Mansão Shouthvill
9 Revivendo o passado [parte 2]
Notas iniciais
o capitulo tá meio pequeno, e menos confuso, mas de acordo com a parte 1 vcs entenderam perfeitamente!!!! Boa leitura
Nada, era tudo o que eu podia ver naquele momento, eu não tinha a mínima idéia de onde me encontrava, um certo instinto de estar sendo observado me perturbava. Tentei procurar algo para guiar-me, mas nada encontrei, o local onde encontrava-meparecia não ter fim em todos os lados.
Ficar parado aqui não vai me ajudar em nada, mesmo com medo resolvi “explorar” um pouco aquele local desconhecido, afinal essa porcaria tem que ter fim, ou será que não? As folhas molhadas eram pisoteadas por meus pés, que ao mesmo tempo eram feridos pelas pedras pontiagudas que se escondiam por de baixo delas, aquela dor era a coisa que eu menos deveria me preocupar agora, primeiro preciso saber onde estou...
-Troy? – Sussurrou uma voz em meus ouvidos, atiçando cada pelo de meu corpo, parei imediatamente o movimento que fazia com minhas pernas, podia sentir uma respiração ofegante em meus ombros, o medo se tornou meu melhor amigo naquele instante. Paralisado, era como eu estava, nada se passava por minha mente, apenas uma forte sensação de que tudo daria errado. DESESPERO, essa é a palavra certa. – Com medo? – Indagou novamente.
Aquilo pra mim foi desesperador, sem ao menos pensar corri feito um condenado fugindo da policia pelo nada, um morcego voando a luz do sol, era eu naquele exato momento cego, quando eu pensei que nada poderia piorar, esbarrei em algo, deduzir como um muro, pois era firme como pedra, e a dor por todo o corpo não poderia ser causada por outra coisa.
-Droga! – Gritei, ecoando com minha voz todo o local. Pelo menos sei que estou e, um lugar fechado, que ótimo, “vou morrer!”, pensei comigo, passos pesados vinham em minha direção provocando-me um desespero indescritível.
-Se machucou? – Indagou. Eu não podia ver nada ainda, mas parece que “aquilo” podia ser guiar com facilidade naquela escuridão.
-Quem é você, como sabe meu nome, e o que quer de mim? – Gritei, “vou morrer!”, imaginava comigo. – Socorro, alguém.....
-Cale-se! Ou será pior para você, se eu tiver inspirado e você continuar gritando dessa forma, te matarei lentamente, agora se você ficar caladinho, prometo que vai ser rápido.
-O que-ê?! – Gaguejei. Por aquilo estava acontecendo comigo, o que eu fiz?
-Pensativo? Mesmo no escuro eu consigo imaginar, a expressão em seu rosto, medo, desespero. Isso me excita muito. – Sussurrou ele em meus ouvidos, passando sua nojenta língua em minha orelha.
-Para! – Gritei, esquivando-me daquelas mãos ousadas, mas por pouco tempo, com movimentos rápidos ele conseguiu me dominar novamente.
Suas mãos deslizavam por meu rosto, suavemente me causando náuseas, logo após descendo por meu pescoço e peitoral chegando a uma área me causando um incomodo. Felizmente as mãos me soltaram e eu pude me movimentar, levantei rapidamente e corri não sei para onde, se era em direção ao muro, apenas corri me guiando apenas por meu instinto, quando pensei que havia escapado daquele maníaco, sinto uma coisa se cravar em minhas costas causando-me uma dor indescritível e me jogando ao chão.
-Isso que dá fugir, — Falou ele, eu previa que estivesse atrás de mim, não há como escapar agora, chegou meu fim, fechei os olhos desistindo, e quando os abrir novamente as hélices do ventilado ao teto giravam rapidamente. Estou em meu quarto novamente, foi tudo um pesadelo, minha blusa estava ensopada de suor, levantei com um pulo de minha cama e sentir uma forte dor em minhas costas, mesmo com dificuldades para andar abrir a porta de meu quarto e segui andando lentamente pelo corredor, as luzes estavam apagadas, todos deveriam estar dormindo, cheguei ao banheiro acendi a luz e me olhei no espelho, meus olhos se cravaram em minha blusa repleta de sangue, a retirei e virei às costas a frente do espelho, havia uma pequena abertura, bem no meio de minha espinha que não parava de sangrar, corri em direção ao chuveiro e liguei-o deixando que a água lavasse todo meu corpo sujo, por um momento fiquei tranquilo por não estar naquele lugar e sim em minha casa, e quando eu pensei que tudo havia acabado, as luzes se apagaram, assim como minha tranquilidade.
Notas finais
quero opiniões hehehe
agbradeço a leitura!!! abraços... :D
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