Notas iniciais
Então, tô de volta e mais um capítulo vim escrever o quanto antes pois estava com medo de perder as ideias, mas é isso, boa leitura! ^^

Cap. 2 — Perseguição

Estava anoitecendo e lá estava Orihime indo embora pelo caminho de casa depois de muito trabalho na confeitaria, e como de costume levava os pães que restavam para casa e na dúvida de levar alguns para a família Kurosaki, talvez ainda não estava preparada para ver Ichigo, ainda estava com aquele ressentimento de que só incomodaria. Estava frio e as árvores balançavam com a força do vento, a ponto de levantar a saia de Inoue e bagunçar seus cabelos ela sentia uma coisa estranha, como se alguém ou algo estivesse ali, olhando e observando cada passo dela. Decidiu pegar um caminho mais curto e seguiu a meio a um beco escuro que a única coisa que iluminava aquele canto era o brilho da lua.

Ela se sentia um pouco amedrontada mas pensou que seria coisa da sua cabeça e continuou a andar, ela ouviu uns barulhos estranhos mas ignorou e foi quando foi surpreendida por um morcego, ela se assustou tanto a ponto de deixar os pães caírem no chão. Ela resmungou:

– Ah não! Esses pães eram pra mim tomar meu café da manhã com a Tatsuki-chan, sou uma desastrada mesmo, e tudo por causa de um...

Ela calou-se e olhou para o morcego que estava parado a sua frente, e decidiu não fazer nenhum movimento brusco para não assusta-lo, ela o olhava fixamente, ela se encantou pelo o que mais chamava atenção no morcego seus olhos verdeados, como pode existir um morcego de olhos verdes? Será que estou imaginando coisas? Pensou Orihime, ela foi tentando se aproximar calmamente, mas alguém chega e Orihime toma mais um susto tirando a sua atenção do morcego. Era Ishida que estava passando por ali e avistou ela caída no chão, parada e imóvel:

– Inoue-san! Está tudo bem? Te vi caída aqui, aconteceu alguma coisa?

Ele a ajuda a levantar.

– Ishida-kun... Não é nada eu só estava andando e me assustei com um morcego, olhe ele está-

Orihime olhou para onde estava o morcego, mas nenhum sinal dele.

Ishida olha também.

– Bom esqueça, acho que você não se machucou, vamos vou te levar pra casa.

Os dois foram embora, Ishida levou Inoue até em casa e tomou rumo a sua casa logo depois.

Orihime faz os preparativos antes de dormir, como ficou sem os pães lá foi ela fazer uma de suas comidas estranhas, mas para ela estavam ótimas logo depois sentou-se ao chão e pensou meio que falando sozinha.

– Não entendo, tá tudo tão estranho ultimamente eu jurava que quando tudo acabasse e voltássemos para casa tudo voltaria a ser como antes, são alguns sentimentos estranhos que vão e vêm, tudo o que eu mais quero é ver o Kurosaki-kun, saber como ele está, mas me pergunto para onde foi a minha coragem... Bem amanhã temos aula, não vejo a hora de rever meus amigos, ver eles vai me fazer bem, e ver o Kurosaki-kun também é claro, espero que ele vá.

Ela faz sua oração ao seu irmão e logo depois deita ela se sente incomodada e com dificuldades de cair no sono, passam algumas horas e ela dorme.

No dia seguinte Orihime levanta cedo e se arruma para ir a escola, Tatsuki estava esperando ela para irem juntas, elas vão. Chegando lá elas encontram no caminho Ishida e Sado os cumprimentam, Inoue:

– Bom dia Ishida-kun e Sado-kun...

Todos reparam que Orihime estava desanimada pois o seu ''bom dia'' era sempre animado eles olham para ela estranhamente e depois para Tatsuki, eles tomam rumo a escola e finalmente chegam.

Orihime entra na sala e a primeira coisa que olha é se Ichigo estava presente a aula, ela se decepciona mais ainda tinha esperança que ele chegasse, ela se sentou e se concentrou no começo da aula.

A porta da sala de aula abre e chega Rukia e logo atrás Ichigo e como sempre brigando como de costume, Rukia reclama:

– Viu seu boboca, chegamos atrasados devido a sua frescura e enrolação.

Ela sussurra baixo a ponto de que só quem estava perto poderia ouvir.

Ichigo responde:

– Você que ficou de mimimi's com aqueles seus desenhos escrotos pra aula de artes hoje, não me ponha nisso, anã.

Rukia furiosa estava quase pulando no pescoço de Ichigo, mas Inoue interrompe:

– Bom dia Kuchiki-san!

Ela tenta fazer uma cara meio amigável.

Rukia percebe, mas responde:

– Oh, bom dia Orihime!

Ichigo para por alguns instantes, olha para Inoue e ela pensa que essa seria a hora de cumprimenta-lo.

– Bom dia, Kurosa-

Ichigo interrompe.

– Inoue, preciso conversar com você depois, se não se importa é importante...

Ela fica um pouco nervosa.

– Tudo bem, até depois então...

Ichigo procura seu lugar na classe e senta, a professora chega e dá início as aulas.

Orihime pensou sobre isso a aula toda ela olhava disfarçadamente para Ichigo, e lá estava ele olhando pela janela observando mal prestava atenção na aula distraído e pensativo e a aula que parecia que não acabava, eles entram em horário de almoço.

Rukia, Tatsuki e algumas meninas se juntam com Orihime para comerem juntas todas as meninas interativas e conversativas exceto Inoue, Rukia pergunta:

– Orihime, aconteceu alguma coisa?

– N-não, tá tudo bem Kuchiki-san! Eu só estou um pouco preocupada com o Kurosaki-kun, ele quer conversar comigo não faço ideia do que seja...

Rukia imaginando o que seria lembra:

– Ah, mas não é bem uma coisa grave mas prefiro não comentar ele te contará com os devidos detalhes, tenho certeza.

– Assim espero. Hey, sabe... eu não quero mais ser um incomodo a todos e principalmente ao Kurosaki-kun, mas a minha situação ela diz que sou fraca e não consigo ajudar devidamente, eu preciso ficar forte Kuchiki-san, mas preciso de ajuda para isso, sei que não vou conseguir sozinha.

– Orihime.

Rukia olha fixadamente para Inoue.

– Você ajuda nos e todos que precisam você ajuda como pode, mas é claro que ajuda, você têm um poder incrível de curar as pessoas e enxergar nelas o que elas realmente são, de uma coisa eu sei, você jamais negaria ajuda, seja quem quer que seja. Admiro isso em você e acho que todos aqui também.

Depois de algumas horas a aula acaba e os alunos saem da sala e vão para casa menos Inoue, que se preparava para ir trabalhar na confeitaria.

Orihime trabalhou bem tratou os clientes como ela sempre tratava, sua gerente ficou feliz com o seu trabalho deu mais uma vez os pães para ela levar para casa. Ela saiu da confeitaria e tinha alguém a esperando, era Ichigo.

Ele olhava para cima encostado na parede e mal tinha percebido que Inoue tinha saído da loja, mas Orihime o chamou:

– Kurosaki-kun...

Ele olha pra ela.

– Inoue, desculpa vim sem avisar mas é que eu precisava conversar contigo. Bem, pode ser agora?

– Eu já estava indo embora mas, tudo bem...

– Obrigada, então podemos indo?

Inoue:

– Sim.

(fim 2º cap)

Continua...

Notas finais
Então, isso é tudo por hoje pedir mais uma vez para deixarem comentários e que avaliem a fic, em breve novo capitulo não têm data prevista mas o quanto antes possível.