Manhunters

34 Pausa para uma torta de mirtilo


Notas iniciais
E aí galeríssima! Hoje é dia de capítulo novo, meus amores! Obrigada a todos que estão lendo e em especial aos que comentaram e continuam a comentar. A opinião/palavra de vocês é super especial! É um grande prazer ler e responder cada comentário ♥ Bem, vamos dar continuidade com essa loucura não é mesmo? Haha! Aproveitem!

Mesmo o sol imponente, carregando todo seu esplendor, dava lugar à chuva.

O sargento pediu um breve tempo de intervalo ao capitão, que lhe concedeu, satisfeito por terem conquistado um grande progresso no caso. Vinte e cinco minutos, meia hora, no máximo, era o tempo em que ficariam fora. Num primeiro momento Sara estava avessa ao pedido dele em "levá-la para sair". Todavia, sob estresse, tinha medo em passar dos limites ao voltar com os interrogatórios, e sua presença era tão vital quanto a dele naquela sala. Então relevou, visto que aquilo seria uma espécie de recompensa pessoal. Nove dias atrás a ideia de Grissom e ela saírem para algum lugar juntos que não fosse relacionado ao caso era impensável.

Eles pegaram um táxi, por conta do sargento, é claro, que queria amenizar a situação entre eles. Foram para o Rose's, tão aguardado Rose's. Sara, prevenida, trazia consigo um guarda-chuva pequeno. Acabou dividindo com o parceiro. Apertaram o passo quando o veículo chegou na porta da delegacia. Grissom, coitado, foi quem mais se molhou, ainda que as gotas da chuva fossem moderadas. Sem querer, a detetive deixou escapar uma breve risada, ao vê-lo naquela situação. Mas acabou sentindo pena. Ele não merecia aquilo.

— Por que você me convidou? — Ela perguntou, sem muitas pretensões, por mais óbvia que fosse.

O sargento se virou para ela e ergueu uma sobrancelha.

— Para... tomar um café. — Ele respondeu quase sarcasticamente.

— Falei sério, Grissom. — Sara desviou olhar, virando o rosto para baixo.

— Eu também. Depois de tantas "descobertas" alcançadas, merecemos uma pausa. Principalmente você. — Apontou para ela discretamente.

— A gente podia descansar lá mesmo. — A mulher retrucou, ao se virar para a janela adjacente.

— Mas não teríamos a oportunidade de comer um pedaço da torta da Rose.

Ela se voltou para ele, e atentou para o semblante de zombaria que ele apresentou.

— E além disso, se não quisesse mesmo vir comigo, você teria recusado e ficado por lá mesmo.

A detetive deu de ombros.

— Digamos que eu estou interessada, sim. — falou em deboche — E você estava me devendo essa.

Ela não comentou (seria inconveniente, é claro), mas o convite do sargento lhe trouxe certa nostalgia, trazendo-a de volta aos tempos da Conferência. Por algum tempo sentiu-se bem em pensar no passado.

Chegaram no estabelecimento em dois minutos. Vinte e oito minutos restantes. Ela saiu do carro primeiro e esperou por ele. Então, embaixo do pequeno guarda-chuva preto, os dois apertaram o passo e entraram o restaurante.

O sininho da porta tocou. Ainda que muitos já se acostumassem ao ouvir aquele barulho e não desviassem sua atenção, sempre tinha alguém que olhava para porta quando ouvia o tilintar do objeto. Grissom entrou primeiro. Na verdade, foi Sara quem pediu que ele fosse logo enquanto ela fechava o guarda-chuva.

A dona do restaurante, Rose, saiu da cozinha ao ouvir o barulho. Logo deu de cara com o sargento. Estava diferente, bem diferente.

— Ora, ora, quem é vivo sempre aparece! — falou Rose, ao deixar o balcão e ir de encontro a Grissom — Bem, meio vivo... — completou brincando.

— Olá, Rose. — O sargento a cumprimentou, sorrindo de lado.

