Memórias
Um narrador desconhecido que, em suas próprias palavras, "vive de passado", usa a escrita para desabafar uma história que misteriosamente perturba a sua mente.
Num contexto futuro não tão distante, o político Sócrates Barcos, após ter ascendido ao cargo mais alto de seu país, é capaz de criar uma grande aliança entre os países da América, denominada União das Nações. O governo da grande potência, de natureza imperialista, logo abandona os interesses passivos e abraça a possibilidade de expansão, levando a guerras, golpes de Estado e acordos forçados. Enquanto isso, a juventude da sociedade demonstra seu desejo por liberdade através de protestos, revoltas e atentados, em sua grande maioria comandados pelo jovem idealista Félix Prado.
Num contexto futuro não tão distante, o político Sócrates Barcos, após ter ascendido ao cargo mais alto de seu país, é capaz de criar uma grande aliança entre os países da América, denominada União das Nações. O governo da grande potência, de natureza imperialista, logo abandona os interesses passivos e abraça a possibilidade de expansão, levando a guerras, golpes de Estado e acordos forçados. Enquanto isso, a juventude da sociedade demonstra seu desejo por liberdade através de protestos, revoltas e atentados, em sua grande maioria comandados pelo jovem idealista Félix Prado.
Lima
Sinopse
Um narrador desconhecido que, em suas próprias palavras, "vive de passado", usa a escrita para desabafar uma história que misteriosamente perturba a sua mente.
Num contexto futuro não tão distante, o político Sócrates Barcos, após ter ascendido ao cargo mais alto de seu país, é capaz de criar uma grande aliança entre os países da América, denominada União das Nações. O governo da grande potência, de natureza imperialista, logo abandona os interesses passivos e abraça a possibilidade de expansão, levando a guerras, golpes de Estado e acordos forçados. Enquanto isso, a juventude da sociedade demonstra seu desejo por liberdade através de protestos, revoltas e atentados, em sua grande maioria comandados pelo jovem idealista Félix Prado.
Num contexto futuro não tão distante, o político Sócrates Barcos, após ter ascendido ao cargo mais alto de seu país, é capaz de criar uma grande aliança entre os países da América, denominada União das Nações. O governo da grande potência, de natureza imperialista, logo abandona os interesses passivos e abraça a possibilidade de expansão, levando a guerras, golpes de Estado e acordos forçados. Enquanto isso, a juventude da sociedade demonstra seu desejo por liberdade através de protestos, revoltas e atentados, em sua grande maioria comandados pelo jovem idealista Félix Prado.
Notas adicionais
- Disclaimer: Esta é uma história original de ficção, escrita integralmente por mim, sem fins lucrativos e sem referências a qualquer outra obra.
- Eu gosto de dar liberdade aos personagens para agirem de acordo com suas personalidades, o que pode levar um personagem X a, vamos supor, falar palavrões ou agir de maneira ofensiva com personagem Y, coisas do tipo. Se algo assim rolar, por favor não confudam o que é opinião do fictício com a minha opinião como autor.
- É óbvio que eu recebi influências e inspirações diversas durante a minha vida, de seriados, animes, filmes, livros e outros, que ajudaram a formar o meu plano de fundo, o meu conhecimento de como uma boa história (aos meus olhos) deve ser construída e contada. Ou seja, se houver alguma semelhança com algo que você conheça, eu posso sim ter me inspirado (consciente ou inconscientemente) em algo parecido.
- Esta história também é a minha primeira tentativa com um narrador diferente. Eu costumava escrever bastante com narrador em terceira pessoa onisciente, e já tentei primeira pessoa algumas vezes. O narrador dessa história é um personagem que existe (ou existirá) ativamente na história, relatando fatos pelo "seu" ponto de vista; mas diferente do comum narrador de primeira pessoa, este é pseudo-onisciente com tudo que está rolando na história e os outros personagens. Na maior parte ele sabe o que estes estão pensando e quais são suas motivações, e narra tudo por um olhar distante. Este é um experimento que eu espero que dê certo, mas vamos ver a opinião de vocês :)
- Eu gosto de dar liberdade aos personagens para agirem de acordo com suas personalidades, o que pode levar um personagem X a, vamos supor, falar palavrões ou agir de maneira ofensiva com personagem Y, coisas do tipo. Se algo assim rolar, por favor não confudam o que é opinião do fictício com a minha opinião como autor.
