Manhunters

92 Qual a relevância disso tudo?


Notas iniciais
Fala, galeríssima! Olha só fugindo aqui do assunto eu tô muito feliz em saber que voltamos a ter mais postagens de fics (mais especialmente fics GSR, risos). É bom saber que o fandom está na ativa, postando fics direto e com uns enredos bem legais e com um grande potencial que eu penso assim: caraca eu adorei! Mas então é isso. O capítulo era pra ter mais de 8 mil palavras, porém achei melhor cortá-lo e percebi que havia uns erros que não consertei anteriormente. Aproveitem!

Segunda, 21.

Eles voltaram a se ver somente na segunda-feira, no local de trabalho. Mesmo fechada, evitaram de trocar mais que alguns cumprimentos em forma de palavras, discretos ainda por cima.

— Ouvi sua mensagem. — disse ela meio minuto após se sentar na cadeira. Foi justamente uma das coisas que o sargento ansiava ouvir naquela manhã.

O próprio Grissom não pôde evitar o disparo no peito ao ouvir a declaração. Antes de efetuar a ligação ele se preparou, várias e várias vezes. Desde o modo de começar a falar até mesmo o que fazer caso ela não estivesse a fim de conversar. Foi uma surpresa ter caído na caixa postal o que foi melhor para Grissom, preocupado em falar algo que não devia e causar uma impressão ruim.

— É? — perguntou sem se dar muita ênfase.

— É. — A mulher tirou alguns arquivos da pasta e os dispôs à mesa — Temos que conversar.

Ao mesmo tempo em que gostaria de ouvir aquilo, Grissom não queria. Não era o que realmente esperava ouvir em primeiro lugar; torcia por algo mais reconciliador. Em silêncio o sargento apenas concordou com a cabeça e jogou conforme o jogo.

— É, eu concordo. — disfarçou após fitá-la com uma cara absorta. Não sabia o que dizer em seguida sobre o assunto ou se realmente deveria continuar — Vou falar com Brass para saber se ele já conseguiu as imagens. — Ele acabou voltando para o trabalho.

— Ok. — Quando finalmente ela o encarou de fato, Sara notou que havia algo diferente em seu olhar. Diferente de como os via eles estavam cansados, como se não tivesse dormido direito. Faltou pouco para ele perguntar sobre seu estado, mas acabou recuando.

Grissom deixou a sala e saiu com pressa para se encontrar com o capitão. Dia de segunda era sempre mais corrido com um grande número de ocorrências e assim o andar ficava cheio. O sargento precisou se desviar de algumas pessoas para chegar ao seu destino.

— Brass. — falou ele momentos depois de entrar. O capitão que conversava com dois detetives percebeu que Grissom queria falar com ele o quanto antes. Então liberou os oficiais que se levantaram e deixaram a sala, cumprimentando rápido o sargento à porta.

— Ei, Gil. — O capitão fez um gesto para trazê-lo para perto.

— Alguma novidade sobre as imagens?

— Uma emissora concordou em ceder as imagens. Vão fazer ainda hoje segundo eles.

Grissom franziu a testa, intrigado por tanta rapidez por parte da emissora.

— Isso é bom, até. Mas por que tanta “pressa” deles? Por acaso querem algo em troca? — perguntou desconfiado.

— Eles sempre querem, Gil. Significa tanto ser “bem tratado” por nós quando estiverem na ativa ou receber a informação antes.

— Ah é? Deus abençoe os favores. — O sargento ironizou.

— O RP afirmou que vai mandar um funcionário entregar o cartão de memória.

— Deram um prazo?

— Até o final do dia. Foi o que o RP respondeu.

— Ótimo. — Grissom falou entre um suspiro — E a outras emissoras?

— Jogo duro. Não querem entregar sem um motivo razoável ou um mandado. Você sabe que qualquer coisa já aguça o sentido deles.

— Ainda estou surpreso que ao menos uma emissora concordou em ceder as imagens sem muitas complicações.

— É. — O capitão concordou — Melhor aproveitar o que querem dar pra gente.