— Meu Deus, Gil, o que houve com você? É só se afastar de mim por alguns dias e já te encontro assim!

— Eu tive uns... imprevistos que se tornaram problemas. É uma longa história. — disfarçou.

Assim que terminou de falar, Grissom virou o rosto para o lado, ao ver que Sara se aproximava dos dois. Ela fechou o guarda-chuva e olhou para a frente, onde viu Rose.

— É... oi... — Ela acenou para a mulher.

— Rose, essa aqui é a detetive Sara Sidle. Minha nova parceira. — Ele falou, olhando diretamente para a detetive.

— Ah, então você que é a mulher que a Cath me contou? — Perguntou retoricamente um pouco eufórica.

Sara olhou para Grissom um pouco confusa. Ele deu de ombros:

— Agradeça à Catherine. Ela quem falou de você para Rose e por isso ganhou um pedaço de torta.

Ela franziu as sobrancelhas.

— Achei que você tinha pago a torta pra mim!

— Bem... — Ele não pensou no que disse antes e acabou se enrolando.

— Vamos mudar de assunto, melhor não é? — Rose tomou logo a palavra, percebendo que o amigo dificilmente sairia daquela situação — Aposto que sei o que vieram fazer aqui: comer um pedaço da minha torta de mirtilo.

— Sim! Nós viemos... — Grissom respondeu ligeiramente e assentiu. Sara apenas o observou calada.

— Pois bem, deram sorte, porque daqui a pouco eu estou fechando o lugar.

— Hoje é domingo... Acabei me esquecendo. — O sargento balançou a cabeça.

A mulher soltou uma breve risada ao ouvi-lo.

— Querem o quê? Um café e um pedaço de torta?

— Sim. — Ele olhou para Sara — E você?

— O mesmo que ele. — Respondeu, se dirigindo à mulher.

— Ótimo. É um grande prazer ter conhecer, detetive Sidle! — Rose estendeu a mão para Sara, que retribuiu o gesto com entusiasmo.

— O prazer é meu. — A detetive sorriu — Quero que saiba que eu me apaixonei pela sua torta.

— E temos mais uma admiradora que entrou para o clube! Fico lisonjeada. — A mulher respondeu, apertando afavelmente a mão da detetive — Então, podem esperar ali. — Ela apontou para o canto atrás dele, a área de onde ficavam os bancos estilo sofá — É o lugar favorito do Gil.

— Nós não... pretendemos ficar por muito tempo. — O sargento se virou para Rose e depois para Sara — Não é?

A morena olhou para a janela por alguns instantes. Viu que a chuva parecia ter aumentado.

— Acho... que dá pra gente ficar aqui por um tempinho. O que acha?

Surpreso, ele ergueu as sobrancelhas.

— Certo. — Respondeu, olhando para Rose, que sorria o tempo todo.

— Tá bom! Um momento que já vou trazer o pedido pra vocês.

— Obrigada, Rose. — Sara lhe lançou um sorriso. Grissom apenas assentiu satisfeito.

Eles seguiram para o local apontado pelo sargento. Sara foi primeiro, sentou-se de costas para o lugar em geral. Grissom ficou no banco paralelo a ela, e teve o privilégio de ter uma vista quase total do restaurante.

O sargento olhou para o relógio: vinte minutos restantes.

— Tá preocupado com os guardas lá? Se quiser a gente bebe o café aqui e leva a torta.

— Não. — Grissom ergueu a mão esquerda — Vamos comer aqui mesmo.

— Ok. — Ela assentiu.

Foi aí que as memórias retornaram novamente. Ele olhou para a mulher à sua frente. Ela, que não percebeu, disfarçava alguns movimentos; abaixava um pouco a cabeça, olhava para os lados, principalmente para a janela. Um déjà vu. Grissom se pegou pensando naqueles tempos de outrora mais uma vez. Era como se tivessem voltado no tempo, oito anos atrás, e sentado para tomar um café com a jovem detetive de olhos cativantes.

