Notas iniciais
Genteeeem, Eu já devia ter postado esse capítulo há um tempão, mas é que eu tive que refazê-lo inteiro 3 VEZES! Meu notebook está um horror, e em um dos dias que eu ia postar, ele desligou sozinho e eu perdi metade do capítulo que já havia escrito... Enfim... Fazer o que, né? Mas consegui terminar, finalmente! o/ ps.: Não me matem por favor! Besitos & Desfrutem

No capítulo anterior...

Maria o encara rapidamente e segura em seu rosto, lhe dando um beijo maravilhoso. Eles continuam por um bom tempo aos beijos até que param um pouco por falta de ar.

– Quero te fazer minha agora (voltando a beijá-la e fazendo com que ela se sentasse em cima da mesa do escritório)

Maria fala entre os beijos – Eu quero... Mas... No quarto!

– Aonde você quiser, até no jardim... Lembra de quando fazíamos amor no jardim?

– Estevão! (colocando as mãos no rosto, envergonhada) Vamos pro quarto. (rindo)

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Estevão agarra Maria por trás e começa a dar beijos em seu pescoço dizendo coisas provocantes ao pé do ouvido dela enquanto iam para o refúgio de amor.

Mal chegaram e Maria já foi tirando seu conjunto black de sobretudo + saia, ficando apenas de camiseta e calcinha. Estevão trancou a porta do quarto e também foi tirando suas peças de roupa enquanto ia se aproximando dela. Maria sorriu e se virou para colocar suas roupas num canto qualquer, quando foi surpreendida por Estevão, que já estava nu atrás dela.

Maria fechou os olhos e disse – Como você é rápido... (sorrindo enquanto sentia as mãos de Estevão acariciando seus seios por debaixo da blusa)

– Uhummm (a apertando devagar, fazendo com que ela o sentisse).

– Hmmm... Meu amor... (Maria gemia ao sentir aquelas carícias).

Estevão foi passando as mãos por debaixo da camiseta de Maria, depois abaixou as alças e começou a dar suaves beijos em seus ombros. Em seguida, foi abaixando a camiseta mais ainda, até ter acesso aos seios maravilhosos de sua esposa; acariciou os dois ao mesmo tempo, e ficou mais excitado ao senti-los do jeito que ele adorava: duros e rígidos, demonstrando a intensidade do tesão que ela estava sentindo. Estevão apertava Maria mais para si, fazendo-a roçar no membro dele.

– Vamos logo ao que interessa Estevão... – Maria dizia sorridente, apertando aqueles braços fortes que a envolviam.

– Hoje eu vou te castigar por todos esses dias que você vai ficar longe de mim – Estevão sussurrou e em seguida deu uma mordida no lóbulo da orelha de Maria, fazendo-a sentir um calor dos pés a cabeça.

Maria soltou um gemido alto e respondeu, enquanto continuava a sentir o duro membro de Estevão, os lábios quentes e as mãos ferozes percorrerem todo o seu corpo:

– O que pretende fazer comigo, senhor? Lembre-se de que eu sou uma senhora grávida...

– Calma! Prometo não pegar tão pesado assim com você, senhora San Román. Mas eu preciso compensar esses dias... Como você acha que eu vou ficar aqui sem sentir o seu corpo? (ele tirou a camiseta de Maria e deu um chupão em sua nuca) Sem sentir a sua pele?...

Estevão desce um caminho de beijos pelas costas de Maria, até chegar as suas nádegas. Ele tira a calcinha dela lentamente e continua beijando aquela região, apertando-a com força, fazendo com que ficassem as marcas de suas mãos.

Ele continua – Como você acha senhora San Román (dando um chupão nas nádegas dela) que eu vou ficar sem sentir o teu gosto?

– Sim... Oh... Estevão! Faça o que quiser comigo... (ela mal conseguia falar)

Maria automaticamente abriu as pernas para Estevão, que sorriu maliciosamente. Ele deu beijos nas coxas dela e por entre elas. Passou lentamente pela virilha, e pouco a pouco foi invadindo a intimidade dela; sorriu novamente ao tocá-la e sentir que ela já estava completamente molhada.

– Isso... – Maria disse quase em sussurro, cravando suas pequenas unhas em uma das mãos dele que segurava sua cintura.

Estevão percorreu a intimidade dela com os lábios, e mais a fundo, com a língua. Saboreava Maria como se estivesse provando uma fruta deliciosa. Maria quase gritou quando sentiu a boca de seu homem a devorando; suas pernas estavam bambas, suas mãos acariciavam as mãos dele...