- É óbvio que eu recebi influências e inspirações diversas durante a minha vida, de seriados, animes, filmes, livros e outros, que ajudaram a formar o meu plano de fundo, o meu conhecimento de como uma boa história (aos meus olhos) deve ser construída e contada. Ou seja, se houver alguma semelhança com algo que você conheça, eu posso sim ter me inspirado (consciente ou inconscientemente) em algo parecido.
- Esta história também é a minha primeira tentativa com um narrador diferente. Eu costumava escrever bastante com narrador em terceira pessoa onisciente, e já tentei primeira pessoa algumas vezes. O narrador dessa história é um personagem que existe (ou existirá) ativamente na história, relatando fatos pelo "seu" ponto de vista; mas diferente do comum narrador de primeira pessoa, este é pseudo-onisciente com tudo que está rolando na história e os outros personagens. Na maior parte ele sabe o que estes estão pensando e quais são suas motivações, e narra tudo por um olhar distante. Este é um experimento que eu espero que dê certo, mas vamos ver a opinião de vocês :)
Escrito por
Lima
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 25 de set. de 2013, 01:31
Atualizado em 25 de set. de 2013, 01:31
2660 palavras
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Notas adicionais
- Disclaimer: Esta é uma história original de ficção, escrita integralmente por mim, sem fins lucrativos e sem referências a qualquer outra obra.
- Eu gosto de dar liberdade aos personagens para agirem de acordo com suas personalidades, o que pode levar um personagem X a, vamos supor, falar palavrões ou agir de maneira ofensiva com personagem Y, coisas do tipo. Se algo assim rolar, por favor não confudam o que é opinião do fictício com a minha opinião como autor.
- É óbvio que eu recebi influências e inspirações diversas durante a minha vida, de seriados, animes, filmes, livros e outros, que ajudaram a formar o meu plano de fundo, o meu conhecimento de como uma boa história (aos meus olhos) deve ser construída e contada. Ou seja, se houver alguma semelhança com algo que você conheça, eu posso sim ter me inspirado (consciente ou inconscientemente) em algo parecido.
- Esta história também é a minha primeira tentativa com um narrador diferente. Eu costumava escrever bastante com narrador em terceira pessoa onisciente, e já tentei primeira pessoa algumas vezes. O narrador dessa história é um personagem que existe (ou existirá) ativamente na história, relatando fatos pelo "seu" ponto de vista; mas diferente do comum narrador de primeira pessoa, este é pseudo-onisciente com tudo que está rolando na história e os outros personagens. Na maior parte ele sabe o que estes estão pensando e quais são suas motivações, e narra tudo por um olhar distante. Este é um experimento que eu espero que dê certo, mas vamos ver a opinião de vocês :)
- Eu gosto de dar liberdade aos personagens para agirem de acordo com suas personalidades, o que pode levar um personagem X a, vamos supor, falar palavrões ou agir de maneira ofensiva com personagem Y, coisas do tipo. Se algo assim rolar, por favor não confudam o que é opinião do fictício com a minha opinião como autor.
- É óbvio que eu recebi influências e inspirações diversas durante a minha vida, de seriados, animes, filmes, livros e outros, que ajudaram a formar o meu plano de fundo, o meu conhecimento de como uma boa história (aos meus olhos) deve ser construída e contada. Ou seja, se houver alguma semelhança com algo que você conheça, eu posso sim ter me inspirado (consciente ou inconscientemente) em algo parecido.
- Esta história também é a minha primeira tentativa com um narrador diferente. Eu costumava escrever bastante com narrador em terceira pessoa onisciente, e já tentei primeira pessoa algumas vezes. O narrador dessa história é um personagem que existe (ou existirá) ativamente na história, relatando fatos pelo "seu" ponto de vista; mas diferente do comum narrador de primeira pessoa, este é pseudo-onisciente com tudo que está rolando na história e os outros personagens. Na maior parte ele sabe o que estes estão pensando e quais são suas motivações, e narra tudo por um olhar distante. Este é um experimento que eu espero que dê certo, mas vamos ver a opinião de vocês :)
Autor
Lima
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 25 de set. de 2013, 01:31
Atualizado em 25 de set. de 2013, 01:31
2660 palavras