Make You Feel My Love- Malfred
19 Capítulo 19
Notas iniciais
Pov off Maria Marta e José Alfredo...
– Bons tempos. Fala rindo a mulher com a lembrança.
– Ah diaba... Você é minha perdição mulher. Bons tempos. Falava o comendador absorto nas lembranças.
No quarto de Maria Marta a mesma só pensava em ir matar a sede, a vontade que tinha daquele homem, mas não queria dar o braço a torcer ela disse que se amaria mais, que não voltaria para ele naquele momento, mas quem ela queria enganar ela queria aquele homem, mas que tudo na vida.
Ela o amava e isso ela não podia negar.
– Ai Zé eu te amo tanto. Eu vou lá... Não, não uma promessa de Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque nunca é quebrada. Sofria Marta no seu quarto indecisa do que fazer. Mas, se ele viesse aqui eu não estaria quebrando minha promessa. Quem eu quero enganar aquele bode velho nunca virá aqui.
O comendador decidiu deixar seus desejos, seu coração guiar suas ações. Desse modo, ele foi em direção ao quarto da imperatriz e quando abriu a porta do mesmo encontrou a mesma com uma lingerie preta e por cima tinha um hobbie da mesma cor. O homem de preto entrou e bateu a porta chamando a atenção de Marta que se assustou com o barulho.
– Zé... Falou Marta colocando a mão no coração.
– Marta. Falou o comendador andando na direção da esposa.
– Algum problema Zé. Falou Marta olhando fixamente para o homem a sua frente.
– Eu amo você Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Falou o homem de preto se aproximando ainda mais da imperatriz.
Ele a encarou e puxou as mãos dela. Fazendo com que a mesma fosse de encontro ao seu corpo. Ela o olhava com o olhar perplexo com aquela cena. Ela ameaçava falar algo, mas o comendador a calou com um dedo sobre os lábios.
– Só sinta. Esquece tudo agora e só curta esse momento nosso. Falou ele dando um beijo de tirar o fôlego na imperatriz.
Em seguida, ele tirou o hobbie da esposa admirando aquela lingerie preta que se encaixava certinha no corpo da esposa. Ele queria a amar devagar, mas naquele momento ele tinha sede dela, das carícias, daquele corpo que se encaixava perfeitamente no seu.
Então ele levou a mão ao feche do sutiã e o abriu jogando-o no chão. Nesse momento, pegou-a no colo e a jogou na cama. Olhando-a fixamente com os olhos escurecidos pelo desejo. O comendador ficou de pé por um instante, sorrindo, observando o corpo e as expressões da esposa, então passou pra cima dela. No momento em que teve o corpo da esposa embaixo do seu, ele a beijou, agarrando-a. Maria Marta nesse instante, sentiu a sede dele e a retribuiu.
Ela puxou o nó do roupão, desnudando o marido e jogando a peça que caiu do outro lado do quarto. José Alfredo tomou um dos seios dela na boca, mordendo, chupando, uma das mãos brincando, e ela sorriu consigo mesma, sentindo o corpo se contrair. A boca dele desceu por sua barriga, lambendo, mordendo, e ele ouviu o primeiro arfar dela.
Apanhou a calcinha dela com as duas mãos, retirando-a, mas quando ia passar pra cima da esposa ela o fez se sentar, montando em seu colo, sem unir os dois. Ela se sentou sob a coxa dele, evitando de qualquer modo a invasão, e o comendador mordeu o colo dela, logo alcançando seu pescoço onde deixou um grande chupão, o qual satisfeito com a marca assoprou no lugar fazendo com que a mulher arfasse novamente. Ela se impulsionou contra a coxa do marido, e as mãos dele agarraram imediatamente os quadris dela. Ele tencionou o músculo da coxa, comandando o ato dela, e Maria Marta agarrou o ombro dele, respirando fundo.
– Olhe para mim. Pediu Maria Marta, rouca, e ele ergueu o rosto dos seios dela, os lábios meio vermelhos, encarando-a.
