Meu Professor Substituto

12 Uma noite inesquecível


Notas iniciais
Olá amores de My Life!!
Como passaram o final de ano?
O meu final de ano foi bem legal, só não foi mais legal porque eu não pude entrar aqui. Na verdade, nem internet eu entrava direito. Pois é, não sei como sobrevivi.
Mas cá estou, queimadinha do sol e com mais um capitulo para o deleite dos meus queridos leitores (que estão, cada vez mais subindo. Uhhu!!)
E tem uma surprezinha para quem curte "Supernatural", como eu; Um personagem mais que querido para nós, fans, dará o ar de sua graça.
E lá vamos nós... =)

Já era Sexta-feira á noite e eu tinha acabado de chegar do ensaio do grupo de dança. Nós estávamos treinando feito loucos para que saísse tudo perfeito na batalha de dança que aconteceria daqui duas semanas.

A semana tinha acabado e no outro dia era o baile da escola. Eu e as meninas estávamos empolgadíssimas com isso pois, pela primeira vez, nós todas tínhamos um par e ninguém iria segurar vela. April iria com Matt, Jully com o nerd, porém fofo do, John e Jessica com o chato do Steve, Eghr! Eu, é claro, iria com Tyler.


Durante a semana toda eu me aproximei mais de Tyler, e a cada minuto que nós passávamos juntos, ele se mostrava um cara super legal e educado, mas eu não estava de olho em Tyler, e sim em um certo homem de olhos verdes e cheio de malícia.

Dean e eu ficamos a semana inteira como se fossemos namorados, claro que de um jeito, digamos... escondido, pois ninguém, absolutamente ninguém, poderia sequer desconfiar que estávamos juntos.


Como foi minha semana em geral? Foi boa. Poderia ter sido melhor se algumas coisas não tivessem acontecido ou se repetido. OK, vocês estão boiando, então deixe eu contar.

Depois da conversa que tive com Dean na sala dele e de nós irmos terminar a "conversa" na casa dele nós simplesmente levamos a nossa relação para frente, sem medo ou culpa, só carinho, desejo e encontros depois da aula.

Todos os dias, depois da escola, nós nos encontrávamos no restaurante e seguíamos para a casa dele. Era sempre assim, chegávamos lá, transávamos, conversávamos e eu ia para a casa. Eu já estava ficando cansada disso. Qual é, o Dean pensa que eu sou o que? Escrava sexual? Claro que era ótimo ficar com ele, sem falar das ótimas sensações que ele me proporcionava, mas eu queria mais. Queria sair com ele, andar por aí de mão dadas, conversar, beija-lo sem segundas intenções. Mas não é tão fácil assim. Primeiro porque ele é casado, segundo que ele é meu professor, se alguém nos pega juntos acabaria com as nossas vidas e de terceiros também. Era óbvio que nossa relação não era saudável, ou que um sentimento maior surgisse, principalmente da parte dele, mas eu queria um pouco mais. É pedir muito? Eu tinha consciência de que o que nós estávamos fazendo era errado mas, tirando algumas coisas, estava tão bom que eu não queria que acabasse.


Eu tinha acabado de tomar um banho, eu estava sozinha em casa; minha mãe ainda não tinha chagado da viajem de negócios. Eu não tinha nenhum plano para esse noite... Pelo menos, não ainda. Eu estava espalhada no enorme sofá da sala de TV assistindo a um filme qualquer; não me pergunte o nome, pois eu não sei, era terror... bem cliché. A unica companhia que tinha era um balde enorme de pipoca e refrigerante. Sim, eu estava entediada, até que meu celular tocou e a pessoa que eu menos esperava estava na outra linha; Dean.


– Alô — disse surpresa logo ao atender. Ele não era de me ligar.

– Oi linda. Como você está?– a voz aveludada e grossa do outro lado da linha me despertou. Eu adorava aquela voz.