— Sabe... — Sara tomou a palavra, interrompendo a volta do passado de Grissom — Eu gosto de dias chuvosos. São bons para pensar. — disse, enquanto continuava a olhar pela janela as gotas.

— É, são bons... — comentou ele, sem saber direito o que falou. Então se recompôs — Desculpe, fiquei meio distraído.

— É? — perguntou — Com o quê?

Ele engoliu em seco.

— Me lembrei... de quando saímos após a palestra para tomar um café. — Ele respondeu, na tentativa de alcançar seus olhos.

— Hum... — Ela assentiu, ao olhar para a mesa.

Como você tem coragem de falar sobre o passado se nem ao menos você me explica o motivo de você se esquecer de mim?! Pensou nervosa.

Grissom ficou arrependido em ter soltado aquelas palavras. Mas elas saíram tão naturalmente que ele não pôde se conter. Uma pena que ambos tinham vontades divergentes. Se quisesse (tentar) voltar ao que era antes, só tinha uma saída: retratar-se. E para isso teria de quebrar a si mesmo. Todavia, era uma tarefa árdua e difícil para ele.

Enfim, uma das garçonetes do restaurante, Tina, chegou com duas xícaras de café bem quente, um jarrinho de açúcar e os serviu aos dois. Ela disse que se quisessem mais alguma coisa era só chamá-la. Ambos agradeceram à mulher. Sara foi a primeira a por um pouco de açúcar em sua xícara. A detetive assoprou a bebida e tomou um gole. Nesse meio tempo, observou o sargento, que baixou sua cabeça a encarar sua xícara.

— O café vai esfriar. — A mulher apontou para a xícara dele.

— Pois é. — balbuciou.

Aquela resposta a deixou mais insatisfeita ainda.

— Vem cá, — Sara inclinou seu corpo para a frente, apoiando os antebraços na mesa — o que tá havendo com você?

Ele se dirigiu a ela, que o encarava com um semblante bravo. Parecia a mesma Sara que o encarava naquele quarto de hospital. Parecia, não, estava da mesma forma que antes.

— Opa, cheguei! — Sorridente, Rose chegou até a mesa dos dois e falou antes mesmo de chegar. Aquilo interrompeu a breve conversa entre a detetive e o sargento — Pronto. Separei um pedaço maior pra você, Sara. — Ela disse, e fez uma careta para provocar Grissom, que revirou os olhos, também levando na esportiva. A detetive riu ao ver aquela cena e agradeceu-a.

Rose serviu-a e depois a ele. Então se sentou ao lado do sargento, como já fazia de costume. A mulher tinha um grande apreço por Grissom, e sempre que podia, parava um tempinho para conversar com ele.

— Então, há quanto tempo estão trabalhando juntos?

— Há uns nove dias. — Sara respondeu com naturalidade, ao pegar um pedaço da torta com o garfo. Ela olhou para Rose e depois ficou encarando o sargento, que começou a comer.

Rose observou os dois a comer, principalmente Sara, que de vez em quando disfarçava para visá-lo. Balançou cabeça disfarçadamente.

— Sei que é pouco tempo, mas conseguiram alguma coisa?

— Ela conseguiu. — Após se manter em silêncio, Grissom foi o primeiro a se manifestar. Apontou para a parceira com a mão esquerda, enquanto partia outro pedaço da torta com o garfo.

Sara mal teve tempo de reagir.

— Ah é?! — Rose deu uma leve batidinha na mesa com as duas mãos — Que bom! Trouxeram a pessoa certa para trabalhar junto de você, Gil!

— Não... — A morena argumentou, chegou a rir para disfarçar — A gente descobriu isso junto-

— Não seja modesta, Sidle. — Grissom comentou, e depois tomou um gole de seu café. Não dirigiu seu olhar a ela — Sara é uma boa policial. Descobriu em dois dias o que eu não descobri em seis meses. — Ele concluiu, virando-se para Rose.

