Mais Um Dia, Mais Um Problema!

1 Capitulo 1 – Mais um dia, mais um problema


Notas iniciais
Oi galera ><' minha fic nem lembro qual ela é se é a quinta que eu fiz ou sexta u.ú enfim não tenho que lembrar ><" só espero que gostem :3
aproveitem minha queridas e fiquem avontade. *-*

Alguns anos atrás...

Primeiro de fevereiro, primeiro dia de aula de Mayumi Duarte, que ainda tinha dois anos. Seus pais haviam acordado ela cedo, como a aula era de manhã, e arrumaram-na. Estava realmente fofa, com um vestido azul e um chapeuzinho da mesma cor só que um pouco mais claro, se olhou no espelho e bateu palmas para se mesma. “Papai, eu estou bonita?” perguntava constantemente ao seu pai enquanto entravam no carro a caminho da escola e o mesmo sempre a olhava bagunçava seu cabelo por cima do chapéu e dizia “Esta maravilhosa, minha princesa.” Com essa resposta ela sempre sorria até suas bochechas ficarem rosadas.

- Chegamos! – disse seu pai olhando-a pelo retrovisor e piscando pra ela.

- Eba! – bateu palmas e sorrio tirando o sinto e saindo do carro junto com seu pai. Foi de mão dada com ele até a sua salinha. Quando chegaram à porta ela apertou a mão de seu pai. – Estou com medo.

- Coragem, razão da minha vida!

- Okey – disse infantil e sorridente, respirou fundo e soltou a mão do pai, entrou na sala e se deparou com muitas crianças de sua idade brincando com a professora que logo anunciou sua chegada.

- Essa é a coleguinha de vocês. Digam “oi” para Mayumi.

E depois da apresentação todas as criancinhas fizeram festa e pularam dizendo “oi” e deram um abraço coletivo em Mayumi. Seu pai deu um “tchau” e ela retribui-o e ele acenou e saiu dali direto para seu trabalho. Foram cinco anos de felicidade extrema, ela fez muitos amigos naquela escola. Brincavam todos os dias na escola ou iam à casa um do outro, iam para a casa de praia juntos, ao parque seja ele de diversões ou parque aquático, enfim eram super grudados! Mas um dia...

Mayumi tinha sete anos e era muito travessa às vezes ficava até tarde assistindo animes na Tv sem que a mãe visse e sempre desligava o mais rápido possível quando os pais chegavam do trabalho meia-noite, mas nesse dia eles chegaram um pouco mais cedo, então ela fez como sempre desligou rápido e fingiu que dormia. Ouviu a porta do seu quarto abrir e depois fechar, logo após ouviu gritos.

- Não podemos mudar de cidade assim! E ela? E nossa filha, Edu? Como fica nossa filha você pensou nos amigos que ela tem aqui? – era a voz de sua mãe que parecia ter um tom de desespero.

- É inevitável querida temos que mudar. Não como se nós tivéssemos alguma escolha. E eu não quero ouvir mais reclamações estou cansado preciso dormir.

- Então se divirta com o sofá hoje! – gritou sua mãe batendo a porta de algum quarto.

Meio assustada com que acabara de ouvir ela se sentou na cama e começou a chorar “nós vamos mudar mesmo?” pensava ela, mas acabou dormindo depois de um tempinho. E no dia seguinte já estavam arrumando as coisas para a mudança: roupas, empacotar os moveis e etc...

Nem adiantava chorar ou espernear seu pai não mudava de opinião de jeito nenhum. Era estranho, pois há cinco anos ela era sua princesinha agora ele estava serio e não dava muita atenção para ela. Na verdade desde alguns meses ele estava estranho sua mãe um dia também já havia comentado isso com ela.

Chegando à casa nova ela ficou impressionada, pois a casa era enorme tinha segundo andar e piscina, enfim era perfeita, mas longe de seus amigos Mayumi só se impressionou no começo. Depois que se lembrou dos amigos e amigas que perdeu voltou a ficar triste e fazer cara feia.

— Cara feia não vai levar você de volta para casa. – disse seu pai, frio.

— Não se preocupe querida ficara todo bem, minha querida. – consolou sua mãe.

- Uhum... – respondeu ainda triste.

Depois da casa arrumada, sua mãe apresentou o quarto seu quarto e deixo-a, pois ela precisava de um tempo, sozinha. Assim que sua mãe fechou a porta atrás de si, a garota loira levantou-se da cama a qual estava sentada e sai andando pelo quarto, nossa! Tudo naquela casa era muito grande, mas isso não importava muito...

Mais cinco anos depois...

“Para o azar de todos em um acidente de carro Sabrina Duarte morre antes de chegar ao hospital. Deixando sua filha única Mayumi Duarte e seu marido Eduardo Duarte.”

Depois dessa noticia Mayumi ficou arrasada não comia, não brincava, ficava dias em casa sem fazer nada a não ser ir para escola. Mas a escola era ainda pior que em casa, pois amigos ela não tinha e os colegas de classe não gostavam dela e só a zoavam. Seu pai estava sempre viajando a negócios e não tinha tempo para ela.

Dois anos se passaram...