– Estou bem... Sozinha aqui em casa, só com um balde de pipoca como companhia... — respondi manhosa — E você?

– O que você acha de dar uma turbinada nessa sua sexta-feira?

– O que você tem em mente?


De certo ele queria que eu fosse até o apartamento dele novamente. Que ótimo, aqui lá vai a escrava novamente! Agrh!


– Nada de mais... A noite esta linda... a gente podia pegar um cinema, comer alguma coisa... Sei lá. O que você acha?

– Eu estou mesmo com um pouco de fome. — respondi sem muito empolgação

– A gente pode ir naquela pizzaria que você gosta. Você sempre diz que gosta de lá...

– Tudo bem. Pode ser. — respondi na mesma "animação" de antes

– Eu passo ai pra te buscar daqui 2 horas.

– OK. Até mais.

– Até, linda.


Você deve estar pensando "Ela deve estar se cansando dele." E na verdade eu estou sim. Não que eu não estava gostando de ficar com ele, mas é sempre a mesma coisa: Nós nos encontramos e sempre terminamos enrolado no lençol branco no apartamento dele. Eu estava cansada disso, intende?

Tanto faz, era melhor de que ficar em casa me entupindo de refrigerante, então resolvi me arrumar. Subi as escadas e procurei pelo que vestir. Queria algo básico, mas que também mostrasse que eu não estava tão "deslechada" com o visual.


*Roupa http://www.polyvore.com/cgi/set?id=68620371&.locale=pt-br *


Faltava alguns minutos para me encontrar com Dean quando terminei de me arrumar; sim, eu demoro muito, mas e daí? Descia as escadas correndo ao ouvir o telefone tocar com medo de que seja minha mãe. Ela havia dito que se ela ligasse para casa e eu não atendesse, era óbvio que ou eu não escutei por estar dando uma festa ou eu não escutei porque não estava em casa, logo estaria em uma festa de arromba. Ou seja, eu tinha que atender o telefone, pelo menos não correria o risco dela ligar e eu já ter saído.


– Pronto. — disse logo ao atender o telefone e para minha surpresa não era minha mãe do outro lado da linha

– Hei, Meg!

– Hei, April. Fala aí, o que foi?

– Nada.. só queria conversar um pouco com minha amiga. Talvez se ela não se perdesse pelos corredores da escola durante o intervalo ou se ela não desaparecesse depois da escola, eu não precisasse ligar para ver se ela ainda existe. — respondeu ela com seu jeito irônico


Culpada!

Essa semana, por causa dos meus encontros com Dean, não tinha conversado muito com April ou com o resto das meninas. Comecei a sentir remorso Qual é, eu estava deixando minhas amigas de lado para ficar com Dean.


– Desculpa. Eu tenho estado meio ocupada ultimamente.

– Sei... e cheia de segredinhos também. O que esta acontecendo, heim Meg? Você não esta se metendo com coisa errada, né?

– Claro que não! É que eu... eu tenho ensaiado muito para a batalha de dança. Você sabe, é daqui duas semanas e nós queremos muito ganhar.

– Isso toma tanto o seu tempo que você não pode nem mandar um SMS falando que esta bem, ou que está sentindo saudades? — perguntou ela manhosa.

– Desculpe, April.

– Tudo bem... bom, eu não liguei só para te cobrar, também liguei apara combinarmos os negócios de amanhã. Onde vamos nos encontrar? Porque eu não quero entrar sozinha na quadra da escola. Quero você e as meninas do meu lado. Dessa vez a chata da vadia da Lisa Rush vai se morder de inveja porque toda nós temos um par. — ela disse e nós caímos na risada.

– Bom, já que só o Tyler tem carro, a gente pode se encontrar aqui em casa. Daqui nós vamos para lá. O que acha?

– Por mim tudo bem. Vou avisar o resto das meninas. Vai fazer o que agora?


