Notas iniciais
Fala, pessoal! Simbora com mais um capítulo pra vocês. Finalmente chegou um dos momentos que eu havia prometido há um tempinho atrás. Mais uma vez agradeço a todos que estão lendo a fic. Boa leitura!

O resultado da (re)investigação do caso da segunda vítima não foi o esperado. Decerto que os culpados por ajudarem o assassino foram trazidos à "luz da justiça" e que todo um processo burocrático iria ocorrer até julgamento final. Mas o que ela mais queria, tanto quanto o seu parceiro, eram respostas acerca do próprio assassino. Lewis sabia de muita coisa, mas de alguma forma, conseguiu escapar no último instante para o gosto amargo da decepção. E mais perguntas surgiram: quem era esse investidor? Como ele entrou em contato com Lewis? Será que há mesmo um investidor, ou o ex guarda falou com o próprio assassino?

QUE DROGA!

Se tinha algo para amenizar a situação, ao menos, era que finalmente estavam progredindo no caso; deixaram a estaca zero e expandiram mais a esfera daqueles crimes. Outra coisa importante no qual puderam concluir acerca disto, era esta: Zodíaco era alguém com grande poder aquisitivo. Não havia outra explicação para tal fato. Oferecer ao todo a quatro homens um total de 800 mil dólares não era pra qualquer um. Isso era um fato do qual ela tinha plena certeza. Ao menos uma boa conclusão foi conquistada ao retornaram àquele caso.

Sara passou as últimas três horas a analisar o caso da terceira vítima, Cassidy Young, também conhecida como Tory. A mulher de vinte e cinco anos trabalhava como acompanhante de luxo em Las Vegas Valley, mais precisamente nos arredores de Paradise. Ela foi encontrada morta por um gari às seis da manhã, quando passou naquele beco para recolher o lixo. Sua amiga, Liz, que saíra antes de Cassidy seguir para o "trabalho", contou ao detetive Salas, em prantos, que estava amargamente arrependida em tê-la deixado sozinha para ir embora. Foi uma grande perda para a mulher que decidiu se mudar de Vegas.

Sua descrição do "homem misterioso" não foi tão detalhada. Homem de mais ou menos um metro e oitenta, possivelmente loiro ou moreno de cabelos curtos. Ela não conseguia descrevê-lo direito por conta dos efeitos das luzes ao redor e por que seu estado no momento não era 100%. Vestia roupas escuras, talvez: calça jeans e jaqueta preta. E essa era a única possível descrição do suspeito, que mal sabiam ao certo se era Zodíaco.

O caso não repercutiu na imprensa. Se fosse uma modelo ou dona de casa, ou qualquer outra mulher que não fosse uma prostituta, talvez o crime ganharia apelo nacional. Zodíaco era esperto demais em não atacar uma figura bastante conhecida e atrair os olhares da mídia. Foi então que Sara despertou certa empatia pela vítima... novamente. Era um fardo difícil de abandonar.

Ainda havia muito trabalho a ser feito. Um trabalho desgastante, que não podia ser feito por apenas uma pessoa. Assim como ele (mesmo não querendo de antemão) precisava dela, da mesma forma, ela precisava dele. Não tinha jeito. Entretanto, havia um empecilho entre os dois que precisava ser resolvido o mais rápido possível. Ela sabia disso e ele também.

Fim do turno e relatório finalizado. Hora de ir...

Pra casa? Céus!...

Não. Sara estava inquieta demais para isso e, mesmo que estivesse um pouco cansada, não conseguiria relaxar se não desse "aquele" assunto por encerrado. Alguma coisa precisava ser feita.

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Depois de passar o dia todo a fazer praticamente nada, Grissom estava completamente entediado. Era seu segundo dia de suspensão (ou um dia e meio) e seu corpo gritava por um pouco de ação. Ele odiava o ócio excessivo, pois tinha medo de se acostumar com o não fazer nada.

Com tantos dias pro Ecklie fazer isso, ele tinha que me suspender logo agora?! Que DROGA! Pensou irritado.

