Notas iniciais
CAPÍTULO DEEEEEEEEEEZ!!! *---* Vocês não sabem o prazer que é escrever essa fic, tanto para mim, quanto para a Cath. A gente troca SMS, chat no doc da fic, DM, tweet, chat do facebook... Enfim, utilizamos o máximos dos meios de contato para que essa fic saia cada vez mais linda e perfeita pra vocês. Ah, e em cada meio de contato é um assunto diferente, sobre um capítulo diferente... Então pensem na loucura que é a criação dessa belezura. Só para vcs ficarem um pouquinho mais dentro dos bastidores, os capítulos são feitos por mim e/ou pela Cath. Como assim, doida? Eu lhes explico: às vezes eu escrevo, às vezes a Cath e às vezes nós duas escrevemos o mesmo capítulo. Só não me perguntem quem escreveu o que pq assim, já temos uns 20 capítulos prontos... Então é muita coisa pra lembrar uashuahsuhasuhas. Sem mais delongas... Boa leitura. :D

Três meses depois….

— Hey! Olha só quem temos aqui… — Alexa Ryan levantou-se prontamente ao ver a morena vestida em um terninho azul claro.

— Eu estou procurando…

— Eu sei quem você está procurando. — interrompeu Alexa — O prédio não é tão grande, mas a sala da Sargento fica no segundo andar e é uma das últimas. Vou te levar até lá!

Dizendo isso, ela fez um sinal pedindo que Regina a acompanhasse. Alexa deveria estar na casa dos 20 anos, analisou Regina. Vestida com calças escuras, botas pretas, simples e de salto baixo, uma blusa creme e um sobretudo negro, a mulher tentava manter o ar sério de detetive, apesar de estar a todo momento sorrindo com os olhos.

O cabelo curto e meio ondulado, numa tonalidade entre ruivo e louro, chamava a atenção para seu rosto, assim como suas sardas na bochecha. Mas era seu jeito descontraído e sua simpatia que deixaram Regina pensando que se tivesse tido uma irmã, gostaria que fosse como Alexa.

— A propósito, sou Alexa Ryan — apresentou-se enquanto esperavam o elevador.

— Regina Mills.

— Eu estava realmente certa. — observou Alexa — Eu a reconheci de uma foto que Emma tem no desktop do computador. Vocês duas e o garotinho. Uma graça! Quantos anos tem o filho de vocês?

— Cinco — balbuciou Regina.

— Imagino que não deve ser fácil pra vocês. No começo não foi para mim, mas acredito que não deva ser pra ninguém. Ainda bem que os tempos estão mudando!

— Como é?

— Bem, eu não sou boba, sabe? Afinal não sou uma investigadora policial à toa. Emma quase não teve relacionamentos sérios com os namorados, e quando vi a foto de vocês, logo imaginei que estavam juntas. O olhar de vocês diz muita coisa. E agora, você aparece por aqui…

— É… realmente faz sentido. Você e Emma são amigas? — Regina não teve certeza do que estava ouvindo, mas esperava que o fato de estar apenas as duas dentro do elevador fosse o que impulsionava a conversa de Alexa. No entanto, observando bem a ruiva, ela constatou que aquele jeito precipitado era inerente a ela.

— Hmmm... gosto de pensar que a tenho como amiga. — afirmou Alexa sorridente, enquanto as portas do elevador abriam e elas percorriam por um corredor.

Parando por um segundo, ela olhou para Regina e confidenciou em voz baixa:

— Emma diz que sabe quando estamos mentindo para ela… Ela diz que é um tipo de superpoder que se adquire quando trabalhamos duro, mas acredito que ela deve ter assistido episódios de Lie to Me demais — disse rindo — Porém, gosto do que ela costuma dizer.

Regina arqueou as sobrancelhas bem feitas, em um pedido silencioso para que ela continuasse.

— “Contem sempre a verdade para mim, para que eu possa mentir por vocês.” É um tipo de acordo mútuo de proteção… Então, não ache que sou uma lunática que adora conversar com estranhos. Só quero que você esteja ciente de que nós apoiamos a Emma, porque ela faria o mesmo por nós. E se você está com ela, automaticamente entra no acordo. Capiche?