Um bolo se formou em minha garganta. O que eu diria para April? "Ah! O nosso professor ligou me convidando para um noite prazerosa ao seu lado. Claro que a gente vai acabar no AP dele. Quer vir junto?" Pensei. Claro que eu não poderia falar que iria sair com Dean.


– Vou... dormir. — respondi. Desculpe April, mas eu ainda não sei se é o momento de te contar a verdade.

– OK. Então até amanhã. Um beijo, amiga.

– Beijo.


Me doí ter que esconder o meu caso com Dean da minha melhor amiga, mas acho melhor assim, quanto menas pessoas souberem melhor e, até agora, somente eu e Dean sabíamos do nosso envolvimento.

Após desligar o telefone, meu celular vibrou avisando que chegou SMS do Dean.


"Hei Linda,

Já estou na esquina de sua casa. Vem me encontrar, tenho uma surpresa pra você."


Calma, ele estava na esquina da minha casa e ainda tinha um surpresa? Outra? Já era um surpresa enorme ele vir onde eu moro. OK, e lá vamos nós.


Sai de casa ansiosa para saber qual seria a bendita surpresa, foi ai que avistei Dean no final da rua encostado em um carro antigo, lindo por sinal. Não dava para ver muito, minha rua não era bem iluminada e ele estava bem distante. Comecei a andar mais rápido e quando me aproximei pude ter certeza que era Dean encostado em um carro.


– Oi. — disse fitando o carro sem intender muito.

– Oi. — cumprimentou ele vindo em minha direção.


Pude sentir o cheiro de seu perfume inconfundível entrando pela minhas narinas quando Dean tocou minha cintura, aproximou seu rosto e selou nossos lábios com um selinho longo. Levei minhas mãos até sua nuca e senti seu corpo se aproximar mais do meu, foi aí que nos separamos.


– Tudo bem? — ele perguntou ainda com seu rosto próximo ao meu, me fazendo sentir seu hálito refrescante com um pouco de Whisky, como sempre. Eu adorava aquele cheiro.

– Sim, e você? — sorri ao responder

– Ótimo. Mas, e aí, o que achou?


Dean soutou minha cintura e apontou para o carro á minha frente.


– Um Impala 67? — perguntei maravilhada. Aquele carro era incrível — É lindo. — comecei a rodar em volta do carro para ver cada perímetro daquela máquina elegante e bem imponente.

– Lembra quando disse que meu xodó estava em Dallas e você ficou realmente nervosa com isso, achando que era outra mulher? — assenti — Pois é, eu não menti, não era uma mulher, era meu carro.


Me senti corar. Que vergonha!

Ah, mas vamos combinar, o cara esta com você deitado em uma cama, vocês acabaram de "namorar" e ele vira e diz: "Eu tenho um xodó. Ela esta em Dallas." O que você acha que eu iria pensar? A- era a mulher dele ou B- ele é tão canalha que tem outra amante.

Eu pensei na B. Desculpe Dean.


– Eu não imaginaria isso. — disse com um sorriso amarelo — Mas como você trouxe ele de Dallas até aqui?

– Eu não estava aquentando ficar longe dela, então paguei um transportador para traze-la até o papai. — disse ele com um sorriso aberto nos lábios. Era fato que ele amava aquele carro.

– Fez bem. Se eu tivesse uma relíquia assim, faria o mesmo.


Dean sorriu em resposta, se aproximou do carro, abriu a porta do passageiro e disse.


– Vamos?

– Claro. — que fofo, ele abriu a porta do carro para mim.


O resto da viajem, até a pizzaria, correu tudo normalmente, nós conversamos, rimos, nos beijamos em todos os faróis vermelhos e em todo o percurso, Dean segurou minha mão.

Ele estava diferente comigo, mais carinhoso e gentil. Não que ele não fosse antes, mas agora parecia que ele se importava mais com meu bem estar e eu estava adorando isso.