Sara ouviu-o atentamente. Ainda que fosse um elogio, sentiu uma pontada de ironia. Para falar a verdade, não gostou muito do que ele disse. Só não sabia o porquê.

— Uau, estou impressionada, detetive Sidle. — Rose assentiu para a detetive.

Ela olhou para Rose. Poderia completar a fala do sargento, dizendo que por causa da implicância e resistência dele, quase desistiu de prosseguir com o planejado. Por sorte, ela era tão insistente quanto ele. Mas deixou passar.

— Não foi nada. — Deu de ombros — Na verdade, o sargento Grissom até me... motivou a descobrir essa pista. — completou quase em deboche, dirigindo-se a ele, que na mesma hora ergueu o pescoço para vê-la.

— Bom saber que vocês dois estão se entendendo! — A mulher disse ao olhar para os dois.

— Na verdade, — Grissom repetiu as palavras da parceira — já nos conhecíamos há um tempo atrás.

Rose arregalou as sobrancelhas.

— Não acredito, sério mesmo? É muita coincidência, não acham?

Os policiais se entreolharam.

É. Você só se esqueceu de falar que se esqueceu de mim, não é mesmo? A morena pensou. Queria falar, até, mas novamente se segurou.

— Talvez. — O sargento fez um gesto com a cabeça — Mas eles só trouxeram a detetive Sidle por causa de sua competência.

Competência essa que você duvidou bastante, não é?

— E aqui estão vocês dois. Parece que o destino quis juntá-los. — A mulher falou brincando.

No momento em que disse isso, Grissom quase se engasgou com o gole de café que tomava. A morena não se conteve ao vê-lo daquele jeito e soltou uma breve risada.

— O que foi agora, Gil?!

— Nada, Rose. — O sargento arregalou as sobrancelhas rapidamente para se recuperar do susto.

Rose cruzou os braços e balançou a cabeça: — Eu, hein. Não dá pra saber o que se passa na cabeça desse homem. — Ela fez um gesto com o polegar, apontando para ele, enquanto se dirigia à detetive.

— Pois é. — A morena concordou.

— Então tá. Eu vou deixar vocês terminarem de comer. Daqui a pouco eu vou fechar o lugar, mas não se preocupem, não vou apressá-los. A não ser que demorem muito. — Rose concluiu, rindo depois.

— Obrigado, Rose. — Grissom assentiu e sorriu de lado brevemente.

— Ah... — Ela fez um gesto com a mão, se levantando em seguida. Então se aproximou de Sara e tocou-lhe o ombro — É um prazer te conhecer, Sara.

A detetive se virou para Rose e mostrou partilhar do mesmo sentimento.

— Igualmente.

Rose não demorou, deixou os dois e foi embora.

Novamente o sargento e a detetive se encararam. Assim que encontrou seus olhos, Grissom tratou de disfarçar e olhar para a hora em seu relógio.

— Acho que está na hora, não é? — Ela perguntou, após limpar a boca com o guardanapo de papel. Sua voz foi um pouco seca.

— É... — Assentiu, apoiando as mãos na mesa — Mas não se preocupe, não estou com pressa. — concluiu, vindo a observar a janela.

Um minuto inteiro se passou. O clima, que parecia ficar daquele jeito mesmo os incomodava, principalmente a Grissom, que carregava palavras entaladas na garganta das quais precisavam ser ditas. Só que, ao invés de soltá-las de uma vez, novamente ele as guardou para si e emitiu outras:

— Sobre o interrogatório do Hernández... — Ele falou, com olhar atento a ela.

— O que tem ele?

— Não faça mais aquilo de novo. Está bem? — A voz dele saiu baixa, um pouco fria e repreensiva.

A mulher franziu a testa ligeiramente. Não gostava de ser chamada a atenção, nunca gostou. Ainda mais daquele homem à sua frente.

Ela virou o rosto para a janela.

