Marchas da Morte.
13 Assassinato nº 3.
Notas iniciais
Boa leitura :DD
Não queria ouvir meu pai falando um monte de merda pra mim, eu já sou bem grandinha né por favor, minha próxima parada era um apartamento num lugar tanto quando movimentado, então bora pra lá.
Cheguei lá, entrei no prédio fui pro elevador, como se mora-se ali mesmo. Logo achei o número do apartamento do cara, entrei com um facilidade que não tinha noção, uma casa muito chique, só coisa de grife coisas de ricos no caso. Como já era tarde eles estavam dormindo não seria difícil afinal nada para mim é difícil.
Eu pensei em esfaquear eles, que nem os outros porem para mim seria muito normal eu estava afim de algo que chama a atenção, então na ponta dos pés entrei no quarto e um tiro certeiro em cada um, ta isso também não chama a atenção, mas...
Peguei minhas cordas dentro da bolsa, enrolei no pescoço do cara fiz um nó bem forte, e agora era arrumar força pra jogar o corpo, fui na sacada do quarto dele arrastando o corpo, amarrei na grade da sacada mais um 2 nós e levantei ele e joguei o corpo sacada abaixo, agora era a vez da mulher dele, ela era mais leve porem o trabalho era o mesmo.
Fiz tudo igual e logo os 2 estavam pendurados, e tem coisa que chama mais a atenção do que isso? Pois é acho que não.
Com aparência de feliz e sem culpada alguma, pensei em ir pra minha casa descansar porem não daria saberia que meu pai queria falar comigo então fui para lá mesmo.
Esse trabalho demorou, e demorou muito tanto que já era 01hrs30min. Ao menos minhas irmãs estarão dormir mas mesmo assim eu tenho que ir no quarto da Clarissa, mas foda-se.
Não demorou muito para mim chegar em casa, as 02hrs00min eu já estava na porta de casa, entrei e adivinha com quem eu dou de cara.
–Oi pai.- Disse beijando seu rosto.
–Porque esse sorriso Violetta?-Seco.
–Porque eu fiz meu trabalho completo hoje, e estou feliz porque agora não posso isso também senhor Arthur Martins.- Joguei minha bolsa no chão da cozinha.
–Sei que é só por isso Violetta, Bernardo esse nome te diz algo?-Paaaaai.
–Pai por favor né, não começa você sabe que não tenho sentimentos a não ser por você e minhas irmãs.- Fui pra geladeira pegar as coisas para um sanduíche.
–Sei...-Paciência.- Então me diga, delegacia?
–Não pai, estou muito feliz não estraga isso né.- Sentei pra comer meu sanduíche na bancada.
–Ta bom, vai dormir aqui em casa né?- Aquele medo de eu ir embora estampada em seu olhar.
–Claro né pai.- Sorri.
–Filha vou dormir, depois limpa a cozinha.-Jura?- E vai ir dormir também né princesa.
–Claro pai.- Ele veio me abraçou e eu o beijei.
Meu pai apesar de tudo é um homem de bom coração e tudo mais, sei que é sarcástico falar isso, porem é verdade.
Logo terminei de comer, lavei meu prato e tal e fui pro “meu” quarto né. Entrei lá fui pro banheiro tirei minha roupas e joguei no chão, penteei meu cabelo e fui dormir, sim só de calcinha e sutiã mesmo.
–Olha Violetta você tem que parar com essa mania de vir pra minha cama de madruga, por favor né.
–Cala boca Clarissa, estou cansada e eu sou a mais velha aqui me respeite.- Disse e acabei rindo, dormi bem rápido.
.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.
–O vagaba papai mandou te acordar.- Clarissa disse me dando um beijo no rosto.
–Que horas são?- Perguntei porem não abri os olhos.
–Quase 07hrs00min.
–isso são horas de me acordar, não vou levantar mesmo.
–Fala isso pro papai, ele te quer lá embaixo.
–Pega um pijama pra mim no closet que eu vou descer.
–Não mesmo, eu tenho que tomar café ainda Violetta, você não faz nada da vida porem eu tenho aula.- Ela disse jogou a mochila nas costas e sumiu.
–Não faço nada da vida, mal sabe ela o que eu fiz ontem e noite, por favor né.- Falei comigo mesma levantando.
Essa vida, olha faz favor né bufei e fui para o closet, peguei um pijama qualquer, prendi meu cabelo e desci com aquela cara podre de sono.
–O que queres comigo a uma hora dessas pai?- Bufei e fui pra geladeira.