— Alguma novidade sobre os objetos que a detetive Sidle recolheu do cemitério?

— Ainda não. Quando estiverem prontos eu aviso a vocês.

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Grissom retornou à sua sala e a encontrou mexendo no computador. Sara parecia centrada, imaginou até que ela não percebeu sua presença.

— E então, novidades? — Ela perguntou enquanto ainda focava no computador.

— Brass disse que uma emissora concordou em ceder as imagens do funeral para nós ainda hoje. — Grissom se aproximou dela e viu que “perdeu” sua cadeira, vindo a se sentar em outra.

— Isso é bom. — Sara assentiu — Espero que tenham pego um bom ângulo do lugar onde eu estava, se bem que acho difícil. Pelo que eu vi só focavam no caixão e nas pessoas próximas. Eu não estava muito perto da cena.

— Iríamos nos arrepender depois se não tivéssemos tentado ao menos. — O sargento deu de ombros — O que está procurando?

A detetive girou a cadeira para encará-lo de frente.

— No final de semana eu fiquei pensando nos bilhetes. — Ela baixou a cabeça brevemente — Não pude evitar, essa coisa ficou na minha cabeça.

— Tudo bem. — Ele replicou gentilmente, recebendo um meio sorriso dela.

— Eu estava pensando em... — Sara gesticulou com as mãos — buscar algo no evento relacionado a organizações que atendem a deficientes visuais e se houve alguma... ligação entre elas e os benfeitores ricos.

— É uma boa ideia. — Grissom falou com certo ânimo.

— Também estive procurando por apartamentos aqui no centro. — Sem olhar para ele Sara acabou revelando.

— O-o quê? — Ele não sabia por onde começar, palavras fugiram-lhe como pássaros. Ficou buscando nela seu olhar, ansiando por mais explicações.

— Tomei essa decisão ontem ainda. — Ela disse baixo, com todo o cuidado para ninguém de fora ocasionalmente ouvir.

— Por que você não... me falou? — Grissom perguntou meio chocado.

— Não pense mal, eu quis fazer isso por mim mesma. Já... tive que pensar em muita coisa nesses dias, não foi algo fácil.

— Então... você vai mesmo se mudar. — Depois de pararem de falar sobre este assunto Grissom foi surpreendido.

— Eu fiz uma pesquisa, apenas. — Ela logo maneirou a situação — Mas estou um pouco mais aberta a isso.

Grissom tocou carinhosamente em sua mão apoiada na perna. Ela, que ainda estava de olhar baixo, ergueu-o para vê-lo. O sargento envolveu a mão ainda mais e buscou dizer alguma coisa.

— Eu-

— Vamos falar sobre isso depois. — Sara ergueu a mão envolvida — Melhor continuarmos com o caso para não perder o foco.

— Ok.

— Podemos começar pelas organizações que participaram do evento. — Ela pegou a mochila (que preferiu trazer ao invés da bolsa) e retirou o próprio notebook — Está com a lista das organizações que participaram nesse ano?

— Lembro-me que está por aqui. — Ele disse com pouca certeza. Começou a vasculhar a gaveta da mesa e pegou uma pasta recheada de arquivos. Demorou um minuto para encontrar o que gostaria e já estava perdendo a paciência. Quando finalmente achou entregou a duas folhas grampeadas contendo as tabelas com nomes e telefones das organizações presentes no evento.

— Não está organizada por categorias, não é? — A morena falou desanimada ao pegar a lista.

— Ordem alfabética somente.

— Droga. — Ela passeou os olhos pela folha fazendo uma busca superficial.

— Me dê a outra.

Sara retirou o grampo e deu a segunda página a ele, assim o trabalho seria dividido ambos não perderiam tanto tempo. Com dois computadores ficaria mais fácil para ambos acelerarem as buscas.

