Marchas da Morte.
12 Assassinato nº2 e Delegacia??
Notas iniciais
Boa leitura :))
Sabe eu acho que eu queria que a minha vida fosse diferente, mais não posso fazer nada se o destino escolheu que eu fosse assim toda errada e matadora, realmente isso não é profissão pra ninguém.
Muitos da máfia vão por pura vontade, mais eu fui obrigada. O que eu era, uma americana que foi para um internato militar por ter matado o pai a facadas, com 18 anos saí e o meu atual pai me colocou nesse mundo.
Ta vou dizer que dá muito dinheiro, mais o que eu vou dizer um dia para os meus filhos? Queria poder dizer a verdade, só isso.
Bom voltando para a realidade, eu ainda tinha mais dois assassinatos marcados para hoje, um era coisa simples só um tiro e já bastava foi o que me pediram então seria bem prático, já o outro era num apartamento no meio de Nova York, como eu iria fazer isso?
Me assustei no começo que soube mais fui planejando aos poucos isso, e o melhor vou deixar para o final...
Bom próximo destino Philadelphia, uma mulher de muitos interesses financeiros no banco de um cara ai precisava ser apagada, um simples tiro e já acabava com tudo, eu nem precisaria entrar na casa.
Do lado da casa dela tinha um prédio e eu tinha uma arma com visão a laser, quer coisa mais perfeita que isso? A janela do quarto dela dava certinho para a rua, a cama perto da janela ela num sono profundo era o momento ideal.
Não tinha muitas pessoas na rua, na verdade ninguém, isso era perfeito as 23hrs09min mais um assassinato perfeito entraria para a minha lista.
Em cima do prédio posicionei a minha arma, mirei bem na nunca dela e puxei o gatilho. Na hora seu corpo virou diretamente para mim como se seus olhos me dissessem: Eu te vejo, e é o seu rosto que irei levar comigo. Por um instante arrepios percorreram meu corpo.
Logo tudo passou desci as escadas do prédio e fui tomar um drink num bar fuleira. Modo de dizer né mais é um bar qualquer mesmo, ninguém nunca me via por aquelas bandas, então era simplesmente perfeito.
Entrei no bar com a minha “pequena” mochila, é não tão grande e nem tão pequena, mais foda-se. Nem fui notada, o bar estava cheio daqueles cara que pagam de ser durões sabe, e uma vadias se esfregando neles, de uma duas ou elas queriam proteção ou queriam drogas mesmo. Como eu não queria nada disso fui para o balcão, sentei e fiz o meu pedido.
–Uma vodka tônica, com mais vodka.-Falei e a guria foi fazer.
Logo meu copo chegou comecei a tomar aos poucos, afinal eu tenho tempo logo comecei a pensar como seria o próximo caso, e vi que não fazia ideia do que eu iria fazer, mais calma estava tudo sob controle.
Enquanto eu tomava devagar minha vodka um sujeito nada agradável, veio me incomodar.
–O que uma menina indefesa como você faz nesse bar?- Ele disse passando a mão em meus cabelos. Mas o que? Ele me chamou de indefesa, mal sabe ele quem eu sou.
–Primeiramente eu não te conheço e segundo não toque nos meus cabelos, não gosto muito disso.- Eu disse afastando aquela mão nojenta do meu cabelo.
–Nossa a princesinha não gosta de ser tocada.
–Não por quem eu não conheço.- Olhei-o de cima a baixo.- E pelo o que me consta não conheço o senhor.
–Educada você né? Mais pode muito bem conhecer.- Aquele ser era repugnante, humanos sem limites.
–Olha eu tenho muita educação só que se você continuar tentando falar comigo eu vou acabar perdendo a educação que eu ganhei.- Disse encarando-o.
–É estou percebendo.
–Se está percebendo porque ainda me dirige a palavra?-Logo ele passou a mão por debaixo de minha nuca agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça para atrás e encostou uma faca em meu pescoço. Mais esse sujeito acha que é quem pra fazer isso mesmo?
–Porque eu estou afim, e você vai fazer o que eu mandar.- Ele disse falando bem perto do meu ouvindo, isso me deixava cada vez mais enojada.
–Me desculpe mais você não faz ideia de quem eu sou não é mesmo?
–Não não faço, porque isso faz alguma diferença?- E ele não sabe como faz.
Minha mochila estava aberta em cima da banqueta ao meu lado, e era bem perto de mim, eu estava em pé mais foda-se eu chegava até ela.
Sem que o “machão” visse eu fui virando de costas para minha bolsa, e ele ia junto me acompanhando com a maldita faca em meu pescoço e apertando cada vez mais e mais. Daqui a pouco eu teria um corte já.