Finalmente chegamos a pizzaria e Dean estacionou o carro bem em frente, era incrível ver a cara das pessoa encarando o Impala, mas quando descemos do carro, os olhares se voltaram para nós. Algo me dizia que as pessoas estavam nos encarando, não por fazermos um par bonito, mas pela nossa diferença de idade. Mas que se dane, não estou nem ai para os olhares de reprovação. E pelo visto, Dean também não estava.

Assim que descemos do carro, Dean foi ao me encontro e seguimos para a entrada do lugar, seus braços envolverem pela minha cintura e me conduziu até um das mesas do restaurante.


– Boa Noite, senhor. — cumprimentou o garçom assim que sentamos á mesa — Vão querer o que?


O garçom era bem jovem, deveria ser um ou dois anos mais velho que eu, e não desgrudava os olhos de mim, e eu me sentia um pouco incomodada com isso, ainda mais com Dean ao meu lado.


Depois de algum tempo, nossos pedidos chegaram, foi ai que Dean, finalmente abriu a boca.


– É amanhã o baile, certo? — ele perguntou dando mais uma garfada em sua Pizza calabresa.

– É sim.

– E você já comprou o vestido?

– Já... no começo da semana.

– Eu soube que você vai com o Tyler. — comentou ele

– Soube nada, eu te contei. — Dean me encarou sério — O que foi?
– Nada, ué. — respondeu ele voltando a encarar sua pizza no prato a sua frente

– Então porque me olhou desse jeito?

– De que jeito? — perguntou ele me encarando novamente com o mesmo olhar de antes

– Desse jeito.


Dean respirou fundo e voltou a encarar seu prato. Eu odiava quando ele não me dizia o que estava pensando ou o que queria e eu tinha que ficar adivinhando. Ele era muito fechado e não era de ficar expondo seus sentimentos, isso eu já tinha percebido, mas custava ele falar o que estava rolando?


– Já disse que não é nada. Só não gosto desse tal de Tyler, ainda mais agora que ele não desgruda de você.

– Como assim? Ele é meu amigo, poxa.

– Diga isso a ele então.

– O que você quer dizer?


Dean largou os talheres no prato, fazendo um barulho de prata batendo na porcelana, colocou os cotovelos em cima da mesa e voltou a me encarar sério.


– Esta mais do que na cara que ele quer ser bem mais que um amigo, Megan. — apertei meus olhos o encarando para que ele explicasse o que havia dito, e ele continuou. Qual é? Toda hora colado em você, sempre por perto... e agora te convida para ir ao baile com ele. Só você que não esta vendo isso.

– Eu não quero saber o que ele pensa ou o que ele quer que ele se torne. Para mim só somos amigos. E eu não ando só com Tyler. Tem a April, a Jully...

– Todas meninas.

– E minhas amiga, assim como o Tyler. Espera aí, — o encarei — você esta com ciumes?

– Puf! Ciumes? Eu? Daquele engomadinho metido a galã?

– Isso mesmo. Você esta com ciumes do Tyler. — gargalhei

– Não estou não.

– Esta sim.

– Fala sério, Meg. Eu dou de dez a zero naquele baixinho.


Isso era sério? Dean estava com ciumes. Ele sentia ciumes do Tyler comigo. Se ele sente ciumes, é porque acha que pode me perder, e se ele pensa nisso e fica bravo quer dizer que ele não quer me perder, se ele não quer me perder, é porque esta gostando de mim. OK Megan, vamos com calma.


– E você já pensou em competir com ele, Dean?

– Não! — Dean riu sem graça — E mesmo que eu tivesse pensado nisso, eu teria ganhado até em pensamento.

– OK... se você diz...


Eu estava radiante depois disso, Dean tinha ciumes de mim. Isso é bom, isso é MUITO bom.


O resto do jantar ocorreu normalmente, claro que Dean ainda ficou com a cara amarrada quando eu falava do baile, de certo estava pensando em mim e Tyler.

