Meu Marido É ... Meu Professor

17 Capitulo 17- Connor para no Hospital...


Notas iniciais
Sorry meus anjos!!! >.< imagino o quanto querem me matar!! kkkkkkkkkkkk deixem eu explicar... eu estava na Bélgica e tava dificil entrar na net que tava muito ruim. Sinceramente... eu já tava ficando preocupada :p Mas como voltei pro Brasil, voltei com novas ideias e força de vontade pra postar!. Então espero que não me deixem na mão e curtam esse capítulo ;) E vcs se lembram daquela minha fanfic que eu ia começar a postar? " O Primo do meu cunhado? " Já to preparando ele :D Boa leitura, até as notas finais.

P.O.V Samantha:

Acordei num sobressalto, eu estava pingando de suor e meu batimento cardiaco estava acelerado. O quarto estava totalmente escuro e abafado. Tudo parecia tão calmo...

– Pesadelo de novo? — sussurrou ao meu lado, levei um pequeno susto.

– Não... — menti.

– Me polpe Samantha. — Connor rosnou se sentando na cama e me encarando. — Se você não falasse dormindo eu até acreditaria em você, mas como não é o caso, você é culpada.

Reparei que eu arfava, o que acabou mesmo me entregando. Respirei fundo algumas vezes pra ver se meu batimento desacelerasse, empurrei o cabelo pra trás por conta do calor.

Até que sinto uma mão gelada tocar o meu pescoço, soltei o folego com alívio. A sensação era muito boa, no entanto, acabei fechando os olhos pra apreciar. E com isso me veio as lembranças...

– Droga! — levantei ficando de pé. O fuzilei nervosa, funguei. — Você me embebedou!. Por favor... me diga que você não se aproveitou de mim.

Ele gargalhou me olhando divertido, por um instante vi seus olhos azuis brilharem.

– Eu não te embebedei, você que decidiu por si só ficar bebada. — deu mais um pouco de risada e enxugou a lágrima que escorreu dos olhos. — E outra, se eu realmente tivesse me aproveitado de você, aposto que estaria pelada e toda dolorida.

Novamente o fuzilei e olhei para as minhas roupas, e realmente ele parecia estar falando a verdade. Continuei com as mesmas roupas de antes, só que estavam todas amarrotadas. Caminhei até o banheiro, ainda cambaleando por causa da noite longa, tropecei em algumas bangunças do Connor espalhadas pelo chão.

Quando finalmente acendi a luz, imediatamente meus olhos doeram por conta da claridade. Tampei com uma das mãos até que se acostumassem. E de novo, encontro roupas espalhadas por todo o chão, tinha CUECAS. Cara nojento...

Levei um susto quando me olhei através do espelho, eu parecia uma bruxa do cabelo espiga de milho. Estava toda descabelada e com o cabelo armado, minha maquiagem estava borrada, principalmente meu batom. Tive vontade de rir por um instante, mas acabei me lembrando de algumas coisas da festa... me apoei na pia.

E agora?. Beijei o Connor assim do nada na festa. Meu coração disparou, meu rosto ferveu de vergonha. Fiquei com vontade de entrar na privada e puxar a descarga. Estou apostando que quando eu voltar, ele vai me olhar sarcástico, revirei os olhos.

Melhor encarar isso de uma vez.

Voltei para o quarto, mas reparei que estava completamente vázio. Onde será que esse coisa havia se enfiado?. Olhei de baixo da cama só pra me certificar que não é nenhuma de suas gracinhas. Pelo visto, só havia pó mesmo.

Chamei pelo seu nome, mas não houve resposta. Ok... comecei a ficar preocupada...

Saí do quarto olhando para os dois lados do corredor e novamente, estava deserto. Nenhum som, nada. Aquilo estava se tornando em um filme de terror, engoli em seco, tentei me acalmar. Passei andando no corredor e cheguei no começo da escada, tentei enxergar algo, mas estava muito escuro. Entretanto, acabei descendo, tentei não fazer barulho, mas foi meio que impossível.

Assim que cheguei no pé da escada, olhei pra direita e arregalei os olhos.