Logo alcancei a minha bolsa, e devagar fui puxando minha calibre 38 para fora. Peguei e inconstei-a em suas costelas em um angulo que se eu atira-se daria bem em seu coração.
–Bom mais eu não estou afim, e entenda uma coisa se eu disparar essa arma você vai morrer, e quem é que vai acreditar que eu fiz de propósito? Óbvio que seria por pura defesa, uma menina linda e frágil como sei não teria outro modo de se defender não é mesmo?
Logo o cara largo a faca e saiu de perto de mim, quando eu fui tomar meu último gole de vodka me deparo com a polícia bem atrás de mim. Mais o que eu fiz agora?
–Você era a moça que possuía uma calibre 38?- O polícial me perguntou, não vou mentir.
–Sim sou eu, porque?- Com cara de inocente perguntei.
–Precisamos que nos acompanhe até a delegacia.
–Claro só deixa eu pegar minha mochila.- Peguei a minha mochila e acompanhei eles, afinal nada poderia dar errado, tenho tudo no esquema.
Chegamos na delegacia, era um lugar que me dava 500 tipos de nojo, mais bem não era a minha primeira vez ali né.
–Alguém nos informou que você estava armada ameaçando um cara.- Está de brincadeira comigo né? Revirei os olhos.- Isso é verdade?
–Olha poderia até ser, se o vagabundo não tivesse colocado uma faca no -meu pescoço e me ameaçado primeiro.- Peguei e levantei meu cabelos e mostrei a marca, essa marca foi uma das minhas salvações.
–Bom é uma bom desculpa, mais isso não resolve nada o fato de você está portando uma arma sem ser registrada.
–Meu querido, desculpe te informar mais para um policial você está bem desenformado.-Disse ironicamente.- Procura meu nome ai nos arquivos e verá que minha arma é registrada, e verá minha ficha criminal.
O policial me olhou desconfiado mais concordou e foi verificar.
–Bom aqui está dizendo que você tem umas 10 armas registrada no seu nome algum propósito para isso?
–Coleciono só isso.
–Está bem, mais você foi fichada com 10 anos, assassinato.
–Não é bem isso motivos a parte, eu paguei minha pena de 8 anos num reformatório, internato militar e um outro lugar que eu não lembro muito bem.
–Isso está aqui também.
–Viu eu disse.- palhaçada viu?- Olha não tenho nada para comentar, se quiser liguem para o meu pai.
–Menina de família então?
–Muito.
–Ótimo, me diga qual o nome do seu pai que buscarei o telefone dele.
–Arthur Martins.
–Se-senhor Martins?
–Sim ele mesmo, porque?
–Só não sabia que ele tinha uma filha mais velha, Quantos anos você tem mesmo?
–23 anos, desde quando você conhece meu pai?
–Bom eu trabalhei com ele a alguns anos atrás e bom ele saiu da polícia pra fazer não sei o que e hoje é um dos caras mais ricos dos USA.
–Pois é que coisa você deter a filha de um “amigo” seu né.- Fiz aspas com os dedos, mais que porra era essa meu pai foi da polícia e eu não sabia? Ele me deve explicações.
–Realmente, vou ligar para ele e conversaremos daqui a pouco.- Ele disse e se retirou da sala, e eu fiquei lá com meu celular e mais nada.
Uns 20 min depois o policial voltou e me deu umas notícias.
–Em primeiro eu conversei com o seu pai e ele disse que realmente a arma é sua.- Jura?.- Segundo, eu vou te liberar mais por favor controle sempre.
–Eu sou super equilibrada, só queria ver você no meu lugar, mais bem estou indo foi um prazer.- Apertei a mão do policial e fui embora.
Logo sai daquele lugar que me dava ânsia, lembrar dos meus 10 anos não é muito agradável.
–Inúteis, jamais vão me prender.- Joguei minha mochila nas costas e fui fuçando no meu celular, logo meu pai ligo.
–Fala pai.- Eu disse calmamente.
–Mais que merda você foi fazer na delegacia.- Lá vem o sermão.
–Olha se for me dá sermão desiste que eu não fiz nada de errado.
–Violetta Maria quase matar um homem em público não é fazer nada né.
–Se sabe o que eu fiz porque me perguntou mesmo papai?
–Os pais tem o costume de fazer isso.-Sério mesmo?.- Mais foda-se te quero em casa agora Violetta.
–Não, eu não fiz nada de errado e outra tenho encomendas para hoje ainda, então tchau pai.
–Viole..- Desliguei.
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