No momento, o sargento, sentado em seu sofá, lia um livro de não-ficção. Hank estava deitado ao seu lado. Só que, de uma hora para outra, Grissom olhou para a frente e fechou o livro. Reclamou consigo mesmo por não estar fazendo nada que pudesse ajudar no caso. Sara estava sozinha com todo aquele peso nas costas enquanto ele descansava em sua quente e confortável casa.

Ele deixou o livro no braço do sofá ao lado direito e se levantou. Estava prestes a seguir para o quarto na busca dos arquivos sobre Zodíaco quando o celular, que também estava no braço do sofá começou a tocar. Intrigado, e curioso ao achar que fosse algo em relação à polícia, o sargento não perdeu tempo e logo atendeu à ligação. Surpreendeu-se com quem ligava.

— Sara? O que foi, está tudo bem? — perguntou preocupado.

Grissom, a gente tem que conversar. Agora. — A voz da detetive era de alguém cansado. Ele percebeu assim que a ouviu pela primeira vez Por favor.

Ele ergueu as sobrancelhas. Sara não explicou o motivo, mas Grissom tinha uma boa e clara ideia sobre o que se tratava. Não tinha mais como escapar.

— Você... ainda está na delegacia? — Ele olhou para os lados enquanto falava.

Não. Estou aqui, na porta do seu prédio.

Ele ergueu as sobrancelhas.

O quê?!

— M-mas por... Espere, eu já vou pedir ao porteiro pra deixar você subir.

Não. Eu queria que você viesse comigo.

— Hã? O... o que houve, Sara? Por que está querendo isso?

Acho que você sabe muito bem. — Houve uma pausa — Olha, eu queria muito que você viesse. E que trouxesse a chave do seu carro.

De canto de olho, Grissom olhou para o aparelho celular. Nunca a ouviu falar daquele jeito, e se estava assim era por causa dele. Ele tinha duas escolhas: recusar o "convite" e fingir que nada daquilo aconteceu, ou terminar com aquele assunto de uma vez por todas.

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— Eu sei que peguei você de surpresa. Mas... eu sei lá. Nós tínhamos de fazer isso.

O sargento aceitou o pedido dela em sair. Arrumou-se rapidamente, no seu próprio ritmo, é claro. Vestiu uma calça jeans, sapatos pretos, camisa polo de manga longa azul marinho e o sobretudo marrom. Despediu-se de Hank e deixou água e comida para o amigo. Pegou a bengala em vez das muletas, já que seu corpo respondia melhor aos movimentos.

Ele desceu do apartamento e a encontrou esperando próxima ao porteiro. Ela vestia um conjunto social azul escuro com um terninho, saia, camisa branca, além de sandálias baixas e um sobretudo preto. Lembrou-se que eram as mesmas roupas que ela usava quando concedeu a brevíssima "entrevista" aos repórteres. Não trocaram muitas palavras e saíram em seguida.

Confuso, Grissom balançou a cabeça lentamente. E ao notar a rota pela qual Sara tomava, virou-se para ela.

— Para onde está nos levando?

Sara abriu a boca para lhe responder na mesma hora, mas se impediu no último instante. Ela expirou brevemente e respondeu:

— Você vai se lembrar. — disse em voz baixa.

Em seguida, os dois não trocaram mais palavras. A cada minuto que se passava, Grissom ficava mas ansioso, nervoso, angustiado. Queria que a parceira abrisse logo o jogo, mas sabia que ela não faria aquilo.

Não demorou muito para que desse por conta do local de onde estavam indo. Atônito, ele ergueu as sobrancelhas.

— Por que você tá fazendo isso? — questionou-a um pouco impaciente. Não estava gostando de saber que ela estava o levando justamente para aquele lugar.

— Por que a gente precisa fazer. — Sara se enfatizou.

Ele cerrou o punho esquerdo e olhou para baixo. Ela, que percebeu aquilo, tomou a palavra novamente:

— Acredite, está sendo difícil pra mim fazer isso com você, tá?

