Marchas da Morte.
9 Planos.
Notas iniciais
Eu acordei totalmente acabada, como se eu tivesse matado a noite toda, não sei o que tinha dado, só que eu não estava bem pra nenhuma coisa. Não tava nem com vontade de levantar da cama, mais fui obrigada já que o telefone fixo estava tocando, só podia ser meu pai.
Então muito rápido peguei e desci as escadas, antes que a pessoa desisti-se.
-Alo?
-Alo, oi Violetta, tudo bem?
-To ótima, o que você quer, fala logo que hoje minha paciência ta bem curta.- Respondi grossa.
-Eita santa grosseira.- Minha vontade foi de passar pelo telefone e dar na cara dele, é o Marcos que no caso é meu “chefe”.- Bom tenho muitos planos pra você está noite.
-Sério? Me diga, to precisando me destrair um pouco.- Eu disse um pouco mais animada.
-Sim, tem uns cara pedindo da melhor assassina que temos, e pelo o que eu sei você é a melhor de todos essa capangas aqui.- Ele só comentou.
-É pois é, eu sei disso. Quem tudo quer me ver?
-Uns caras, que por um acaso são muito importantes por aqui.
-Nova Iourque é o lugar de gente importante meu querido, se eu for contar, eu também sou importante até demais. Não se esqueça que o meu pai é um dos maiores empressários dessa cidade.
-Ta eu sei, só que pensa nos caras montados na grana, que estão dispostos a pagar muito dinheiro para ver pessoas acidentalmente mortas.
-Ótimo, eu vou ai depois de tarde, agora não posso to ocupada.
-Ocupada com o que?
-E eu lá te devo satisfações da minha vida? A vai pra merda.-Eu disse e desiguei o telefone, é incrivel como eles abusam da minha paciência, vontade de meter bala em todos.
Ainda é cedo poderia até voltar e dormir, mais eu tenho que arrumar umas coisas simples pros assassinatos, tem que ser tudo bem elaborado e tudo mais, então eu tinha que arrumar as coisas.
É 09:15hrs, tem tempo de sobra, aquele trouxa tem que me ligar bem a essa hora eu poderia estar dormindo ainda. Bom eu subi pro meu quarto e começei a fazer as coisas, abri meu closet de armas, lá peguei uma calibre 38, umas facas diferentes.
Eu só sei que só de pensar, nas pessoas cobertas de sangue e se torturando de dor, me tráz prazer. Só de pensar agora já me deu agua na boca né, não sou normal.
Começei a colocar tudo organizado dentro da minha mochila e pensando em ontem, realmente tenho que dizer que o Bernardo me encanto, mais como eu disse sou imune ao amor, não vou me apaixonar. Eu tenho uma irmã pra pra terminar de criar, e outras duas pra educar homem agora na minha vida não dá. Não tenho tempo pra isso.
Quando eu terminei tudo, foi eu deitar na na cama que o maltido telefone tocou de novo, e eu tive que ir atender. Desci as escadas com a minima vontade.
-Alo?
-Oi filha, podes vir já aqui em casa?- Meu pai disse aflito.
-Porque pai, o que aconteceu?- Perguntei com voz de sono.
- A Liah ta com febre, e só ta pedindo por ti.- Ele disse desesperado.
-Ta e não tem remédio Ai não?
-Ta Violetta, se eu te chamei é porque eu já tentei de tudo né.
-Eita coisa grossa.
-Não sou grosso, só que a tua má vontade é uma coisa de louco.
-Eu acabei de de acordar, porque o um filha da puta me tiro da cama por causa de trabalhos hoje de noite, mais deixa ela na cama que eu já to indo pra ai.
-Ta vem logo.
Peguei e desliguei o telefone e lá fui eu me trocar pra ir cuidar da minha irmãzinha.
Cheguei lá Clarissa tava estarachada no sofá, Alexia na internet e meu pai no quarto com a Liah.
-O que deu com a pequena?- Peguei abraçando ela já.
-Febre, e frebre e nada passa, anti-térmico parece que não faz efeito. Você sabe que isso só acontece quando você vai embora daqui de casa né filha.- Ele disse aflito.
-Eu sei né pai, mais eu tenho uma casa enorme pra cuidar, não posso viver eternamente aqui.
-Eu sei Villu, só que essa casa sem você não é a mesma coisa. Não tem a mesma vida.
-Pai eu não vim aqui para chorar, por favor né.
-Ta bom meu anjo.
Eu fiquei um tempo abraçada com a Liah e logo ela dormiu e a febre baixou, era só saudades de um dia.
Logo fui para a sala com a Clarissa.
-Saudades de novo?- Clarissa pergunto.
-O que você acha né? Será que ela não se desapegar?
-Olha Villu, desde que a mamãe morreu você que virou nossa mãe, não posso dizer nada eu não vivo sem você, imagina a Liah que tem você como a mãe dela.
-Pior que você tem razão.
-E quando eu não tenho?
-O Clarissa vai tomar no cu.
Continuamos na sala vendo tv, e eu acabei dormindo de noite vai ser uma noite longa...
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