Malfred
22 Capitulo 23
Notas iniciais
No almoço, eles comem, riem, conversão e se diverte, mas o que Marta queria mesmo era provocar o comendador, não podia negar que Merival era um homem interessante (Pensei até que eles ficariam juntos no final da novela. Mas Malfred sempre), ele tinha suas virtudes, seu charme. Mas amava Zé, aquele bode velho mandava em sou coração.
Merival por sua vez, assim que bateu os olhos na imperatriz ''vestida para matar'', não conseguia pensar tem outra coisa se não te-lâ em seus braços, mas sabia que o cotação de diamante da imperatriz já tinha dono.
Eles chegam na empresa e vão direto para a sala de reuniões (Recebem uma ligação do homem de preto dobre uma reuniões de última hora, na verdade o que ele queria era acabar com o almoço dos dois). -
Desculpe o atraso- Diz o advogado segurando a porta para que marta entre. Eles se então a mesa e todos os olham, principalmente Zé, que olhava por cima dos óculos com ódio correndo nas veias. A reuniões prossegue. Marta está a direita de Zé e é Merival a esquerda do homem, ficando na frente de Marta.
–Bom joias mais simples além de serem bonitas são mais rápidas e práticas. -Diz Clara.
–E ficaria mais rápidas para entregar. O que você acha?- Diz Cris olhando para o pai. Ele nem estava prestando a atenção na reunião, em sim em Merival, ele percebe que o advogado não tira os olhos do decote da mulher, e que Marta fazia questão de deixar bem a mostra se debruçado na mesa. -Pai? PAI? Ta me escutando??-Diz Cris o tirando do transe. Ele a olha irritado.
–O que??? -Esbraveja ele, fazendo com que Marta soltar um risinho. Cristina não entende a atitude do pai, mas continua.
–O que você acha? Assinamos ou não o contrato?- Diz ela meio envergonhada por Zé ter sido grosso. Ele ia pedir desculpa, mas é interrompido por Marta.
–É um excelente contato! Mas devemos deixar Merival verificar. -Disse ela pegando o contrato e se debruçando totalmente encima da mesa para entregar o papel para o advogado, isso fazia com que seus seios chegassem no limite do decote do vestido, quase saltando para fora, Zé nem Merival conseguiram tirar os olhos deles (lógico que Zé olhava com tesão, até eu olharia, mas estava com ódio morria de ciúmes). Ele pega o contrato, e ela se senta novamente.
Vânia entra na sala trazendo café para eles, ela os servem e sai em direção a porta, nesse momento o comendador olha para a bunda da funcionária somente para provocar a mulher. Marta fica uma fera, ''Ah comendador sou eu que vou ganhar essa jogo, seu bode velho'' pensou ela.
A reunião acaba, o dia passa rápido! Marta nem Zé se esbarram depois da reunião. Eles chegam em casa e todos estavam sentados a mesa para o jantar, os imperiais não param de se provocar, Marta falava o quanto o sou almoço foi maravilhoso, e Zé o quanto Vânia era eficiente.
No meio da noite Marta fica com sede e resolve descer até a cozinha, Zé também. Ela estava com uma camisola branca e ele uma calça larga e uma blusa (todo de preto). Ele entra na cozinha e vê Marta de costas, encostada no balcão enchendo o copo d'água (ela estava meio empinada e isso dava uma visão privilegiada a ele).
–Insônia, meu amor- Fala ele em um tom irônico se aproximando da mulher. Ela se assusta.
–Seu bode velho, que me matar?? Cangaceiro dos infernos.- Ela se vira de costas para ele novamente e continua a encher o copo d'água. -Não estou com insônia, apenas sede! — Ele se aproxima dela por trás passando seu ''amiguinho'' que estava animado dentro da cueca atrás dela, ela ao sentido, chega a tremer, mas tenta se manter calma para não demostrar seu desejo, ele estica a mão para pegar um copo na prateleira acima dela.
–Eu também estava com sede. -Diz ele enchendo o copo, e com um sorrisinho no rosto ao ver que seu toque havia atordoado a imperatriz.
''Calma Marta! Calma, esse bode velho não vai ganhar esse jogo. Ele não pode. Mas ele vai ver so...'' Pensa ela. Ela se vira para ele é diz:
–Bom acho melhor bebemos essa água logo porque amanhã temos que trabalhar! -Ela leva o copo até a boca, mas antes de chegar ela derruba ''sem querer''sobre os seios, deixando instantaneamente sua camisola transparente, mostrando bem os seus mamilos (que com a água gelada ficaram duros) -Nossa que desastrada- Dizia ela se aproximando do Zé, encostando os seus mamilos duros no peito dele, o deixando ofegante ele se segura para não agarra-la. Ela se aperta ainda mas contra ele, pegando o guardanapo que estava no balcão atrás dele (ele fecha os olhos apertando seu ''amiguinho'' sobre a cueca para acalma-lo)
–Martaaa... -Ele sussurra não aguentando mais. Ela se afasta, e ele abre os olhos.
–Guardanapo. -Diz ela mostrando o papel, e passando sobre a camisola molhada.
–Marta chega! Você já me torturou demais, agora vem aqui! — Ele a agarra dando um beijo bem quente e excitado nela (Podia sentir seus peitos gelados sobre sua camisa), a colocando encima do balcão.
Será que a imperatriz vai ceder?
Continua...
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