Regina acenou afirmativamente. Era muito bom conhecer pessoas novas e sem pretensão nenhuma naqueles tempos turbulentos pelo qual estava passando. Se tinha uma coisa que Regina detestava mais do que ter que controlar seu gênio analítico, era ter que controlar seu gênio analítico enquanto se via em “banho maria”.

— Alexa, você tem um estilo único de apresentação.

— Certamente ela tem. — concordou Emma saindo de um cômodo e indo em direção a elas. — Você — disse apontando para Alexa — não deveria perturbar visitantes com conversa mole. Se você está aqui, quem está fazendo o seu trabalho? E você, — voltou-se para Regina — está atrasada.

Alexa tentava segurar o riso. Poucas pessoas gostavam do que faziam e conseguiam ser agradáveis no trabalho. E ela era uma delas. Segundo seus colegas, agradável até demais.

— Foi um prazer, Regina.

Regina estendeu a mão para cumprimentá-la, sob o olhar atento de Emma.

— Apareça um dia em casa para jantarmos. Assim, você poderá me contar os podres da Emma.

— Com certeza! — disse e virou-se indo rapidamente para o elevador.

Emma observou Regina, que tinha uma expressão engraçada. Era bom saber que ela havia resolvido entrar no prédio, ao invés de só enviar uma mensagem avisando que tinha chegado. Realmente o relacionamento delas havia crescido nestes últimos meses.

— Então você veio ao Departamento apenas para distrair os funcionários e flertar com eles, srta. Mills? — perguntou Emma fingindo uma expressão séria.

— Até parece que eu seria capaz de flertar com a amiga de alguém… E uma pequena observação, srta. Swan: eu já tenho namorada. — afirmou Regina lentamente enquanto se aproximava de Emma.

— Sorte sua eu não estar com minhas algemas agora, srta. Mills. — O olhar de Emma concentrou-se nos lábios de Regina.

— Amor, acho melhor pararmos com isso e irmos para casa logo. Antes que eu a faça ser suspensa por algo indecoroso. — Regina advertiu enquanto puxava Emma pelo braço. A loira dava uma risada baixa, enquanto ia até sua sala pegar alguns papéis e sua bolsa.

— Ainda brigando com o trabalho burocrático? — quis saber Regina que a observava da porta.

— Quem acha que ser a encarregada de investigar crimes graves, cometidos por organizações criminosas e traficantes, e casos que envolvem repercussão na imprensa é fácil, está completamente enganado.

— E a promoção, teve alguma notícia?

— Ainda não, mas sou forte candidata ao cargo de Tenente. Mas vamos indo, conversaremos sobre isso mais tarde. Henry vai ficar emburrado se nos atrasarmos de novo.

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No caminho para a escolinha de Henry elas foram conversando sobre amenidades, tentando com esforço não tocar no assunto do processo que estavam lidando. Estavam mais tranquilas pois a próxima audiência seria em 2 meses apenas, contudo, o medo de uma sessão emergencial não saia delas. Depois dessa cartada surpresa de Robin e de Cora, elas não baixavam a guarda tão facilmente.

Assim que elas chegaram na frente da escolinha, Henry veio em direção ao carro, lindamente emburrado. Emma saiu do carro para acomodar o pequeno na cadeirinha.

— Vocês estão atrasadas! De novo! — Reclamava enquanto Emma afivelava o cinto.

— Desculpe querido, a mamãe saiu tarde do trabalho e acabou se atrasando para pegar Emma também.

— Pois é garoto, também fiquei braba com ela e já dei uma bronca nela por nós dois. — Ela piscou de forma cúmplice para o garotinho, entrando na brincadeira, que riu. Regina deu uma gargalhada no banco do motorista.

— Isso mesmo mãe! Já cansei de pedir para a mamãe trabalhar menos, mas ela não me escuta. Eu sei que o trabalho dela é maneiro, e que ela tem o Rocinante e um monte de cavalos para cuidar e brincar, mas eu também gosto de brincar com ela. — A gargalhada de Regina deu lugar ao marejar de olhos. Ela suspeitava, mas não sabia que Henry sentia tanto a sua falta. Essa história de processo, somado ao trabalho, que por si só já lhe tomava tempo, fez com que ela se afastasse um pouco de Henry.