Dean pediu a conta e seguimos para o carro. Ele ainda estava sério, e eu odiava isso. Odeio quando as pessoas ficam com um "carão" ao meu lado. Eu tinha que fazer alguma coisa, eu queria ver aquele sorriso lindo que ele tem.


O percurso até minha casa foi totalmente em um clima pesado. Nada de conversa, ou risadas e muito menos ele pegou minha mão. Foi assim até chegarmos a porta de casa.

O Impala estacionou em em frente de casa e eu tirei o cinto. Eu poderia muito bem abrir a porta e seguir até minha casa, mas eu não queria que nossa noite terminasse assim, com Dean de cara feia e bravo comigo.


– O que foi, Dean? — perguntei em voz baixa

– Nada. — respondeu ele ríspido

– Uhum. Ainda ta chateado porque vou para o baile com Tyler? — perguntei e ele não respondeu nada. Tomei seu silencio como um "sim". — Dean, você tem que confiar em mim. Eu não estou nenhum pouco afim dele.

– Mas ele esta afim de você, Megan! — disse ele num tom mais alto.

– Hei, calma. Eu não quero ele, Dean. — me virei para ele — Sabe quem eu quero?

– Não. — respondeu ele se virando para mim.

– Você. — me movi para frente e tirei seu cinto — Sabe por que? — ele balançou a cabeça em sinal de negativo e ainda sério — Porque só você me entende, só você me deixa louca e só você tem os olhos e boca mais lindos que eu já vi. — toquei seu rosto com as pontas dos meus dedos e encarei seus lábios, que estavam bem próximos aos meus. — Tyler não tem nada disso.

– Não? — perguntou ele sussurrando

– Não mesmo.


Dean se aproximou e selou nosso lábios em um beijo calmo e sem segundas intenções. Eu poderia ficar ali o resto da minha vida só sentido seus lábios nos meus, suas mãos me tocando com delicadeza e sentindo seu cheiro.

Nosso beijo começou a ficar mais urgente quando nossos corpos se tocaram e as mãos de Dean apertavam minhas cochas. Eu não aquentava mais de tanto desejo. O calor me tomou totalmente e eu não me importava com mais nada.


– Quer entrar? — sussurrei ainda tocando seus lábios

– Sua mãe não esta em casa? — perguntou ele ofegante

– Não... ela foi viajar.

– Hum... — disse ele franzindo a sobrancelha

– Então, vamos?

– Já que insiste. — disse ele de dando por vencido.


Saímos do carro e fomos direto para dentro de casa. Eu não pensava em mais nada, só em te-lo para mim a noite toda.

Assim que entramos, Dean pegou minha cintura me trazendo para perto dele e selando nossos lábios novamente, só que nosso beijo estava completamente intenso.


– Quer conhecer meu quarto? — perguntei pegando sua mão e o levando em direção as escadas.

– Claro.


Abri a porta do meu quarto e ele entrou e começou a fitar as quatro paredes do comodo.

Meu quarto não era tão diferente de qualquer outro quarto de uma garota de 17 anos, mas o fato de eu odiar a cor rosa e ter guardado meus ursinhos e barbies na garagem, ajudou a se tornar um pouco mais "maduro". A pitura das paredes era na cor branca e o piso era de madeira bem clara. Os moveis eram escuros dando contraste no ambiente e minha roupa de cama era vinho sem nenhuma imagem ou estampa. Em uma das paredes havia minha escrivaninha com meu laptop, livros, agendas e canetas. A frente de minha cama havia um som estéreo bem potente e mais abaixo, na mesma mesa, havia vários CDs e pendrives com musicas e fotos gravadas. Eu gostaria de ter uma televisão no meu quarto, mas minha mãe é contra. Ela diz que televisão atrapalha o sono. Mentira, ela quer ter controle do que eu assisto. Como se eu fosse abrir o canal porno da TV a cabo. Ao lado da minha enorme e confortável cama, havia dois criados mudos, um de cada lado, com telefone, abajur e despertador. Ao lado da porta do banheiro havia um mural com várias fotos minhas; bebe, andando de bicicleta, no parque, na praia, vestida para meu primeiro baile da escola (essa eu tenho vergonha) e várias outras com parentes e amigos. E foi nessa parede que Dean parou e começou a bisbilhotar.