Começaram sem trocar muitas palavras, não havia muita coisa a se comentar. A primeira coisa a fazer, sugerida por Sara, era eliminar os nomes óbvios que não tinham a ver com a busca. Não surtiu tanto efeito esperado, mas já foi algo. Separando os possíveis nomes viria o próximo passo, uma pesquisa por meio da internet ou telefones caso necessário para confirmar o trabalho dessas organizações.

De repente os dois ouviram algumas batidas rápidas na porta e ficaram surpresos com a pessoa que entrou.

— Ei. — Era Catherine, que entrou mostrando o sorriso ávido de sempre. Ela se aproximou dos dois e parou frente à mesa.

— Oi. — respondeu Sara ao olhar brevemente para o parceiro. Grissom apenas acenou enquanto se focava no computador.

— É com você mesmo que eu quero falar, Gil.

— Hã? — Ele só ergueu o olhar quando ouviu seu nome já que não prestou atenção nas palavras anteriores.

— Vem comigo?

— Bem... — Foi a vez dele em atentar para sua parceira, que pareceu não se opor — Ok.

— Vou cuidar das coisas por aqui. — afirmou Sara.

— Já vou devolvê-lo pra você, Sara, só uns minutinhos. — A detetive brincou, mas acabou causando um pequeno desconforto em Sara, talvez um susto. Ela conseguiu disfarçar a tempo.

— Divirtam-se. — A morena acenou.

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— Ok, estou aqui. O que aconteceu? — falou o sargento assim que Catherine entrou em seu carro. Achou estranho o pedido da amiga para levá-la a um lugar do qual nem falara anteriormente.

— Primeiro eu quero uma carona até o Rose’s.

— E segundo? — Ele ficou desconfiado com o que viria.

— Falei com Sam. — A mulher fez um gesto para que ele desse a partida.

— Ah é? E então? — perguntou ele enquanto manobrava o SUV.

— Quando disse que você queria conversar ele negou na primeira hora.

— Por que não estou surpreso com isso... — Ele suspirou — Então é isso, acabou?

— Sabe que a relação entre ele e a polícia nunca foi das melhores.

— É, eu sei disso. Mas achei que se você tentasse persuadi-lo iria adiantar de alguma coisa. — O sargento comentou desanimado, já imaginando que o plano não deu certo de qualquer jeito.

— Eu tentei. Tomei um café com ele e expliquei a situação. Acho que ele imaginou alguma coisa envolvendo nós dois no começo.

— O quê? — Ao contrário da naturalidade com que Cath falou, Grissom pareceu bastante surpreso.

Vendo a expressão em seu rosto a detetive sorriu e depois bateu de leve em sua perna, causando um breve susto.

— Falei que era importante, sobre um dos seus casos. — Ela gesticulou — Depois de muito esforço ele aceitou falar com você.

— Isso é bom. — Assentiu.

— Mas com algumas condições.

— Ótimo. — falou irônico, sabendo que não iria escapar de Sam Braun.

— Espero que seu smoking esteja em boas condições. — Ela comentou sugestivamente.

— Por que isso? — Grissom perguntou na tentativa de decifrá-la.

— Adivinha. Você vai jantar com ele.

Grissom percebeu que o sinal se fechava e freou bruscamente.

— O quê?!

— Ei, garotão, calma aí! Tenho uma filha pra cuidar. — A freada pegou Catherine com a guarda baixa.

— Está me dizendo que vou jantar com Sam Braun?! Cath, não foi isso que eu pedi!

— O que que tem, Gil, não é nada de mais. Você pergunta o que quer pra ele e ainda come num restaurante chique. — Ela deu de ombros.

— Sendo que eu não estou com cabeça para jantar com um dos maiores empresários de Vegas! Céus... — O sargento fez um gesto em negativa repetidamente.

— Eu tentei argumentar com ele, mas o Sam foi irredutível. Ele quer dar as cartas.

— Deus... — O sargento lamentou, pressionando levemente as mãos sobre o volante. Ele começava a se arrepender da ideia — Quando vai ser isso? — perguntou já se sentindo derrotado.

— Ele ainda vai confirmar comigo. Mas o provável é que seja daqui a uma semana.

