Meu Professor Substituto

7 A noite é uma criança travessa (Part II)


Notas iniciais
Olá pessoal!
Obrigada por todos os reviews no capitulo passado gente. A cada vez que entro aqui no Nyah e dou de cara com um novo comentário, é como se fosse um suplemento que me fortalece para continuar escrevendo e postando essa história que eu estou adorando construir.
OBRIGADA!
Bom, continuação da noite travessa de Megan e Dean. Divirtam-se ;)

- Na, na, não. — disse saindo de seu colo e o empurrando o fazendo encostar na parede á frente. — Minha vez.

...


Nós estávamos no reservado a pouco tempo mas eu estava completamente tomada por uma sensação ótima e que nunca tinha sentido. O toque das mãos e dos lábios de Dean, me assendiam feito uma tocha e eu tinha certeza que iria demorar para ser apagada, mas eu queria me "aproveitar" dele também, não era justo... Eu queria que ele sentisse o mesmo que eu, que ficasse louco com minhas caricias e sussurrasse meu nome implorando para me ter por completo e só para ele.


- O que vai fazer? — perguntou ele encostado na parede me olhando de cima a baixo com um sorriso malicioso no canto da boca.

- Shhh! — tapei a boca dele com minha mão direita e com a outra coloquei meu indicador em meus lábios em sinal de silêncio — Ninguém pode saber que estamos aqui. — disse piscando um de meus olhos e indo em direção a sua boca nos selando novamente.


Nosso beijo estava mais urgente e cheio de segundas intenções. Suas mãos percorriam todo o meu corpo novamente, mas eu o parei segurando-as e sessando nosso beijo.


- Falei que era a minha vez, Sr. Winchester — ele sorriu para mim e eu retribui seu sorriso.

- OK... faça o que quiser.

- Você não sabe o que disse... — dei uma pausa breve somente o olhando — OK... la vai.

- E eu faço o que? — perguntou ele

- Só aproveita.


Novamente cheguei bem perto de sua boca mas, dessa vez, eu não a beijei e fui logo para seu pescoço. Comecei dando selinhos rápidos, depois umas mordidinhas leves para não deixar marca. Enquanto isso, minhas mãos passeavam pelo corpo todo de Dean. Passando minhas mãos sobre seu abdômen, pude perceber que ele tinha alguns gominhos naquela região, sem falar de seus braços fortes e firmes. Eu estava decidida em ver, pelo menos, seu peitoral e acabar com a minha curiosidade.

Comecei a beijar sua bochecha e pude sentir sua loção pós barba, que era maravilhosa, e levei minhas mãos até seus ombros tirando sua jaqueta de couro e a deixando cair no chão. Sua camiseta era de manga curta e deixava seus braços a mostra. Nossa, como era bom poder tocar neles...

Levei minhas mãos até a barra de sua camiseta e comecei a passear pelo seu abdômen por dentro de sua roupa. Não me conti, levei minhas mãos até sua barra da camiseta, novamente, e fui puxando para cima no intuito de tira-la, e com a ajuda de Dean, eu a consegui.

É, ele tinha gominhos em seu abdômen, não era tão definido mas era perfeito.

Selei nossos lábios num beijo caloroso, porém, lento fazendo movimentos bem devagar com meus lábios para conhecer cada pedacinho da boca maravilhosa de Dean. Novamente suas mãos tocaram meu corpo, apertando minha cintura e tentando tomar o controle da situação.


- Não... — manhei e minha voz saiu como um gemido baixo

- Que foi? — perguntou ele num tom baixo e sedutor em meu ouvido. Eu não respondi, apenas peguei suas mãos a as "colei" ao lado de suas pernas. — Não posso mais te tocar?


Eu ri maliciosa e selei nossos lábios mas não passei muito tempos os beijando, desci até seu pescoço, ombros, peitoral, abdômen, até chegar na sua calça jeans e encarei o volume que tinha ali, depois o olhei nos olhos. Seus olhos estavam brilhando e eu podia perceber que ele implorava que eu o tocasse.


— Parou? — perguntou ele malicioso.

- Você quer que eu continue? — perguntei levando minha mão direita até seu cinto alisando seu feixe com meus dedos.

- Seria muito bom...

- Eu não perguntei isso. — disse me levantando novamente e ele sorriu me encarando

- Quero.

- Quer o que?

- Quero que você continue... — disse ele tocando meu rosto.


Novamente ouvimos a porta do banheiro se abrindo e nos interrompendo. Passos foram ouvidos por todo o banheiro. Dessa vez foi mais demorado para que voltássemos a ficar a sós.


