Maldito vampiro.

13 Audição melhorada


Capítulo 12

Oceano Glacial Ártico.


— O que você está pensando? — Edward perguntou quando estávamos deitados em sua cama, duas semanas depois de zarparmos para a Rússia.

— Talvez fosse melhor se não levássemos isso mais longe do que já está.

— Isso? — ele perguntou confuso, sua respiração fazia cócegas em minha nuca.

— Nossa aventura romântica.

— Acha mesmo que vou deixá-la ir embora sem mim? Já disse que você é minha agora. De todas as formas possíveis. — ele colocou seu corpo sobre o meu e descansou sua cabeça no vão entre meus seios, enquanto os apalpavas. Um suspiro apaixonado escapou entre meus lábios. Seus longos e calejados dedos, pelo tempo que passara empunhado uma espada na guerra, pressionavam meus mamilos deixando-os duros contra suas mãos.

— Edward... — eu parecia uma gatinha ronronando e ele riu divertido.

— Seus seios são tão deliciosos. — ele beijou a ponta de cada um deles, um arrepio cruzou meu corpo, enquanto seus olhos acompanhavam as expressões de prazer em meu rosto. — Aquela noite na biblioteca eu não pude acariciá-los nem prová-los em minha boca, como eles mereciam, mas prometi a mim mesmo que, os beijaria todos os dias...

— Deus... você está deixando-me louca. Acredito que subirei pelas paredes dessa cabine.

— É o que você faz comigo também, Isabella. — eu não pude deixar de gemer ao sentir que suas mãos estavam em minha intimidade; ele penetrou-me com os dedos, acariciou-me com ardor, logo depois os levou até sua boca e os lambeu. — Que gosto maravilhoso. Quero passar minha língua em cada pedacinho de sua pele exposta.

— Eu nunca senti nada parecido como isso; nunca senti esse prazer que só você consegue me proporcionar. — suspirei, ele estava beijando a pele de meu ventre, varrendo-me com sua língua quente. — É como se estivesse sonhando. Como se estivesse ouvindo uma musica suave e doce. Amo-te, Edward.

— O que disse? — ele parou seus movimentos e me olhou com um grande sorriso nos lábios.

— Nada. — eu disse.

— Você disse que me ama. — ele parecia um menininho que acabara de ganhar um brinquedo novo.

— Não, não disse. — ele agarrou meu rosto e deixou próximo ao seu.

— Você disse. E a propósito... eu também te amo. — ele sorriu.

Abaixou-se e abriu minhas pernas, para que pudesse olhar para o meio entre elas; tentei fechá-las envergonhada por estar tão exposta, mas ele me impediu; com as mãos segurou minhas pernas abertas e trouxe seu rosto para minha entrada; penetrou-me lentamente com a língua, fazendo-me soltar um gritinho nervoso; sua língua moveu-se por minhas dobras deixando-me languida em seus braços.

Meu quadril arqueava-se contra sua boca buscando um maior contato e lambuzando seu rosto com os sulcos que, minha intimidade liberava para que me mantivesse molhada. Logo sua língua estava circulando meu ponto de prazer, mais uma vez não pude conter outro grito, quando meu prazer foi liberado contra sua boca, ele o sugou audazmente. Ele era totalmente diferente de Dimitri. Ele buscava meu prazer tanto quanto o dele, mas Dimitri... ele não se importava se estava pronta para ele, ou se estava sentindo prazer; para ele, só existia ele mesmo no mundo.

Edward elevou seu corpo contra o meu e penetrou-me de uma vez só com seu membro ereto, sem deixar que entrasse todo dentro de mim, depois continuou seus movimentos lentamente, levando-me a loucura, entrando e saindo. Mas quando sua extensão estava pela metade, ele enfiou com força e profundamente até seu membro estivesse encostando-se a meu útero morto. Um útero que nunca poderia lhe dar filhos.

— Quero estar com você para sempre, Edward.

— Você ficará comigo até nós envelhecermos. Ficaremos juntos em outras vidas também, tenho certeza. — quando suas palavras chegaram a meus ouvidos; uma lágrima escorreu por meus olhos ao mesmo tempo em que, a sensação de perda me devastou; o contentamento por ele estar dentro de mim, fez-me gritar, pela a vida que jamais eu poderia ter ao seu lado, pois eu não envelheceria e nunca iria transformá-lo em um monstro como eu.