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Cemitério Woodlawn, Las Vegas, 17h38min.

Chegaram ao fim da vida.

Quando Sara parou o carro e o desligou, a primeira coisa que fez foi olhar para Grissom, que se mantinha fixo à frente. Ele levou a mão direita ao rosto por alguns segundos e respirou fundo.

— Então você descobriu o que houve... — comentou descontente.

— É... eu li sobre. — Sara respondeu encarando ele.

— Não tive coragem... ou melhor, não tive forças pra te contar. Sinto muito.

— Esqueça. — Ela balançou a cabeça. Após alguns segundos quieta, ela continuou — Olha, a gente precisa fazer isso. — Ela apontou para o parceiro — Principalmente você.

— Sara, não acho que a gente devia estar aqui...

— Se você acha, então... nós podemos voltar pra casa e fingir que nada disso aconteceu. — Deu de ombros, como se a escolha que ele tomasse não tivesse tanta importância ou peso.

Grissom baixou a cabeça, estava nitidamente melancólico. Ficou naquela posição por um minuto inteiro. Sara o observou; entendia muito bem o sofrimento que estava passando e por isso não se manifestou.

Enfim, ele abriu a boca para falar:

— Vamos.

Ela sorriu.

Os dois saíram do carro, sendo que a detetive foi a primeira a deixá-lo e ficou próximo do carona a esperar por ele. Quando o sargento saiu do veículo, os dois entraram seguiram em direção ao local planejado. Porém, antes que entrassem, Sara avistou uma figura familiar; não o conhecia, porém, mesmo assim chamou sua atenção.

— Espera. — disse.

— O quê?

— Se a gente vai fazer uma visita é melhor não irmos de mãos vazias. — Ela apontou discretamente para o lado esquerdo do portão a alguns metros à frente. Um homem de idade, sentado em um banquinho vendia algumas flores. Ainda que poucas, suas cores eram bastante variadas.

Grissom não a impediu, tampouco respondeu. Apenas acompanhou a parceira em sua ida até o vendedor. O homem calvo e de sorriso simpático, cumprimentou os dois com um aceno. Não perguntou o motivo da vinda dos dois, já que tinha uma ideia em sua mente pela obviedade do local. Sara quem estava mais disposta a procurar uma flor, mas não qualquer uma. Precisava ter um significado.

— Eu quero duas dessas aqui separadas. — Apontou para as flores brancas — Astromélias.

— Certo. São doze dólares. — O senhor de idade se levantou do banco e pegou duas flores no vaso situado entre tantos outros. Ele as embrulhou separadamente num papel enquanto Sara retirava o dinheiro da carteira.

Então as entregou, e a mulher entregou-lhe o dinheiro e pegou as flores, dando uma para o sargento. Os dois, em seguida, entraram no cemitério.

— Não estão na época, além de que esta planta não é nativa daqui, por isso você pagou este valor. — falou Grissom ao observar a planta em sua mão direita.

— Eu não me importo. — Balançou a cabeça sorrindo — Eu as comprei porque ela tem um significado, sabe qual?

Grissom olhou para baixo e respondeu em voz baixa:

— Saudade.

Após alguns segundos, a morena se manifestou:

— Sabe que aquela conversa que tivemos no café em São Francisco me ativou o interesse em estudar significados? — Ela falou brincando. Olhou para ele e percebeu que ganhou um breve sorriso em resposta.

Quando chegaram num ponto que se dividia em áreas de acesso aos túmulos, Sara virou o rosto para ele e tocou gentilmente em seu ombro esquerdo.

— Leva a gente até lá?

O sargento a encarou por alguns segundos. Depois se virou para a frente e olhou para todos os lados. Assentiu em seguida.

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A brisa da tarde percorria aqueles cantos e tocava os galhos das árvores. Elas remexiam e dançavam conforme o ritmo do vento. Estava frio. Muitos dos enterros àquela hora terminavam e o cemitério se esvaziava aos poucos. A baixa temperatura também era um dos fatores para que as pessoas deixassem o local um mais depressa. A melancolia e o frio eram uma combinação bastante angustiante.

