Mais além de la pareja tekila
14 Fogo e paixão
Notas iniciais
No capítulo anterior...
~~ Saleta ~~
Estevão já havia tomado uns copos de tequila (pura) e decidiu parar, pois já estava se sentindo “alto”. Enquanto bebia, pensava em tudo o que tinha acontecido: sequestro, acidente, sua discussão com Alba e o mais importante... A gravidez de sua esposa. “Maria tem razão, não é bom que contemos agora. Meu filho, meu filho! Ahhh!”
– Amor, por que você me deixou aqui e foi dormir? Ah... – Estevão falava consigo mesmo.
~~ Quarto de Maria ~~
Maria sai do banho completamente relaxada e feliz. Colocou o perfume que Estevão adorava, fez uma maquiagem leve e disse consigo mesma: — Será que ele ainda está acordado? (caminhando em direção à porta de acesso entre os dois quartos).
CONTINUA
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Maria abriu a porta lentamente e entrou no quarto, chamando: — Estevão? – Continuou andando pelo quarto, abriu a porta do banheiro e se perguntou: — Será que ainda está lá embaixo? Vou descer.
Vendo que seu marido ainda não havia se recolhido, Maria decide descer e ir falar com ele. Ao chegar a sala principal, também não o encontra. “Deve estar na biblioteca” – Pensou. Foi até a biblioteca, mas ele também não estava lá. Maria disse consigo mesma: — Só pode estar aqui! (dando um sorrisinho e abrindo a porta da saleta)
Maria entra na saleta, tranca a porta e vê tudo escuro; o som estava ligado e apenas a chama da lareira iluminava o local. Estevão parecia estar um pouco adormecido, sentado no sofá com a cabeça inclinada para trás, sem seus sapatos, a camisa aberta e um copo de tequila na mão. Maria tira seus chinelos cautelosamente e vai se aproximando devagar, sentando-se ao seu lado e acariciando seus cabelos:
– Bebeu demais e acabou dormindo... (disse em tom de voz baixo)
Estevão abre os olhos assustado ao sentir as mãos de sua esposa lhe acariciando e o cheiro suave de seu perfume; Ele então se ajeita no sofá e pergunta:
– Já está aqui há muito tempo?
– Não, acabei de descer. Fui ao seu quarto, mas como você não estava lá logo deduzi que poderia estar aqui ou na biblioteca
Estevão se vira de frente para Maria e fala, com uma carinha pícara: — O que foi? Não conseguiu dormir?
Maria sorri enquanto passa as mãos por entre os cabelos e logo em seguida toca no peito de Estevão: — Nem tentei pegar no sono; tomei um banho, coloquei minha roupa de dormir e vim pra cá.
– Hum... Lembro de você ter dito que não queria conversar comigo hoje...
– É, mas às vezes nós mudamos de ideia, não é verdade? Por que não me serve um drink também?
– Maria... Você está grávida, não pode se descuidar... (se levantando e pegando um copo de tequila para Maria)
– Só uma dose, pra relaxar (rindo)
– Maria...
Maria se levanta e vai em direção ao rádio: — O que está ouvindo?
– Não sei, apenas liguei e acabei adormecendo.
– Nossa... (Mexendo no rádio) Ah Estevão! (ficando totalmente eufórica)
– O que foi?
– Você lembra dessa música? Lembra?
Estevão se aproxima dela, falando: — Calma, deixa eu ouvir...
Maria fica surpresa ao ouvir aquela música que fez parte da vida deles antes de toda a desgraça que havia acontecido; uma música que embalava os momentos de paixão entre os dois e que trazia boas lembranças...
– Eu sempre ouvia essa música na prisão e pensava em você. (mudando o tom de voz)
Estevão vira Maria de frente para ele: — Nossa, já fazia tanto tempo que eu não ouvia essa música... É impossível ouvi-la e não lembrar de nós dois.
– Nunca deixei de te amar, sabia?
