Meu Professor Substituto

6 A noite é uma criança travessa


Notas iniciais
Olá minhas lindas e meu lindo (pois é, descobri que tem um menino/homem, ainda não desvendei esse mistério, que também esta lendo)
Primeiro, obrigada pelos comentários aqui e no Twitter. Fiquei muito feliz em saber que vocês estão gostando.
Segundo, tive que cortar o capitulo em dois, pois eu escrevi "pakas", pois é, eu viajei nesse, então, em breve vocês saberão o desfecho.
Prontos para o HOT? Ok, la vai...

Não acredito que fui encontrar com o Sr. Winchester aqui, ele não tem cara de que gosta de casas noturnas nesse estilo.


Fiquei em dúvida se o cumprimentava. Seria meio estranho falar "oi" para meu professor num lugar desse. Mas como a bebida tirou toda minha vergonha, não vi nada de mais em dar um oizinho.



Me aproximei do balcão sem dar muita bandeira, até porque eu acho que ele ainda não me viu.



– Uma Ice por favor. — disse para a moça que me atendeu logo quando cheguei no balcão.



Eu estava bem ao lado do Sr. Winchester, que estava incrivelmente lindo. Ele vestia uma calça Jeans de lavagem escura, camisa na cor cinza bem escura e uma jaqueta de couro preta com alguns bolsos.



– Aqui está — disse a moça do bar entregando minha Ice.


– Obrigada. — disse obrigada bem alto no intuito dele me ouvir. Dito e feito



Ele se virou para frente e virou o rosto em minha direção. Eu estava com minha atenção voltada para minha Ice, até que ouvi sua voz grosa e encantadora me chamar.



– Megan? — disse ele surpreso. Eu virei meu rosto para ele e logo abri um sorriso.


– Sr. Winchester? — me virei de corpo inteiro para ele o cumprimentando com um beijo no rosto — Oi!


– Oi! — disse ele ainda surpreso e me cumprimentando — O que faz aqui? Você não tem cara de ter idade pra entrar aqui.


– O fato de eu não ter cara para entrar aqui, não quer dizer que eu não posso entrar aqui. — disse brincalhona.


– Ah claro. Intendi — disse ele rindo.


– Mas você não tem cara que gosta de um lugar assim. — disse dando um gole na minha Ice.


– Pois é... Eu meio que fui arrastado pra cá. — disse ele dando um sorriso leve.



Ele estava com um copo de Whisky pela metade nas mãos e ele o colocou no balcão e descansou suas mão lá.



– Como assim "foi arrastado"? — perguntei


– Bom, essa semana reencontrei um amigo que a muito tempo não via, e ele me convidou para vir pra cá.


– Intendi... E onde ele esta? — perguntei olhando em volta.


– Bom... ele deu uma saidinha com uma mulher... Se é que você me intende.


– Intendo sim. — disse rindo. — E então, entanto seu amigo esta se dando bem, você esta aqui enchendo a cara de Whisky.


– É mais ou menos isso... — disse ele e nós rimos.



Nós ficamos mais um tempo conversando sem muitas novidades, até que o tal amigo dele apareceu.



– Hei! — disse ele se posicionando ao lado do professor.


– Ah, apareceu! — disse ele olhando para o amigo — pensei que iria embora com a tal loira. — concluiu ele rindo.


– Nah... ela era um tando quanto... dada demais. — respondeu o amigo. — E quem é essa morena? — perguntou ele olhando para mim.


– Ah claro. Essa é Megan Slender. Uma de minhas alunas no Elite High School.


– Oh, prazer, Megan. Meu nome é Jimmy Novak. — disse ele pegando minha mão e a beijando gentilmente — Se eu soubesse que há alunas tão bonitas, teria virado professor.



Eu ri sem graça.

Jimmy Novak, era médico no Hospital de Misericórdia de Malibu, meu professor e ele tinham estudado na faculdade, mas perderam o contato quando o Sr. Winchester teve que trancar a faculdade. Jimmy era solteiro, porém já era pai de um menino. Ele era um cara totalmente engraçado e sedutor. Era moreno, um pouco mais baixo que o Sr. Winchester, beirava os 37 anos e tinha olhos de um azul puro e brilhante. Ele fazia muitas piadas e eu e o Sr. Winchester não conseguíamos parar de rir.


...


