Notas iniciais
OMG! Já estamos no cap. 9! Lembro quando eu e a HeyBones estávamos escrevendo este capítulo... Estamos nos divertindo muito. Obrigada pelos lindos e caprichosos comentários. Nossos dias ficam muito mais alegres se temos comentários de MCC envolvido neles. Vocês são os melhores leitores que existem! Obrigada mesmo! E como este cap. é muito amor, nós o dedicamos para a querida Bê Souza, que nos emociona, alegra e nos deixa muuuito convencidas. Além de, claro, acompanhar, comentar, recomendar e participar de MCC. Sua linda! Thanks! ♥

Ele estacionou na frente da imponente mansão. Há tempos que não entrava naquela casa. Pode perceber que só havia um carro na garagem, o que significava que ela estava sozinha. “Claro Robin! Você acha mesmo que ela ia te chamar se ele estivesse em casa? Dãã!”. Ele desceu do carro e andou rapidamente até a porta, tocando a campainha. Em poucos segundos ela atendeu.

— Robin.

— Cora. — Ela se afastou, dando passagem para ele entrar.

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Regina e Emma acenavam para Henry. Embora o menino desejasse crescer rápido, ele tinha que reconhecer que a escola infantil tinha seus méritos. E um deles era o parquinho com areia. Areia azul! É, ele adorava a escola!

— Você acha que dá tempo de me deixar no Departamento? — questionou Emma quando Regina saia com dificuldade da vaga em frente ao prédio infantil. O trânsito na hora do rush era infernal.

— Mas você já vai entrar?

— Bem, meu horário oficial de entrada é só em 2h, mas já que estamos aqui, não faz sentido eu voltar para casa. Fazer hora extra é bom.

— Hmmm… você não gostaria de ir para o clube comigo? Meu pai já deve estar lá. Assim, você poderia conhecê-lo.

Emma arregalou os olhos. Conhecer o pai dela? Pela lógica, elas estavam morando juntas e criando uma criança, então nada mais natural do que conhecer os pais. É o caminho que os relacionamentos fazem. Ainda que a ordem fosse outra, no modo tradicional. Mas desde quando ela e Regina tinham algo que se enquadrava no tradicional?

— Regina eu… eu… eu não sei se conhecer seu pai agora é uma boa ideia. — declarou ela olhando pra suas mãos.

Regina aproveitou o semáforo fechado para analisar Emma e argumentar.

— Você está com medo do meu pai, Sargento? — Regina não queria se divertir com o nervosismo da loira, mas pensar em alguém temendo Henry Mills era uma coisa muito boba. Seu pai era a pessoa mais agradável de Chicago. Aliás, ela achava que do mundo todo.

— Bem, Regina, sim e não. Quer dizer, como você vai nos apresentar? “Olá pai, essa é Emma, minha namorada. E a propósito, ela mora comigo.” — Emma tenta imitar a voz de Regina.

Regina revirou os olhos. Às vezes ela esquecia de como Emma era insegura quando o assunto principal era qualquer coisa que remetia à família.

— Claro que vai ser dessa maneira súbita que você disse — ironizou ela — Eu mato meu pai se eu disser algo tão insensível assim. Mas não vou te apresentar como nada menos que minha namorada, Emma. A gente vai lutar junto, lembra?

— Bem, eu até posso ir conhecer seu pai. Mas sob a condição de poder andar em algum cavalo depois!

Regina riu e continuou conduzindo para a ‘Fazenda e Clube Hípico Mills’.

— Ótimo. Nós vamos apostar uma corrida! E a propósito — disse Regina com sarcasmo — você é uma péssima imitadora. Ainda bem que é policial, porque se fosse atriz iria morrer de fome.

— Não iria não!

— Com certeza iria!

O Clube Hípico dos Mills era enorme. Emma nunca havia visto um aras tão grande e bem cuidado. Acoplado a ele, havia uma fazenda, que o fazia parecer maior e mais hospitaleiro.

Emma seguiu Regina, que lhe indicava e descrevia cada pedaço do lugar. Havia a casa principal da fazenda, com varandas em todas as suas laterais, a sede social, onde eram realizados eventos, a pista de grama, a pista de areia, a pista coberta, a pista de adestramento, o picadeiro de adestramento, o campo de pólo, a veterinária, o departamento de Tênis…

— …e ali as piscinas, o playground e a parte de recreação infantil. — apontava a Regina para a área próxima à casa — Vamos, meu escritório fica na parte térrea da casa. Meu pai deve estar lá.

Emma estava boquiaberta. Ela sabia que Regina e Henry eram ricos, mas o que era aquilo?

— Eu não sabia que você cuidava de tudo isso. Meu Deus! Eu namoro a princesa do império equino!