- Vamos sair daqui? — perguntou ele ainda com a mão em meu rosto — A gente pode ser pego a qualquer momento.

- Vamos sim. — concordei. Ele se vestiu e abriu a porta devagar olhando se tinha mais alguém no banheiro.


Dean pegou minha mão e me guiou até a porta de saída que estava fechada.


- Eu vou primeiro, e daí, se tiver tudo bem, eu te chamo. — ele disse e eu assenti com a cabeça.


Ele abriu a porta a deixando aberta e saiu, Logo depois ele voltou pegando minha mão novamente nos tirando de lá.

Dean continuou andando ao sairmos do banheiro, ele estava indo em direção a saída.


- Onde a gente vai? — perguntei

- Sair daqui — disse ele se virando para mim e, depois de dar uma piscadela, se virou de frente novamente.

...


Finalmente saímos da boate, aquela música extremamente alta já estava me deixando louca... ou era só o efeito da bebida indo embora.

Dean tocou minhas costas me guiando para mais longe da boate. Onde ele queria me levar?


- Onde a gente esta indo?

- Olha... — ele parou de andar e se virou para mim — Você é incrível, realmente incrível. Eu não queria que a nossa primeira vez fosse num banheiro de boate. Eu estava realmente adorando tu-do aquilo, mas..

- Mas você não quer continuar. É isso? — chutei.


Ah que maravilha, ele tinha feito tudo aquilo, feito a gente chegar até aquele ponto para falar que não queria mais? É isso? Como fui idiota de achar que ele me queria mesmo.


- Não é isso. Hei! Calma. — ele respirou — Só acho que que seria melhor a gente ir para outro lugar... tipo.. — ele não terminou o raciocínio e eu o encorajei.

- Tipo...?

- Olha, eu não quero te forçar a nada, mas eu pensei da gente ir para outro lugar tipo... a minha casa. — ele disse de uma vez. — Vamos?


Ele estava me convidando para ir até a casa dele? É claro que eu queria ir a casa dele. Por que não? Era a coisa que eu mais queria naquele momento, mas minha garganta só me deixou dizer:


- Sim! — disse sorrindo.

- Então vamos?

- Sim.


Novamente sua mão tocou minha cintura e nós começamos a andar. Era tão bom poder andar abraçado com ele, poder beijar sua bochecha, tocar seus cabelos e vê-lo sorrir abertamente. Depois de algumas quadras, finalmente chegamos no apartamento.


Entramos no Hall do prédio como vimos desde a boate: abraçados e, as vezes, nos beijando. O porteiro do prédio nos olhou estranho, como se aquilo que estávamos fazendo era totalmente fora do normal e repugnante. Qual é, É pela nossa diferença de idade? Por que ele não volta a monitorar as câmeras de vigilância? Deve ser inveja, pois nunca em sua vida iria ter capacidade suficiente de ter uma mulher mais jovem ao seu lado. Idiota.

...


Entramos no elevador e eu não pude me conter e o beijei, não um beijo urgente como havíamos dado no banheiro da boate, mas um mais calmo e cheio de carinho. Até que chegamos ao andar do apartamento dele.

Nós seguimos o longo corredor até chegar a uma porta no final dele, apartamento 235, e Dean abriu a porta.


O apartamento era um tanto quanto grande, numa decoração em marrom, bege e o preto dando contraste. As paredes eram brancas e os móveis, como a estante, mesa de centro e as molduras dos quadros e porta retratos eram de madeira escura, enquanto o sofá, pufes e poltronas era na cor preta. O ambiente era bem agradável e aconchegante.


- Legal aqui — comentei.

- É sim... meu tio tem bom gosto — disse ele sorrindo — Quer alguma coisa?

- Água, por favor.


Sim, eu pedi água. Não conseguia mais ingerir uma gota se quer de bebida alcoólica, já estava bem "alegrinha" pro meu gosto e se eu bebesse mais, com certeza, iria vomitar.


Dean foi até a cozinha, que ficava integrada com a sala, só eram separados por uma pequena mureta feita de concreto e tijolinhos de vidro, abriu a geladeira e pegou duas garrafas D'água e veio até mim que ainda estava plantada na sala olhando os portas retratos. Foi aí que percebi que estávamos na casa do Sr. Wilson, meu professor titular de Educação Física, mas não comentei nada para não chegar nesse assunto, pois soube, pelo próprio Dean, que ele não estava tão bem, porém já tinha saído do coma induzido.


