Make You Feel My Love- Malfred
8 Capítulo 8
Notas iniciais
– Por isso, nesse momento eu pergunto tem alguém que é contra esse casamento que fale agora ou se cale para sempre. Pergunta o padre fazendo com os noivos olhem para traz e que Marta tenha esperança que José Alfredo possa chegar nessa hora.
Nesse momento entra um homem vestido de preto e com um chapéu na Igreja. Marta segura respiração por alguns segundos e quando olha bem para aquele cara percebe que era um convidado que tinha chegado atrasado. Com isso, a Imperatriz solta um suspiro de decepção.
Os filhos do casal também ficam desapontados pensavam que poderia entrar alguém pela aquela porta e impedir esse casamento, mas pelo visto aquela cerimônia realmente iria ser concretizada.
– Sendo assim vamos seguir com a cerimônia, uma vez que, é vosso propósito contrair o santo Matrimonio,uni as mãos direitas e manifestai o vosso consentimento na presença de Deus e da sua Igreja. Falava o padre olhando para os noivos e por conseguinte, para a Igreja.
Nesse momento os noivos unem as mãos direitas. E noivo diz:
– Eu Roberto Silviano, recebo-te por minha mulher a ti Maria Marta, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida. Ele fala super emocionado olhando para a mulher a sua frente.
Em seguida, a noiva diz:
– Eu Maria Marta, recebo-te por meu marido a ti Roberto Silviano, e prometo ser-te fiel,
amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.
Com a aceitação do consentimento o padre abençoa e entrega as alianças aos noivos.
– O Deus, que fizeste aliança conosco, abençoai as alianças de “Roberto Silviano” e “Maria Marta”: para que permaneçam fiéis, um ao outro, e amem-se mutuamente em vossa paz. Fala o padre entregando as alianças.
Nesse momento os noivos colocam no dedo anelar as aliança, dizendo:
– Maria Marta, recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Fala Silviano visivelmente emocionado
– Roberto Silviano, recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Fala Marta relembrando o momento que disse essas palavras para Zé Alfredo e as lágrimas escorriam de seu rosto.
– Caros fiéis, roguemos a Deus que derrame suas bênçãos sobre “Roberto Silviano” e “Maria Marta”, que se uniram no Cristo, tornando-se um só coração pela caridade (e pelo sacramento do Corpo e do Sangue de Cristo). (Todos rezam em silêncio). O Deus Todo Poderoso, vós que criastes todas as coisas e desde o principio ordenastes o universo; criando o homem a vossa imagem, quisestes que a mulher fosse para ele uma companheira inseparável de modo a já não serem dois, mas uma só carne, ensinando-nos assim a nunca separar o que fizestes uma coisa só. Fala o padre em seguida, ele olha para os noivos e diz:
–Agora o noivo pode beijar a noiva. Nesse momento Silviano vai para dar um beijão em Marta, mas ela simplesmente dar um selinho no seu agora então marido.
Depois do beijo, os noivos “cruzam” o altar para os cumprimentos. Ele abraça os padrinhos dela em primeiro lugar e depois os seus.
Maria Marta nesse momento faz o mesmo. E diz baixinho ouvido dos filhos.
– Tudo ficará bem. Fala ela super emocionada, pois no fundo ela tinha esperanças que esse casamento não saísse.
Passados os cumprimentos, os noivos encaminham-se para o altar e assinam o livro de casamento. Terminando as assinaturas o casal se encaminha para o corredor central e antes de sair faz às tradicionais fotos no altar da igreja com os pais, padrinhos e pagem e damas. Os recém-casados saem da igreja abrindo o cortejo (a noiva ao lado do noivo) que se fará com as damas de honra, pais e padrinhos.
É importante, dizer que eles se casaram em Petrópolis e que Marta não quis uma festa de casamento. Com isso, eles se despediram na Igreja. Silviano tinha uma surpresa para Marta ele tinha comprado uma casa para eles lá em Petrópolis e a levaria naquela instante para ela conhecê-la.
Enquanto isso com o Comendador José Alfredo Medeiros...
– Meu Deus, como eu fui idiota. Como não percebi que sempre quis e amei a Marta. Que ela é e sempre foi à mulher da minha vida. A Ísis foi uma forma de fugir do amor que eu tinha por essa mulher que era maior do que meu amor por mim. Isso me deixava muito confuso e vulnerável. Falava com seus botões o comendador.
Pov on José Alfredo
– Meu amor agora nós somos marido e mulher. Falava Marta super emocionada olhando a linda aliança que se encontrava em seu dedo.
– Sim você agora é minha mulher. Somente minha. Falava José Alfredo indo beijar agora sua esposa.
– É e o que você quer de mim? Falava Marta provocando o marido passando os pés em sua barriga e descendo até os pés.
– Quero que você me prove o quanto me ama.
Nesse momento José Alfredo começa a beijar a sua mulher de maneira intensa, forte, mais ao mesmo tempo doce que transmitisse todos os sentimentos que ela tinha por ela. E Marta por sua vez, devolvia na mesma intensidade descendo os beijos para o pescoço do homem fazendo com que ele soltasse um gemido durante a seção de beijos da amada.
– Você me enlouquece Maria Marta. Falava José Alfredo na orelha dela fazendo com a mesma se arrepiasse toda.
– Eu te amo. Falava Marta super entregue a aquela momento. Aquela noite de núpcia estava sendo mágica.
José Alfredo foi descendo os beijos para o pescoço da mulher, no qual deixou um grande chupão e quando já estava satisfeita com a marca ele assoprou no local ganhando um gemido como aprovação e resposta.
Naquele momento a brincadeira tinha acabado e eles se amaram loucamente, selvagemente e se saciaram.
Depois que alcançaram o auge Marta estava deitada no peito de Zé fazendo carinho e ele alisava suas costas e seu cabelo.
– Eu te amo Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Falava Zé puxando a amada e voltando a beijá-la e em seguida, a amando novamente.
Pov off José Alfredo
– Eu te amo Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Josué... Josué. Gritava o comendador.
– Sim patrão me chamou? Falava Josué entrando no quarto.
– Chamei sim. Vamos para Petrópolis, pois temos um casamento para impedir e minha mulher para recuperar. Falava o Comendador decidido.
– Mas, comendador se o senhor aparecer lá todos saberão que esta vivo. Pondera Josué.
– Isso agora é mínimo. Vamos logo.
O Comendador segue com seu fiel escudeiro para Petrópolis pensando em como tudo seria diferente dali em diante. Enquanto, pensava nessas coisas nem se dava conta que já estavam chegando na Igreja.
– Patrão chegamos, mas porque está todo mundo do lado de fora. Falava Josué chamando a atenção do comendador. Fazendo com que o mesmo olhasse para fora.
– Não pode ser. Falava o Comendador descendo do carro.
– Cadê a minha mulher? Gritava o Comendador fazendo com que todos os olhassem com uma cara assustada e perplexa.
– Pai... Gritaram Clara, João Lucas e Pedro em uníssono.
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