— Então hoje vamos brincar até você dizer chega, ok? — Emma deu um beijo na cabeça do filho, tentando amenizar o clima que se instalou no carro.

— Ok mãe!

— O que você quer jantar garoto? — Pergunta a loira já no banco da frente, afivelando seu cinto enquanto Regina dava a partida, ainda calada e reflexiva.

— TACOS!!!

— Geralmente as crianças pedem pizza. — Eles riram. — Alguma sugestão de restaurante?

— PEPE LOCO!!

— Você ouviu o garoto, né amor?! — Ela colocou a mão na coxa de Regina, que continuava em silêncio. — Ei. — Ela sussurrou. Henry estava entretido com o filme que passava no DVD portátil. Regina a olhou. — Vai ficar tudo bem. — A loira sorriu.

— Assim espero. — Regina sorriu fracamente.

O jantar ocorreu de forma animada. Pediram tacos, nachos com molho de cheddar e quesadillas. Henry ria e brincava com as duas mulheres com a boca toda suja de cheddar. Emma o limpava, mas não adiantava muito. Regina ria e brincava com eles, mas aquilo que Henry a dissera realmente mexeu com ela, portanto ela ficou calada na maior parte do jantar. Elas deixaram Henry ir brincar na área reservada para as crianças, enquanto conversavam e olhavam o garoto da mesa.

— Meu amor, o que foi? Você está tão calada.

Regina suspirou e decidiu contar à loira. Não valia a pena ficar guardando coisas assim dela.

— Aquilo que Henry falou no carro, sobre eu não ter mais tempo para ele. Aquilo realmente me abalou. — Ela tinha os olhos marejados. Emma a abraçou, confortando-a.

— Oh meu amor, não fica assim. Ele entende que você está se esforçando.

— Não Emma, as coisas não funcionam assim. Ele precisa da mãe presente, das mães presentes. Assim como ele também precisa do crápula do pai dele. Se Robin não tivesse sido tão egoísta, tão ridículo, tão.. argh! Só quero que isso acabe logo, Emma. — Emma viu que a sua namorada estava a beira de uma crise de choro e decidiu que hora de ir para casa.

— Vem amor, vamos para casa. Amanhã nós passamos o dia inteiro com o nosso pequeno e matamos a saudade dele, ok? — Ela acariciava e plantava vários beijinhos pelo rosto de Regina.

Elas pegaram Henry, pagaram a conta e Emma levou-os para casa.

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Henry brincara tanto no restaurante que chegou em casa cochilando. Regina o tirou da cadeirinha com cuidado para não despertá-lo ainda mais.

— Mamãe… — Resmungou o menino aconchegando-se ao colo da morena. — Eu quero brincar mais. — Ele estava de olhinhos fechados, com a cabeça na curva do pescoço de Regina e as mãozinhas dentro do cabelo da morena. Era um ato que ele tinha desde pequeno, quando estava prestes a dormir. Regina beijou-lhe o topo da cabeça, enquanto entrava com o garoto.

— Claro meu amor, vamos brincar de dormir. Mamãe vai te dar um banho bem gostoso e te por na cama, bem quentinho, pode ser?

— Uhum. — Ele murmurou, sonolento.

Regina entrou com o pequeno em seu quartinho, deu um banho lento e suave no menino, afim de não despertá-lo muito — o que não deu muito certo — e o pôs na cama, tendo que ler uma história para ele voltar a pegar no sono. Ao fim da história, o pequeno Henry dormia quentinho em seu pijama de aviões, sob seus cobertores de dinossauros.

— Boa noite meu pequeno príncipe, a mamãe te ama muito! Nunca esqueça disso. — Ela soltou uma lágrima silenciosa, deu um beijo no menino e saiu do quarto.

Ao chegar no quarto do casal, Emma já a esperava deitada na cama. Regina achou que a loira já estivesse dormindo, e foi direto para o banheiro. Tomou uma ducha rápida e caiu na cama, apenas de calcinha e uma camiseta larga. Assim que deitou, Emma agarrou-se nela.