As horas se passaram e eu ainda estava conversando com Jimmy e meu professor. Eles já estavam na 5° dose de Whisky e eu estava na minha 3° Ice. O Sr. Winchester estava bem mais solto e divertido, ele acompanhava as palhaçadas de Jimmy me fazendo rir ainda mais. Eu já tinha dado umas indiretas para o Sr. Winchester, eu queria era deixar bem claro que eu o queria.



– Olha você aqui! — disse Nince chegando por trás de mim — Eu estava te procurando a muito tempo.


– Pois é. Eu encontrei com o Professor e nós estamos conversando a muito tempo.


– Professor Winchester! — disse Nince abrindo um sorriso e o cumprimentando. — E você é... — Nince deu uma pausa encarando Jimmy.


– Sou Jimmy Novak — se apresentou beijando a mão de Nince, assim como fez comigo.


– Prazer Jimmy Novak! — disse Nince encarando Jimmy deixando clara suas segundas intenções.


– Onde esta Jully? — perguntei ao notar a ausência dela.


– Ela já esta lá fora. Não esta se sentindo bem. Eu vim te procurar porque nós já vamos embora, e pra perguntar se você vai com a gente.


– Mas a gente acabou de se conhecer — disse Jimmy num voz sedutora e eu e o Sr. Winchester não pudemos conter as risadas.


– Pois é... Mas se você quiser pode me acompanhar até a saída. — convidou Nince com um sorriso malicioso nos lábios.

– É uma boa. Sou médico, posso ver se sua amiga esta bem.



Jimmy aceitou o convite de Nince e eles saíram deixam eu e o Sr. Winchester sozinhos.



– Acho que vai rolar alguma coisa entre os dois... — comentou ele.


– Você acha?


– Tenho certeza. Você não viu as trocas de olhares?


– É vi sim... Mas sei lá, ele é...


– Mais velho? — ele disse e eu assenti — Diga isso a ele. — riu — Mas e daí? Isso não precisa de ter idade certa pra acontecer.



Sério que ele disse isso? Mesmo? É uma deixa?



– Tenho que ir... — disse dando brecha. Se ele me queria, era essa hora dele deixar claro.


– Por que? — perguntou ele


– Se eu não for com Nince, vou ter que voltar sozinha para casa.


– Fica mais. — fez cara de pidão e eu ri.


– Não posso... — disse o provocando.


– Eu te levo. — insistiu


– Me leva? — disse me aproximando dele.


– Levo — disse ele balançando com a cabeça em sinal de positivo e eu sorri.



Ótimo! Quer mais brecha que isso Megan? Ele disse pra você ficar mais e ainda te ofereceu carona. Ta no papo. Mas não posso me deixar levar e ir seca ao pódio sem antes correr. Hora do jogo, façam suas apostas, porque a largada foi dada.



– Quer dançar? — perguntei ainda próxima dele o olhando nos olhos


– Não sei dançar isso.


– E daí? Eu te ensino — disse piscando meu olho direito.


– O professor aqui sou eu — disse ele brincalhão


– Só um pouco, vai? — fiz biquinho


– Faz o seguinte, você começa a dançar pra eu ver o ritmo e aí, quando eu intender como é, eu danço com você.


– Ta bom. Mas você vai dançar. — eu disse e ele assentiu.



A música estava bem alta e estava tocando uma de minhas preferidas



*Música http://www.youtube.com/watch?v=GJCQDd4vYjg *



Me distanciei um pouco mas não sai da frente do Sr. Winchester e comecei a dançar. Comecei devagar somente movendo meus quadris e olhando fixamente para ele.


Seus olhos não se desgrudaram do meu corpo enquanto rebolava e rodava sensualmente passando minhas mãos na minha cintura e coxas. Fiquei de costas e passei uma de minhas mãos nos meus cabelos os levando para frente e continuei me movimentando e ao virar de frente o chamei com meu polegar e o dedo médio. Ele fez que não com a cabeça mas eu insisti e ele se levantou se dando por vencido.




– Eu não sei dançar isso — disse ele ao chegar perto de mim.

– Não tem problema. Eu te ensino — disse com um sorriso de canto de boca.


Pequei suas mãos e as coloquei na minha cintura e comecei a me movimentar de um lado para o outro no ritmo da música.