- Aqui sua água. — disse ele me entregando uma das garrafas já abertas — Senta. — convidou ele e eu me sentei.

- É aqui que você esta morando? — perguntei só pra puxar papo.

- É. Vou ficar aqui durante um tempo...

- E durante esse tempo, você quer fazer o que? — perguntei maliciosa virando meu corpo em sua direção.

- Muita coisa. — respondeu ele com a mesma malicia

- Tipo o que?

- Tipo... — ele pegou a garrafa da minha mão a colocando em cima da mesa de centro ao lado da sua e voltando sua atenção para mim — ... isso. — e me beijou carinhosamente.


Nossos lábios se grudaram como cola, eles se tocavam sem nenhuma vergonha e logo ele pediu brecha com a língua e eu cedi aprofundando nosso beijo que ficou mais urgente e cheio de desejo. Senti suas mãos passearem pelo meu corpo até chegar em minhas nádegas me fazendo sentar em seu colo envolvendo minhas pernas em sua cintura.

Estávamos sozinhos, sem nenhum risco de sermos pegos por um homem querendo fazer suas necessidades, somente eu, ele e nosso desejo um pelo outro.

Suas mãos saíram de minhas nádegas indo para minhas coxas e as apertando, enquanto as minhas mãos ora passeavam por todo seu peitoral, o arranhando com minhas unhas por cima de sua camiseta, ora em seus cabelos também usando minhas unhas em seu couro cabeludo.

Não aquentando mais a barreira que nossas roupas faziam, Dean tirou minha blusa, deixando meu sutiã rosa salmão aparecer e dirigindo seus lábios até meu pescoço, ombros e me fazendo tombar minha cabeça ao beijar o meio de meus seios e apertando minhas costas com suas grandes mãos.

Eu não fiquei atras, após me recuperar de seus lábios, fui com minhas mãos até a barra de sua camiseta a tirando rapidamente e sem nenhuma delicadeza, deixando seu peito nu, somente sua corrente estava ali, então fui beijando seu pescoço, desci até seis mamilos os mordendo sutilmente arrancando um pequeno gemido da garganta de Dean. Continuei descendo até chegar no cós de sua calça, abri o cinto o olhando fixamente e depois desabotoei o jeans e fiquei brincando com o zíper o abrindo e fechando para provocar.


- Meg... não faz assim — disse ele rouco

- Assim o que? — ele não respondeu e eu o vi fechando os olhos e se jogando para trás se encostando no encosto do sofá — Então o que você quer que eu faça, Dean?


Passei meus dedos sobre o volume da calça o fazendo grunhir e novamente me chamar


- Meg, por favor... — disse ele ainda rouco.

- "Por favor" o que? — perguntei o encarando novamente.

- Quero que me toque.

- A onde? — passei meus dedos novamente sobre o volume.

- Bem aí. — disse ele umedecendo os lábios tentando controlar a respiração.


Eu sorri, estava conseguindo o que queria, deixa-lo louco e implorando por mim.

Finalmente abri seu zíper e abaixei um pouco a suas calças deixando exposta sua cueca box de cor preta. O encarei novamente e o vi de olhos fechados e mordendo o lábio inferior.

Abaixei sua box deixando saltar seu membro para fora, que era bem avantajado e bem proporcional ao resto do corpo. Nessa hora, reparei que ele tinha aberto os olhos e estava me encarando, talvez para ver se eu iria continuar.

Primeiro o massageei com as mãos arrancando gemidos baixos de sua garganta. Fiquei ali durante pouco tempo, até que ouvi meu nome de novo.


- Megan... quero sentir... eu preciso sentir... — ele não terminou o raciocínio e eu o ajudei

- Você precisa do que, Dean? Diz. — disse forçando uma voz sedutora

- Preciso sentir sua boca...


Ele disse e eu somente obedeci e o abocanhei, primeiro pela metade e depois por inteiro.


- Humm... — Dean gemeu rouco — Ah...


Depois de um tempo, senti seus dedos em meus cabelos fazendo um cafuné gostoso e ao sentir que ele estava chegando ao ápice, cessei as caricias parando de estimula-lo.


- Sua vez. — disse ele pegando minha mão e me levantado depois, me deitando no sofá com cuidado.

...


Seus lábios percorria todo meu corpo e suas mãos apertavam minhas coxa com bastante força.

Suas mãos subiram meu corpo e pararam no meu sutiã e abriu, depois senti sua boca abocanhando meus seios e sua língua brincando com meus mamilos me fazendo ir ao céu e voltar.


