Notas iniciais
Galera desculpem não ter postado ontem. Segue novo capítulo. Amanhã respondo os comentários. Obrigada pelos comentários. Continuem dizendo o que estão achando. Beijos e boa leitura.

O comendador é tirado de suas lembranças com a entrada dos filhos.

– O que aconteceu com a mãe? Pergunta os filhos em uníssono.

Nesse momento, o comendador levanta o rosto que está banhado em lágrimas e diz:

– A mãe de vocês levou um tiro. Tenta explicar o comendador, mas é interrompido.

– Como assim levou um tiro? Pergunta Lucas.

– A culpa é sua... Se você não estivesse inventado essa morte. Cuspia as palavras Pedro.

– Como isso aconteceu? Fala logo. Gritava Clara.

– Gente calma. Agora não é hora para isso! Tentava acalmar os ânimos Cristina.

– Cala a boca que a culpa também é sua. Você sabia de tudo isso e não falou. Agora olha só que o já aconteceu. Exaltava-se Clara.

– Shit todos vocês. Eu sei que vocês tem todo o direito de estar com raiva de mim e também me colocando a culpa, mas vocês podem ter a certeza que eu estou fazendo isso bem mais. Mas, agora é hora de estarmos unidos para ajudarmos a Marta. Fala o comendador fazendo com que todos fiquem calados e prestem atenção em suas palavras.

– Você está certo pai. A mamãe precisa que estejamos unidos. Falava João Lucas olhando para os irmãos.

– Também concordo. De total acordo. Respondia Clara.

– Tudo bem. Fala Cristina.

– Ok, mas o que aconteceu realmente. Pergunta Pedro.

– Quando eu fui buscar a mãe de vocês e cheguei à mansão o Silviano estava ameaçando bater na mãe de vocês. Porque ela estava dizendo que me amava. Nesse momento eu entrei e disse que se ele batesse nela eu lhe daria o seu. Acabamos brigando e bati nele. Nesse meio tempo o Maurílio chegou e ia atirar em mim foi o momento que a Marta pulou na frente e levou o tiro no meu lugar. Tentava explicar os fatos o comendador e nessa hora às lágrimas já escorriam dos seus olhos sem que ele pudesse controlar e disfarçar.

– Mas, eu vou encher esse desgraçado na pancada. Fala João Lucas fumaçando de raiva.

– Não só você eu também acabarei com a raça daquele energúmeno. Falava João Pedro.

– não só vocês meus filhos eu nem sei o que faço quando encontrar aquele cabra. Exaltava-se o comendador.

– Sim pai, mas como a mãe está? Pergunta Clara.

– Eu não sei minha filha... Ela foi levada e não me disseram nada ainda. Eu já disse que vou colocar esse hospital a baixo. Bufava José Alfredo.

– Gente agora nós temos que orar para que tudo ocorra bem. Manifestava-se Du pela primeira vez.

– É gente a Du está certa. Não é hora de ficarmos brigando. Precisamos estar fortes para quando a titia acordar ela saber que estávamos aqui por ela. Falava Amanda.

– Verdade vocês estão certas. Estamos com os ânimos alterados. Foram muitas novidades hoje. Desculpa pai. Falava Clara pegando o pai de surpresa.

– Oh minha filha eu que tenho que pedi perdão. Eu prometo que quando sua mãe sair dessa. Tudo será diferente. Podem confiar em mim. Fala o homem de preto super emocionado abraçando Clara.

É verdade. Temos que ficar unidos. A mãe ia querer isso. Fala Pedro se juntando ao abraço.

– Tudo dará certo. A mãe é muito forte. Fala Lucas chorando e abraçando os outros.

– Nesse abraço cabe mais um? Perguntava Du.

– Cabe sim. Venham todos a família Medeiros de Mendonça e Albuquerque somos todos nós. Fala o comendador chamando as outras para o abraço e as orações.

Enquanto isso com Maurílio...

Nesse meio tempo Maurílio acorda e pede para falar com Daniele.