— Hum… Você demorou… — Ela esfregava o nariz suavemente na nuca e cabelos de Regina.

— Culpa do seu filho, que como a mãe dele, é ligado no 220W. — Ela virou-se para a loira, que lhe roubou um beijo.

— Amor, vou te propor um desafio: se você conseguir espantar meu sono, você pode fazer o que quiser comigo. — Disse a loira ainda de olhos fechados após o beijo, que não foi nada casto.

— Como você é convencida Swan! Mas sim, eu aceito o desafio. — Regina saiu da cama e Emma abriu os olhos, não entendendo nada. A visão que teve foi a melhor da noite: Regina se despia de suas roupas, de costas para a loira. Contudo, ciente de que estava sendo observada. — Já acordou Miss Swan? — Perguntou ainda de costas. “Como ela sabe que estou olhando?”, questionava-se Emma.

— Hum… Ainda não amor. Você não fez nada para me acordar, afinal! — Rebateu a loira, virada de barriga para cima de olhos fechados. Ela sentiu Regina se aproximando e ficando por cima dela.

A morena a beijava enquanto rebolava eroticamente sobre Emma, que mantinha os olhos bem fechado, apenas sentindo a namorada a provocar. Regina abandonou os lábios da loira e passou a revezar entre mordidinhas, chupões e beijos no pescoço de Emma.

— Sabe Miss Swan... — Ela sussurrava, provocante. — Acho que a senhorita está fazendo jogo duro comigo... — Sua mão ia descendo vagarosamente pelo corpo de Emma, entrando sob a calça de pijama e a calcinha da loira — Pois segundo o que consta aqui... — Ela penetrou a loira subitamente, com um dedo, fazendo Emma abrir os olhos e soltar um longo gemido de prazer. — A senhorita está bem acordada. — E com a ultima frase, Regina mordiscou o lóbulo da orelha de Emma e introduziu-lhe mais um dedo.

Emma gemia enquanto mexia o quadril no mesmo ritmo das estocadas de sua amada. Regina massageava o seio da loira, sob a blusa, com a mão a livre, enquanto a estocava e dava beijos por todo o seu rosto e pescoço. Quando Emma estava quase chegando ao orgasmo Regina parou com todos os movimentos.

— Tire a roupa. Quero chupar você. — Seus olhos refletiam o mesmo desejo contido nos de Emma, que prontamente tirou a roupa.

Regina voltou a penetrar-lhe, e desceu com os beijos até os seios da loira, que arqueava o corpo em prazer. Os gemidos ficando cada vez mais altos e mais intensos. Regina desceu beijando-lhe o corpo até o sexo encharcado e quente. Ela sugou o clitóris da loira com desejo, enquanto aumenta o ritmo das estocadas e Emma a frequência e altura dos gemidos.

Não demorou muito para loira atingir o orgasmo, gozando na boca de Regina, que se deliciava com o gozo dela. Ela retirou os dedos de Emma, mas continuou a chupá-la, dessa vez lentamente, apenas para aproveitar o gosto da loira. Emma puxou-a pelos cabelos, beijando-a em seguida.

— Acho que vai ser difícil dormir agora amor. — Elas riram, com as testas coladas.

— Ah, mas você vai ter dar um jeito, pois eu estou exausta. — Ela saiu de cima da loira e aninhou-se ao seu corpo. — Boa noite, meu amor.

— Boa noite, linda.

Notas finais
Desculpa gente, eu me empolgo nas notas, é que eu gosto de manter uma aproximação com o leitor. Então, vocês viram que temos uma nova personagem ai né? Alexa é criação da Cath, então qualquer dúvida, sugestão, reclamação, afago, xingamento, é com ela. Não tenho a ver com isso asuhaushauhs. Esse capítulo foi meio a meio, ou seja, dividimos a escrita dele. (Ninguém quer saber, Ingrid. --'. Ok, sorry.) Sim, eu ainda não falei nada sobre o episódio de ontem de OUAT pq... EU AINDA NÃO ASSISTI D': D': ~CHORA RECALQUE~ Então, nada de spoilers guys! É só isso. Comentem pois assim vocês fazem nossos corações mais felizes e sadios :D Beijo grande, HeyBones.