Ela desmontou da perna dele, se sentando direito em seu colo, e os dois se encararam enquanto ela deixava ele deslizar pra dentro de si lentamente. Por fim, os dois estavam juntos, ainda se encarando. Mas ela não conseguiu sustentar por muito tempo; seus olhos se fecharam e ela abaixou a cabeça, gemendo baixo. Podia senti-lo inteiro dentro de si, parado, pulsando. Ele sorriu, pondo o cabelo dela atrás da orelha, tomando sua boca e a segurou pela cintura novamente, começando a se mover.
A situação ganhou intensidade rapidamente. Os dois corpos se moviam juntos, unidos, e nada foi dito. Aos poucos ganharam velocidade e força. Ela tinha o rosto afundado no ombro dele, as unhas cravadas em suas costas. Não podia evitar os gemidos: Eles vinham. Ela tentava refreá-los, mas era impossível; ele estava em toda parte, em cada poro do seu corpo.
– Deixe vim... Não prenda os gemidos. Eu quero ouvi-los. Eles me deixam loucos por saber que são por minha causa. Disse o comendador, rouco, no ouvido dela. Ela ergueu o rosto, encarando-o, meio tremula. Em seguida, o homem de preto sugou com vontade os lábios da esposa, mordendo-os depois.
Logo haviam retomado a força de sempre, e ela não teria sido capaz de conter os gemidos, nem se quisesse. Se fosse uma opção pra ela, pensaria que estava morrendo. Seu corpo parecia estar pegando fogo, inflamando. Após algum tempo a respiração dela se tornou mais acelerada… E ele parou tudo, se tornando imóvel.
– Zé… – Choramingou a imperatriz, deixando a cabeça cair no ombro dele.
– Não tenhamos pressa minha rainha. Temos muito tempo para matar nosso desejo. Disse de forma maliciosa fazendo a mulher se arrepiar toda por conta daquelas palavras.
– Por favor Zé... Não judia de mim. Me ama como só você sabe meu comendador. Pediu Marta com a voz entrecortada por conta do desejo e dos esforços.
– Ainda não... Eu quero te amar muito ainda. Falou ele de forma provocativa e maliciosa.
– Zé... Você adora me provocar. Fazer eu implorar por você, hein? Perguntou, frustada com vontade de continuar. Aquela tortura era gostosa, mas ele precisava de mais dele.
– Porque eu gosto. – Respondeu, petulante o jeito comendador de ser. Ela suspirou. – Porque eu quero que dure mais. Porque você gosta assim minha rainha. – Na ultima frase ele voltou a se mover, e ela franziu o cenho, mordendo o lábio inferior.
Maria Marta grunhia a cada estocada, os corpos dos dois oscilando na cama. Ela amava essa brutalidade dele, essa violência que o possuía quando estava perto de correr-se. Mas ela veio antes, com um grito que ecoou pelo quarto, e ele não deteve. Ela sentiu exatamente o momento dele, que se pressionou demoradamente contra ela, gemendo alto, logo se aquietando.
O único barulho depois disso foram às respirações pesadas dos dois. Ela se pôs a acariciar o cabelo dele ternamente, que desfrutou do carinho por tempos, até erguer o rosto, selando os lábios com os dela. Ele riu de leve. Ela apanhou uma mão do cabelo dele, puxando-o.
– Seu cangaceiro, bode velho. Condenou, e ele riu – Eu te amo seu jumento. O sorriso de Zé nesse momento parecia que ia ultrapassar todas as barreiras possíveis. Ele não esperava ouvir aquelas palavras dela.
– Me promete uma coisa Marta? Perguntou olhando fixamente nos olhos da imperatriz. Ela assentiu olhando para ele. Nunca mais diz que não me quer. Falou com os olhos cheios de lágrimas.
– Zé... eu... Falava Marta olhando fixamente para o homem de preto e passando as mãos no rosto do comendador secando as lágrimas que corriam ali.
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