Edward estava estocando em mim com força e cada vez mais fundo. Ele agarrou minha cintura magra e a segurou no alto, levantando meu corpo da cama e aproximando-o para que os contatos entre nossos corpos fossem mais vigorosos. Éramos um só corpo, uma só alma...

Eu o amava em todos os instantes de meus dias. Conforme o os dias foram passando e transformando-se em semanas, estávamos mais próximos da Rússia. E meu medo aumentava a cada instante; quanto mais perto estivéssemos do continente, mais rápido Dimitri nos encontraria.

O tempo estava mais frio, eu quase poderia congelar, caso isso me matasse, mas eu era imune a todo esse castigo da natureza. Às vezes quando não tinha ninguém olhando e Edward estava muito ocupado conversando com a tripulação eu procurava Eric, o qual sempre estava preso em seu quarto, para conversar sobre as coisas que Dimitri não me ensinou, mas que eu poderia fazer.

Edward pareceu engolir a minha desculpa de não poder andar pelo navio de dia, enquanto o sol estivesse no céu, pois carregava uma doença grave, a qual me impedia andar sob a luz forte do sol. A mesma doença que eu contara para Lady Rutherford. Quando as criadas traziam-me a comida, eu a guardava e dava para os tripulantes, quando me alimentava do sangue deles.

A tripulação tratava-me como sua senhora, pois era justamente isso que Edward dizia para todos, que éramos casados. Eles pareceram engolir a mentira, Edward havia dito que nos casamos nas terras inglesas às escondidas. Eu a noite saía na escuridão para me alimentar, atacava os tripulantes, mas nunca os feria perigosamente, apenas pegava um pouco de cada um e eles nem percebiam, pois eu os confundia com minha compulsão que estava cada vez mais forte graças a Eric.

Aquela sensação de pela primeira vez em minha vida estar livre para fazer o que eu quisesse, deixava-me eufórica. A sensação de poder me defender sozinha, sem depender de um maldito sádico que sugava minhas forças e minhas vontades...

— Concentre-se no que faz. — disse Eric. Estávamos no convés, eram duas da madrugada e todos do navio dormiam exceto nós dois.

— O que exatamente isso vai me ajudar a fazer? — estava confusa, ele mandou-me fechar os olhos e parar de respirar. Era muito estranho não respirar, embora não fosse me matar, ainda sim eu havia criado um costume, ou melhor, levado esse costume desde que era humana. O vento ricocheteou meus cabelos em meu rosto.

— O que consegue ouvir? — ele perguntou naquele tom desinteressado dele.

— A água? — tentei.

— Não. Qualquer um dos humanos desse navio poderia me dizer isso. Eu quero que você se concentre e me diga o que pode ouvir além da água. Não é tão difícil, apenas se concentre. Você poderia até mesmo ouvir os gritos dos mortos, enquanto Chernobog os açoita.

Eu voltei a fechar meus olhos e limpei minha mente. Ouvia os constantes movimentos da água, do gelo batendo contra o casco do navio. Nada acontecia até que... Um barulho começou a se formar e eu me empenhei em detectá-lo. Estava vindo da água... abaixo dela na verdade. Eram batidas. Algo batia contra a água. Algo grande.

— O que é esse barulho?

— Uma baleia.

— É sério? — eu abri meus olhos e o olhei surpreendida.

— Sim. Acaso achou que não havia animais nessas águas? — ele zombou.

— Não, é que... Custa-me acreditar que algo possa viver nesse frio.

— Oh, não se engane. Há muitos animais vivendo nessas águas. Animais que o homem nunca viu. Criaturas do gelo, por exemplo. Mas chega desse falatório, não te trouxe aqui para falarmos da vida marinha.

— Para que me trouxe então?

— Quero que controle seus sentidos, que escute passos a quilômetros de distancia. Essa baleia está fazendo praticamente um escândalo lá em baixo. Você deveria ser capaz de ouvi-la como se estivesse nadando ao lado dela.

— Sou tão ruim assim? — perguntei frustrada por ser tão fraca, eu era ainda um bebê como ele havia dito. Dimitri soube me prender direitinho em baixo de suas asas. Humanos bem treinados poderiam me vencer com facilidade.

— Você é péssima. Tão ruim que fico imaginando o que seria de você se seu mestre houvesse soltado você ao mundo.

— Entendo... — suspirei. — Não poderíamos fazer isso quando estivermos em terra firme? Tenho medo que Edward nos ouça.

