Notas iniciais
QUINTA-FEIRA, FINALMENTE!! Nesse capítulo temos a continuação do flashback. Ele tá curtinho, mas com muito SQ! Espero que vocês gostem! E comentem u.u (Leiam as notas finais, fica a dica)

– HENRY!!! — Regina já estava aos prantos. Combinara com Robin de ele procurar no parque e ela na trilha entre as árvores. Já estava há um tempo na trilha, e seu desespero só aumentava. — HENRY!! FILHO, CADÊ VOCÊ MEU AMOR?! — Ela soluçava.

— HENRY!! — Emma ouviu uma voz feminina chamando ao longe. Só podia ser a mãe do Henry em seu colo. O garoto estava com a cabeça na curva do seu pescoço, ressonando depois de tanto chorar. Emma levantou-se com o garoto no colo e saiu do meio da trilha. A mulher morena de costas a sua frente só podia ser a mãe de Henry, pois tinha a postura tensa e desesperada.

— Moça! — Gritou, acordando Henry que olhou para frente e ficou tenso no colo de Emma, agarrando-se mais a loira. Regina virou-se rapidamente. — Acho que encontrei seu garoto. — Emma sorriu e Regina veio correndo em sua direção.

— Henry!! — Ela falou pegando o garoto, que estava estático. — Meu filho, onde você estava? Eu fiquei tão preocupada. — Ela abraçava o garoto, beijando-lhe a cabeça, enquanto as lágrimas e um sorriso de alívio e felicidade não saiam do seu rosto. — Por que você fugiu, meu amor? — Henry apenas chorava e tentava sair do colo de Regina, que não entendia o que estava acontecendo.

— Desculpe me intrometer, senhora, mas acho que foi algo que você e seu marido fizeram. Por acaso vocês bateram no garoto? — perguntou Emma apreensiva.

— Como você ousa falar isso?? Quem é você afinal?? — Regina tentava de todo modo segurar Henry, que se debatia para sair de seus braços. Até que por fim ele se jogou no colo de Emma novamente.

— O nome dela é Emma Swan, mamãe, e ela é policial. — Henry voltou a se aninhar no colo de Emma, na mesma posição que estava antes de Regina o encontrar. Ela os olhava atônita.

— Desculpe por isso. Henry está muito assustado com algo que aconteceu com seus pais. Ele está com as mãozinhas machucadas e muito tenso. Gostaria de saber, se possível, o que o levou a ficar assim.

Regina apenas chorava, sem entender nada. Ela suspirou e apontou para o banco que encontrava-se a margem da trilha. Ambas foram até ele e sentaram-se em silêncio. Regina apoiou as mãos em seus joelhos e chorou baixinho. Estava cansada de tudo isso, desse inferno que vivia com Robin. Mesmo não tendo mais nada, ele sempre dava um jeito de estragar sua vida.

Emma colocou Henry sentadinho em seu colo, mas sua cabeça continuava no pescoço dela. Ele estava novamente cochilando e isso era bom, assim ela poderia conversar com a mãe dele. Olhando atentamente para aquela mulher, Emma percebeu o quão frágil era a situação. Sem saber o que dizer para consolar a estranha, ela colocou a mão sobre as costas de Regina e a movimentou lentamente para cima e para baixo, como se estivesse lhe dando suporte, força para sobreviver a tudo. Mal sabiam elas que aquilo seria o começo de algo forte e imensurável.

Após alguns minutos Henry já estava dormindo tranquilamente e Regina tinha parado de chorar.

— Desculpe-me. — Ela limpou as ultimas lágrimas, virando-se para Emma. — Não deveria ter tratado a salvadora do meu filho daquela forma. — Ela riu envergonhada.

— Tudo bem. Você é mãe, deveria estar uma pilha de nervos com o sumiço do garoto. Além do mais, não deve ser nada confortável ver seu filho abraçado à uma estranha. — Emma sorriu triste.

