Make You Feel My Love- Malfred
13 Capítulo13
Notas iniciais
– Comendador... O Senhor pode vir aqui? Pergunta o fiel escudeiro. Nesse momento, José Alfredo se aproxima.
– É... Eu estava dando uma volta pelo hospital e vi que o Maurílio esta na outra ala do hospital. Informava Josué.
– É o que? Me leve lá que eu vou matar esse bosta por ter feito isso com minha mulher. Exalta-se José Alfredo. Já saindo em disparada pelo hospital e sendo seguido por Josué.
José Alfredo ia andando parecendo que estava indo tirar o pai da forca tamanha era sua raiva e agonia.
De volta a Daniele...
Daniele saiu da sala de Maurílio e foi em direção à recepção. Quando chegou lá...
– Bruna minha filha eu preciso de um favor seu. Falava Daniele passando a mão no rosto da menina.
– O que você quer mãe? A gente vai embora que horas mesmo? Perguntava inquieta Bruna.
– Minha filha não poderemos ir agora, mas tarde resolvemos isso, pois eu preciso fazer umas coisas antes. Começava a explicar Daniele.
– Mas, que saco. Eu não quero ficar aqui. Eu quero ir embora. Eu queria ter falado com o Pedro, mas a senhora não deixou. Que raiva. Já falava impacientemente a menina.
– Bruna... Quieta! Agora não é hora para suas faltas de modo. Depois, vamos ter uma conversa direitinha viu menina. Mas, agora temos outras coisas antes. Já respondia sem paciência também Daniele.
– Eu não quero ficar aqui. Eu não sou obrigada. Fazia pirraça à menina.
– Chega Bruna... Chega. Grita Daniele chamando a atenção de todo mundo. Tá vendo que você me obriga a fazer? Agora eu passei a maior vergonha. Falava indignada Daniele.
– Eu não fiz nada. Tentava falar Bruna quando foi interrompida pela mãe.
– Agora eu vou falar e você vai ouvir. Fala ela olhando para a menina que faz que sim com a cabeça. Certo. Agora eu vou ali conversar com o médico e eu preciso que você fique no quarto com o Maurílio. Quando Bruna ia falar alguma coisa ela faz sinal para que a menina fique quieta. Eu não quero ouvir um piu. Você vai e ponto. Anda.
Nesse momento Bruna vai em direção ao quarto de Maurílio morrendo de raiva por ter que ficar lá com aquele homem que ela não gostava. Quando ela chega no quarto ela bate.
– Entra. Falava Maurílio e a porta abre revelando Bruna.
– Oi. Fala a menina sem um pingo de vontade.
– Bruninha meu amor. Você cuidar do seu padrasto foi? Falava Maurílio perturbando a menina.
– Eu estou obrigada, pois minha mãe me fez vim pra cá apulso. Devolvia Bruna.
– Sempre tão doce essa minha menina! Pirraçava Maurílio.
– Eu não sou sua menina. Fala Bruna pegando a cadeira e colocando o mais longe possível de Maurílio.
– Senta aqui Bruninha. Falava ele, mas era ignorado pela menina.
Maurílio estava lá perturbando Bruna quando a porta se abre abruptamente e o comendador entra quem nem uma fera. Indo direto em direção ao pescoço de Maurílio.
– É agora que tu morre cabra. Falava o homem de preto cuspindo fogo. Porém, ele se assusta com o grito de Bruna. Josué só vigiava a porta.
– Bruna!? O que você está fazendo aqui? Falava o comendador ainda apertando o pescoço de Maurílio que tentava segurar as mãos do comendador para não morrer asfixiado.
– É... É... Minha mãe pediu para que ficasse aqui com o Maurílio. Falava a menina gaguejando pelo susto que tinha tomado. Porque o senhor que matar ele comendador? Perguntava a menina super assustada.
– É que esse bosta... Que dizer, esse cabra fez uma coisa muito ruim que merece a morte. Fala o comendador bufando de ódio, mas soltando Maurílio, pois não faria isso na frente da menina.
– Que isso comendador. Não fale essas coisas. Eu pensava que tinha errado o ponto, mas vejo que acertei direitinho. Saiu melhor que a encomenda. Falava Maurílio com dificuldades devido ao aperto que levou.
– cabra não abuse da sorte. Seu fim estar próximo. Oh Bruna porque você não vai à outra recepção o José Pedro está lá. Fala o comendador querendo se livrar da menina, pois queria terminar o que tinha começado.
– Vou mesmo. Tó morrendo de saudades do Pedro. Depois eu volto. Fala Bruna feliz, pois vai rever Pedro.
– Bruna não saia daqui, pois senão sua mãe vai brigar. Tentava Maurílio, mas nessa hora a menina já tinha saído e José Alfredo já ia em direção a ele novamente.
– Agora vamos terminar o que começamos. Fala José Alfredo já pegando novamente o pescoço do cabra.
– Saí Josué ou eu vou gritar. Daniele tinha acabado de chegar.
– Solta ele ou faço um escândalo aqui. Fala Daniele puxando o comendador.
– Vamos patrão. Senão pode dar merda. Fala Josué puxando o patrão de cima do homem.
– Tudo bem. Seu fim está próximo cabra. Próxima vez que eu te encontrar não terá ninguém para te defender. Você não vai escapar. Pode ter certeza que seu fim está próximo e será por minhas mãos. Falava o comendador com um olhar de morte.
– Hahahaha... Você que pensa! Essa história ainda está no começo. Da próxima vez que a gente se encontrar você estará bem mansinho. Se humilhando e me pedindo misericórdia e clemência. Pode ter certeza disso comendador José Alfredo Medeiros. Falava Maurílio na maior cara de pau e no maior sarcasmo.
– É agora que eu te mato cabra. Fala o comendador voando na direção de Maurílio, mas é impedido por Josué.
– Vamos comendador para não piorar. O senhor não pode chamar atenção. Fala o homem puxando o comendador porta a fora.
– Ai Josué era pra você ter deixado eu matar esse idiota. Fala o homem de preto fumaçando de raiva.
– O senhor não pode chamar atenção comendador. A polícia não pode saber que o senhor esta vivo ainda. Explicava o fiel escudeiro.
– é verdade, mas deixa-o quando a gente se encontrar de novo. Fala o homem chacoalhando os bigodes.
– Oh comendador o senhor não achou estranho o que ele falou não. Parecia uma ameaça. Falava o motorista.
– Aquele bosta. Só estava procurando historinha. Ele não tem capacidade para nada. Vamos quero ver se a Marta já acordou.
Enquanto isso na outra recepção...
– Pedroooo. Fala Bruna correndo na direção do homem.
– Bruna meu amor. O que você esta fazendo aqui? Fala ele abraçando a menina e fazendo carinho no cabelo.
– Seu pai que mandou eu vim para cá. E você o que tá fazendo aqui? Perguntava a menina reparando que os outros também estavam na recepção.
– Minha mãe está internada. Ela se machucou. Mas, você encontrou meu pai onde? Pergunta Pedro curioso.
– Ele tava na outra recepção querendo matar o Maurílio que tá internado aqui também. Responde a menina.
– Eu mato aquele homem. Fala Lucas indo em direção a porta quando é segurado por Du.
– Calma lek ó a menina. Fala Du segurando Lucas. Quando Josué e o comendador estão chegando.
– Familiares da paciente Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. A paciente acaba de acordar.
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