Malfred

21 Capitulo 22


Notas iniciais
OI meus amores mais um para vcs O Q VCS ACHAM DA IDEIA DE EU ESCREVER MAIS UMA FIC COM UM CASAL MAIS VELHO ESTILO MALFRED?

Amanhece na mansão dos Medeiros. Como sempre Zé é o primeiro a acorda, e sai para preparar seu café, deixando Marta sozinha no quarto. Ela acorda, quando abre os olhos repara que está no seu quarto. Ela senta na cama e sente instantaneamente uma dor na cabeça (ressaca).

–Aí, mais que merda. -Diz colocando a mão sobre a testa. Vai para o banheiro toma banho e faz sua higiene pessoal. No momento em que ela volta ao quarto da de cara com o comendador. -O que você está fazendo aqui? — Diz ela que ainda estava de roupão.

–A gente precisa conversar. Principalmente sobre o seu showzinho no bar ontem.-Ele estava com seus sentimentos a flor da pele (nervoso como o comendador que é). -Que showzinho?- Realmente ela não lembrava. -A única coisa que eu me lembro é de ter encontrado aquela calcinha na sua gaveta e...-Ela coloca a mão no rosto(aonde tinha levado o tapa), fazendo ele abaixar a cabeça.

–Me perdoa. Eu não sei porque eu fiz isso. Eu estava nervoso. Perdão.Você sabe que eu não sou assim Marta, não sou. EU...-Ele fala com os olhos pretos como a noite marejados em lágrimas. Ela assente com a cabeça ainda magoada.

–Zé em uma coisa eu tenho que concordar precisamos conversar...sobre nos.-Ela estava decidida a terminar tudo com o comendador, não suportaria mais uma vez ser traída e aquela calcinha (e o tapa) foram a gota d'água.-Eu acho melhor...-Os seus olhos enchem d'água.

–Acha melhor o que? DIGA.-Ele não iria aceitar o fim.

–Eu acho melhor...- Ela não conseguia completar. Ele a agarra pela cintura e a beija, um beijão bem quente e lambuzando.

–Se você acha melhor nos terminarmos. Você pode ter certeza que eu não vou aceitar. Eu não aceito Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Não aceito!!! -Ela tenta se solta dos braços dele, mas ele a puxa com mais força para perto dele a beijando novamente.-Você não vive sem mim Maria Marta! NÃO VIVE.

–Seu bode velho me larga, eu ainda não esqueci aquela calcinha na sua gaveta. Você se acha mesmo seu cangaceiro, jumento, nordes...-O último xingamento foi abafado com um beijo. -Eu te odeio.-Tenta ela.

–Você não vivê sem mim Marta. E eu vou provar. -Ele a jogá na cama sobe por cima dela e da um beijo bem intenso na amada começando a abri o roupão dela. Ele queria deixar bem claro que ela não viveria sem ele. Ele abre as suas pernas deixando sua parte bem exposta, ele começa então a a roçar a sua barba perto da a verilha fazendo Marta gemer e apertar os lençóis da cama, ele abocanha a parte de sua mulher sugando com força seu líquido(ela já estava super excitada), ele a penetra com a língua fazendo movimentos rápidos no seu clitóris, depois introduz os dois dedos de uma fez, começando a fazer movimentos fortes e rapidos, fazendo a gritar de tanta excitação. Ela estava preste a gozar, no auge sem ao menos ele a introduzir. Ele sobe beijando todo o seu corpo ao chegar no sei o chupa dando pequenada mordidas. Ela estava toda contraída, quando ia gozar ele sai de cima dela, e vai para o banheiro dizendo:

–Você não disse quê vive sem mim? Então termina aí sozinha.

–Zéééé. -grita ela com ódio sem acreditar que ele fez isso com ela. Ela estava deitada na cama ainda nua morrendo de tesão, não sabia o que fazer precisava dele dentro dela. Ele sai do banheiro com um sorriso de vitória no rosto.

–Boa noite My empress. -Ele sai do quarto deixando ela ali, louca de tesão. Ela vai até o chuveiro e entra embaixo da água gelada, que esfria-va seu corpo, ela sentia ele se contrair, cada parte do sou corpo gritava pelo comendador, cada nervo e músculo chega até doer implorando por ele. Ela vai até o closet e veste uma camisola azul. Deita na cama furiosa, pensando em sua vingança. -Que os jogos comecem comendador.-Diz ela pegando no sono. Passa o dia todo no quarto, ela não foi para a empresa, comeu um pouco mas quase só dormia. Dormiu até o outro dia. O dia amanhece e todos estão reunidos a mesa Du, Amanda, Lucas, Pedro, Clara,os lekinhos, e claro o comendador que estava radiante por na noite passada ter "torturado" a imperatriz.