– Sinta meus quadris... o ritmo que ele se movem. Tenta acompanhar... — disse olhando para suas mãos na minha cintura.


Suas mãos estavam tímidas, elas não subiram nem desceram, somente ficaram paradas sem nenhuma reação. Ele estava estático na minha frente só olhando para os movimentos que eu fazia.


– Relaxa Sr. Winchester.

– Estou tentando pegar o ritmo. — respondeu ele ainda estático e tenso.

– Se você ficar parado só olhando, não vai conseguir nunca. Feche os olhos e sinta... é só sentir.


Ele fechou os olhos mas ainda ficou parado e eu não pude conter o riso.


– Relaxa Sr. Winchester.

– Não precisa me chamar de Sr. Winchester, não estamos na escola. — disse ele sutil abrindo os olhos.

– Eu te chamo assim porque eu não sei seu primeiro nome. Você não me disse.

– É Dean. — disse ele com um pequeno sorriso nos lábios

– Hum... Dean Winchester — disse olhando para o lado desconectando nosso olhar — Gostei. É imponente. — comentei e ele sorriu.


Finalmente soltei suas mãos e levei as minhas até sua nuca o abraçando gentilmente, porém suas mãos não se desgrudaram da minha cintura e ele finalmente se soltou e até arriscou uns movimentos. Ele parecia um robô de tão duro que era, seus movimentos sem nenhuma coordenação motora, mas era muito bom te-lo assim, bem perto de mim e poder toca-lo e sentir seu toque.

Nossos olhares se encontraram e eu senti meu coração palpitar e pedir uma aproximação mais radical. Sua boca estava entre aberta e sua linga umedeceu seus lábios como se me pedisse um beijo. Não faça assim Dean, eu já não estou podendo me segurar. Ficamos ali, só dançando e sentindo nossos movimentos.

...

A música acabou e no lugar começou outra mais agitada e envolvente e meus movimento ficaram mais sedutores.


*Música http://www.youtube.com/watch?v=AaXaig_43lU&feature=related*


Soutei minhas mãos de sua nuca e desci sobre seu peitoral, quando cheguei até a barra de sua jaqueta, me virei de costas para ele e continuei dançando e o tocando com minhas nádegas. Suas mãos não estavam mais tímidas, agora elas apertavam minha cintura levemente e me levava para mais perto dele. Suas mãos eram grandes e me deixava completamente louca com o toque delas. Seu peitoral estava tocando minhas costas e eu pude sentir sua respiração no meu pescoço.

Não aquento mais, preciso de pelo menos um beijo.

Me virei de frente para ele levando minhas mãos novamente pra sua nuca e nosso olhares se cruzaram novamente. Seus olhos estavam num verde vivido, eles brilhavam como duas esmeraldas. Mordi meu lábio inferior tentando me controlar.


– Não faça isso — disse ele olhando para minha boca

– O que? — disse aproximando nossos rostos

– Eu não... vou conseguir me conter. Não com você me seduzindo desse jeito.


Levei minhas mãos até se rosto e aproximei nossos lábios, mas sem os selarem.


– Então não se contenha. — Nossos lábios estavam tão próximos que eles se tocaram quando disse.


Novamente ele umedeceu os lábios e finalmente selou meus lábios com os seus.

Parecia que não havia mais ninguém ali, somente eu e Dean. Nosso beijo estava devagar e sensual, o toque de seus lábios nos meus me dava uma sensação ótima. Logo sua língua pediu passagem e eu cedi.

Nossas linguás se cumprimentavam sutilmente e eu podia sentir um leve gosto de Whisky.

Suas mãos já não estavam mais paradas, elas passeavam pelas minhas costas e pela minha cintura. Ele tinha mãos grandes e fortes e, com seu toque em meu corpo, me acendia totalmente.

Eu não me importava com mais nada, não ouvia mais a música que estava tocando, muito menos as pessoas falando, parecia que o tempo parou, ou que só tínhamos nós na Terra. Mas nosso beijo foi interrompido e um a culpa pairou no ar.


– Desculpe — disse ele nos afastando

– Pelo que? — tentei nos aproximar novamente mas ele me parou

– Eu não posso fazer isso.


Ele disse e saiu. Droga, porque ele fez aquilo? E daí que ele é casado? To pouco me lixando pra vadia da mulher dele. Eu quero ele pra mim, agora, já. Não aquento mais viver ao lado dele sem poder abraça-lo e encher-lo de beijos.