— Por que ele não confirma isso comigo? — indagou irritado.

— Não queira entendê-lo, Griss. — Catherine fez um gesto com as mãos.

— Tá, ok... — disse após um suspiro.

— Desculpe, foi o que deu.

Ele se virou para a amiga brevemente.

— Isso não é culpa sua. — Grissom falou de modo conciliador — Eu só espero conseguir alguma coisa depois de tudo isso.

— Também estou torcendo. — A detetive fez um gesto em assertiva.

Quase um minuto se passou desde a última vez que trocaram palavras. Catherine lutou consigo mesma antes de falar. Se não o fizesse talvez a coragem não viria depois.

— Ele é suspeito, Gil? — perguntou enquanto o observava.

Faltavam poucos metros para chegarem ao Rose’s, por causa disso o sargento estava preso com a amiga. Não teria escolha a não ser responder; enrolar só traria problemas a ele. Ainda assim tentaria outra abordagem.

— Catherine, você sabe que numa investigação-

— Ah, Grissom, deixa disso. Não é uma conversa formal, são dois amigos tendo uma conversa e uma das partes querendo saber se o pai está envolvido. — Catherine retrucou e quando não obteve resposta, prosseguiu — Vamos, você não é do tipo que costuma esconder essas coisas de mim.

Já dava para ver a placa do restaurante bem à frente.

— Cath, você acha que ele seria capaz de matar onze pessoas ou estar envolvido nessa história?

— Eu-

— Me responda como policial, não como filha. — Ele a interrompeu no momento oportuno.

— Não o considero um homem de mãos totalmente limpas, mas não acho que ele seja capaz.

— Viu? — replicou ele ao estacionar o carro.

— Mas e você? — A detetive o questionou assim que ele desligou o veículo.

O sargento retirou a chave e o cinto de segurança antes de respondê-la. Parou de se mover e respirou fundo.

— Eu acho que ele sabe de alguma coisa. Ou conhece gente que sabe.

O pior de tudo era que Cath esperava ouvir algo parecido. Com esta resposta Grissom saiu primeiro. Curiosa para saber o motivo ela deixou o veículo rapidamente.

— Vai comprar alguma coisa também?

— Não ia, acabei mudando de ideia.

Os dois seguiram juntos para dentro do restaurante. O cheiro bom de comida que saía de lá invadia as narinas de cada um que passasse por perto, convidando para entrar. Além disso o ambiente quase familiar servia de refúgio e um lugar para por a cabeça nos trilhos.

— Minha opinião pessoal? — Grissom falou antes de chegarem à entrada — Não acho que ele faria isso.

A detetive buscou seu olhar, mas ele foi mais rápido e entrou no restaurante antes dela. Já dentro, os dois foram recebidos por Tina e logo o “informante”, Jin, avisou a Rose da presença dos dois. Já era uma coisa comum aquilo ocorrer, tanto que se acostumaram.

— Ei, se não são meus policiais favoritos.

Os dois a cumprimentaram em seus próprios meios. Grissom foi mais discreto, ao contrário de Catherine.

— E o que vão querer? Almoço ou uma torta?

— Uma torta de mirtilo. — A detetive afirmou de cara.

— Duas para mim. Vou levar. — disse o sargento, erguendo a mão direita discretamente.

— Duas? Finalmente está fazendo algo legal pra Sara. — comentou Catherine ao cruzar os braços.

— Quem disse que estou comprando para ela? — Grissom rebateu com um sorriso desvergonhado.

— Tá vendo por que ninguém quer trabalhar com você? — Ela apontou para seu peito.

— É, eu estou sim. — O homem sorriu de propósito.

— Infelizmente vou ter que acabar com o ânimo de vocês por enquanto. A próxima rodada sai daqui a uns dez minutos. — Rose comentou logo após Grissom falar.

— Dez minutos? — Grissom olhou para o relógio meio decepcionado. Não queria passar tanto tempo longe do trabalho além de perder todo o ritmo da pesquisa junto de Sara.