— Vou ser sincero: não achei correta a sua atitude. Carver pareceu não gostar, também.

Então você me trouxe aqui, amoleceu meu coração com uma torta pra me dizer isso?

— Só? — Irritada, Sara quase cuspiu aquela única palavra.

E o sargento, percebendo aquela atitude, tratou de respondê-la assim que teve a oportunidade:

— Isso é sério. Achei que voltaria para a sala, mas você nos deixou lá até o final. — Foi percebido uma leve pontada de decepção em sua voz ao final da sentença.

— Você viu como eu estava, Grissom! — Ela olhou para os lados, tentando ver se não chamou a atenção de alguém. Então continuou num tom mais baixo — E você mesmo falou que eu tinha chance de "partir para cima do Hernández".

— Eu sei disso. Estou apenas dizendo como eu me senti. — O homem retrucou, de modo que pudesse finalizar aquela questão — Por isso eu estou te pedindo para que não faça aquilo novamente. É para o seu próprio bem. Se eu não me importasse, — Grissom terminou sua fala numa voz mais baixa ainda e implicitamente chateado — não estaria dizendo essas coisas.

A morena o observou abaixar sua cabeça e em seguida olhar para a janela. Não esperava por aquela resposta, muito menos a última frase. Sua raiva escapou e da mesma forma se esvaiu.

— Esqueça. — O sargento fez um gesto com a mão, de repente, aparentando não querer mais tocar no assunto. Sabia que se tentasse os dois continuariam a discutir, e a única coisa que a dupla precisava era daquilo.

— Não... — Sara discordou quase na mesma, olhando para ele. Suspirou — Eu vou tentar manter o foco no objetivo. — Não queria dizer, mas sentiu-se na obrigação — Obrigada...

Ele assentiu.

— Tá bom.

Dados alguns segundos, ela se manifestou:

— Estou pronta. — A detetive falou, dados alguns segundos depois da resposta dele.

— Certo. Eu vou chamar o táxi para voltarmos à delegacia. — Grissom levou a mão direita ao rosto e a deslizou.

Ao término do "lanche", Grissom e Sara deixaram seus lugares. O sargento pagou a conta e depois ligou para o táxi, mesmo por insistência da detetive, que queria pagar o valor do transporte. Os dois se despediram de Rose em seguida. Quando o táxi chegou, em pouco tempo, os dois saíram do restaurante.

Novamente ela abriu o guarda-chuva. Não queriam, já que o carro estava próximo, mas a chuva aumentou. Então se apertaram naquele pequeno espaço e caminharam rapidamente para o táxi.

E o tempo, para eles, voltou a seguir.

Notas finais
Bem, é isso. Com a chegada das férias da faculdade eu espero ter a chance de escrever mais capítulos e, quem sabe, fixar uma média de dois capítulos por semana, ao menos. Show de bola! Sobre o capítulo: ele foi bem light, não teve relação direta com o caso, mas tivemos alguns pontos interessantes. Vimos Sara conhecer a Rose que de cara amou a detetive. Quase todo mundo que conheceu a Sara se deu bem com ela, só o Grissom que foi diferente aff kkkkkkk Outro detalhe é que o Grissom falou (na cara e na coragem) que se importa com a Sara, minha gente! Não, sério, ele se importa mesmo. Quando o sargento se lembra daquela jovem detetive de anos atrás, ele percebe quanto tempo passou que ficaram longe e afins, e o quanto foi duro com ela no começo. Noooo próximo capítulo vai ter bastante coisa, hein! Eu gostei muito de escrever o cap 35 por causa da importância dele e pelo desenrolar. Estou tão empolgada que vou postá-lo nesta sexta-feira mesmo *RISOS*. Galera, vocês são incríveis. Muito obrigada a todos que acompanham a fic até aqui. Beijos a todos e até o próximo capítulo! ♥ Obs: sabem que eu imagino a Octavia Spencer interpretando a Rose? Que coisa, não? kkkkk enfim, eh isto