Fui atras dele e o vi entrando no banheiro masculino. Ah, que ótimo. Só porque eu não posso entrar. Mas se é isso que eu tenho que fazer, tudo bem, eu faço.


Chequei perto da porta do banheiro e vi um homem alto saindo de lá. E se tiver mais alguém lá? É um risco que terei de correr. Respirei fundo e entrei.

O banheiro não era tão sujo como um outro qualquer de balada. Tinha um cheirinho de limpeza bem agradável.

Olhei em todo o banheiro e encontrei com Dean. Ele estava de costas lavando o rosto, de certo estava se recompondo do ocorrido a pouco.

Ele se levantou ficando em sua postura normal e me viu no reflexo do espelho. Ele suspirou e se virou pra mim.


– Oque faz aqui? — perguntou ele de forma dura.

– Eu quero falar com você.

– Você não pode entrar aqui, Megan. — ele passou a mão no rosto e depois a descansou no lavatório atras dele.

– Mas eu entrei. — comecei a me aproximar dele e ele novamente umedeceu os lábios.

– A gente não pode fazer isso.

– Por que não, Dean? Você não quer? Não acha que eu posso cuidar de você?

– Não é isso Megan. — começou ele — Eu sou seu professor, sou mais velho que você. Sem contar que eu sou casado.

– Mas você mesmo disse que não esta satisfeito com sua mulher. — Eu estava bem perto dele e ao tocar seu rosto, ele fechou os olhos como se ele tivesse gostado do meu toque. — Eu posso ser mais nova que você, mas tenho desejos como qualquer outra mulher. — colei nossos corpos encaixando minha perna esquerda no meio das suas. — E agora, meu maior desejo, é você. Eu quero você, Dean. — passeei com minhas mãos em seu peitoral.

– Para! — segurou minhas mãos me fazendo parar — Não faz isso.

– Por que não? Seus olhos não mentem. Eles dizem que você me quer tanto quanto eu te quero. — levei meus lábios até seu pescoço e comecei a depositar alguns beijos ali — Fica comigo, Dean. Fica comigo.


Senti uma de suas mãos em minha cintura e a outro em meu rosto me fazendo olhar para ele. Seus olhos me pediam, estava mais do que na cara que ele me queria, mas ele não queria dar o braço a torcer, até que sua mão em minha cintura ficou mais pesada me apertando ali e, não aquentando mais, ele me beijou. Dessa vez com urgência e sem nenhuma sutileza.

Sua mão esquerda passeava pelo meu corpo enquanto sua direita se envolveu em meu cabelo o puxando para traz, me fazendo tombar para o mesmo lado.

Seus lábios agora estavam em meu pescoço o beijando ferozmente e suas mãos estavam em minhas nádegas me levantando, eu passei minhas pernas em torno de sua cintura, e ele me conduziu para um dos reservados fechando a porta depois.

...


Ali, naquele cubículo, era onde nós nos exploramos.

Suas caricias estavam cada vez mais intensas e urgentes. Eu estava prensada entre o corpo de Dean e a porta do reservado do banheiro. As mãos de Dean estavam dentro de minha blusa me fazendo ferver de desejo por dentro, até que fomos interrompidos por alguém que entrou no banheiro, e nós tivemos que parar.


Ouvimos passos por todo o banheiro e Dean tapou minha boca e fez sinal para eu ficar calada.

Nossa respiração estava muito acelerada, e nós ouvimos uma das portas dos reservados se fechar. Infelizmente, também ouvimos um cara fazer suas necessidades. Eca!

Depois de um tempo, ouvimos um barulho de uma porta se abrindo, acho que o homem terminou seu trabalho. Ouvimos passos de novo e a torneira se abrindo e logo de fechando. Enfim, os passos pararam, e eu soutei uma risada baixa.


– Essa foi por pouco — disse ele sorrindo. — Onde a gente estava? — disse ele voltando a me agarrar.

– Na, na, não. — disse saindo de seu colo e o empurrando o fazendo encostar na parede á frente. — Minha vez de se divertir.

Notas finais
Uii que quase eles foram pegos!
Quem aí acha que eles devem terminar a noite me outro lugar? Ou que ele parem por ai mesmo?
HORA DO REVIEW!
Bjen até mais pessoal :*