Duas figuras caminhavam por entre aqueles túmulos. Em certo ponto e a passos lentos, o sargento observava os túmulos atentamente para que se certificasse em não errar o local correto. Enquanto o acompanhava, a detetive permanecia em silêncio.

— Sabe quantas vezes eu vim aqui? — Ele a questionou.

— Quantas?

Ao notar que Grissom encontrou lápide, ele foi à frente e parou lá. Era simples, possuía a escultura de um anjo de trinta centímetros carregando uma cruz em seus braços. Havia uma dizer cravado abaixo de seu nome: "Excelente policial. Serviu e protegeu".

Quando a mulher se aproximou dele, o homem respondeu a olhar para baixo. Suspirou.

— Uma.

Ela também olhou para baixo e depois fitou o parceiro de canto de olho.

— A única vez que vim aqui foi no dia de seu enterro. — Ele pressionou levemente a flor sobre sua mão. Continuou em voz baixa — Mal conseguia encarar a mãe dela nos olhos. Tinha vergonha de mim mesmo.

— Foi um acidente, Grissom. Não tinha como... prever aquilo. — Sara falou enquanto observava o túmulo. Assim como ele, sua voz também foi afetada pela tristeza.

— Eu poderia ter evitado. — O sargento balançou a cabeça a lamentar — Fui eu quem a mandou interrogar os moradores daquele andar... sozinha. Eu... não devia ter feito isso com ela. Holly era apenas uma novata...

— Mesmo assim. — Ela retrucou, na esperança que ele entendesse — Nós somos policiais, essa é uma profissão de risco. Pare de se achar culpado por um crime que não cometeu.

— Não adianta tentar amenizar a situação, Sara. Eu fui o responsável pela morte de Gribbs. — As palavras dele foram frias como o vento — Se eu tivesse dado mais atenção à minha parceira ao invés de ficar obcecado em resolver aquele caso ela poderia estar viva. — Ele cerrou o punho esquerdo — Então eu... fui pro quarto andar e a deixei.

— Você não foi o responsável pela morte dela, quantas vezes vou precisar repetir? — Sara se virou para encará-lo melhor — Além do mais, isso poderia ter acontecido com você!

— É, poderia ter sido eu mesmo. — Assentiu — Eu quem devia-

— Nem pense em terminar esta frase! — Zangada com aquela afirmação ela balançou a cabeça — Você acha que ela queria ver você falando desse jeito?

E quanto a mim?!

Nem em seus piores pesadelos ela poderia imaginar a morte dele.

O homem se voltou para Sara. Encarou-a profundamente e viu que foi a pior sentença que quase terminou de falar para ela. Estava tão absorto na angústia que soltou aquilo quase sem pensar.

— Ela se foi por cumprimento do dever. Não por culpa sua, Grissom. — Ela virou o rosto para observar a lápide e depois se voltou a ele — Você carrega há anos um peso que nunca foi seu. Uma culpa que... nunca deveria ser sua. Precisa seguir em frente.

Grissom deu um passo para a direta, afastando-se um pouco de Sara. Desviou seu olhar.

— Eu sei que é difícil, eu sei! — Sara aumentou ligeiramente a voz por causa da forte emoção que sentia — Já passei por isso. É doloroso, é desgastante, mas... se continuar assim vai acabar destruindo a si mesmo! — Insistiu.

Ele a olhou de lado.

— Acredite, sei o que você está sentindo. — Ela baixou o tom de voz, pois sabia que falar alto ou "agressivamente" poderia não adiantar muita coisa.

Silêncio. Os segundos se passaram. Segundos que se tornaram um minuto, um minuto e meio.

Vamos, você tem que se libertar disso.