–Bom dia para você também Villu.- Ele veio até mim e me beijou.- Olha o jornal.
–O que tem? Políticos corruptos só.- Peguei o jornal na mão.
Lá dizia o seguinte: “Um casal de milionários foram mortos noite passada com um tiro na cabeça cada um, e seus corpos foram pendurados na sacada do quarto do casal.”
–Meu Deus pai que coisa horrível, quem teria o sangue frio de fazer isso.- Disse com cara de indignada, afinal minhas irmãs estavam ali.
–Que coisa de outro mundo eihn.- Alexia.
–Nem me fale, olha que isso não chegue até aqui né.- Clarisse falo enfiando uma torrada na boca.
–Comigo por perto nada de mal vai acontecer a vocês.- Falei e beijei o top da cabeça das 3.
Meu pai só sorriu de leve para mim, meu ponto fraco é a minha família, minha irmãs são meu mundo eu vivo por elas e eu trabalho que nem uma louca pra ter dinheiro e dar tudo que ela precisam e querem, meu pai não pode dar toda a atenção que elas precisam, sou eu que vou nas reuniões de escola, eu que levo elas pra escola, eu que faço tudo por elas, por mais que meu pai não trabalha naquele ramo ele trabalha com outras coisas.
É eu não tenho vida própria, mas foda-se desde que eu consiga colocar um sorriso no rosto das minhas 3 preciosidades está ótimo é isso que me faz sorrir junto.
–Villu leva nós para a escola?- Alexia me pediu me abraçando.
–Claro que levo meu anjo.- Peguei a chave do carro do papai, iria com ele mesmo.
–Vais de pijama Violetta?
–Sim pai, fica com a Liah ai que logo eu volto.
Sai com as meninas e deixei a pequena com o papai, logo estaria de volta e cuidaria dela para ele ir trabalhar, o vida eihn.
Levei as meninas para a escola e eu de pijama dentro do carro linda e diva coloquei umas músicas para ouvir, afinal não sou de ferro principalmente porque eu só consegui dormir 5 horas, afinal né naquela casa a “mãe” sou eu, então bora aguentar.
Cheguei em casa papai estava no escritório dele e eu não via a Liah fui perguntar aonde ela estava.
–Pai, aonde está a Liah?
–Dormindo no meu quarto, porque?
–Nada não só queria saber.
Fui para o meu quarto e da Clarissa, tirei aquele pijama joguei num canto do quarto, entrei no banheiro e joguei minhas roupas íntimas em outro canto do banheiro e entrei no chuveiro com água morna.
Fiquei tomando banho por um bom tempo, e pensando nas coisas. Sai me enxuguei e enrolei outra toalha no cabelo, fui para o closet achar uma roupa pra sair. Estava afim de passear com a Liah, ir no shopping, no parque, queria passear e dar um atenção para a minha bebe.
Logo estava pronta, só faltava secar o cabelo e a maquiagem porem precisava dar banho e arrumar primeiro a Laih.
Fui para o quarto do papai e ela estava sentada na cama vendo tv, temos o costume de deixar a tv ligada para quando ela acordar não se assustar por estar sozinha, sabemos que ela já é bem grandinha porem é nosso bebe né.
Arrumei ela, e deixei ela que nem uma bonequinha, coloquei touca nela amo bebes que usam toucas acho a coisa mais linda do mundo.
Levei ela para a sala e deixei ela brincando na sala enquanto terminava de me arruma. Em questão de minutos eu já estava todo produzida.
–Pai.- Bati na porta.
–Entra filha.
–Eu vou sair com a Liah tá?
–Ta bom, que horas voltam?-Ele perguntou calmamente.
–Nem sei, quando eu for pegar as meninas na escola provavelmente.- Ele sorriu.- Pai?
–Fala.
–Me empresta seu carro de novo?
–Sabia que ai tinha né Violetta.
–Eita pai também não é assim.- Revirei os olhos e fui abraçar ele.
–Não de certo, só não vai pedir dinheiro não é mesmo?
–Claro que não seu bobão, eu vou ir pegar meu “salário” agora.
–Vais levar a Liah naquele lugar.- Ele arregalou os olhos.
–Pai ela é só um bebe, e outra não se esqueça que eu sei bem o que estou fazendo.- Beijei seu rosto e sai.
Peguei Liah e fui para o carro, prendi ela na cadeirinha e agora era ir lá pegar meu pagamento e depois passear com minha pequena.
Fale com o autor