— Eu estou controlando a respiração dele, Isabella. Se ele acordar eu saberei. — ele disse. — Devemos aproveitar esta noite, pois não teremos nenhuma outra.

— Por quê?

— Falta um mês para chegarmos à Rússia. Até lá passaremos ele em completa luz. — eu olhei confusa para ele. — Culpa dos malditos fenômenos da natureza. Você não poderá sair de sua cabine, se minhas contas estiverem corretas. Por causa do local, teremos dias apenas, o sol ficará acordado.

Eu praguejei. Esse inferno não acabaria tão cedo.

— Não agüento mais ficar presa nesse navio. Amo ficar com Edward na cabine, mas ficar presa até mesmo nos horários noturnos será horrível. Faz-me lembrar de quando Dimitri deixava-me presa dias a fio. — eu choraminguei parecendo uma criancinha birrenta.

— Apenas um mês. Melhor do que você passaria com seu mestre. Eu lhe garanto. Quanto a Edward e o resto da população... eu não gosto da idéia de fazer isso com Edward, mas ser for preciso, eu irei induzi-lo a aceitar sem questionar o fato de que você não sairá da cabine por nenhum motivo.

— Eu sei, isso pode ser necessário... mas é tão difícil, passei todos esses séculos presa. E agora não tenho tanta liberdade quanto queria. E mexer com a cabeça de Edward também não me agrada. Eu não queria nem mentir para ele sobre o que sou, mas se ele descobrir e não me aceitar... acho que não seria capaz de forçá-lo a aceitar o que eu sou através da compulsão. E eu nunca o transformaria.

— A vida como vampiro é muito difícil. — ele disse se deprimido, havia algo que ele escondia; mas o que poderia ser?

— Você passou por muitas dificuldades?

— Sim.

— Como era seu mestre?

— Um desgraçado. Ele tinha certo gosto por homens, durante muito tempo eu era o brinquedinho dele.

— Sinto muito. — eu disse e não pude me conter e o abracei. Ele se separou de mim rapidamente e eu corei. — Desculpe. E o que aconteceu com ele? Você conseguiu fugir dele?

— Eu o matei. Quando estávamos deitados em “nossa” cama. — eu arregalei meus olhos e quando ia abri minha boca ele me interrompeu. — Rápido, ele está acordando.

— O que? Quem está acordando?

— Edward. Vá para a cabine. — Meus olhos se arregalaram e eu corri.

Usei minha velocidade e cheguei a tempo de deitar antes que ele abrisse seus olhos. Ele tateou a cama até achar meu corpo e puxar-me para seus braços.

— O que houve? — ele perguntou olhando grogue para mim.

— Outro pesadelo. — disse disfarçando.

— Quer conversar sobre isso? Você sempre os tem. — eu sempre acordava assustada, estar com ele trazia-me paz, mas imagens daquela noite em que matei a mãe da menininha ainda assombravam meus dias. E o rosto da empregada despedaçada a minha frente, ainda era nítido. Mas dessa vez não era esse o motivo de eu estar acordada.

— Não. — ele assentiu e eu depositei um beijinho em seus lábios. — Não se preocupe amor, eu fui apenas pegar um pouco de água da jarra. Agora volte a dormir, ainda está muito cedo.

Ele rolou na cama e deitou em cima de mim. Seus lábios roçaram em meu pescoço e eu suspirei. Ele riu de meu rosto corado e prendeu meus cabelos em sua mão; a outra entrou por entre nossos corpos e apertou meu mamilo direito.

— Perdi totalmente o meu sono. — ele sussurrou em minha orelha, mordiscando meu lóbulo. — Acabo de encontrar algo muito mais interessante para fazermos do que dormir.

— Como o que? — me fiz de desentendida, obviamente. Ele gargalhou e mordeu meu queixo.

— O que acha de nós fazermos amor loucamente lá no convés? Gostaria muito de ver a luz da lua tocando sua pele alva e ver seus mamilos duros pelo frio. — ele disse isso na maior calma do mundo e eu arregalei meus olhos.

— Você enlouqueceu? — ele riu mais uma vez.

— Desde a primeira vez em que a vi. Mas acredite, eu nunca a deixaria ir nua lá fora, não com esses marmanjos espalhados por todo o navio, doidos por uma carne quente e sedosa de mulher.

— Você não presta. — eu dei um soco em seu peito e ele fez uma careta de dor. — Machuquei você? Oh Edward, sinto muito.