— Bem, meu pai cuida principalmente da parte de adestramento, minha mãe não tem interesse em administrar a fazenda, quanto menos o clube. Então, tecnicamente, eu sou a rainha desse império. — Regina deu uma risadinha — E você está exagerando!

— Exagerando? Olha só isso! Você nunca tinha me dito que cuidava de um lugar como este!

— Porque eu sabia que você ia ter uma reação mais ou menos assim. Mas não é nada demais. Vem, vamos lá. — Regina na tentativa de encerrar o assunto, pegou Emma pela mão e a levou em direção ao escritório.

A casa era algo entre simples e esplendoroso. As paredes eram pintadas em bege, os móveis eram rústicos, mas muito bem cuidados, e os tapetes davam um ar aconchegante.

— Você cresceu aqui? — perguntou Emma ainda admirando a sala.

— Sim

No escritório, Henry Mills sentava-se em uma poltrona de couro enquanto lia o jornal e tomava café. Ao ver Regina, ele levantou-se e a abraçou.

— Por onde andou, menina? Não a vejo desde semana passada! Achei que fossemos almoçar no sábado e discutir os detalhes da competição de cavalos marchadores.

— Desculpe, pai. Eu esqueci. Mas que tal este sábado?

— Você sabe que faço qualquer coisa para não ficar em casa escutando sua mãe reclamar — confidenciou Henry com uma risada baixa. Ele notou Emma atrás de Regina. A loira sorria de seu comentário e tinha um olhar suave. Instantaneamente ele gostou dela.

— E quem é a jovem, Regina?

Regina ficou vermelha como um pimentão. Ela buscou o olhar de Emma, que estava tão apreensivo e nervoso quanto o seu. Era agora ou nunca.

— É… Pai? Esta é Emma Swan. Ela é Sargento da Polícia de Chicago. É minha amiga há algum tempo e ela…

Henry Mills aguardou pacientemente que Regina soltasse a respiração, que claramente segurava, e terminasse a apresentação.

— Ela é minha namorada — disparou Regina tão rápido que seu pai não conseguiu entender. Abandonando o plano de evitar dizer quem era Emma de supetão, e tomando um pouco mais de coragem, ela disse pausadamente:

— Emma é minha namorada, Pai. E está morando comigo.

Emma prontamente ofereceu sua mão. Henry Mills ficou estático por um momento olhando de Regina para Emma. Quando Emma achou que ele não a cumprimentaria, ele apertou sua mão e com o outro braço a enlaçou para um desajeitado abraço.

— Como vai, Emma? Você é muito mais agradável de se olhar do que os pretendentes anteriores... Se me permite confessar.

Era a primeira vez que Emma lidava com o pai de uma namorada, mas ela achava que Henry Mills deveria ser o protótipo para todo tipo de pai.

— É um prazer conhecê-lo, Sr. Mills.

— Formal demais, minha jovem. Pode me chamar só de Henry.

— Eu já não sou tão jovem assim… Henry.

Emma sorriu, mas sua cabeça ainda processava o fato de chamar alguém de Henry que não fosse, bem… Henry.

— Foi uma homenagem, Emma. Meu pai foi o único a me apoiar incondicionalmente. Eu queria agradecer. Mas deveria ter pensado que seria estranho quando estivessem os dois juntos ou no caso de agora. — explicou Regina reconhecendo a resistência de Emma em chamar seu pai pelo nome.

— Ah, sim. Meu neto é um anjinho, não acha? Bem… dada as circunstâncias, chame-me como quiser.

— Obrigada, sr. Mills.

Henry deu sinal para que Emma se sentasse no sofá, enquanto ele voltava para sua poltrona. Regina permanecia em pé, sorrindo.

— E então, Regina? As perguntas costumeiras…

— Não, ela não fuma. Bebe mas não é alcoólatra e nem pretende ser. Sem tatuagens. Sem piercings. Sem nenhuma mania ou gostos estranhos. Com exceção da canela.

Emma olhou torto pra morena. Ela já havia ouvido falar dos interrogatórios, mas aqueles dois eram bem fora do comum.

— Oh, eu também adoro canela, esqueceu Regina?

— Ah, é — bufou Regina enquanto Emma ria com Henry — Mas enfim, é isso. Estamos juntas como namoradas há um mês, embora nos conheçamos há algum tempo. Lembra daquela policial que encontrou Henry? Então, é Emma.

— Regina falava um bocado de você naquela época. Foi um período difícil, não é mesmo filha?

— E vai ficar pior, pai.

Regina então contou tudo o que acontecera para Henry Mills. Emma fez um ou outro comentário. Apesar de estar se sentindo à vontade, ela não queria interrompê-los. Regina só parou o relato quando o telefone do escritório tocou e ela teve que atender.

— Desculpa, não vai demorar, mas é importante — disse colocando a mão no bocal. A morena conversava sobre a competição que eles fariam, mas sem tirar os olhos deles.