– Eu não vou aguentar amor, eu quero você dentro... – Maria suplicou ofegante. Mesmo assim ele não parou o que estava fazendo, queria deixa-la louca de prazer.

– Então... Me sinta dentro de você – Estevão inseriu dois dedos dentro dela e começou a movimentá-los, ela quase gritou:

– Pare de me torturar!

Maria continuava se movimentando no ritmo que Estevão estava sugerindo, até que se apoiou firmemente nele quando sentiu que ia ter seu primeiro orgasmo da noite:

– Ohhhh eu disse que não... Ahhhh eu... Estevão!

Estevão foi se levantando sem deixar de segurar Maria, que ainda estava com o corpo todo mole depois daquela sensação maravilhosa. Os dois estavam vermelhos, fervendo de prazer, tanto que Maria chegou a se assustar ao notar a ereção de Estevão latejante, pedindo por ela. Ele notou aquela expressão de sua mulher e disse, segurando em seu membro:

– Está vendo? Isso é só um pouco do que você me causa Maria. – Ele a encarou. Agora imagina como eu vou ficar todos esses dias longe de você? (com a voz embargada, rouca).

Maria não pensou duas vezes e agarrou em seu pescoço, lhe dando um beijo devorador, molhado, onde as línguas se encontravam a cada segundo querendo mais. Estevão deu pequenas mordidas em seu lábio inferior e queixo; se sentia embriagado com as palavras que estava ouvindo:

– Por isso eu quero sentir você todo em mim, (beijo) quero que preencha cada canto do meu corpo que quiser e puder, quero que você encha a minha boca, (falando com os lábios bem próximos aos dele) o meu interior, eu quero você...

– Maria... – Ele a olha, maravilhado.

Ela deu um sorriso ligeiramente obsceno como resposta e continuou com aqueles beijos provocantes. Parou para se sentar na beirada da cama; Estevão permaneceu em pé, observando-a com aquele olhar sedutor. Maria começou a beijar e lamber seu peitoral, descendo para o abdômen. Ele se abaixou para dar-lhe mais um beijo nos lábios, mas ela o interrompeu e seguiu com o que queria:

– Shhh... Me deixe provar você também... (ela sorriu)

Maria tomou o largo e grosso membro de Estevão em suas mãos pequenas e começou a acaricia-lo com carinho, dando curtos beijos em toda a extensão:

– Gostoso... (falou baixinho, de uma forma tímida, mas incrivelmente sedutora).

– É? Hmmmm... (com o olhar perdido nela).

Estevão levantou o rosto de Maria e colocou seus cabelos para trás, ordenando – Olhe pra mim.

Maria apenas assentiu com a cabeça e logo começou a lamber a ereção de seu marido, fazendo movimentos para cima e para baixo com uma de suas mãos; ela segurou e o encarou por alguns segundos com aquele sorriso meigo, e logo voltou sua atenção aquele membro grande que pulsava por ela. Maria chupou e voltou a olhar para Estevão, que não resistiu e deu um gemido alto ao sentir aqueles lábios tão pequenos começarem a envolvê-lo. Estevão deu um leve puxão nos cabelos de Maria e começou a se movimentar de prazer; ela por sua vez já estava tentando coloca-lo completamente em sua boca, fazendo movimentos cada vez mais rápidos. É impossível descrever as expressões de Estevão naquele momento, ele se encontrava num estado que... Nossa, era como ir do inferno ao paraíso! A cada olhar de Maria, cada gesto, cada sensação que ela conseguia lhe proporcionar, maior era a sua vontade de estar dentro dela. E Maria também sentia o mesmo: a cada expressão de prazer, cada gemido, cada palavra sem sentido que Estevão dizia enquanto ela o acariciava, maior era a sua vontade de tê-lo dentro de si.

Estevão – Mariaaaa... Euuu... Ohh...

