Marchas da Morte.
8 Puuts, ele de novo?
Notas iniciais
Boa Leitura :))
Eu estava dormindo e Alexia e Clarissa estavam vendo tv ainda quando nosso pai chego, ele veio e deu um beijo em cada um de nós, e acabou me acordando.
–Oi pai.- Eu disse bocejando.
–Oi pequena, como foi no shopping? Elas se comportaram?- Ele disse já olhando de canto de olho pra elas.
–Eita pai, mais o senhor também é, somos comportadas viu.- Alexia disse.
–Sei, voces no shopping é que nem a Liah num parquinho, é só bagunça.- Ele disse e sorriu.
–Pai, elas se comportaram, pela primeira vez sem brigas, discuções ou palhaçadas...- Eu disse e ele sorriu.
–Por acaso você esbarrou em alguém por lá?- Ele falo e sorriu.
–Aaah... Sim po-porque?- Eu disse gaguejando.
–Porque esse moço ai tem algo seu.- Ele disse apontando para a porta enorme que tem na sala, ela liga a sala com a cozinha.
–Bernardo? O que tais fazendo aqui?- Eu disse assustada.
–Voce deixou cair seu colar quando esbarramos, voce esqueceu ele no chão e eu achei.- Ele disse meio timido.- É esse aqui não é?
–Mais como voce me achou, achou minha casa? Aah sim é esse sim- Eu peguei me levantei e fui até ele.
–Bom, digamos que voce é um pouquinho conhecida no shopping sabe?- Ele disse dando de ombros.
–Pior que sei.- Disse e revirei os olhos.- Mais obrigada por devolver meu colar, foi muito gentileza, então tchau.
–Violetta, não foi essa a educação que eu te dei guria, não vai convidar ele pra jantar com nós.- Meu pai disse, niso eu virei o meu pescoço tipo a menina do exorcista, o que o meu velho tem na cabeça? Merda?
–É acho que não pai.- Eu disse.
–Se voce não convida eu convido, Bernardo queis jantar com nós?- Meu pai disse, fiquei com vontade de pular nele.
–Não quero encomodar, e vi que a Violetta não ta com muita vontade de me ter por perto.- Ele disse para meu pai.
–Não estou mesmo.- Murmurei, mais ninguém ouviu.
–Mais eu insisto, então vamos fazer algo muito bom pro jantar, vamos pra cozinha meninas?- Papai pergunto, eu não queria mais fui obrigada né.
Bom fomos até a cozinha, as meninas e o papai fizeram macarronada, eu não sabia como reagir esse idiota não precisava vir até aqui, besta não curti nenhum pouco isso.
Logo meu pai coloco na mesa a comida, então comemos e as meninas foram lavar a louça e eu fui ajudar, Alexia lavo Clarissa seco, e eu guardei. Logo estava tudo no lugar, eu peguei e fui pra sala sem interesse de ouvir a conversa desses dois, meu pai vai me pagar muito caro ainda.
–Violetta, o que tais fazendo?- Meu pai berro da cozinha.
–Pai eu tenho 23 anos, por favor né não sou mais criança.- Eu disse, tava revoldada.
–Mais você ainda mora nessa casa, então responda.- Ele disse bravo.
–Não moro não, eu só visito.- Disse.
–É as visitas duram meses.
–Para pai, chega que merda, se é esse o problema to indo embora dessa casa também.- Peguei minha bolsa e a chave do carro, liguei ele e fui pra minha casa.
Cheguei em casa e vi que tinha deixado minhas compras lá, mais não ia voltar, não agora tava furiosa. Odeio quando ele joga isso na minha casa, se a mamãe ainda estive-se viva nada seria assim desse jeito. Pèguei me joguei no sofá e fiquei pensando por um bom tempo quando a compainha tocou.
–O que voce está fazendo aqui? Isso é perseguição ou o que?- Eu disse olhando pro cara pálida.
–Não é perseguição, mais quando voce saiu correndo me senti no direito de vir atrás ve se voce estava bem, ai suas irmãs me deram suas compras e voce tinha esquecido o seu colar comigo lembra?- Bernardo disse, e eu pedi pra ele entrar, não ia deixar ele do lado de fora deveria mais não era um bom momento.