– É você aqui? — perguntou ele apontando uma foto minha sentada no chão com vários chapeis de Cowboy me rodeando

– É sim... Eu estava na casa da minha avô. — disse sorrindo.

– Você era bem bonita. — comentou ele ainda encarando as fotos

– "Era"? Como assim?

– Era, pois agora — ele se virou para mim e começou andar em minha direção — você é ma-ra-vi-lho-sa — disse ele separando as silabas na última palavra me fazendo sorrir sem jeito e corar.


Dean envolveu seus braços em minha cintura e puxou para si com rapidez me fazendo soutar um gritinho de susto e novamente estávamos nos beijando e as mãos de Dean passeavam por todo meu corpo, as vezes até me levantando.

Levei minhas mãos até sua jaqueta a tirando depois e com a ajuda de Dean, logo ela se encontrava no chão. Depois, levei minhas mãos até a barra de sua camiseta no intuito de destaca-la, mas foi impedida por Dean que segurou minhas mãos.


– Você e seu jeito de querer tomar o controle — sussurrou ele


Ele levou suas mãos até o feche de minha saia e o abriu, depois tirou minha blusa de dentro dela e a tirou com a minha ajuda revelando meu sutiã de cor branca.

Dean começou com beijos na minha bochecha, passou melo meu pescoço, colo e parou no vale de meus seios amaldiçoando a peça por ainda estar ali. Seus lábios subiram e encontram com os meus novamente e suas mãos desceram até minhas coxas e nádegas as apertando sem dó.

Puxei os lábios de Dean com meus dentes suavemente e ele me encarou com malicia.


– Você não consegue se controlar não é? — perguntou ele

– É mais forte que eu — disse manhosa e ele sorriu novamente


As mãos de Dean foram até o cós de minha saia e começou a abaixa-la, logo ela estava no chão, junto com o resto das minha roupas. Ele foi caminhado para frente me fazendo anda para traz e, ao encostarmos na cama, me soutei de seus lábios e me deitei nela esperanto Dean se juntar a mim, mas ele não fez isso logo de cara. Primeiro ele destacou sua camiseta preta e começou a me fitar de cima a baixo e mordeu os lábios. Seus olhos me fitando passava nitidamente as intenções que ele tinha.


– Linda. — disse ele subindo na cama e se deitando sobre mim

– Lindo — disse ao encontrar seus olhos perto dos meus


Nosso beijo começou novamente e nossas línguas estavam mais que agitadas dessa vez, elas guerreavam e se acariciavam simultaneamente. Uma das mãos de Dean estava apoiada no colchão para não soltar todo seu peso em cima do meu, enquanto a outra mão passeava pelo meu corpo, descobrindo cada lugarzinho que me fazia arrepiar.

Ele se levantou um pouco e olhou para meu sutiã e fez um pequeno biquinho ao perceber que ele ainda estava lá fazendo com que seus lindos olhos não pudessem ver meus seios por completo. Com uma das mãos, ele alcançou o feche da peça desgraçada e a tirou revelando meus pequenos seios já rígidos, logo depois abocanhou um deles me fazendo gemer baixo e tirando um sorriso de Dean.

Logo depois a tortura começou, os lábios macios e sua linguá esperta percorreram todo meu corpo e, ao chegar um pouco a baixo do meu umbigo, Dean levou seus indicadores até minha calcinha branca e, com seus dedos deslisando sobre minha pele, ele a tirou me deixando completamente nua e a merce de pensamentos maliciosos.