— Não. — ele disse vermelho, mas mesmo assim esfregou seu peito nu. — Ou eu estou tão fraco quanto uma garota, ou você é mais forte do que eu pensei.

Sorri amarelo para ele e murmurei um pedido de desculpas. Ele riu novamente e abraçou-me apertado.

— Acho que talvez você esteja certa, eu preciso realmente dormir um pouco. E me exercitar um pouco amanhã. Não posso ficar fraco se quero dar contar de uma mulher com um apetite tão voraz por relações sexuais. — ele gargalhou ao ver minha cara de ultraje.

— Eu? Você é que parece um cão no cio. Não consegue afastar essas mãos promiscuas de meu corpo.

— Mãos promiscuas, é? — ele arqueou uma sobrancelha e me olhou divertido. — Interessante escolha de palavras. Mas já que você tem tão mau conceito de minhas pobres mãos, talvez seja melhor eu manter elas afastadas de você. — ele deitou na cama e virou para o outro lado. Ele estava realmente indo dormir e me deixar excitada como estava?

Eu fiquei deitada em silencio por alguns segundos, com as mãos sobre minha barriga enquanto, olhava para o teto de madeira da cabine. Ele não fez nenhum movimento para mim e isso me irritou profundamente. Decidida a não esperar mais, eu corri minha mão sobre as costas musculosas dele, até seu traseiro torneado e alvo. Pude escutar como sua respiração mudou de leve para pesada; eu sorri satisfeita quando o cheiro de sua excitação preencheu a cabine.

— O que está fazendo, Isabella? — ele perguntou baixinho.

— Aproveitando-me de você. Devo dizer que poucas vezes em minha vida vi um traseiro tão bonito. — sussurrei em seu ouvido e mordi meu lábio para prender minha vontade de rir.

Ele rosnou e logo seu corpo estava sobre o meu, dominando-me, eu realmente não gostava de violência, mas sentia muito prazer quando ele controlava meu corpo a seu bel-prazer. Seu nariz roçou por meu pescoço, ele arrastou sua língua molhada e quente por entre meus lábios.

— E você já viu muitos traseiros? — ele a olhou com ciúmes e ela deu de ombros.

— O suficiente para saber que o seu é muito bonito.

— Ah, Isabella. Eu realmente não se o que faço com você. Você diz que minhas mãos são promiscuas, mas são as suas e acariciam-me. E ainda me provoca dizendo que já viu o traseiro de muitos homens. Você está pedindo por um castigo. — sua voz estava rouca e muito sensual. — Você tem sido uma garotinha muito má.

— O que você acha que eu mereço? — eu lambi meus lábios e o olhei ainda mais excitada. Esfreguei minhas pernas uma nas outras tentando ajudar com o comichão que senti ali.

— Primeiro vou amarrá-la nessa cama. — ele sussurrou em meu ouvido. Ele levantou da cama; foi até o armário de madeira escura e voltou com dois lenços de seda azul marinho; ele segurou meus braços e os prendeu em cada ponta da cama com os lenços.

Ele infiltrou um de seus dedos dentro de meus cachos úmidos por meus sulcos e o lambeu. Na minha frente.

— Seu gosto é maravilhoso, Isabella. Vou afundar minha língua dentro de sua doce vagina até que você me alimente com seu sabor.

— Santo Deus... — eu me contive para não gritar, eu estava louca por esse homem. — Por favor, Edward. Eu preciso de você dentro de mim.

— Você quer minha língua, ou meu membro dentro de você, Isabella? — ele gargalhou vitorioso ao contar que eu estava quase entrando em convulsão de tanto que esfregava minhas pernas uma na outra.

— Eu quero tudo. Mas, por favor, esteja dentro de mim. Não importa como eu só preciso de você em mim.

— Implore! — eu choramimguei quando ele disse isso.

Ele muito lentamente pegou o travesseiro que estava em minha cabeça e o colocou em baixo de meus quadris, mantendo a parte de baixo de meu corpo a uma altura boa para que ele se enfiasse mim. Ele abriu minhas pernas para que ele pudesse me olhar por dentro.

— Você é tão linda, Isabella. — Ele enterrou sua cabeça entre minhas pernas; eu fui ao céu e voltei. Sua explorando minha parte intima foi delicioso, eu fiquei ainda mais molhada se possível. — Seu gosto é maravilhoso.