- Estou atrasada! Estou atrasada! – Mayumi gritava a mesma coisa enquanto descia as escadas ajeitando a saia do uniforme escolar. – Estou atrasada Gildaaa! – chamou a empregada que parecia mais sua melhor amiga (ou melhor, única amiga). Dona Gilda é uma baiana arretada que deve estar em seus 40 aninhos.

- Oxente minha fia. Num se aprece não que ainda são seis e meia da matina.

- O que? – parou de gritar um minuto e perguntou incrédula virando a cabeça devagar para a Gilda.

- É isso mermo fia ainda é cedo. Mas omi pra que esse aperrei todo logo de manhã Mayu?

- Ham... Então isso quer dizer que... A MEU DEUS EU ESQUECI QUE HAVIA ADIANTADO O RELOGIO PRA NÃO SAIR ATRASADA! – gritou caindo de joelhos com as mãos na cabeça.

- Mar menina pia, ó pra isso! Levanta logo se não tu vais se sujar menina! Omi se aproxime que eu já fiz a comida. – Falou rindo da garota que levantava do chão vermelha de vergonha.

- Bom... E então Gilda que temos para comer?

- Temo ovo, pão, cuscuz, leite, achocolatado, cereal... E é melhor comer logo porque se tu ficar enrolando ai tu vai se atrasar mesmo kkkk.

- É mesmo. – Disse enquanto comia cereal com leite. Quando terminou seu café-da-manhã foi para em direção à porta de casa, mas a Gilda disse:

- Oxi Mayu tu num vai espera o carro que vem te pegar não?

- Não quero ir naquele carro mais.

- Esta bem, minha fia vá cum Deus e tenha uma boa aula.

- Obrigado Gilda. Obrigado mesmo. – disse Mayu dando um abraço apertado na Gilda e saindo logo após.

- MENINA TEU ÓCULOS! – Gilda correndo desajeitadamente, por causa do seu peso, até a porta e deu os óculos para ela.

A escola ficava mais ou menos uns 15min andando então como ainda eram 06h55min, ela tinha tempo de sobra. “Só estou fugindo dela desse jeito...” pensava enquanto andava pela rua. Via as casa todas grandes, todas aquelas pessoas tinham uma vida boa e por mais motivos que Mayu tivesse para ficar triste saber que eles ou elas eram felizes por algum motivo também a deixava feliz. Mayu já tinha 14 anos e estava no nono ano do ensino fundamental e como vocês já estão carecas de saber ela não tinha nenhum amigo ou amiga.

Chegando à escola como ainda era cedo (07h: 05min) ela foi para sua sala que ficava no segundo andar do colégio. Andando pelos corredores “sala 202” tinha escrito em cima da porta. Entrou e achou logo seu lugarzinho escondido no fundo do canto da sala. Tirou o caderno da mochila, e nele havia escrito na capa “Desenhos S2 Animes e mangás” ela realmente adorava desenha e era muito boa nisso, então pegou seu lápis de desenho favorito e começo seus desenhos.

- Chega sempre cedo quatro olhos! – debochou um garoto de olhos azuis e cabelos castanhos.

- Ham? – como ela estava muito concentrada nem ao menos prestou atenção no que o garoto disse.

- Ô HD lento... – e mais uma vez o garoto foi ignorado com sucesso. Mayu já havia aprendido a ignora-lo. Devem estar achando maldade dela por nem dar atenção, mas como ela já enfrenta isso há dois anos... Tendo que suportar não só as zoações e ainda mais com a morte de sua mãe. – Quatro olhos? – Perguntou o mesmo garoto achando estranha a falta de resposta vinda da parte dela e indignado vai até ela e toma o lápis de sua mão a força.

- Ei, ei. Devolve agora!

- Ah, agora resolveu prestar atenção sua nerd?

- Pare com isso. E me devolva logo essa droga de lápis!

- É uma droga? Então não precisa dele! – falou ele jogando o lápis de Mayu pela janela e caiu no jardim cheio de flores, árvores, arbustos e etc. Iria levar horas pra achar o lápis no meio de tanto mato.

- Era o meu lápis favorito seu idiota! – choramingou Mayu olhando pela janela.

- Era uma droga, certo? Kkkkkkkk! – saiu ele da sala gargalhando deixando ela sozinha. Como todos menos a Gilda a deixaram.

- Vai levar muito tempo pra achar... MAS QUE DROGA! – irritou-se e jogou o a primeira coisa que achoou e atirou na parede. – A não meu caderno! – disse correndo para apanha-lo do chão e assim que voltou e sentou-se em seu lugar respirando fundo e segurando as lagrimas para não chorar aquele lápis era da sua mãe que igualmente sempre adorou desenhar. Ela achou esse lápis no meio das coisas enquanto fuçava o porão com a Gilda.

No meio de suas lembranças acorda para o mundo real quando escuta o toque do sinal e então vários alunos: Nerds, patricinhas, mauricinhos, exibidos, exibidas, metidos, metidas enfim os alunos entraram na sala não demorou muito para o professor também se fazer presente nela.

- Bom dia alunos. Então vamos ao assunto de hoje. Eu espero que todos tenham feito à atividade que eu passei sexta.

- A... A atividade? Ah, não. – disse baixinho pondo as mãos na cabeça.

Notas finais
Eae gostaram? eu sei que esse capitulo ficou chato no começo, mas foi pra vocês entenderem o drama da May u-u
se gostaram comentem por favor >~<"