– Sim... Assim como eu também nunca te esqueci.
Maria abraça Estevão, enlaçando suas mãos em sua nuca e ele põe as mãos em sua cintura, a música rolava enquanto eles dançavam lentamente, sem desviarem os olhos um do outro.
“No sé tú, pero yo no dejo de pensar
Ni un minuto me logro despojar
De tus besos, tus abrazos
Por lo bien que la pasamos
La otra vez...”
E sem perceberem, já estavam os dois completamente envolvidos, se beijando apaixonadamente. Enquanto se beijavam, Estevão percorria suas mãos pelas pernas de Maria, subindo o robe e acariciando seu corpo:
– Meu amor, como é gostoso te sentir assim tão junto de mim...
– Eu digo o mesmo (sussurrando)
Estevão se solta de Maria e acende os abajures.
Maria: — Pra que isso Estevão?
– Está muito escuro aqui, (colocando os copos dos dois na mesinha de centro) eu quero te admirar, admirar suas formas, sua beleza... Você está tão... (passando as duas mãos pelas curvas de Maria, enquanto a devorava com o olhar, olhando-a de cima a abaixo)
– E-Estev...
Estevão a interrompe com um beijo intenso, molhado, desesperado; suas bocas se encaixavam, suas línguas percorriam os lábios um do outro, com algumas mordidas de desejo. Maria então desamarra seu robe e o deixa cair, deslizando pelo seu corpo e revelando uma camisola sexy de bojo meia taça, que deixou seu marido enlouquecido. Aquele gesto foi algo tão sensual para Estevão que ele ficava excitado mais ainda. Ele agarra Maria com vontade e a deita no sofá, ficando em cima dela. Maria já estava louca para ter seu amor novamente, a pele e os instintos falavam mais alto do que qualquer coisa; Maria arranca a camisa de Estevão (que já estava um pouco aberta) com tanto desespero que alguns botões se rompem. Estevão não sabia o que fazia: não sabia se beijava a boca de Maria ou se beijava seu pescoço, ou se tirava sua roupa; os beijos iam ficando cada vez mais lascivos e ousados; um brincava com a língua do outro. Estevão passava sua mão esquerda pela perna de Maria, subindo sua linda camisola até a altura dos seios; chegando lá, ele foi descobrindo lentamente, dando leves beijinhos enquanto olhava para Maria. Ela o respondia mordendo seus próprios lábios e sorrindo.
Estevão beijava, lambia e chupava os dois seios de Maria ao mesmo tempo; ora um, ora outro. Sua vontade de tê-la era enorme, seu sexo já entregava isso; Maria sentia aquilo e o pressionava contra ela, querendo consumar o ato naquele instante; ela já estava excitada e não resistia muito a essas “torturas”. Ele sabia disso, mas continuava porque adorava ver aquelas caras de tesão que ela fazia só pra ele, adorava ver ela totalmente entregue à ele.
Maria se senta e tira sua camisola, ficando só de calcinha, enquanto Estevão se levanta e também tira sua calça, mostrando sua cueca branca que já revelava o tamanho do seu desejo — Maria inclina sua cabeça para trás, se encostando no sofá e dando um suspiro.
Estevão se senta ao lado dela, acariciando seus seios lentamente e sussurrando em seu ouvido: — O que foi?
– Nada meu amor! (se virando e o beijando)
Maria beija Estevão e o deita no sofá, ficando em cima dele. Ele a olhava com uma cara de safado que já entregava tudo o que queria; Maria percorre o corpo de Estevão com beijinhos até chegar em sua intimidade; ela acaricia o membro por cima da cueca e se volta para cima para beijar seu amado, ele diz:
– E a minha boca?
Maria sorri sem entender, dizendo: — O quê?