– Meu amor que bom que você acordou eu estava tão preocupada. Fala Daniele deixando as lágrimas caírem e abraçando o homem.

– Ai Daniele... cuidado. Fala Maurílio com expressão de dor.

– Oh meu amor desculpa. É que eu fiquei com tanto medo de te perder. Fala ela limpando as lágrimas.

– Tudo bem eu entendi, mas eu preciso da sua ajuda agora. Fala Maurílio olhando fixamente nos olhos da mulher.

– Pode falar eu faço tudo o que for preciso. Fala Daniele com convicção.

– Certo... Eu preciso fugir daqui. Começa Maurílio quando é interrompido por Daniele.

– Com assim fugir?! Você fez uma cirurgia. Você precisa de repouso. Não dar para sair daqui, mas porque você precisa fugir. O que aconteceu na verdade. Pergunta angustiada Daniele.

– Daniele... Eu dei um tiro na Marta. Começa ele quando novamente é interrompido.

– Como assim deu um tiro na Marta? Você estava louco. Isso vai dar merda. Ainda mais agora que o comendador está vivo. Ele não deixará isso barato. Exalta-se a mulher.

– Você vai me deixar explicar? Pergunta ele e ela assente com a cabeça. Foi uma confusão. Eu queria atingir o comendador, pois ele tinha batido no meu pai, mas nessa hora a Marta pulou na frente. E o puxa saco do Josué atirou em mim. Explica Maurílio.

– Meu Deus que agonia. Que maluquice. Maurílio você não podia ter feito isso. Preocupava-se a mulher.

– É por isso, que eu preciso fugir. Ou eu serei preso e o comendador mandará me matar. Você está entendendo a gravidade disso? Pergunta Maurílio olhando fixamente para a mulher e tentando convencê-la.

– Entendi... O que eu tenho que fazer? Pergunta Daniele.

– Certo... Você tem que prestar bastante atenção. Nada pode dar errado. Diz ele com convicção.

– Ok... estou prestando atenção. Responde ela não tão certa assim.

– Primeiro... Você terá que seduzir um médico ou um enfermeiro para que ele esteja disposto a nos ajudar e também oferecer dinheiro para ele. Para que ele me ajude a sair desse hospital antes que dei a hora de eu ser preso. Explicava Maurílio.

– Você está louco? Você quer que eu faça uma loucura dessas? Gritava Daniele.

– Fala baixo e você disse que me ajudaria. Fala ele e termina de explicar o plano para ela.

De volta à recepção que estavam os Medeiros de Mendonça e Albuquerque...

– Família da paciente Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Pergunta o médico.

– Somos nós. Como está a minha mulher? Pergunta super ansioso José Alfredo

– Eu sou o Dr Henrique Bitencourt. O médico que assumiu o caso, pois o Dr Thiago Alencar já estava em outro caso. Fala o médico quando é interrompido.

– Como está minha mãe? Pergunta Lucas agoniado.

– A paciente agora encontra-se dormindo. Tivemos que fazer uma cirurgia delicada, pois a bala atingiu o lado direito do peito e ficamos com medo que pudesse ter atingido algum órgão vital, mas graças a Deus não afetou nenhum órgão. Com isso, extraímos a bala e agora ela precisará ficar um tempo no hospital para se recuperar da cirurgia, mas no mais está tudo bem. Ela agora encontra-se na UTI, mas assim que ela acordar vocês poderão vê-la, mas um de cada vez. Informava o médico.

– Graças a Deus. Falavam todos.

– Com licença. Falava o médico se retirando.

– Comendador... O Senhor pode vir aqui? Pergunta o fiel escudeiro. Nesse momento, José Alfredo se aproxima.

– É... Eu estava dando uma volta pelo hospital e vi que o Maurílio esta na outra ala do hospital. Informava Josué.

– É o que? Me leve lá que eu vou matar esse bosta por ter feito isso com minha mulher. Exalta-se José Alfredo. Já saindo em disparada pelo hospital e sendo seguido por Josué.

Notas finais
Comentem. Digam o que acharam. Beijos e até a próxima.