Rose fez um gesto abatido, como quem não pudesse fazer nada para ajudá-lo. O sargento passou a mão no canto do rosto e olhou para os lados sem saber ao certo o que fazer em seguida. Contra sua vontade decidiu por esperar; até pensou em mandar uma mensagem à sua parceira, mas optou por não fazê-lo.

A dona do restaurante os encaminhou para que esperassem pela torta sentados ao balcão. Grissom apoiou-se sobre a superfície à sua frente e ficou movendo o pé direito enquanto Catherine não fez muita coisa, se limitando a pegar uma balinha doce. O sargento soltou um suspiro acuado e depois observou a amiga de canto de olho.

— E então. Que caso você pegou?

— Morte na família. Irmão do meio.

— Droga. — lamentou — São sempre delicados.

— Nem me diga.

Não bastou muito tempo para que ele continuasse.

— Trabalhando sozinha?

— Não. Meu parceiro ficou de me encontrar aqui.

— Hum... — Ele assentiu sem ter mais o que dizer.

— E vocês dois, como estão se saindo?

Pela primeira vez naquela breve conversa Grissom encontrou o olhar da amiga. Queria muito falar sobre tudo, toda a verdade envolvendo o caso e principalmente seu relacionamento com Sara. Mas seria colocar tudo em risco, inclusive a segurança de Catherine. Ainda não era a hora, estava longe disso.

— Estamos enfrentando um monte de problemas. Deve ser um sinal de que as coisas estão andando, por incrível que pareça.

— Que bom, ao menos alguma coisa boa. — Ela assentiu — Mas já pensou em montar uma força-tarefa pra isso?

A pergunta o pegou desprevenido. Grissom arqueou as sobrancelhas, mas não chegou a sair de sua posição. Engoliu em seco e respirou pela boca.

— Eu não, mas o Brass, sim. — admitiu.

— Seria uma boa alternativa para aliviar o trabalho, não que esteja desacreditando vocês.

— Eu sei o que quis dizer. Mas fazer isso levaria um tempo que não dá mais para ficar gastando. Mais pessoas, mais... — Ele fechou os olhos por dois segundos — Problemas desnecessários.

— Sei que não é fã de trabalho em grupo. — A detetive sorriu tocou em seu ombro gentilmente — Mas saiba que se precisar eu estarei lá.

— Obrigado.

Uns cinco minutos e meio se passaram. Nesse meio de tempo os policiais aproveitaram para conversar um pouco com o pessoal do restaurante. Catherine, a propósito estava mais disposta a dialogar, já Grissom, disperso nas nuvens pouco falou se comparado a ela.

O sargento em seu momento de silêncio sentiu o celular tocar. Ele o tirou do bolso do paletó e viu que a ligação era de Sara. Atendeu na mesma hora sem pensar no porquê.

— Oi, Sara, sou eu.

— Gil, você tem que vir aqui agora.

As palavras curtas, mas incisivas causaram certo temor a ele, que franziu as sobrancelhas e pediu por mais informações. Ele imaginou dezenas de situações que envolviam o profissional e até mesmo o lado pessoal.

— Sara, o que houve? O que aconteceu? — perguntou preocupado, o que chamou a atenção de Catherine.

— É sobre o que a gente estava pesquisando. Onde você tá?

— No restaurante ainda. Mas já estou indo.

— Tá.

Ele finalizou a chamada e guardou o celular.

— O que foi, Gil?

— É sobre o caso. Acho que Sara descobriu algo importante. — respondeu e logo visou à entrada da cozinha, lembrando-se que pedira as tortas.

— Vai, deixa que eu levo para você depois. — Cath notou na hora o que ele estava pensando — Não se preocupe com a carona.

— Obrigado. — Grissom tomou seu caminho para fora apressado.

Notas finais
Pois é eu quis terminar esse cap com um suspensezinho. Se deixasse tudo ia ficar grande demais, então eu fiz isso mesmo kkkkkk Obrigada a todos que leram! Beijos e até o próximo! ♥