Maria sentiu aquele líquido quente se espalhar por suas mãos e lábios; sentiu o gosto de seu amado, se sentiu imensamente feliz apenas com aqueles momentos dos dois, mas tanto ela como ele queria mais, muito mais! Maria se levantou da cama e voltou a acariciar o corpo inteiro de Estevão, e ele também fez o mesmo com ela. Se beijaram novamente, mas dessa vez foi um beijo muito mais selvagem, estavam se devorando. Estevão deitou Maria na cama e se pôs sobre ela com cuidado, pois sua barriga de praticamente seis meses já não permitia muitas ousadias; Maria o acariciava e arranhava, sentindo sua ereção tocar seu ventre. Estevão voltou a desfrutar novamente de todo o corpo, brincou com os seios dela; chupou e apertou cada um, dando pequenas mordidas que arrancavam gritos prazerosos. Maria estava louca para que ele a fizesse sua de uma vez por todas, por isso pegou o membro dele e o guiou até a sua entrada:

– Qual foi a parte do “eu te quero dentro de mim” que você não entendeu?

– Calma meu amor, hmmm, calma... (selinho) Você vai ter tudo o que você quiser (ele acariciou e segurou suas pernas)

– Sim... Tudo... Vai... (ofegante) – Ela fechou os olhos e o apertou com força quando o sentiu penetrar nela.

– Assim paixão? (ele a beija e começa a se movimentar lentamente dentro dela)

– Isso... Isso Estevão... Isso que eu quero! (segurando nos braços dele e olhando em seus olhos)

Em questão de minutos Estevão e Maria já estavam se amando loucamente, o ritmo das investidas de Estevão estava cada vez mais rápido e Maria parecia insaciável. Maria sentia seu corpo inteiro estremecer, virava os olhos e delirava de prazer. Depois de muito tempo daquele jeito, Maria pediu para que Estevão parasse e então subiu em cima dele, sentou de costas e encaixou, ela mesma, aquela enorme ereção em sua intimidade. Maria foi rebolando devagar e depois começou a dar leves cavalgadas; volta e meia ela se virava um pouco para beijá-lo. Estevão apertava os seios e mordiscava a orelha dela, lhe dizendo várias coisas indecentes ao pé do ouvido. Maria cavalgava mais e mais rápido enquanto Estevão lhe estimulava, fazendo ter vários orgasmos de uma vez só. Maria já estava fora de si, estava literalmente vibrando nos braços de Estevão! Naquele momento só se ouviam os gemidos e o barulho dos corpos já suados, seguidos por vários “eu te amo” e outras palavras carinhosas.

Exaustos, chegaram ao orgasmo mais uma vez e gritaram seus nomes. Estevão a abraçou forte, permaneceram assim por uns instantes. Quando saíram do “transe” em que se encontravam, Maria se sentou ao lado de Estevão e disse:

– Hmmm... São noites como essa que a gente nunca deseja que acabe! Agora sim posso viajar feliz e tranquila (sorriu)

Estevão a abraça novamente, dando-lhe beijos na bochecha, nariz e testa – Sim, mas se você pensa que vai escapar quando voltar, não vai mesmo!

– E quem disse que eu vou querer fugir de você, hm? (beijo)Ai... (suspiro) bem que eu queria que nos amássemos até de manhã. (os dois riem) Mas eu preciso dormir, preciso descansar para a viagem e também não posso me esquecer de colocar algumas coisas que faltam na mala.

– Verdade meu amor, você precisa dormir bem. (tirando umas mechas de cabelo que cobriam um dos olhos dela) Não quero que perca horas de sono por minha culpa. (ele sorri e lhe dá um selinho)

– Não, na verdade a culpa seria minha porque eu já disse, por mim continuaríamos até vermos a luz do sol bater na nossa janela!

– Mas como você está fogosa ultimamente, Maria, você não era assim! (brincando)

– Não? Eu era fria, quieta, parada por acaso? Estevão...

– Estou brincando meu amor! Você sempre foi gostosa, maravilhosa, perfeita. O amor da minha vida.

– Você também é o amor da minha vida. Te amo, seu bobo. (o beija)

– Bobo, é? Tá vendo aí minha filha, a mamãe tá chamando o papai de bobo! (acariciando a barriga de Maria)

Maria cai na risada – Isso é porque seu pai não é bobo, (colocando a mão por cima da mão dele) imagina se fosse!

A pequena começa a dar chutes dentro do ventre de Maria.

Estevão – O que é isso?!

– Ai... Amor, acho que ela tá chutando! (espantada)

– Que bom, sinal de saúde meu amor. (rindo que nem besta)

– Para de rir, isso dói. Aiii! (se sentando e alisando a barriga)

– Perdão, perdão... (dando um beijinho na bochecha dela) Ai amorzinho para de chutar a barriguinha da mamãe que machuca.

– Ultimamente ela tem chutado demais quando eu deito pra dormir, está pior que o Heitor. Lembra que você sempre reclamava que sentia o Heitor chutando as suas costas?