— Vamos conhecer o Clube, Emma. — chamou Henry sinalizando para Regina que eles iam caminhar. — Você gosta de cavalos?

Emma piscou para Regina e seguiu Henry.

— Claro! Eles são maravilhosos.

Henry Mills contou sobre seu trabalho para continuar o trabalho da família com a fazenda e com o clube. De quando conheceu Robin e do inferno que foi para Regina. Ele lhe contou coisas sobre ela que Emma ainda não sabia. Da insistência de Cora para que ela tivesse um diploma em uma área de importância, do escândalo que foi quando Regina contou que estava grávida e de quando ela havia assumido as responsabilidades do Clube.

— O sonho de Regina era estar nas competições, chegar nas Olimpíadas. Ela é uma excelente amazona. Minha esposa a impediu, apesar da minha objeção. Regina é um dos poucos assuntos que não permito que Cora interfira. Regina, no entanto, sempre quis agradar a mãe e se contentou com o que ela impôs.

Henry parou de andar e segurou Emma pelo braço.

— Emma, Regina é uma pessoa maravilhosa, como você decerto sabe. E é minha única filha. Preciso saber até onde você está disposta a ir com esta história. Eu não ligo pra questões de masculino e feminino. Amor é amor, certo? Mas a mãe dela não vai pensar da mesma forma.

Emma o olhava atentamente, alheia ao barulho dos cavalos e dos funcionários.

— E Regina realmente te ama, posso ver pelo jeito dela. Juntando tudo agora, desde que vocês são amigas ela mudou. Voltou a sorrir, voltou a ser uma garota doce. Cora já a obrigou a tomar decisões sérias demais. E aquele idiota do Robin também. Minha menina já sofreu o suficiente, Emma. Mas se eu a conheço, ela vai lutar por você como lutou pelo filho.

"Diga-me, você vai entrar para a família. E está preparada para encarar Cora Mills e quem quer que seja pra ficar do lado da minha filha e do meu neto? Eles precisam de uma luz norteadora, Emma, mas não vou deixar você mudar a vida deles radicalmente para depois vê-la partir e deixá-los em aflição."

Os olhos de Emma corriam pelas feições bondosas de Henry. Sim, ela sabia que Regina era maravilhosa, que a amava e que ela e Henry precisavam dela. Eles precisavam de um pilar. E ela de uma família.

Não fora simples para Emma assumir seu amor por Regina, mas ser independente em todas as áreas da sua vida fez com que fosse menos comprometedor. Entrar para a família? Ela já havia pulado de cabeça nela. E não se importava com nada. Emma sempre quis ser parte de algo. E seu desejo fora atendido.

— Sim, senhor. Eles são minha família agora. E a gente cuida da família.

— Exatamente! — Henry a abraçou aliviado — Bem-Vinda à família Mills, Emma!

Enquanto eles caminhavam pelas bainhas, uma dúvida surgiu na mente de Emma:

— Aquilo foi um teste, sr. Mills?

— Sim. E não. O que eu disse é sério. Mas achei que você fosse fugir com tamanha responsabilidade.

— Vivi em lares adotivos e abrigos sem ligação com ninguém toda a minha vida. Eu sempre quis esse tipo de comprometimento. Regina me completa de alguma forma. No começo foi difícil inclusive para nós. Aceitar que amávamos outra mulher. Porém, isso se torna bobagem quando temos quem abraçar.

— Muito bem dito, filha.

— E o senhor esqueceu de uma coisa, sr. Mills.

— O quê?

— Sou uma policial.

— É, verdade — afirmou rindo — Falando nisso, Emma, qual é mesmo a área em que você trabalha?

— Sou sargento na Unidade de Inteligência do Distrito 21. Cuido da parte administrativa e de instrução de soldados. E se houver um combate, eu que comandarei.

Henry soltou um assobio baixinho.

— Você deveria ter me dito isso antes!!

— Por quê?

— Porque eu saberia definitivamente que você é a pessoa certa.

Quando Regina os alcançou, Emma e Henry conversavam sobre filmes de faroeste. Apesar de estar com aparência séria, internamente Regina estava grata pela rápida camaradagem que surgiu entre eles. Isso deveria ser um bom sinal, já que os dois não simpatizavam prontamente com outras pessoas.

Emma reparou que Regina havia colocado sua roupa de montaria e ficou observando a morena selar habilidosamente um cavalo para cada uma. Elas percorreram o Clube ora trotando ora apostando corrida.

Quando a hora de ir para o trabalho se aproximou, Emma e Regina discutiram para ver quem ficaria com o carro. Emma só aceitou quando Henry disse que levaria Regina e Henry para casa. Então, eles se despediram. Enquanto caminhava em direção ao carro, ela ouviu Henry gritando da varanda:

— Você está no comando do combate, Sargento!

