Notas iniciais
As segundas-feira não são lindas? *----* muahaha Mas a questão é: TEM ALGUÉM VIVO DEPOIS DO EPISÓDIO DE ONTEM?! Nossa Senhora dos Surtos Oncers deve ter ficado louca... #OUAT is back! Obrigada por todos os lindos comentários! Vocês deixam o meu dia e o da HeyBones muito mais agradável *---* Então, a HeyBones já surtou "um pouquinho" no cap. anterior, mas eu queria muito dedicar este capítulo para a Bê, porque a sua recomendação nos deixou... Extasiadas? Convencidas? Completamente felizes? Mais loucas ainda e com um ego enorme? Um pouco de tudo isso e muito mais uhauha No entanto, esse cap. não é muito amor, então a dedicação fica para o próximo! ;) Mas vamos parar com a pieguice! Let's go!

O sol brilhava forte na cidade de Chicago e a família Mills-Swan se preparava para mais uma semana.

— HENRY!! NÓS VAMOS NOS ATRASAR!! — Regina gritava do pé da escada. Era sempre assim, nos momentos mais importunos Henry queria provar sua “independência” — das fraldas, claro — pedindo para se vestir sozinho, escovar os dentes sozinho, usar o banheiro sozinho… E nessa manhã não foi diferente.

— Eu vou atrás dele amor. — Emma deu um selinho em Regina e virou-se para subir as escadas. No segundo degrau ela parou, virou-se em direção à Regina e foi até a morena, agarrando-a e dando-lhe um beijo arrebatador. — Você está muito gostosa nessa roupa, Senhorita Mills. — Ela sussurrou contra os lábios da morena antes de subir os degraus correndo.

“Maluca…” Regina balançava a cabeça e ria da namorada.

— Filho? Tá tudo bem? — Emma entrou devagar no quarto do menino. A cena que encontrou era no mínimo engraçada. Ele estava com a cabeça entalada na manga da camiseta, numa tentativa falha de por a mesma, e seu braço estava no buraco onde para estar a cabeça. Ele estava preso. Emma segurou o riso.

— Mãe, a senhora poderia me ajudar? — Sua voz saia abafada. Emma retirou a camiseta do menino e a colocou novamente, dessa vez do jeito certo. — Obrigado.

— Você está pronto? Sua mãe já está ficando louca lá em baixo. Se nós demorarmos mais um pouco, ela vai me matar, depois você, e depois eu de novo. Você sabe que ela não lida muito bem com atrasos, né?

— Como sei! — Ele deu a mão para Emma. — Vamos?

— Finalmente!! — Regina já estava com a bolsa, chaves e casaco na mão. Ela tinha um semblante irritado e impaciente.

— Desculpe mamãe, me atrapalhei. — Suas pequenas e gorduchas bochechas estavam rosadas. Ele sabia o quanto demorava para fazer as coisas sozinho, mas ele só iria aprender se praticasse, não? Regina respirou fundo, não iria brigar com o menino por algo tão inocente.

— Tudo bem Henry, só que quando eu disser que estamos atrasados e que é para eu ou Emma te ajudar, você deve aceitar a ajuda, combinado?

— Sim! — Ele deu um sorriso maravilhoso que refletiu no rosto de Regina.

— Mãe, eu não quero mais ir para a escola das crianças pequenas. Quando eu vou estudar com as crianças maiores? — Ele questionava a loira enquanto ela colocava-o o cinto.

— Quando você for uma criança maior. — Ela gentilmente fechou a porta e encaminhou-se ao seu acento na frente.

— E quando será isso mamãe? — Ele fitou a morena pelo espelho retrovisor.

— Ano que vem, querido. — Ela virou-se para responder.

— Só ano que vem? Porque não hoje? — Ele estava lindamente emburrado.

— Por que você ainda é pequeno, garoto. — Disse Emma pondo seu cinto enquanto Regina dava a partida.

— Eu quero ser grande! Ai vou poder fazer um moooooonte de coisas. — Ele disse em tom sonhador.

— Inclusive colocar a camiseta sozinho? — Zombou Emma, rindo em seguida.

— Mamãe!! Olha ela!! — Ele ficou realmente bravo.

— Emma. — repreendeu Regina, enquanto continuava prestando atenção ao trânsito.

— Desculpe amor, mas você tinha que ver nosso garotinho preso na camiseta. — Ela ria. Regina lançou seu olhar mortal e Emma parou na hora. Henry continuava brabo. Emma foi se desculpar com ele.

— Filho, desculpa? Eu só estava brincando. — De braços cruzados ele virou o rosto para Emma. Ela resolveu mudar de tática. — Sabe o que é pior que ficar preso na camiseta? Por as duas pernas no mesmo buraco da calça. — Funcionou. Henry riu um pouco, mas continuava de rosto virado e braços cruzados. — E depois tentar andar e… cair de cara no chão! — Sucesso! Henry desemburrou e caiu na gargalhada. Regina ria também.

— Você fez isso? — Ele ainda ria.

— Váááááárias vezes, garoto! — O tom dela o fez rir ainda mais.

Há alguns quilômetros dali Robin contava o que havia acontecido na noite de sábado com Regina para Marian. Ele acabara de levar Roland para a creche e tinha coisas importantes para resolver e pessoas com quem lidar.

— Está brincando que além de vagabunda ela também é sapatão!? Você é mesmo um broxa Robin!

— Como você é ridícula! Eu vou te mostrar quem é o broxa. — Ele agarrou a mulher, que se desvencilhou rindo.

— Eu estava brincando. Mas ela está com essa policial há muito tempo? Tipo, desde que estava contigo? — Ela adorava provocar Robin. Isso a deixava com tesão e o sexo era muito mais selvagem e gostoso.

— Claro que não! Isso é recente! Elas se conheceram depois que Regina e eu nos separamos. Só que isso não deixa de ser abominável e intolerável.

— Ah, tá bom! Vai dizer que nunca sentiu tesão vendo duas mulheres se beijando? Que nunca se masturbou vendo uma cena dessa?

— E você, já?

— Claro que não Robin, que nojo!

— Nojo é? Então do que você gosta? — Ele sorriu maliciosamente. Ela também. Robin sentou no sofá enquanto Marian se ajoelhava na frente dele e abria seu jeans.

Ele sorria, relaxadamente. Após ela pegar um pano e limpar a bagunça que fizeram, Robin fechou a calça, levantando-se.

— Você não vai trabalhar hoje?

— Vou, mas antes preciso resolver esse probleminha da Regina. — Ele entrou no quarto que ele chamava de escritório, mas na verdade era um quarto que continha seus prêmios de caça e os animais, empalhados, que renderam esse prêmio. Ele pegou o telefone e discou um número que achava que nunca mais fosse precisar.

— Alô?

— É o Robin. Precisamos conversar. É sobre Regina e Henry. — a voz feminina demorou a responder.

— Venha até minha casa. Lembra-se onde é?

— Sim, senhora. — e desligou.

Notas finais
Robin me dá urticária.... Ele é um cara com um pensamento muito arcaico, em que mulher nasceu pra servir e ponto ¬¬' O que acharam? Esse cap. é um pouco "forte", mas espero que seja esclarecedor sobre a personalidade do Robin. Palpites sobre quem é no telefone? uhauah Acho que deve estar óbvio.... E o que acharam da rota que traçaram para a S4? Eu gostei. Por um momento fiquei com medo de OUAT cair na mesmice. Ufa! Esse é um daqueles momentos em que é completamente bom estar errada sobre alguma coisa uhauahuha Nos vemos na Quinta. xoxo, Cath