Encontrei Connor caído no chão, corri até ele desesperada... pisei em algo molhado, o que será isto?. Acendi o abajur e avistei um líquido vermelho e um pouco denso espalhado por todo o chão. Coloquei a mão na boca para não gritar, eu estava paralisada, não conseguia me mover. A única coisa que consegui fazer era vê-lo caído. Até que em minha mente, algo me disse pra eu me mover...
Corri até seu corpo, ele estava caído de barriga pra baixo. O virei colocando sua cabeça no meu colo, sua boca estava cheia de sangue e principalmente seu nariz. Meus olhos enxeram de lágrimas, tentei me controlar.

– Connor!. Acorda...por favor me responda. — gritei pelo seu nome, eu dava algumas palmadas em seu rosto, o chacoalhando.
Não obtive resposta, chequei seu pulso. Ainda tinha, mas estava muito fraco. Coloquei sua cabeça com cuidado no chão, e corri até o telefone ligando pra ambulância.

"Alô, qual é a emergência?". — a voz de uma moça soou no outro lado do telefone.

– Por favor, me ajudem! Meu Marid... um amigo meu!. Encontrei ele caído!. Preciso de vocês aqui agora. — eu não conseguia me controlar, minha voz saía gritada e eu tentava novamente controlar as lágrimas que teimavam em escorrer pelo rosto.

"Se acalme, senhora. Me explique o que aconteceu." – a mulher estava calma, o que me irritou mais.

– Eu encontrei ele caído no chão!. Eu já disse isso. Não sei o que aconteceu... — imediatamente lembrei que sua mão estava gelada, em pleno calor. — Ele estava frio!. Manda uma ambulância pra Rua Crow Wing-100 , eu imploro.

" Uma ambulância já está a caminho. Agora é só aguardar..."

Nem esperei a mulher terminar de falar, já saí correndo até Connor. Levantei sua cabeça e coloquei sobre o meu colo. Eu chamava pelo seu nome, tentei não chorar, não vou chorar!. Eu não quero!.

Depois de alguns minutos, alguém bateu na porta, eu pedi pra que entrassem. E assim entraram os paramédicos com uma manta. Deixei com que o levassem e corri atrás deles. Tentaram questionar sobre eu querer ir junto, mas como eu não tinha mais ninguém pra me levar, no final acabaram me deixando ir até o hospital no mesmo carro que eles.

Me fizeram algumas perguntas, mas só o que eu conseguia ver ou ouvir era as poucas respirações do Connor. Eles colocaram o aparelho de checagem de pulso, estava muito baixo. Eu não parava de me perguntar o que havia acontecido pra ele estar nesse estado, ele estava completamente bem antes. Meu coração se apertou...

Chegando no hospital, o levaram as pressas pra uma sala, tentei acompanhar mas fui barrada pelas enfermeiras. Eu insisti, mas não me deixaram ir. Acabei tendo de ficar esperando na sala de espera...durou um longo tempo. Escondi meu rosto nas mãos, até que senti alguém me cutucando no ombro. Olhei pra cima e uma das enfermeiras estava com uma prancheta nas mãos.

– Preciso registrar os dois. Então vou fazer umas perguntas... — a enfermeira tinha um ar cansado, parecia bem esforçada. Estava com o cabelo negro todo preso, mas bagunçado. Me olhou com seus olhos castanhos cor de mel. — Qual seu nome inteiro?. Quantos anos?. E é o que daquele homem que havia sido levado pelos paramédicos?.

Engoli em seco...

– Meu nome é Samantha Laurence, tenho dezoito anos e ele é meu...meu... amigo. — respondi com algumas gaguejadas loucas.

Ela ergueu o cenho pra mim. Me pareceu um pouco divertida com a situação.

– Amigo, é?. Então porque estavam na mesma casa?. Isso não é muito coisa de "amigo" — me lançou um sorriso de lado, estava mais pra malicioso.

– Isso não é da sua conta... — senti meu rosto queimar e fechei a cara.

– Calma moça, eu estava só brincando. — sorriu pra mim. Não achei a mínima graça. — Qual é o nome dele?. Quantos anos?.

– Connor alguma coisa... — decidi não dizer seu sobrenome, vai que dê em algum problema. Então decidi mentir em algumas coisas. — ele tem eu acho que vinte e cinco anos, não sei ao certo.

– Hum...entendi. Agora é só aguardar pra que te chamem. — saiu andando até a recepção.