- Humm... — gemi baixo e ele sorriu deixando sua respiração tocar minha pele


Suas mãos desceram pela minha barriga e ele abriu o botão do meu short jeans, depois ele se levantou, tirou minha sandalha e desceu meus shorts pela minhas pernas o deixando cair no chão depois, voltou sua atenção para meus lábios novamente. Nosso beijo estava bem urgente e cheio de desejo. Puxei seu lábio inferior entre meus dentes o fazendo rir.


Me senti em outro planeta quando seus dedos tocaram meu sexo o massageando.


- Dean... — gemi claramente seu nome e ele sorriu novamente.


Ah que maravilha, eu gemi o nome dele, agora ele vai pensar que estou totalmente tomada por desejo. Não que eu não estava, acredite eu estava totalmente, incondicionalmente tomada de desejo, mas seria ruim deixa-lo saber o que ele causa em mim logo na nossa primeira noite. Se contenha Megan!


Novamente ele trilhou um caminho de beijos por todo meu corpo, e ao chegar um pouco a baixo do meu umbigo, levou seus indicadores até minha calcinha a tirando delicadamente e com seus olhos colados nos meus.

...


- Ahh... — gemi novamente, dessa vez não me policiei em não gemer alto. Não pude me conter quando sua língua quente e esperta tocou meu sexo e me penetrando rapidamente.


Levei minhas mãos até seus cabelos e comecei a massagear seu couro cabeludo com minhas unhas. A sensação que ele me proporcionou com esse toque foi nova para mim, nunca tinha sentido algo tão intenso e enlouquecedor.


- D-Dean!... Hum... — mordi meus lábios para parar de gemer seu nome, era impossível me controlar, tinha certeza que meu ápice chegaria a qualquer momento. Dito e feito — Aahhh!


Ao ver que tinha chagado ao clímax, Dean voltou a me beijar, dessa vez não tão urgente como antes, mas com carinho e cuidado, como se meus lábios fossem feitos de porcelana. Seus dedos faziam um carinho gostoso em minha coxa direita fazendo minha respiração voltar ao normal.

...


- Vem. — disse ele ao se levantar do sofá e pegar minha mão logo depois de me recuperar.


Ele nos guiou até um quarto da casa abriu a porta e, ao atravessarmos-a, ele me abraçou pela cintura e me beijou com a mesma fervura e urgência de antes. Suas mãos passearam por todo meu corpo sem parar em um único lugar. Ao levar seus lábios para meu pescoço, ele nos guiou até a enorme cama e me deitou com cuidado nela. Se posicionou em cima de mim, mas se apoiando em suas mãos, que estavam a cada lado de meus ombros, para não colocar todo seu peso em cima de mim.


- Ta pronta? — perguntou ele olhando sério para mim

- Tô. — disse com firmeza.

Ele se ergueu levando suas mãos até o criado mudo tirando um preservativo de lá e se vestindo depois.


- Relaxa. — disse ele em meu ouvido antes de me penetrar devagar.

- Ahh!


Seus movimentos começaram, depois de um tempo, bem devagar porém, profundo e forte. Levei minhas mãos até suas costas passando meus dedos em todo seu comprimento até que seus movimentos foram ficando mais rápidos assim como nossa respiração e eu o arranhei com minhas unhas e ele grunhiu rouco.

Nossos gemidos eram sincronizados e altos devido ao nosso êxtase e nosso ápice chegando.


Nosso clímax chegaram juntos e ele desabou ao meu lado com os olhos fechados e sua respiração acelerada. Ele passou seu braço por meu pescoço me levando para mais perto dele e inconstei minha cabeça em seu peito. Ele começou a fazer um carinho gostoso em meu ombro e depois cafune.


- Assim eu vou dormir... — disse baixinho com voz de sono

- Então durma... Não vou sair daqui. Vou velar seu sono — disse ele dando um sorriso aberto. Eu fechei meus olhos e ele me deu um beijo estralado na testa — Boa noite.

- Boa noite — respondi em meio a um suspiro


Tudo o que senti essa noite, todas as sensações que Dean me proporcionou, foram únicas, não queria mais nada, não precisava de mais nada, só aquilo. Ficar ali, deitada ao lado dele, sentindo seus dedos em meu ombro, ouvindo nossa respiração voltando ao normal e seus batimentos cardíacos.

Não me aguentei de cansaço e cai no sono abraçada com Meu Professor Substituto.

Notas finais
Quem aí quer saber o que vai acontecer quando o sol raiar? Algum palpite?
HORA DO REVIEW!
Bjen pessoal e até o próximo capitulo. ;)