Sua língua continuou brincando com minha carne quente e molhada. Eu gemia incontrolavelmente, não existia mais ninguém no mundo alem de nós dois.

— Eu preciso de você, amor. Por favor. — eu não podia arrancar minhas mãos dos lenços sem ele perceber, por isso eu lutei contra a vontade que, eu tinha de tocar nele.

— Eu vou me enterrarem você, Isabella. Forte e duro. Até que você implore por sua liberação. — ele arrastou o nariz em mim me cheirando. — Suas coxas são tão bonitas.

Ele as mordeu levemente e as chupou.

— Maldição, Edward me tome de uma vez, ou vou arranjar alguém nesse navio que o faça. — ele reagiu a minhas palavras dessa vez.

Ele rosnou e pôs seu grande e musculoso sobre o meu. Segurou meus cabelos com força, prendendo minha cabeça e me fez olhá-lo nos olhos.

— Você é minha, Isabella. Nunca, em hipótese alguma, sequer mencione outro homem te tocando. — Ele afundou seu membro em mim de uma vez e eu gemi. — Nenhum outro homem estará dentro de você novamente. Esse lugar é meu.

Ele investiu com força como disse que ia fazer. Meus olhos se fecharam rapidamente, enquanto eu absorvia todo aquele prazer.

— Olhe para mim. — ele ordenou e eu rapidamente abri meus olhos. — Diga a quem você pertence. — ele sussurrou roucamente.

— Hum... — eu gemi.

Ele parou suas investidas, seu membro ainda agasalhado entre minhas pernas, não se moveu mais nenhum centímetro.

— Diga Isabella! — ele vociferou.

— A você. Eu sou sua. — eu gritei.

— Diga meu nome.

— Edward. Eu sou sua Edward. — ele voltou a investir com força, enquanto sua mão ainda segurava meu cabelo como uma rédea; a outra puxava meu quadril de encontro ao seu.

Ele meteu em mim forte e muito duro. Dor misturado com prazer, mas sem nunca me machucar de verdade. Seu corpo estava suado e brilhava com a luz da vela sobre a mesinha ao lado da cama.

— Mais forte. — eu gritei.

Ele aumentou a força de suas investidas e sua boca tomou a minha bebendo de meus gritos. Seu membro inchou mais ainda dentro de mim, minha vaginha o ordenhou até que nos dois explodimos de prazer. Eu gozei e logo senti sua semente sendo derramada para dentro de mim. Ele caiu em cima de mim, mas tomando cuidado para não me machucar com seu peso.

— Eu te amo. — sussurrei ainda ofegante.

— Ya tebya liubliu[1], Isabella. — ele colocou um beijinho em meus lábios e sorriu.

Soltou meus pulsos. Deitou na cama puxando meu corpo para mim, abraçando-me apertado. Nossas pernas emaranhadas e suadas.

— Eu machuquei você? — ele alisou meus pulsos.

— Não. Foi maravilhoso de todas as maneiras que poderiam ser. Foi à melhor noite de minha vida.

— A primeira de muitas, eu garanto. Agora durma um pouco. Quando acordarmos, irei tomá-la mais uma vez.

Eu gemi e ele gargalhou.

— Boa noite, gatinha. — ele murmurou e logo ele estava caído em um sono profundo, sua respiração leve novamente, enquanto eu velava seu sono mais uma vez, como todas as noites desde que entramos nesse navio. Eu adorava vê-lo dormir.


[1] Eu te amo em russo.

Notas finais
Oi gente, valeu pelos reviews, conseguimos chegar ao cem né? finalmente. Que tal deixarem recomendações? É uma ideia, eu não vou implorar.... Por favor, Por favor, Por favor.
Tenho que controlar minha bipolaridade.
Próximo caítulo já está pronto, e vão rolar brigas de casal. Se quizerem ler tem que incentivar, estou achando que vocês estão muito desanimadas.
E só para constar, o Edward não é vampiro(ainda). Tem gente que vem me perguntar se ele é vampiro, quando já apareceu milhões de vezes a bella falando que ele não é vampiro.
Eu ia postar o capítulo ontem, mas faltou luz aqui em São Gonçalo, RJ.
Lugarzinho dificil... Tem alguém que more aqui?
gente deixa o msn para agente conversar.. vou fazer um blog para a gente falar sobre a hístória. E quem deixar um email eu vou contar um segredo sobre o que vai acontecer na história, mas isso é muito lá na frente. O que será?
^^
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xoxo, Violet Pattinson :p