Notas iniciais
Certo, ninguém leu ainda, mas mesmo assim irei postar né

Acordei cedo, fiz minha higiene básica e desci para preparar algo, logo depois os meninos desceram.

– Bom dia meus amores. Recebi um beijo de cada.

– Ana, não precisa se preocupar com o almoço, eu e o Tom temos que ir com nossa mãe na cidade vizinha fazer não sei o que.

– O mesmo pra mim. Gustav comentou.

– Hoje ela é só minha.

– Olha lá o que vai fazer. Bill e suas gracinhas.

Alguns minutos depois e restou apenas eu e ele, arrumei a bagunça que tinha ficado na cozinha, fiz o que tinha de fazer na casa e avisei que ia me divertir um pouco, subi coloquei um biquíni e fui para a piscina. O tempo estava quente, mas a água estava gelada e a coragem ainda não tinha batido na minha porta, fiquei enrolando ao redor da piscina até que o Georg teve a brilhante ideia me pegar no colo e pularmos na piscina. Só não chamei de santo. Minutos depois alguém toca campainha, já que ele era o mais composto naquele momento o obriguei a ver quem era, como a graça de ficar lá havia sumido decidi sair, fui pro quarto tomar um banho pra retirar o cloro do corpo, coloquei algumas músicas pra tocar enquanto me banhava. Saí, coloquei um conjunto que amava, e percebi que era uma música numa versão “Moulin Rouge”, super sexy, me deu à louca e comecei a cantar e dançar pelo quarto. Quando viro de frente a porta dou de cara com o Georg, parei na hora.

– Tava aí há muito tempo? Rezei pra que ele tivesse chegado agora.

– Na verdade desde o começo. Coçou a cabeça e continuou. – Queria te apresentar a Vivian, aquela prima que te falei.

– Que mico! Vou colocar uma roupa e desço. “Antes de me empolgar preciso lembrar de trancar a porta.” Vesti algo confortável e desci.

Cachorra! Cheguei na sala e ela estava praticamente o devorando, me segurei para não avançar nela, assim que cheguei perto ele veio pro meu lado.

– Ana, essa a Vivian. Me limitei a dar um seco “oi”.

– Georg, sua mãe disse que se eu quisesse podia dormir aqui, pra colocar os papos em dia sabe. Acho que já posso bater nela.

– Por mim tudo bem, eu durmo com a Ana e você pode ficar no meu quarto. Boa!

– Pode ser. Bateu uma fome e fui preparar algo. A garota parecia que estava na casa dela, já foi colocando um DVD sem nem pedir, já que rolaria um filme fiz pipoca. Voltei e estava cada um em um sofá, coloquei a pipoca no centro e fui para onde o Georg estava, deitei a cabeça no colo dele e recebendo um cafuné e um olhar mortal da parte dela. Passamos a tarde vendo filmes, peguei no sono na maioria deles, olhei pro relógio e já tava um tanto tarde, nos preparamos para dormir.

– Não fui com a cara dela, me pareceu metida. Falei enquanto penteava os cabelos.

– Não precisa ficar com ciúmes, só tenho olhos pra você. Falou me abraçando por trás e dando um beijo em meu pescoço, o que me fez arrepiar.

– Acho bom. Larguei a escova e fomos deitar.

– Já falei que te amo hoje? Me perguntou sorrindo.

– Não.

– Eu te amo.

– Também te amo. Sorri e fechei os olhos enquanto recebia carinhos no rosto ou no cabelo, estava quase dormindo quando fui surpreendida por seus lábios tocando o meu iniciando um beijo. Me puxou para mais perto de seu corpo aprofundando mais ainda o beijo, suas mão percorriam meu corpo, apertava minha cintura, até o ar se fazer necessário.

– Eu realmente te amo, e não é apenas como um amigo de infância.

– Isso é sério? Apenas acenou com a cabeça. – Pois fiquei sabendo que meu amor por você também não é apenas como amiga de infância. Sorri e escondi meu rosto com o lençol deixando apenas meus olhos a mostra.

– Tá com vergonha?

– É estranho. Rimos e nos beijamos novamente. Acho que nunca dormi tão feliz.