Fiquei aguardando por mais ou menos uma hora. Eu estava muito ansiosa, acabei roendo todas as minhas unhas e estava inquieta. Pra passar um pouco o tempo peguei umas revistas e comecei a folear, mas não adiantou em muita coisa, pois a única pessoa que eu não parava de pensar era no meu professor mais chato do mundo. Vi algumas crianças brincando entre si, pena que nunca tive uma infância tão boa quanto a delas, pensei. Espero que aproveitem bem.

Até que vem um senhor com um jaleco vem minha direção, segurando uma prancheta velha.

– Senhorita Laurence?. — perguntou olhando para os lados, procurando a dona deste nome.

– Sim... — respondi um pouco alto e me levantando com pressa.

– Por favor... venha comigo. — Assenti e o acompanhei até a sala em que Connor se encontrava já consciente.

Por um momento parei de respirar, ele estava muito pálido, sua boca estava roxa praticamente. E reparei na sua dificuldade para respirar, novamente, sinto um aperto no peito. Olhou pra onde eu estava...eu estava meio afastada, eu queria me aproximar, só que parecia que minhas pernas pesavam uma tonelada cada.

– O que houve, doutor?. — perguntei sem desviar os olhos dele. — Porquê ele está desse jeito?.

– Desidratação. — respondeu bufando, revirando os olhos. — não é a primeira vez que esse jovem aparece aqui.

É...imagino, pensei comigo mesma.

– Mas não é possível ter tido só desidratação!. — quase berrei indignada. Na verdade aquilo tudo era desespero, passei um susto tremendo com ele por conta disso. Logo me lembrei de um fato que havia ocorrido e olhei para os meus sapatos que estavam vermelhos. — O que explica aquele sangue todo?.

O Doutor demorou um pouco pra me responder, o que me deixou um tanto impaciente e entregou um como d'água para o paciente com tremedeira.

– Acontece que esse cabeção comeu pratos que possuíam uma alta tava de pimenta, o que gerou a desidratação precoce e como ele misturou bebida alcoólica, resultou no vomito. A pimenta corrói a parede do estomago que resultou a parte do sangue no vomito e através do nariz. Ou seja, foi pura burrice.

Fuzilei Connor com os olhos, eu realmente fiquei muito nervosa. Ele me mandou um sorriso amarelo.

– Como você está se sentindo, rapaz?. — o Doutor perguntou.

– Um pouco tonto. — respondeu colocando a mão na cabeça, sua voz estava fraca e rouca.

– Isso já é de nascença. — ele virou sendo encarado feio pelo paciente, sorri satisfeita.

– Obrigada, senhor. — apertei a mão do médico.

Assim que ele saiu da sala me aproximei do teimoso que já virou de lado.

– Não começa. — disse logo de início, já prevendo os sermões que eu iria lhe dar.

Apenas fiquei quieta, ele não olhava pra mim. Apenas me ignorava, a minha preocupação foi em vão, ele não fazia ideia da preocupação que me fez passar. Relembrei da cena em que eu havia o encontrado caído, meus olhos marejaram. Respirei fundo e prendi o ar. Mas com isso acabou escorrendo as lágrimas, fiquei sem fôlego e soltei.

Connor se virou pra ver o que estava acontecendo e porque tanto silêncio. Sua expressão facial mudou, ele me encarou preocupado e com pena. O que era muito raro.

Ele se sentou na cama hospitalar e me puxou pela cintura. Tentei limpar as lágrimas, mas não deu muito certo. Conseguiu me fazer deitar na cama, bem ao seu lado e desabei. Me envolveu com os seus braços, me abraçou forte, tentando me confortar.

Eu soluçava e chorava em seu pescoço.

– Vai ficar tudo bem. — sussurrou em meu ouvido, me apertando contra ele. — Nunca mais isso irá acontecer, nunca mais... é uma promessa.

Notas finais
E aí?? O que acharam? COmentem hein, senão nunca mais posto u.u kkkkkkkkk A mesma campanha contínua... se tenho mais de 230 leitores, porque não tenho 230 reviews?? . Por favor, se puderem recomendem ok? Bjinhos e até a próxima. AAHH e outra, não se decepcionem com esse capítulo, estou deixando a melhor parte pra depois ;)