–Cadê a coroa gente? -Lucas pergunta.

–Ah ela já deve Ta descendo.-Diz Zé com um sorriso nos lábios.

–Não pai, ela pediu café na cama. A Claraide me disse.-Diz Clara-Parece que a dona Marta está estressada.

–Estressada? Por que?-Pergunta Pedro. O comendador ri. Pensava que ela estaria louca de tesão, e que passou a noite em claro. Eles tomam café e quando estão quase indo para a empresa escutam uma voz.

–Clara, me dá uma carona?-Marta aparece descendo a escada, ela usava um vestido preto semelhante a couro com um BAITA de um decote muito generoso (sendo até um pouco vulgar ( Y )), aberto nas costas, e acima do joelho, um salto fino preto e um conjunto e diamantes. Todos ficam de boca aberta, ela estava sexy, muito sexy.

–Caraca coroa. -Diz o Lucas que olha para o pai. -Você vai matar o velho.

–Coroa é a sua vo moleque!!!-Diz a imperatriz.

–Mãe, Meu Deus.-Clara coloca a mão na boca.

–Mãe você está linda, e sexy.-Diz Pedro. Marta olha para Zé que está de boca aberta, queria agarra-lá, morde-lá, chapa-lá. Ela percebe que o marido, estava doido por ela.

–Então filha me dá uma carona? Na verdade você me deixa no Vicente?

–Claro mãe, mas por que no Vicente?

–Ah filha.-Ela olha para Zé com um olhar de vitória, seus lábios sorriem. -Eu vou almoçar com Merival. Ele estava preocupado comigo. Ontem eu acabei bebendo demais. E ele me chamou para almoçar.-Todos ali olham para Zé. Ele mexe no bigode em sinal de nervosismo.

–Ahhhh mas a senhora não vai mesmo Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque!!! Eu nunca vou deixar você saí com aquele gigolô vestida assim.

–Isso é o que vamos ver comendador-Diz ela em um tom desafiador.

Eles se olham, ninguém queria ceder (um duelo de titãs).

–Saiam e deixe eu e sua mãe a sóis.-Disse o homem de preto mexendo em seu bigode, e olhando para os filhos. Eles olham para a mãe e ela assente com a cabeça.

–Vê se não se matem.-Disse Clara indo em direção a porta acompanhada de seus irmãos.

–Ihhh Clara matar eu acho que não, mas se agarrar com certeza!!!-Diz Lucas rindo. Eles saem. E os dois ficam se fuzilando com o olhar.

–Você sabe que eu não vou deixar você sai de casa assim né?! Principalmente para se encontra com aquele adivogadozinho. — Diz ele se aproximando e mostrando autoridade.

–Vamos ver se você é homem de me impedir. Ta pra nascer cabra que mande em Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque!!! -Diz ela o encarando.

–Sou muito homem!!! Tanto sou que você não vai sair assim! -Ele se aproxima dela. Eles se olham nenhum dos dois fugiria da raia. Ela com um olhar irônico e diz: -Você tem razão Zé. — Disse ela o olhando. Um olhar de Vita se estala nos olhos do comendador. -Eu não posso sair assim. Não desse jeito. -Ela mexe em sua bolsa o deixando-o curioso. Retirando de la um espelho e um batom vermelho, começa a passar em seus lábios de forma sensual, depois os guarda sem tira o olho dele. -Assim Ta melhor?

–Marta, Marta não me provoque. -Ele agarra o braço dela colando seus corpos.

–Eu lembrei que a cor preferida de Merival é vermelho. -Ela morde os lábios.

–Marta. -Diz ele irritado a segurando com mais força

–Ou seria verde como os meus olhos? -Provoca ela. -Não Zé eu tenho certeza que é branco!-Diz ela passando a mão em seu decote. Ele olha para a mão dela que passava pelos seios brancos. -Branco como minha pele.

–MARTAAAA-Grita ele irritado. Ela dá um sorrisinho malicioso passando a mão no rosto do homem de preto.

–Você pode mandar na empresa, mas em mim não!-Ela o beija com intensidade o lambuza explorando com a língua toda sua boca. Quando a coisa começa a esquenta ela para e olha para a boca do comendador e limpa o batom que estava no canto dela, ela sai da sala vitoriosa, deixando o comendador na sala a vendo a linda imperatriz indo para o seu almoço. Sim! aquele era o começo de uma longa guerra.

Continua....

Notas finais
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