– Vem cá (Estevão vira Maria, fazendo com que os dois ficassem na posição “69”)
Estevão passa a língua por cima da calcinha de Maria, ela dá um gemido baixo; Ele sente o quanto ela já estava molhada e dá um sorriso, colocando a calcinha dela um pouco pro lado e fazendo com que sua boca entrasse em contato com a intimidade dela. Enquanto isso, Maria tira o membro de Estevão de dentro da cueca e começa a chupar lentamente só a ponta enquanto ia acariciando com sua mão, movimentando para cima e para baixo; Estevão gemia enquanto chupava Maria com gosto, chupava e colocava sua língua mais a fundo, ela não aguentava e gritava de prazer, chupando seu marido com mais vontade ainda. Estevão começou a fazer movimentos mais rápidos com a sua língua enquanto introduzia um dedo dentro dela, ela parava de chupá-lo e rebolava em cima de sua boca; em poucos minutos já estava gozando, gritando: — AHH! – se alguém passasse por ali certamente ouviria e saberia o que eles estavam fazendo dentro daquela sala.
Estevão deita Maria no sofá e a beija novamente, um beijo de tirar o fôlego; Maria sentia seu gosto na boca dele e ele idem. Suas respirações estavam descontroladas, ofegantes; Maria gemia e arranhava os braços do marido enquanto o beijava, ela queria senti-lo dentro dela, enquanto isso ele passava lentamente a sua ereção na entrada de Maria, ela delirava, revirando os olhos:
– Ah meu amor! Me... Met... – Interrompida por Estevão, que abriu suas pernas e penetrou com força, fazendo com que ela desse um grito: — OHHH!
Enquanto ia investindo, Estevão dizia: — Shiiiu amor, geme só no meu ouvido, geme (segurando seus dois braços e beijando sua boca)
Maria gemia descontroladamente no ouvido de Estevão, dizendo: — Sim meu amor, isso, vai, ah... Sim... Ah... – Conforme as investidas e os movimentos ficavam mais rápidos, ela não conseguia dizer mais nada inteligível. Estavam suados, os corpos se batiam, tremiam, estavam vermelhos, o sangue fervia e aquele desejo todo parecia insaciável. Estevão metia com força, Maria dava gemidos de dor e uma lágrima descia pelo seu rosto. Estevão diminui o ritmo e pergunta, acariciando seu corpo:
– Estou te machucando?
– Não, não...
Estevão não fica muito convencido com a resposta e tira seu membro de dentro dela.
Maria: — Por que parou meu Deus? Eu quero mais...
– Mas não podemos abusar muito, você está grávida!
– Isso não tem nada a ver Estevão! (rindo e o empurrando no sofá, se sentando em cima dele).
– Ai Maria, você acaba comigo (rindo)
Os dois se abraçam e se beijam, Maria pega o pênis de Estevão e vai encaixando lentamente em sua intimidade, até senti-lo completo; ela dá leves reboladas se apoiando no peitoral de Estevão, que põe suas mãos em sua cintura para lhe ajudar com os movimentos e logo aproveita para dar uns tapas na bunda dela, que grita enquanto aperta as mãos dele:
– Pega com mais força
– Você quer que eu te pegue com mais força é safadinha? (rindo)
– Uhum (beijando e mordendo os lábios de Estevão, que aproveita para dar um chupão no pescoço dela)
– Ahhh não faz isso!
– Vou te deixar toda marcada... (chupando o pescoço e descendo até o colo de Maria)
– Nãoooo Estevãaaoo! (enquanto se movimentava mais rapidamente para alcançar o ápice do prazer)
Estevão se inclinou para cima, dando uma investida forte em Maria, que não parava de gemer e chamar pelo nome dele. Os dois seguiram assim por alguns minutos, cada vez mais rápidos, mais intensos, mais entregues, num movimento frenético até que atingiram o orgasmo, em meio a gritos e espasmos. Maria se jogou em cima de Estevão, o abraçando completamente trêmula, sem se desunir; Estevão respirava ofegante, sorridente, olhando para o alto e dizendo: — Foi maravilhoso.
(...)
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