— É… Mas isso não deixa de ser minha culpa. — Emma olhou desconfiada, ainda com a ideia de que Henry tinha apanhado dos pais. Regina percebeu. — Não! Eu não bati nele! Nunca fiz ou pretendo fazê-lo. Eu juro. A culpa disso tudo na verdade é mais do pai dele do que minha. Ah, e ele também não bateu em Henry.

— Então… O que aconteceu? Se me permite saber, é claro. — Emma perguntou suavemente. — A propósito, ainda não sei o nome da mãe do senhor Henry Mills. — Emma disse divertida. Regina sorriu.

— Senhor Henry Mills? — ela riu — Senhor Henry Mills é o meu pai, policial Swan. Esse menininho ai é Henry Mills Neto, mas o chamamos só de Henry. — Elas riram. — Me chamo Regina Mills. — Ela estendeu a mão, que Emma prontamente apertou.

— Regina. — Um calor gostoso emanava das mãos juntas. Algo reconfortante. — Pode me chamar de Emma. — A loira sorriu, seguida pela morena”.

Desde aquele domingo elas passaram a nutrir uma amizade forte, intensa e carregada de sentimentos. Henry e Regina passaram a depender de Emma e vice e versa. A ligação entre eles era forte, eles definitivamente eram uma família.

— TERMINEI! — A voz de Henry tirou Regina de seus devaneios. O menino tinha a boca suja de leite e a mesa ao redor da tigela encontrava-se ensopada pelo laticínio.

— Muito bem mocinho, embora na próxima vez tentaremos manter todo o conteúdo na tigela. Agora suba e vá escovar seus dentes. Emma vai te ajudar no banho hoje. — Ela olhou para a loira, que já a olhava maravilhada.

— OBAAAA! — Henry saiu correndo da mesa em direção as escadas.

— Não corra! — as duas gritaram em coro e logo após riram.

— Por que está tão calada? — Regina perguntou acariciando o rosto de Emma e lhe dando um selinho carinhoso. — Está tudo bem?

— Sim, amor, eu só… É a primeira vez que me sinto fazendo parte de uma família. Digo, de uma família de verdade, uma que me ama, que eu amo, que está sempre comigo, que me faz especial. — Emma tinha lágrimas nos olhos. Regina a abraçou.

— Não fica assim, meu amor. Sempre estaremos aqui com você, sempre iremos te amar. — Ela se afastou de Emma, apenas para encarar os olhos esmeraldas, molhados. — Eu sempre vou te amar. — E então a beijou.

— MÃÃÃÃÃÃNHÊÊÊÊ! TO PRONTO!! — Quando estavam prestes a aprofundar o beijo, Henry gritou do segundo andar.

— É com você, querida. Você é a mãe e eu a mamãe. — Regina deu um ultimo selinho em Emma e a empurrou levemente. — Vai, pois nosso filho é impaciente, igual a mãe dele.

— Ei! Eu não sou impaciente!! — Emma disse num tom de falsa ofensa.

— Ah não? — Indagou a morena divertida. — Essa sua mão dentro na minha blusa me prova o contrário. — Regina gargalhou quando Emma fitou a mão sob a blusa da morena, envergonhada.

— Isso é porque você é irresistível — Ela sussurrou no ouvido de Regina enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha direita e massageava-lhe o seio. — Fui! — E saiu correndo escada a cima, gargalhando.

— Você me paga, Swan! — Gritou Regina da cozinha, sorrindo.

Notas finais
Oi de novo! Gostaram? Não? Então comentem para gente saber! Agora, alguns spoilers só pra vocês não nos abandonarem: — No próximo capítulo, que está lindamente grande graças a Cath (♥), teremos muita, muita, muita interação entre SQ e um flashback muito esperado por vocês. — No capítulo do dia 25 teremos barraco, então preparem a pipoca e o refri que vai ter babado, confusão e gritaria. ~um dos meus capítulos favoritos~ FORA QUE, FALTAM APENAS 17 DIAS GUYS! 17 DIAS!! cora feat. neal aqui! Ah é, divulguem pros parentes e amigos de vocês, e pros amigos dos amigos dos amigos... hahahahahaha por favorzinho :D Beijo grande e até quinta que vem, HeyBones.