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— O que você quer, Robin? Da última vez que você apareceu aqui foi pra pedir minha ajuda e ter Regina e Henry de volta.

— Sabemos que isso não deu certo, Cora. — Robin deu de ombros, sentando na poltrona que a senhora Mills indicava. Ela era uma mulher bonita, reconheceu Robin. E perigosa. Muito perigosa.

— E por culpa de quem? — provocou Cora com seu sorriso mais falso. Ela só queria o melhor para sua filha. Por um tempo achou que o melhor seria Robin. Agora reconhecia claramente que ele não era.

O problema nunca foi dinheiro, mas prestígio; poder. Ter as ligações certas. Ela não pode ter nada pela associação do casamento. Seu marido não era ambicioso, era um coração mole. E pessoas sem ambição não chegavam a lugar algum. Para sua infelicidade, ela teve que se casar com um Mills.

Na época de seu casamento, seu pai não a deixara fazer nada diferente. Era um arranjo financeiramente bom pra eles. Sua mãe era indiferente, para ela a mulher obedecia o marido e cuidava apenas dos assuntos da casa. E Cora jurou que nunca seria assim. E não foi; não era. E sua filha conseguiria o melhor que ela nunca obteve.

— Você tem falado com Regina?

— Não nos falamos esta semana. Mas o que te interessa isso? — bufou Cora — Você nunca soube ser uma pessoa objetiva, não é Robin?

— Me insultar vai ser sua menor preocupação quando souber o que sua filha tem feito. — Robin deu um sorriso cafajeste — E com quem.

— Regina tem se dedicado a criar o menino. Eu não me preocuparia tanto com os casos dela…

— Nem se fosse com uma mulher?

Cora abriu e fechou a boca estupefata. O que aquele cara asqueroso estava dizendo?

— Como é? — ela tinha certeza que havia ouvido errado ou que estava sendo alvo de uma brincadeira muito idiota. Regina saindo com outra mulher? No sentindo sexual e tudo mais?

— Exatamente isso. Regina está tendo um caso com uma policial. Emma. E Henry já a chama de mãe.

— Emma? — Robin fez um sinal que sim com a cabeça. Aquilo era um choque pra ela. O que diabos estava acontecendo naquela família?

Primeiro Regina tem um filho com um simples empresário de agronegócio. Que tem como hobby a caça. Ela até conseguiu relevar, já que ela estava noiva e o rapaz até tinha uma quantidade de dinheiro relevante, além de boa aparência. Talvez ela pudesse tê-lo influenciado a conseguir algum posto na política ou até mesmo uma fusão com outra empresa. Regina tinha os conhecimentos necessários e ela a sede pelo poder e pela posição social.

Mas então, ela rompe e noivado e vai trabalhar com o pai. Outro desgosto. E depois Robin não consegue reconquistá-la e coloca tudo a perder. Ela tinha planos para Regina e não os mudaria outra vez.

Pensando no que Robin havia dito, ela já ouvira o nome de Emma ser mencionado uma vez. Algo sobre achar Henry. Ela não havia prestado muita atenção. Porém, ela tinha pensando que era somente uma amizade. Era bem a cara de Regina desafiá-la dessa forma.

“Eu não criei aquela ingrata pra isso.” O acordo era ela viajar quando o menino estivesse com sete anos para encontrar alguém com o mínimo de posição e influência. Já que obviamente ela não conquistaria pelo trabalho.

— Regina não se atreveria a humilhar nossa família assim — os olhos dela chispavam de raiva. Robin tinha uma expressão de satisfação no rosto.

— Ela humilhou não somente vocês, mas a mim também. E está comprometendo meu garoto. Eu não vou permitir que isso continue. Você está comigo, Cora?

— Regina, vai ter que acabar com essa bobagem toda. Se o que você estiver dizendo é verdade, claro.

Robin se levantou e aproximou-se dela. Sua fisionomia transmitia sua raiva.

— Insulte-me como quiser, mas mentiroso eu não sou. — Cora apenas acenou com a cabeça. Ela pensava em algo que faria Regina recuperar o bom senso. — Então, o que faremos?

Notas finais
E então? O que acharam? Até agora, esse é o nosso capítulo mais longo! UHU! Os próximos capítulos vão esquentar! Muahahaha Vocês gostariam de um spoiler do cap.10?! Mas não contem pra HeyBones! uahuahuahauhuahuah "- Até parece que eu seria capaz de flertar com a amiga de alguém…" Pois é.... Vocês não sabem do que somos capazes MUAHAHAHA Tá parei. Vamos falar do Dia Internacional de SQ agora.... O que são estas fotos dos suéters SQ? Senhooor! Morta, morta, mortaa! Quero o meu tbm! *-----* Nós vemos na segunda-feira! xoxo, Cath