– Sim, pior que lembro, ele chutava mesmo! Me lembro até das suas queixas de dor na gravidez dele. A da Estrela ainda foi mais tranquila. Essas nossas crianças...

– É... Ah! Você falando assim me lembra de tudo o que vivíamos, faz passar um filme na minha mente. É algo que me deixa tão feliz, mas ao mesmo tempo tão triste, por que...

Estevão a interrompe — Não amor, não, não. Não vamos falar sobre isso, ok? (segurando as mãos dela e olhando em seus olhos) Amanhã você vai para Aruba com o Leonel, vocês vão conseguir descobrir quem realmente assassinou a Patrícia e assim vamos acabar com todas as mentiras, com todos os segredos... Vamos viver unidos, em paz pelo resto dos nossos dias! (beijando uma das mãos)

– Você tem razão.

~~ Apartamento de Adriana ~~

Adriana estava dormindo tranquilamente em sua cama quando de repente um sonho invadiu seus pensamentos...

** ~Empresas San Román~

Estevão bate à porta:

– Incomodo?

– Claro que não, Estevão. Pode entrar!

Estevão entra e se aproxima dela lentamente, dizendo:

– Você acha que eu não tenho percebido esse seu jeito de agir quando está comigo? Acha que eu não percebo esses seus olhos que sempre se enchem de lágrimas quando me veem ao lado da minha esposa?

– Do que está falando? (assustada)

Estevão pega nas mãos dela:

– Eu sei Adriana, você não pode mais negar o que sente. Eu sei que as suas pernas tremem quando você me vê, eu vejo tudo o que você faz para tentar me agradar... (Adriana sorri) Esse teu sorriso, rum! (ele também sorri) Só basta que você diga, vamos, fale logo de uma vez, não adianta esconder pra mim.

– Estevão, eu... Eu não... Você tem razão, eu não posso negar: eu te amo! Eu te desejo muito, morro de vontade de sentir o gosto dos teus beijos, de ser a sua mulher... Não suporto ver a Maria do seu lado, eu quero você pra mim!

– Era tudo o que eu queria ouvir.

Os dois se aproximam mais ainda, quase a ponto de se beijarem... **

Adriana acorda ofegante; ela põe as mãos na boca e diz consigo mesma:

– Meu Deus... Que... Que absurdo! Eu não posso mais pensar nele, não posso estar apaixonada por ele. Não! (chorando bastante) Eu vou ter que sair das empresas, não posso continuar sofrendo desse jeito. Preciso esquecê-lo.

~~ Mansão dos San Román ~~

Estevão e Maria já haviam tomado banho. Maria colocou seu pijama de seda florido e se enfiou debaixo das cobertas, se cobrindo até a cabeça:

– Liga o despertador pra mim... Boa noite.

– Ok senhora. (mexendo no relógio)

Maria se virou para o outro lado.

– Ei? Nada disso! (Estevão puxa o edredom dela)

– Ai, para! (rindo) Tá frio, Estevão.

– Isso é jeito de ir dormir? Como assim me manda ligar o despertador e não me dá nem um beijo de boa noite?

– Ai amor já nos beijamos tanto... Daqui a pouco vamos ficar com os lábios dormentes de tanto beijar!

– Ah é? Então tá.

Estevão apaga as luzes e se deita ao lado dela. Maria dá aquele típico sorrisinho e se vira; ele a encara sério, mas logo desarma.

Maria — Obrigada por me fazer a mulher mais feliz do mundo. (ela puxa o rosto dele e o beija)

– Boa noite vida minha.

Maria o abraça e adormece com a cabeça recostada em seu peito enquanto ele lhe fazia cafuné *-*

***

Manhã...

Estrela desce as escadas correndo – Bom dia tia Carmem.

Carmem – Menina, por que você já está acordada tão cedo?

Estrela – Por que eu vou para o aeroporto! Eles ainda não foram não, né?

Carmem – Claro que não.

Estrela – Então por que ainda não desceram? Já são quase 06 horas! Cadê esse povo?! (gritando)

Carmem – Shhiiiuu! Pare de gritar! Ainda tem gente dormindo nesta casa!

Estrela – Ah é, foi mal.

Estevão e Maria descem as escadas e Heitor ajuda com a mala.

Estrela – Ahhh, até que enfim né minha gente? Pensei que já tivessem ido sem mim!

