxas. Ele voltou a beija-la, mas dessa vez foi um beijo calmo e intenso. Jasmine sentia os músculos de Poncho a esmagando-a, mas não lhe causava dor alguma, só a excitava mais com o passar do tempo.
Pois Alfonso era tão musculoso, ele tinha um corpo de um verdadeiro Deus grego, mas não só o corpo, o resto era de um anjo sedutor. Ela logo lhe tirou o calção deixando-o do lado e Alfonso aproveitou-se da situação puxou o laço do biquíni da parte de cima. Deixou seus seios a mostra, e ficou longos minutos admirando-a.
— O que foi? — perguntou ela envergonhada.
Ele sorriu maroto. — Só estou te admirando.
Jasmine ficou ainda mais corada, Poncho segurou-lhe o rosto com ambas as mãos e iniciou outro beijo.
Ele abocanhou um seio e o outro fazia caricias, Jasmine se contorcia em resposta. Minutos depois ambos já estavam nus se beijando calorosamente e muito excitados. Jasmine se virou ficando por cima dele, e Alfonso entendeu que ela iria tomar conta da situação a partir de agora.
Alfonso a segurou pela cintura ajudando a ela se posicionar de uma maneira confortável. Poncho esticou o braço e pegou sua bermuda onde ele tinha guardado uma caminha, abriu o preservativo e colocou em si. Poncho ajudou Jasmine , para que ele a penetrasse. E assim ele fez a penetrou devagar com calma, começou com movimentos de vai e vem muito lentos dentro dela. Jasmine o acompanhava em sincronia, os lábios grudados, os corpos unidos em um. Se formando uma só pessoa, com um mesmo sentimento.
Jasmine arranhava-lhe as costas larga de Alfonso enquanto chamava seu nome e outras palavras sem nexo no ouvido de Poncho. Com o passar do tempo o ritmo foi aumentando, os corpos suados e queimando de desejo. Ambos estavam ofegantes, mas mesmo assim loucos de desejos ainda.
Depois de um tempo a cabeça de Jasmine já se posicionava no peito de Poncho e assim ficaram alguns minutos. Meia hora mais tarde...
— Jasmine ? — ele a chamou.
— Hum?
Alfonso sorriu com nervosismo e Jasmine levantou o tronco para encara-lo.
— Eu queria saber... — ele não tinha coragem ao bastante para perguntar o que queria.
— O que? — Jasmine perguntou. Ela sorriu. —Se eu gostei? -—ela adivinhou.
Poncho sorriu amarelo. — Sim. — admitiu.
— Foi maravilhoso! — Jasmine respondeu tocando-lhe o rosto.
Alfonso ficou satisfeito e disse. — Então vamos nadar? — sugeriu sorrindo de norte a sul.
— Sim, claro! — concordou entusiasmada se levantando para pegar seu biquíni.
— Não, não. — ele a impediu. — Vamos assim mesmo. — disse se levantando.
— Mas e se o Carlos nos ver? — disse ela temerosa.
— Ele não seria tolo de vim aqui. — discordou Poncho sorrindo.
Em seguida pegou-a no colo e pulou no lago, os dois ficaram lá o resto da tarde namorando, nadando, brincando, conversando, lancharam as gostosuras que Alfonso havia levado entre outras coisas.
— Acho melhor irmos. — Jasmine falou olhando para o céu que já escurecia.
— Também acho, já está anoitecendo. — concordou ele vestindo a roupa.
E assim pegaram os cavalos e voltaram para o casarão. As luzes estavam acesas e isso significava que seu primo estava as suas espera e observaram que tinham um carro diferente na frente do casarão que eles não reconheciam . Jasmine e Alfonso entraram de mãos dadas, encontraram Ponce sentando no sofá da sala de estar lendo um livro, não passava das 19h30min.
Carlos forçou um sorriso. — Como foi o passeio?
— Foi ótimo. —Poncho sorriu e abraçou Jasmine de lado e lhe deu um beijo na face, esses gestos deixou Ponce mordido de raiva. — Bom, com licença primo , mas nós vamos para o nosso quarto se arrumar para jantar — Alfonso anunciou educadamente.
— Antes queria dizer que temos uma visita — Carlos disse sorridente.
— Que legal e quem seria a nossa visita — Jasmine falou curiosa . Mas antes de receber a resposta avistou aquela imagem feminina que descia elegantemente da escada . — Clarice — Falou surpresa
— Sim Clarice e Clara estão aqui — Anunciou Carlos — Ela me ligou disse que queria visitar a fazenda e disse que podia vim sim .
— Olá meus queridos ! Surpresos — Clarice comprimento-os
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