–Aaah, vem comigo no meu quarto pra trazer essas compras.- Eu disse e fomos subindo as escadas até o meu quarto.
–Depois que eu apareci seu dia não fico tão bom assim né?- Ele disse chegando no meu quarto.
–Não, não é bem assim, é que tipo meu pai sempre quis ter um filho homem, mais tudo que ele comseguiu foi 4 meninas, Clarisse já termino vários relacionamentos por causa disso, meu pai começa a tratar os meninos como seus filhos e esquece de nois.- Eu disse jogando as sacolas no closet.
–Hum, entendi mais mesmo assim me senti culpado, então me desculpe.- Ele disse com uma carinha muito fofa.
–Tude bem, eu não te culpo por isso, só que eu ainda me sinto mal, não sou filha de sangue do meu pai, sou adotada ai eu me sinto pior ainda. Pareço uma criançona de 23 anos não é mesmo.- Eu disse e sorri, peguei e sentei do lado dele na minha cama.
–Nada ver, deve ser muito ruim isso mais eu entendo, ou ao menos acho que entendo não é mesmo.
–É ninguém entende de verdade o problema das outras pessoas até pasarmos pelo mesmo.
–A menina além de linda é filosofa?- Ele disse me fez corar.
–Para com isso fico mega timida, bom vamos descer?
–Claro.
–Mais me diz no que voce trabalha?- Perguntei descendo as escadas.
–Sou empresário, micro-empresário pra ser mais correto.
–Nossa me surpreendi, mais voce não é tão velho pra ser empresário, que idade tens?- Eu tava fazendo chocolate quente, estava meio frio e achei que seria perfeito.
–Tenho 26 anos.- Ele disse e sorriu, epgamos e sentamos no sofá.
–Jura??? Não parece, parace ter a minha idade, bom só uns 3 anos mais velho que eu.
–Tens 23 anos né? Deu de ouvir né.- Ele disse sorriu.- E voce trabalha no que?- Caralho o que eu digo agora? Não posso dizer que sou assassina profissional né, além de me achar maluca vai dar mil confussões meu Deus que desculpa eu dou agora.
–Eu trabalhava como balconista, mais ai minha mãe engravido da Liah 3 anos atrás e ela acabou falecendo no parto, e tive que assumir o papel de mãe na familia, então larguei o emprego e fiquei cuidando de casa.- Ufaaaa por essa eu escapei, tá isso não é mentira, eu trabalhei mesmo como balconista e parei quando minha mãe morreu, mais não parei de matar as pessoas, digamos que eu não menti eu omiti.
–Nossa que fatalidade, sua mãe morrer dando a luz.- Ele disse e me fitou, e eu desvivei o olhar, ele fazia meu coração acelerar.
–Pois é, ele tinha idade sabiamos que era uma coisa de risco, só que ela queria muito ter a Liah, o médico até disse que nesses casos pode abortar, mais ela preferiu a vida a pequena a dela, e aceitamos.- Dei uma pausa rápida.- Quando ela tava entrando pra sala de parto, ela me fez prometer que cuidaria da bebe como se fosse minha flha, e eu cumpro com o prometido até hoje, e vou continuar assim.
–Por isso não mora muito longe da casa do seu pai?
–Sim, quando ela fica com febre no meio da noite, ele não sabe ainda que remédios dar pra ela, e ela só pede por mim, eu me mudei esse ano pra cá, ela não se acostumo ainda.
Ficamos um ótimo tempo convernsando, nós conhecendo mais ele teve que ir embora, eu tinha que ir dormir, amanha o dia ia se resumir em fazer fachina, arrumar a casa e principalmente o meu quarto, então estava na hora.
–Então tchau né.- Eu disse na porta.
–Tchau, voce tem o meu número, quando quiser é só ligar.- Ele falo.
–Voce tem meus dois endereços e meu telefone, sabe aonde me achar.- Ele me deu um beijo no rosto e foi embora fechei a porta e subi para o meu quarto.
Tomei banho, coloquei um pijama e fui para debaixo das minhas cobertas, e ferrei no sono.
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