Maria – Claro que não meu amor. (sorriu) Passei no seu quarto pra te chamar, mas você já não estava.

Estevão – Por mim ela nem ia.

Estrela – Ah tá que eu não ia! Duvido! E por que o Heitor desceu junto com vocês?

Heitor – Porque eu fiz o mais lógico, fui ao quarto deles e ainda aproveitei e ajudei com a mala, coisa que você devia ter feito irmãzinha.

Estrela – Tá bom... Não fez mais que sua obrigação, querido. (todos riem)

Estevão – Mas que garota chata, tá vendo por que é que eu não queria que ela fosse? (brincando)

Maria – Enfim... Vamos?

Carmem – Ai Mariazinha (a abraçando), tenho certeza que agora finalmente você vai descobrir quem é esse assassino e (chorando) finalmente as coisas nessa família vão se resolver!

Maria – É o que eu mais quero. Descobrir quem realmente matou a Patrícia para poder contar tudo para os meninos...

Estevão a interrompe – Maria, não...

Maria — Eu não aguento mais, preciso esclarecer tudo de uma vez.

Estrela – O que você tem pra nos contar? Não estou entendendo nada.

Heitor – Muito menos eu.

Estevão – Não é o momento...

Estrela – Como assim? E o que o assassino da mãe do Leonel tem a ver comigo e com o Heitor?

Maria pega nas mãos de seus filhos e diz, chorosa – É algo que vocês já deviam saber há muito tempo, mas com tudo o que aconteceu entre muitas outras coisas eu não pude falar.

Estrela – E por que não nos conta agora? Maria, você sabe que agora sim nós confiamos em você, eu não sinto mais desprezo nem raiva. Por favor, conta!

Estevão – Já disse que não é o momento, por favor, vamos...

Heitor – Nossa! Pelo visto todos sabem. Até o papai sabe! Então é algo muito sério já que você não pode falar. (se exaltando)

Maria – Heitor se acalme, por favor. Filhos, assim que eu voltar de Aruba, quando finalmente tiver feito justiça, quando toda a culpa desse crime não estiver mais sobre mim, eu juro que vou revelar tudo a vocês, mas agora eu não posso.

Heitor – Continuo não entendendo.

Estrela a encarava, perplexa.

Carmem – Meninos, acho melhor vocês irem, não façam a Maria perder o voo.

Leonel chega...

Maria – Nossa, que bom que você já chegou Leonel, agora sim podemos ir.

Leonel – Desculpem, é que eu tinha passado na casa da Lupita, já que ela não vai para o aeroporto e... Por que estão com essas caras?

Heitor – Por nada. (irônico) Vamos!

Carmem fala para Maria – Vai com Deus minha filha, e que a virgem te dê forças.

Maria – Espero. (secando as lágrimas)

~~ Aeroporto ~~

Leonel – Já chamaram o nosso voo. Vamos Maria.

Estevão – Ahhh! (a abraçando forte) Tem certeza que não quer que eu vá com você?

Maria – Tenho meu amor. (ela o olha) Precisamos ser fortes para o que virá, e pedir pra que tudo dê certo.

Estevão – Com certeza, não se esqueça de me ligar sempre que puder e por qualquer coisa que aconteça...

Maria – Está bem.

** chamam o voo novamente **

Estrela – Já estão chamando de novo! Maria, torço muito pra que você consiga fazer justiça... (ela a abraça; as duas choram de emoção) Nunca pensei que eu fosse sentir sua falta... (secando as lágrimas) Ah como eu sou idiota! (rindo)

Maria – Claro que não meu amor, jamais.

Heitor – Maria, também desejo que tudo se resolva pra você e que... Você nos conte (sorrindo sem graça) o que precisa nos contar. (a abraça)

Estevão – Ela vai contar quando voltar. (inquieto)

Maria – Sim, eu prometo meus filhos, prometo que vocês saberão de tudo.

Heitor – Assim espero.

Estrela – Eu também, né.

Maria e Estevão se beijam.

Estrela – Eita... Nossa meu Deus pra que isso tudo? Vamos parando com esse beijo aí senão não tem viagem, né?

Leonel – Verdade, vamos logo Maria.

E assim Leonel e Maria se despedem e embarcam no voo rumo a Aruba, a fim de solucionarem o mistério que envolvia a vida de ambos.

CONTINUA

Notas finais
Será que dessa vez Maria conseguirá descobrir quem é o verdadeiro assassino e contar a verdade para seus filhos? Não percam os próximos capítulos!