Dean tirou meus sapatos e começou a beijar meu tornozelo esquerdo, minha panturrilha, a parte de dentro da minha coxa e, ao chegar perto de minha intimidade, seus olhos encontraram os meus.

Eu não queria nada, somente ser tocada por ele e sentir mais e mais desejo dele. Mordi meu lábio e tombei a cabeça para trás esperando seu toque, e assim aconteceu.

Ao sentir sua linguá quente tocar minha entrada eu não me sentia mais na Terra. Talvez na Lua, em Marte ou até em Plutão. Não, no Sooooool!

Fiquei mole logo depois de atingir meu clímax, mas Dean não me deu tempo de me recompor e fez uma trilha de beijos pelo meu corpo até chegar a minha boca e selar nossos lábios. Depois de vários selinhos pequenos, seus olhos se encontraram com os meus.


– Maravilhosa — sussurrei em seus lábios

– Gostoso. — disse rouca. Eu não aquentava mais, eu precisava dele, precisava dele completamente dentro de mim, e agora — Eu quero agora. — eu disse ele assentiu


Dean se levantou e tateou seu bolso de trás da calça e sacou sua carteira a abrindo depois e tirando uma cartela de camisinhas, depois tirou uma e a deu para mim. Ele ficou de joelhos em minha frente me encarando. Tudo bem, intendi.

Abri seu cinto, seu zíper e abaixei sua calça deixando sua cueca box preta aparecer e um volume como acompanhamento. Com a ajuda dele, saquei sua calça a deixando no chão e abaixei sua box fazendo com que seu membro saltasse para fora.

Primeiro massageei com uma das mãos, depois o toquei com minha linga e, finalmente, o abocanhei totalmente fazendo um gemido alto escapar da garganta de Dean. Era tão bom ouvir seus gemidos e saber que era eu que estava proporcionando isso para ele, não a esposa dele ou outra mulher mas eu, eu.

Após sentir que seu clímax chegaria, o soutei e me deitei novamente e depois de um tempo, Dean se deitou por cima se ajeitou e, finalmente, o senti me possuindo e me fazendo totalmente sua.


– Ahh! — vários gemidos saia de minha garganta e da de Dean também. Parecia que nossas sensações estavam iguais. Finalmente nós eramos um só


Suas investidas começaram a ficar mais rápidas e nossos gemidos mais altos e descontrolados, e chegamos ao clímax juntos. Ali Dean caiu, e ali nós ficamos até dormir abraçadinhos.

(...)


Abri meus olhos e, ao ver a luminosidade que emu quarto estava, o fechei de novo. Senti um cheiro bastante conhecido e inconfundível e um braço me abraçando por trás.


– Bom dia, Bela Adormecida — ouvi a voz de Dean rouca em meu ouvido me fazendo sorrir

– Bom dia. — cumprimentei me virando para ele.


Sua mão tocou meu rosto e levei meus lábios até os seus.


– Dormiu bem? — perguntei

– Dormi sim. Essa cama é ótima.

– Só a cama?

– A companhia também — rimos e novamente lá estávamos nós nos acariciando novamente


Até que uma voz conhecida e nada bem vinda, pelo menos não agora, me chamou ainda longe.


– MEGAN!


Empurrei Dean para trás e senti meu coração ir até a boca e bater mais forte ainda.


– Pai. — sussurrei encarando Dean a minha frente.

Notas finais
Iuuuu! O que o papai da Megan vai fazer? E Dean, vai ir embora pela janela ou vai encarar a bronca? Não percam, o próximo capitulo de.... MEU PROFESSOR SUBSTITUTO. (uuhhhuu!)
Obs: Gostaram do personagem? Porque sem o Impala, Dean Winchester não é Dean Winchester. Concordam?
Outra coisa, os capitulos serão postados todos os sábados, heim ;)
Até mais!