O sargento ficou frente a frente com a detetive. Ela reparou bem em seu rosto e notou algo nunca visto antes: uma lágrima escorria de seu olho direito. Grissom nem se deu o trabalho em secá-la, pois sabia que mais lágrimas viriam. A mulher foi ao seu encontro, comovida com o estado dele. Grissom não era um monstro com coração de pedra que ela imaginou ser ao começar a trabalhar com ele. Era um ser humano que sofreu no passado e carregava o fardo até hoje. Apesar de tudo, ainda havia um vestígio daquele homem que conhecera anos atrás na Conferência. Um vestígio ofuscado por mágoas e problemas.

Ela ergueu a mão esquerda e enxugou a lágrima em seu rosto. Ao sentir o toque dela o homem fechou os olhos firmemente, na esperança que as lágrimas cessassem de vez.

— Está tudo bem... chorar de vez em quando. — Ela sorriu de lado.

Quando estava prestes a falar novamente, algo a pegou de surpresa. Grissom, num súbito movimento, envolveu seus braços próximos à cintura dela e a abraçou forte. Aquilo a pegou de surpresa, o que a fez lembrar automaticamente do que aconteceu no hospital. Não hesitou em retribuir o gesto. Envolveu seus braços em torno de seu pescoço e tocou em sua nuca. Ela fechou seus olhos. Aquele, sim, era o homem que conheceu anos atrás.

— Eu... sinto muito, Sara. — sussurrou em meio tanta hesitação — Eu não queria... machucar você.

— Tudo bem, Grissom. — respondeu sorrindo — Só peço que pare de culpar a si mesmo por isso. — falou mais baixo que antes — Eu me importo muito com você e... não aguento te ver dessa forma.

Ela apertou o abraço. Foi uma sensação maravilhosa poder abraçá-lo novamente e dessa vez por iniciativa dele. Aquilo só evidenciou o quanto sentia falta daquela época.

O tempo passou e eles nem perceberam. Também não se dera por conta que ainda carregavam a Astromélia em suas mãos. Quando os dois se separaram, rapidamente o sargento enxugou o rosto úmido pelas poucas, mas bastantes, lágrimas em seguida se voltou para o túmulo de Holly.

— Sabia que você é a primeira pessoa a trabalhar comigo após a morte dela? — Ele disse, enquanto observava a lápide. Dirigiu-se a Sara em seguida.

— Eu soube recentemente.

Ele fez um gesto positivo.

— Fico feliz que tenha sido você.

Sara não conseguiu disfarçar o semblante alegre que apresentou ao ouvi-lo. Ela, que continuava a sorrir, tocou em seu ombro esquerdo e depois se voltou para a frente. Ela foi primeira a deixar a flor abaixo do memorial. Então se virou para ele a esperar por sua vez. Grissom observou a Astromélia em sua mão, pressionou-a levemente e depois a deixou ao lado da flor da parceira. Tocou na lápide.

— Adeus, Holly. Obrigado... por tudo. — disse em voz baixa. Ao falar aquilo, Grissom, depois de anos, pela primeira vez sentiu o fardo deixar o seu corpo.

Notas finais
Pois é, pessoal! Olha, nem sei por onde começar, mas vamos começar; Esse foi um dos momentos mais, como devo dizer, intensos na relação entre os dois. Eu gostei demais em tê-lo escrito. A Sara, como eu respondi em comentários anteriores também estava sofrendo com a situação do Grissom. Ela não podia deixar que ele, uma pessoa importante na sua vida pudesse continuar daquele jeito. Então ela tomou aquela ousada decisão em ir até a casa dele e praticamente arrancá-lo de lá kkkkk Continuando, já na parte do cemitério: o Grissom não é do tipo que expressa seus sentimentos abertamente pra qualquer um, mas com a Sara foi uma exceção. E um dos raros momentos foi que ele deixou escapar algumas lágrimas perto de alguém. De alguma forma ele se sentiu "seguro" perto dela. Ela ficou muito contente ao ver que os olhos dele foram abertos. Resumindo? A relação do sargento e da detetive vai melhorando cada vez mais! Essa parte ainda não acabou, no próximo cap vocês vão entender o porquê. E é isso! Muito obrigada a todos vocês, queridos e queridas leitores(as). Um grande beijo, até o próximo cap!